Arquivo | janeiro 2014

Recomendamos

Profissional de SucessoProfissional de suecsso

Quando fizemos uma pesquisa, há algum tempo atrás, descobrimos que a maior parte dos leitores do blog tem menos de 21 anos. Essa semana o recomendamos é especialmente voltado a este público.

Quem já se esforçou para passar no vestibular, ralou 4, 5, 6 anos no banco da faculdade e já está no mercado de trabalho sabe que a jornada é árdua. Às vezes ficamos pensando: “ – se eu pudesse fazer tal escolha agora que tenho essa cabeça, eu com certeza faria diferente”.

Para minimizar esses “arrependimentos” é muito importante colher o máximo de informação possível para fazer uma escolha consciente. E é por isso que estamos recomendando Profissional de sucesso. Se você for uma pessoa bem informada, provavelmente já vai saber de alguns conceitos tratados no livro, todavia, o diferencial é que tudo é explicado com o enfoque adventista.

Não somos, e não devemos ser, profissionais comuns e o autor apresenta muito bem como deve ser o diferencial do cristão. O sábado é um ponto sensível para nós e a maneira de abordar o assunto com o chefe faz toda a diferença. Este livro vai ajudar você a saber o que fazer nessas horas.

Então, você está nessa fase da vida de universitário ou primeiro emprego? Ficou curioso? Vale a pena ler este livro e sair na frente de outros candidatos.

1- Éveni

Mais uma “descoberta” dos pesquisadores

Parque Nacional dos Lagos de Plitvice - Croácia

Parque Nacional dos Lagos de Plitvice – Croácia

Uma reportagem do Correio Brasiliense, um dos jornais de maior circulação em Brasília, chamou minha atenção. Não pela novidade, muito pelo contrário, por eu já saber do assunto há muito tempo.

A matéria traz o destaque “Estudo revela que morar perto da natureza melhora a saúde física e mental”. O jornalista então discorre sobre a pesquisa feita pelo Departamento de Saúde Ambiental e da Unidade de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar da Finlândia que encontrou os mesmos resultados que a pesquisa da Universidade de Exeter Medical School, no Reino Unido.

Todavia, isto não é novidade para nós, não é mesmo? A escritora americana Ellen White, há 2 séculos, já aconselhava as pessoas a deixar a cidade e ir morar no campo. Isso porque ela não vivia nessas cidades super tumultuadas e com o trânsito caótico que vivemos hoje.

“Em todo o mundo as cidades estão se tornando viveiros de vícios. Por toda parte se vê e ouve o que é mau, e encontram-se estimulantes à sensualidade e ao desregramento. Avoluma-se incessantemente a onda de corrupção e de crime. Cada dia oferece um registro de violência: roubos, assassínios, suicídios e crimes revoltantes.

“A vida nas cidades é falsa e artificial. A intensa paixão de ganhar dinheiro, o redemoinho da exaltação e da corrida aos prazeres, a sede de ostentação, de luxo e extravagância, tudo são forças que, no que respeita à maioria da humanidade, desviam o espírito do verdadeiro desígnio da vida. Abrem a porta para milhares de males. Essas coisas exercem sobre a juventude uma força quase irresistível.

“Não era desígnio de Deus que o povo se aglomerasse nas cidades, se apinhasse em cortiços. Ele pôs, no princípio, nossos primeiros pais entre os belos quadros e sons em que se deseja que nos alegremos ainda hoje. Quanto mais estivermos em harmonia com o plano original de Deus, mais favorável será nossa posição para assegurar saúde ao corpo, espírito e alma”. (Ellen White, A Ciência do Bom Viver, p. 363-365).

Aqui em Brasília ainda temos alguns recantos com um pouco de natureza, mesmo assim conheço pessoas que cresceram aqui que não sabiam o que é um pé de milho! Ainda que na cidade haja parques e praças é diferente de viver em uma cidadezinha pequena cercada de natureza.

Em todos os lugares, mas especialmente nas cidades grandes, o Clube de Desbravadores apresenta uma excelente oportunidade para aumentar o contato com a natureza. Os passeios, caminhadas, acampamentos e demais atividades ao ar livre auxiliam o desenvolvimento tanto da mente quanto do corpo.

É por isso que nossa filosofia deve ser cada vez mais voltada para o natural e não para o artificial. Não temos como competir com a tecnologia, se formos lutar no campo dela. Nossa chance de influenciar as crianças está exatamente em dar o oposto do que elas estão acostumadas.

Aí está a importância de ter um programa de atividades ao ar livre relevante. Visitar uma fazenda, andar a cavalo, tirar leite, bater manteiga, cortar lenha com um machado ou machadinha, subir em árvores para apanhar frutos, tomar banho no rio terá gostinho de aventura para a maior parte das crianças. Essa é a nossa missão!

1- Éveni

Dramatização cristã

Dramatização cristã

Uma das novidades do novo Manual de Especialidades foi a especialidade de Dramatização Cristã, que foi traduzida do manual da Divisão Norte-Americana. Clique aqui para ver os requisitos necessários para a conclusão desta especialidade.

A dramatização cristã é um instrumento de evangelização que vem sendo cada vez mais utilizado nas igrejas e é uma ferramenta frequentemente utilizada nos Clubes de Desbravadores. Porém, é comum haver divergências na Igreja sobre a utilização de dramatização cristã ser correta ou não.

Segue abaixo um texto que o Pr. Alberto Timm escreveu sobre a utilização da dramatização na Igreja, o qual faz um apanhado sobre o assunto na Bíblia, nos escritos de Ellen White e no uso pela Igreja, além de definir alguns critérios necessários para o estabelecimento de parâmetros para a utilização correta deste recurso evangelístico.

Todos os direitos reservados à Igreja Adventista do Sétimo Dia

Todos os direitos reservados à Igreja Adventista do Sétimo Dia

O uso de dramatizações na igreja

O Antigo e o Novo Testamento estão permeados de dramatizações simbólicas.

Alberto R. Timm

Especialistas na área de comunicação têm afirmado que aprendemos 83% das informações do mundo exterior através da visão; 11% através da audição; e 6% distribuídos entre o tato, o olfato e o paladar. Isto significa que nos lembramos muito mais daquilo que vemos do que daquilo que meramente ouvimos.

Se a visão é tão eficaz no processo da comunicação, deveria a Igreja Adventista do Sétimo Dia valer-se apenas de recursos auditivos na proclamação do “evangelho eterno” (Apoc. 14:6)? Até que ponto poderia esta denominação incorporar recursos visuais e dramatizações em seus serviços religiosos, sem com isso infringir princípios expostos na Bíblia e nos escritos de Ellen White?

A fim de respondermos a estas questões, consideraremos, inicialmente, alguns antecedentes do uso de dramatizações na literatura bíblica e nos escritos da Ellen White.  Procuraremos, então, identificar alguns princípios básicos que poderão nos ajudar a estabelecer parâmetros seguros sobre o assunto.

No Antigo Testamento

A liturgia do Antigo Testamento centralizava-se nos rituais simbólicos, primeiro, dos altares patriarcais; depois do tabernáculo mosaico; e, por último, do templo de Jerusalém. Esses serviços ministrados por sacerdotes (cf. Êxo. 28 e 29; Lev. 8) constituíram uma prefiguração dramática da salvação  que haveria de se concretizar através do sacrifício e do sacerdócio de Cristo. Animais representavam a Cristo; a imolação desses animais simbolizava a morte de Cristo; e o sangue deles prefigurava o sangue de Cristo. Também as festas de Israel eram marcadas por inúmeras dramatizações (ver Êxo. 12:1-27; Lev. 16 e 23). Ellen White denomina todo esse sistema centralizado no santuário de “o evangelho em figura”[1].

Outro ato religioso dramático do Antigo testamento era a cerimônia da circuncisão. Esse ato foi ordenado por Deus como um símbolo exterior do concerto entre Ele e Seu povo.

Em números 21:4-9, Deus ordenou que Moisés preparasse e levantasse uma “serpente de bronze”, como um símbolo de Cristo. Todos aqueles que olhassem com fé para aquela serpente, viveriam.

Dramatizações são encontradas também nos livros proféticos do Antigo Testamento. O próprio Deus usou recursos pictóricos para descrever realidades sócio-políticas e religiosas nas visões proféticas registradas em tais livros, como Ezequiel, Daniel e Zacarias.  Por exemplo, no capítulo 2 do livro de Daniel, a Segunda Vinda de Cristo é representada pela grande pedra que feriu os pés da estátua. Já no capítulo 1 de Oséias, encontramos Deus ordenando que o próprio profeta (Oséias) dramatizasse a apostasia espiritual de Israel, casando-se com uma prostituta.

Portanto, o uso de recursos visuais (incluindo dramatizações) permeava o culto do Antigo testamento. Tais recursos eram parte do serviço do santuário, da cerimônia da circuncisão e dos ensinos proféticos. Mas o emprego de tais recursos visuais não se limita apenas ao Antigo Testamento.

No Novo Testamento

Os quatro evangelhos apresentam inúmeras ocasiões em que Cristo usou ilustrações vívidas da natureza e da vida diária para ensinar lições espirituais. Ele não apenas se valeu do recurso didático das parábolas, mas até comparou-Se  a Si mesmo com tais figuras como a água (João 4:10), o pão (6:41 e 48), a luz (8:12), a porta (10:9), o pastor (10:14) e a videira (15:1-5).

A própria cerimônia do Batismo é uma dramatização simbólica, instituída por Cristo para marcar o início de uma vida de consagração a Deus. Cristo não apenas submeteu-Se a essa cerimônia (Mat. 3:13-17), mas também ordenou que ela fosse ministrada a todos quantos aceitassem o evangelho (28:18-20).

Até mesmo Sua morte dramática sobre a cruz tinha propósitos didáticos. Ellen White declara que “a cruz é uma revelação, aos nossos sentidos embotados, da dor que o pecado, desde o seu início, acarretou ao coração de Deus” [2]. Ela acrescenta que “o Calvário aí está como um monumento do estupendo sacrifício exigindo para expiar a transgressão da lei divina” [3].

Esse evento dramático ocorreu sobre uma cruz com o objetivo de tocar os “nossos sentidos embotados” [4]. Ele é relembrado simbolicamente através da cerimônia da Santa Ceia (ver Mat. 26:17-30;  João 13:1-20), que é, por sua vez, uma dramatização litúrgica ordenada por Cristo para ser repetida periodicamente por Seus seguidores (cf. João 13:13-17; I Cor. 11:23-26).

À semelhança de alguns livros proféticos do Antigo Testamento, o conteúdo do Apocalipse de João é caracterizado por dramatizações simbólicas, que descrevem pictoricamente o desenvolvimento do plano da salvação no contexto do grande conflito entre as forças do bem e os poderes do mal.

Por conseguinte, o Antigo e o Novo Testamento estão permeados de dramatizações simbólicas. Especialmente o Batismo e a Santa Ceia são dramatizações do plano de salvação, instituídas pelo próprio Cristo como parte da liturgia da igreja.

Nos Escritos de Ellen White [5]

Analisando-se os escritos de Ellen White, percebe-se, por um lado, que ela: (1) endossa reiteradas vezes as dramatizações litúrgicas do Antigo Testamento (o cerimonial do santuário, etc.); (2) enaltece as dramatizações litúrgicas do Novo Testamento (o Batismo, o Lava pés, a Santa Ceia, etc.); (3) engrandece o ritual sacerdotal de Cristo no Céu; (4) não criticou a dramatização a que assistiu na Escola Sabatina de Battle Creek, em 1888 [6], (5) não condenou a encenação do Natal de 1888, em Battle Creek, mas simplesmente expressou sua aprovação aos pontos positivos do programa e sua desaprovação aos pontos negativos [7]; e (6) não condenou o uso das bestas de Daniel e do Apocalipse como ilustrações evangelísticas.

Por outro lado, várias citações de Ellen White desaprovam o uso de qualquer tipo de exibicionismo teatral [8]. Estariam essas citações condenando indistintamente todo tipo de dramatização? Eu creio que não, pois, se assim fosse, teríamos que eliminar até mesmo o Batismo e a Santa Ceia de nossas Igrejas.

É interessante notarmos que as próprias citações de Ellen White que desaprovam o uso de exibições teatrais identificam também as características negativas básicas que a levaram a se opor a tais exibições. Dentre essas características destacamos as seguintes: (1) afastam de Deus; (2) levam a perder de vista os interesses eternos; (3) alimentam o orgulho; (4) excitam a paixão; (5) glorificam o vício; (6) estimulam o sensualismo; e (7) depravam a imaginação [9].

Na Igreja Adventista

Grupos de dramatização têm participado freqüentemente em vários programas de TV mantidos pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, ao redor do mundo. Elencos especiais de dramatização foram necessários também para a produção de filmes e/ou videocassetes Um em Vinte Mil (EUA), O Grande Conflito (Argentina), Heróis da Fé (Austrália), O Barquinho Azul (Brasil) e muitos outros. Evangelistas adventistas usam um número significativo de filmes em suas séries de conferências públicas.

Dramatizações fazem parte ainda da vida da grande maioria dos internatos mantidos pela denominação. Elas são usadas também em nível de Igrejas locais, tanto em programas alusivos ao Dia das Mães e Natal, como nos departamentos infantis da Escola Sabatina.

Várias dessas dramatizações têm elevado espiritualmente tanto os apresentadores como os que a ela assistem. Existem, no entanto, aqueles que pensam que os fins justificam os meios e que as boas intenções são o único critério determinante para a aceitação de um determinado programa. Mas se restringíssemos os critérios apenas ao nível das intenções, certamente incorreríamos no grave erro de abrirmos as portas a todo e qualquer tipo de programação “culturalmente” aceitável.

Critérios Básicos

Cuidadosa consideração deve ser dada não apenas às intenções, mas também à própria natureza do programa, à escolha dos participantes, bem como ao tempo e local adequados tanto para o ensaio quanto para a apresentação da cena.

As dramatizações devem: (1) evitar o elemento jocoso e vulgar; (2) evitar o uso de fantoches (animais e árvores que falam, etc.); (3) ser bíblica e historicamente legais aos fatos, como estes realmente ocorrem; e acima de tudo, (4) exaltar a Deus e a Sua palavra (e não os apresentadores da programação).

Já os apresentadores devem ser pessoas cuja vida espiritual e conduta estejam em plena conformidade com os princípios adventistas, e que estejam dispostos a acatar as orientações da liderança da congregação local e das organizações superiores da denominação. Prudente seria que todos os participantes de um elenco de dramatização fossem escolhidos com base nas diretrizes sugeridas pelo Manual da igreja Adventista do Sétimo Dia para a seleção dos “membros do coro da igreja” [10].

A liderança da Igreja, por sua vez, é responsável por prover orientações adequadas aos apresentadores das dramatizações. A ela compete exercer uma função equilibradora, para que as programações sejam um meio (e não um fim) de melhor glorificar a Deus e de mais efetivamente comunicar o evangelho ao mundo. Jamais deve permitir que dramatizações venham obliterar a centralidade da pregação da palavra na liturgia adventista.

Portanto, as dramatizações permeiam a liturgia tanto no Antigo como no Novo Testamento; Ellen White, por sua vez, não condena todo o tipo de dramatização, mas apenas as exibições teatrais que afastam de Deus, levam a perder de vista os interesses eternos, alimentam o orgulho, excitam a paixão, glorificam o vício, estimulam o sensualismo e depravam a imaginação.

Se alegarmos que toda e qualquer dramatização é inapropriada, teremos consequentemente, de suspender: (1) o uso de filmes, que são o produto de dramatizações; (2) a maior parte das programações dos departamentos infantis na Escola Sabatina (colocar coroas na cabeça das crianças, cenas do céu, etc.); (3) todas as “cantatas” e grande parte das apresentações musicais de nossas igrejas; e, até mesmo (4) a celebração da cerimônia do Batismo e da Santa Ceia.

Por outro lado, devemos ser cuidadosos tanto na avaliação da natureza do programa, como na escolha dos apresentadores e do tempo e do local dos ensaios e da apresentação. O uso adequado de dramatizações implica não meramente agirmos em conformidade como nossa própria consciência (sendo ela santificada), mas também com base nos princípios bíblicos e dos escritos de Ellen White. Toda cena deve glorificar a Deus e não aos apresentadores.

 Referências

  1. Fundamentos da Educação Cristã, pág. 238.
  2. Educação,  pág. 263.
  3. Caminho a Cristo, pág. 33.
  4. Educação, pág. 263
  5. Para um estudo mais detido das declarações de Ellen White sobre dramatizações, ver Arthur L. White, “Representações Dramáticas em Instituições Adventistas” (documento disponível no Centro de Pesquisas Ellen White, Instituto Adventista de Ensino – Campus Central, Engenheiro Coelho, SP). Tais declarações podem ser mais bem compreendidas através da leitura do artigo intitulado “Divertindo as Massas”, de Benjamim McArthur, em: Gary Land, ed. , The World of Ellen G. White (Washington, DC: Review and Herald, 1987), págs. 177-191.
  6. A. L.  White, “Representações Dramáticas em Instituições Adventistas”, pág. 1.
  7. Idem, págs. 5 e 6.
  8. As principais citações de Ellen White nas quais ela expressa sua desaprovação ao uso de exibições teatrais, encontram-se no livro Evangelismo, pág. 136-140.
  9. Ver A. L. White, “Representações Dramáticas em Instituições Adventistas”.
  10. Ver Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 8ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1992), pág. 111.

Fonte: Centro de Pesquisas Ellen G. White

1- Mateus

Cantinhocast #005 – Manual Administrativo

1 - Arte Cantinhocast #005 - Manual Administrativo

Após 22 anos de vigência, a Divisão Sul-Americana publicou um novo Manual Administrativo do  Clube de Desbravadores. Desta vez, ele está numa roupagem totalmente nova, uma abordagem progressiva, objetiva e com uma linguagem simples de entender. Além disso, apresenta diversos exemplos, de forma a ajudarem os líderes a adotarem seus conceitos em seus próprios Clubes.

Confira hoje as principais novidades!

O que achou das novidades? Deixe seu comentário. Fique de olho, temos muito mais por aí!

Especialidade de Fisiologia vegetal

Fisiologia vegetalDiversas especialidades tratam sobre as plantas, sobre sua morfologia. Esta especialidade procura ir além, mostrando como as plantas funcionam e que cada parte é fundamental em seu desenvolvimento. Você aprenderá quais características são necessárias para chamar um ser vivo de vegetal, quais são os grandes grupos de plantas e o que os diferenciam uns dos outros, quais são as partes das plantas e suas funções.

Também vai aprender sobre importantes processos fisiológicos que acontecem dentro da planta e porque eles são importantes. Você sabia que as plantas também transpiram? E que elas também possuem hormônios, assim como os seres humanos? Conhecer o funcionamento das plantas e suas estratégias de adaptação às condições ambientais a que estão expostas  nos mostra um sistema complexo e muito bem planejado. As plantas são tão fascinantes que Deus comparou-as com nossa vida espiritual. Você se lembra de alguma história bíblica que faça essa comparação?

  1. EN-Fisiologia VegetalQuais características classificam um ser vivo com sendo um vegetal (Reino Metaphyta)?
  2. Cite os 4 grandes grupos de plantas e suas características distintivas. Quais são consideradas mais simples e quais são mais completas?
  3. Citar as funções das partes da planta:
    1. Raiz
    2. Caule
    3. Folha
    4. Fruto
    5. Flor
  4. O que é fotossíntese e qual o seu objetivo? Quais seres vivos são capazes de fazer fotossíntese? Qual a fórmula química da fotossíntese?
  5. O que é xilema e floema? Qual sua função?
  6. Citar 5 hormônios vegetais e suas funções.
  7. Como ocorre a transpiração nas plantas? Qual a sua importância para o seu desenvolvimento?
  8. Falar sobre o gineceu e o androceu, citando suas partes e funções.
  9. Cite, pelo menos, 1 história bíblica que compara uma planta com a vida espiritual. Explique.

Estamos iniciando mais uma proposta na seção de especialidades: aulas para ajudar no ensino das especialidades. E aqui está o material de apoio para instrução da especialidade de Fisiologia vegetal preparado pelo Cantinho da Unidade.

Caso queira fazer o download, clique aqui.

Logo abaixo estão as alguns sites na internet com informações confiáveis que podem ajudar no estudo desta especialidade. Apesar de confiáveis, alguns deles podem apresentar informações sob a visão evolucionista, expressões como “milhões de anos”, “processos evolutivos”, “ancestrais”, “antepassados”, etc. Desconsiderem essas informações.

Caso você tenham dúvidas ou indicação de fonte, nos deixe um comentário ou envie um e-mail.

1- Mateus

Páginas de Classes e Especialidades de cara nova

Para facilitar a busca de materiais de Classes e Especialidades aqui no Cantinho da Unidade, mudamos a organização dessas páginas.

Na página das Classes temos as capas das 6 classes regulares, que são hiperlinks para a página da respectiva classe, contendo todos os requisitos. Abaixo de cada requisito estão listadas as postagens que auxiliam em seu cumprimento.

Classes

Clique na imagem e veja como ficou!

Na página das especialidades, temos as capas de todas as seções do Manual de Especialidades. Cada capa direciona para uma página com uma lista das especialidades que possuem postagem no blog auxiliando no cumprimento da especialidade, desde que a seção tenha alguma especialidade com material de apoio postado no blog.

Especialidades

Clique na imagem e veja como ficou!

Espero que gostem desta novidade!

1- Equipe

Recomendamos

Um simples lancheUm simples lanche

Menos que uma hora! Foi o tempo que levei para ler esse livrinho tão especial escrito pelo Denis Cruz! Não que eu tenha usado técnicas de leitura dinâmica ou outra coisa, é só porque as 71 páginas de Um simples lanche são tão envolventes que é impossível parar de ler antes de acabar.

A história é baseada na Bíblia, todavia, o autor usa sua imaginação para criar o que ele chama de parábola moderna. O menino que deu os cinco pães e os dois peixes para Jesus ganha um nome, Haniel e no livro conhecemos uma parte da vida dele.

A história é emocionante! É incrível como em tão poucas páginas há tantas verdades. Fé, perseverança, perdão são os principais ingredientes dessa narrativa que me deixou com os olhos cheios d’água.

Nossa sugestão é que ele seja usado na introdução da classe bíblica, principalmente para aqueles desbravadores que não são adventistas. Não vou explicar muito o motivo dessa sugestão, senão acabo estragando a surpresa. Só digo que ele ajudará as crianças a entenderem vários conceitos do cristianismo.

Vale muito a pena ter esse livro na biblioteca do Clube! Não é caro, dá até para comprar mais de um para o Clube.

1- Éveni

Cuidado com a ressaca pós-Campori

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Só os fortes entenderão!

Depois de um ano de muita correria e muitos gastos, finalmente chegou o o grande e esperado IV Campori da Divisão Sul-Americana. Mas infelizmente, como diz o ditado, tudo o que é bom acaba logo e agora o Campori é apenas uma ótima lembrança…

Um evento desses é maravilhoso, grandioso, entretanto, se o pós-Campori não for bem administrado, seu Clube pode entrar em uma séria recessão. Isso ocorre, geralmente, porque há uma enorme discrepância entre a magnitude do Campori e os demais eventos a serem desenvolvidos no ano seguinte [isso quando o Campo faz algum evento oficial], sem contar o cansaço da direção do Clube que ralou o ano inteiro para conseguir levar o Clube.

Os efeitos dessa ressaca são uma debandada quase geral na direção e falta de estímulo dos desbravadores. E não pense que isso ocorre só com os Clubes que foram ao Campori. Em menor escala, os Clubes que não tiveram a mesma oportunidade também sofrem com isso.

Caso a direção perca algum membro que quer “tirar férias do Clube”, já há prejuízo para os desbravadores; se perder muitos membros, o enfraquecimento é praticamente inevitável.

Outro fator que mina o ânimo tanto dos desbravadores quanto da direção é a falta de eventos oficiais significativos durante o ano. A maior parte dos Campos não realizará nenhuma atividade para os desbravadores este ano.

O que fazer frente a essa situação?

Primeiramente, direção de joelhos no chão todos os dias, pedindo para Deus forças, ânimo e sabedoria para trabalhar com os desbravadores este ano. Uma sugestão é realizar alguns jejuns até o início das atividades, para uma consagração maior a Deus. O pr. Udolcy jejuou vários dias pelo Campori, vamos copiar a receita!

Com a devida consagração, o Clube deve se fortalecer nos seus principais pilares, no programa do Clube – classes, especialidades, cantinho da unidade, ordem unida, classe bíblica. O foco deve ser o aprimoramento da qualidade. O objetivo maior é maquinar como fazer com que o programa do Clube seja mais atrativo e realmente ensine conhecimentos/habilidades úteis/importantes para o desbravador. Reúna sua equipe, faça seu planejamento estratégico e veja quais ações serão adotadas para se alcançar os resultados desejados.

Conseguir novos desbravadores também é uma excelente opção, afinal, para eles tudo é novidade e o fato de não ter participado do Campori, ouvindo apenas as histórias, os fará ter ainda mais ânimo em ser do Clube para poder participar do próximo!

Por fim, seu Clube deve oferecer ótimos eventos aos desbravadores. Precisa de, pelo menos, dois ótimos acampamentos, bem planejados, equilibrados entre áreas física, mental e espiritual, com um ótimo programa em um local agradável. Os preparativos devem ser feitos com muita antecedência, para não ser apenas mais um. Além disso, caminhadas, trilhas, passeios em parques/zoológico, excursões são boas opções para se costurar o planejamento de 2014 de forma a fechá-lo com êxito!

Tem alguma sugestão que você já testou no seu Clube e funcionou? Deixe aqui seu comentário!

1- Éveni1- Alberto

Clube de Desbravadores no acampamento de verão!

Clube John Hancock, Riachão 2012

Clube John Hancock, Riachão 2012

O carnaval está chegando e felizmente muitas Igrejas tomam providências para tirar seus jovens do agito das cidades. Em alguns lugares os acampamentos seguem um estilo mais rústico e um bom lugar com sombra e um rio já são suficientes. Outras Igrejas preferem usar alojamentos ou chalés e o campinho de futebol é indispensável.

O foco do acampamento são os jovens e os adolescentes, mas geralmente vai a família toda e cada Igreja procura agradar seus membros para alcançar o máximo de participação. Por isso, é necessário ter atividades para todas as faixas etárias, entretanto, nem sempre a direção se preocupa com isso. O resultado é que as crianças ficam sem ter o que fazer e acabam indo fazer “arte”.

Para auxiliar a direção JA no programa, proporcionar uma atividade agradável e interessante para as crianças e fazer uma excelente propaganda do Clube, podemos, durante os dias do acampamento de verão, realizar um clubão com as crianças que estiverem por lá. A ideia não é nova, já foi testada e aprovada muitas vezes em uma campal que acontece todos os anos em Uruaçú/GO, o Riachão.

Nessa campal funciona desde 1999 o Clube Jonh Hancok, um Clube que tem atividades apenas 3 dias no ano e reúne até 500 desbravadores! Só quem já participou sabe a festa que é. Este clubão, além de proporcionar atividades construtivas para os juvenis e adolescentes, permite que os pais se concentrem mais nas programações dos adultos.

E aí, gostou da ideia? Então aqui vão algumas dicas para o programa ser um sucesso!

  • Veja a quantidade aproximada de crianças. Obviamente a quantidade exata você só vai saber lá, mas de acordo com o padrão dos acampamentos anteriores dá para ter uma ideia do que te espera.
  • Dê preferência para as atividades “desbravadorísticas”. Se em vez de você ensinar nós, amarras e especialidades, você se concentrar apenas em atividades típicas de gincanas, seu projeto ficará mais para colônia de férias do que para desbravadores de verdade.
  • Tente reproduzir a estrutura do Clube. Unidades de 4 a 8 membros, do mesmo sexo e idade aproximada, lideradas por um conselheiro e diretores associados masculino e feminino para auxiliar o “diretor” são uma receita de sucesso. Recursos humanos em menor quantidade que isso podem tornar o programa muito estressante para os voluntários.
  • Fortaleça as unidades. Uma das funções dos acampamentos é fazer amizades e não há nada melhor para fazer amigos que uma unidade realmente unida. Leve materiais para improvisar bandeirins, incentive a criação de um grito de guerra e crie atividades que fortaleça o trabalho em equipe.
  • Foco nas especialidades! Agora temos 475 especialidades, então tem muita coisa legal para fazer! Aproveite a oportunidade. Mas atenção! Não faça especialidades incompletas. Só trabalhe aquelas especialidades que possam ser concluídas TOTALMENTE no acampamento mesmo. Todos os requisitos devem ser concluídos para que a criança possa receber a insígnia no final do acampamento.
  • Certifique-se de ter material suficiente. Especialidades, brindes, premiações… tenha suficiente para todos senão seu programa vai virar um mico. É claro que em algumas coisas você vai ter que improvisar, mas vai dar bem menos trabalho se estiver tudo certinho antes.
  • Evite as competições. O clima deve ser de cooperação. Uma corrida de nós, um concurso de pinturas ou um caça ao tesouro podem ser realizados, mas só se tiver prêmio para todos. Não é hora para deixar ninguém chateado.
  • Não faça uma programação muito cheia. A programação deve ser leve por dois motivos, não atrapalhar o programa preparado pela direção jovem e não sobrecarregar as crianças. Converse direitinho com quem está fazendo a programação do acampamento e só coloque atividades nos horários em que a pessoa permitir. Deixe sempre tempo livre durante o dia, no mínimo 2 horas, para as crianças fazerem o quiserem.
  • Pegue leve com a disciplina. Para a maior parte das pessoas não é necessário dizer isso, mas nunca é demais lembrar. Neste Clube “festivo” não é necessário exigir que a unidade esteja completamente imóvel para que a unidade seja apresentada, ou “mandar embora” quem chegar atrasado para a atividade, ou ainda exigir muita precisão na ordem unida. Deixe as coisas mais light, mas não frouxas, obviamente todos os ideais dos desbravadores devem ser observados.
  • Faça um encerramento interessante. Uma cerimônia semelhante à entrega de lenço e especialidades pode ser feita no último dia do acampamento. Converse com o Departamental de Desbravadores do seu Campo e peça autorização para fazer um lenço comemorativo do seu evento. Só entregue especialidades para quem realmente as concluiu.

IDEIA DE PROGRAMA

Sábado à tarde – Explicação do programa, divisão das unidades, composição do grito de guerra

Sábado à noite – Cine pipoca ou confecção do bandeirin ou especialidade (natureza ou manual)

Domingo de manhã – Ordem unida e/ou orientação com bússola

Domingo à tarde – Especialidade recreativa

Domingo à noite – Trilha com bússola

Segunda de manhã – Nós

Segunda à tarde – Especialidade recreativa

Segunda à noite – Especialidade (manual ou natureza)

Terça de manhã – Finalização das especialidades

Terça à tarde – Programa de encerramento

ESPECIALIDADES POSSÍVEIS DE CONCLUIR EM UM ACAMPAMENTO

Arte de trançar

Arte em fantoches

Árvores

Briófitas

E.V.A.

Escultura

Futebol de botão

Insetos

Marcação bíblica

Natação principiante I

Pintura em tecido

Segurança básica na água

Tie-dye

Vermes

1- Éveni

 

Mudar o estilo de vida pode reverter o envelhecimento celular

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Há algum tempo os adventistas eram conhecidos por serem vegetarianos (ao menos na região em que eu morava). Quando alguém convidava um adventista para almoçar nem se perguntava nada em relação aos hábitos de alimentação, a refeição era vegetariana e ponto final!

Mais ou menos marcante, conforme o lugar, o vegetarianismo é uma característica do povo adventista. Nossa mensagem de saúde é forte e precisa, ainda que em alguns lugares esteja um pouco ofuscada pelo estilo, de certa forma, insalubre das grandes cidades.

Temos inúmeras razões para não comer carne e minha intenção aqui não é lista-las, você já sabe muito bem a maioria delas. Também não estou fazendo campanha contra o consumo deste alimento, cada um deve tomar suas decisões de acordo com a luz que recebeu. Quero apenas compartilhar com vocês este interessante estudo que encontrei há algum tempo.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/mudar-o-estilo-de-vida-pode-reverter-envelhecimento-celular

Estes estudos confirmam uma verdade que conhecemos há muito tempo. E não estou falando de quando a escritora americana Ellen White alertou sobre a nocividade dos produtos de origem animal. Se compararmos os anos vividos dos pré e pós-diluvianos veremos uma drástica redução.

Pré-diluvianos

Sete – 912 anos (Gen 5:8)

Enos – 905 anos (Gen 5: 12)

Jerede – 962 anos (Gen 5:20)

Pós-diluvianos

Serugue – 230 anos (Gen 11:22 e 23)

Naor – 148 anos (Gen 11: 24 e 25)

Abrãao – 175 anos (Gen 25:7)

Viu como a mudança é drástica? Em Gênesis 25:8 a Bíblia diz que Abraão morreu em boa velhice, avançado em dias. Ou seja, ele ainda viveu mais que os contemporâneos dele. E qual a principal diferença entre estes dois grupos? Exatamente! O consumo da carne.

Quando os seres humanos passaram a usar os animais como alimentos seus anos de vida reduziram significativamente. E agora este fato está começando a ser explicado pela ciência. Além de reduzir o risco de ter câncer, a dieta vegetariana associada a um estilo de vida regrado aumenta a longevidade.

Leia a reportagem completa e veja que interessante os resultados. Você pode usá-la também na instrução da especialidade de Temperança ou para requisitos das classes que envolvam o estudo da saúde física. Espalhe o conhecimento, afinal quem não quer viver bem por mais tempo?

1- Éveni

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