Arquivo | março 2014

Fazendo o cartão sem os desbravadores perceberem

criatividade_630Este ano temos vários desbravadores novos em nosso clube e por causa deles (e pelos desbravadores veteranos também) estamos repensando o modo de ensinar as classes, principalmente as atividades espirituais.

Um requisito particularmente chatinho de ensinar é aquele em que se pede que o desbravador leia e explique alguns versos bíblicos. Não sei qual é a sua realidade, mas onde nós já trabalhamos invariavelmente lidávamos com crianças com pouca familiaridade com a Bíblia e muito tímidas. Ou seja, faze-los refletir sobre versos bíblicos, por incrível que pareça, não é atividade das mais fáceis.

Conscientes desses fatos resolvemos tentar uma nova abordagem para esse requisito. E a resposta foi maravilhosa. Fizemos em nosso clube um concurso de talentos e o tema que cada desbravador trabalhou foi um dos versos do cartão dele. O resultado foram cartazes e desenhos interessantes sobre os mais diversos textos bíblicos. Quer aplicar essa ideia no seu clube? Então veja como fazer.

  • Não fale que esta é uma atividade para cumprir requisito de cartão.
  • Imprima os versos bíblicos de cada classe em um tamanho razoável (fonte 26 está bom).
  • Divida o clube em suas respectivas classes e distribua os versos para o instrutor.
  • Explique para as crianças que elas deverão usar a criatividade e a imaginação para representar o texto bíblico dela. Pode ser uma música, uma encenação, um desenho, uma colagem, um poema, ou seja, qualquer coisa que eles conseguirem imaginar.
  • Tenha à disposição cartolina, tinta guache, pincéis, cola, tesoura, revistas para recortar e etc.
  • Dê um tempo razoável para a atividade, no mínimo 40 minutos e não mais que 1 hora.
  • O instrutor deve ajudar o desbravador a interpretar o verso, mas deve evitar intervir na representação criativa dele.
  • Quando as classes tiverem terminado o desbravador deve apresentar para o clube o que significa sua arte.
  • Você pode organizar uma exposição na igreja com as melhores representações dos versos.

Se fôssemos ensinar esse requisito da maneira tradicional, quanto tempo vocês acham que seria possível manter o desbravador concentrado no verso? Dez minutos? Tenho certeza que não passa disso. Todavia com esse método ele vai ficar pelo menos 40 minutos trabalhando sobre o conceito de um verso e no final ainda vai prestar atenção na explicação dos outros. Se você fizer uma exposição na igreja estará também incentivando a excelência no desempenhar das atividades e divulgando o clube para a igreja.

Viu quanta coisa em um só requisito? E isso sem o desbravador saber que está fazendo o cartão! Você também tem algum método diferente para ensinar as classes? Compartilhe conosco. Certamente será um grande auxilio para outros clubes.

1- Éveni

Como montar sua barraca

Para que algo assim não aconteça com você ou seus desbravadores é preciso aprender a montar a barraca antes que você precise, ou seja, vocês precisam praticar antes de ir para um acampamento ou pernoite. Quando se aprende na hora como montar uma barraca, alguns pontos importantes podem passar desapercebidos e gerar desconfortos e prejuízos durante o acampamento, como passar frio, ter suas coisas molhadas com a chuva, etc.

Além de não passar necessidade durante o acampamento, outros motivos pelo qual os desbravadores devem saber como montar, desmontar, limpar e guardar uma barraca é a conservação do equipamento. Não adianta comprar a melhor barraca disponível no mercado, se eu não cuidar dela adequadamente.

Esses são alguns dos motivos pelos quais a classe de Amigo pede para o desbravador “Aprender e montar três tipos de barracas em locais apropriados” e, antes de ser reformulada, pedia para  “Armar, desarmar, limpar e guardar uma barraca …”. Não só os desbravadores de Amigo devem ter essa instrução, mas todas as pessoas que entrarem no Clube.

Outra coisa importante é que cada tipo de barraca (iglu, canadense, tubular, etc) possui uma montagem diferente, e mesmo modelos diferentes possuem peculiaridades na montagem. Então, quando o Clube adquire uma barraca com montagem diferente da barraca que tinha antes, todos devem aprender a montar o novo modelo.

Assista abaixo vídeos sobre montagem de três tipos de barracas: um modelo de barraca iglu, um de barraca canadense e um de barraca tubular.

Há um verso na bíblia que nos fala de dois pontos importantes na montagem de barracas, de qualquer tipo e modelo.
Alargue o lugar de sua tenda, estenda bem as cortinas de sua tenda, não o impeça; estique suas cordas, firme suas estacas.” Isaías 54:2
 Aqui estão algumas dicas sobre como montar a barraca:
  • Firme suas estacas. Fixe corretamente os espeques do quarto da barraca (a parte de dentro), deixando-o o mais esticado possível e firme no solo. O mesmo deve ser feito com o sobre-teto da barraca (camada de tecido que vai por cima do quarto da barraca).
    • Os espeques devem ser fixados em um ângulo de 45º, com a ponta na direção da barraca.
    • Em solos mais fofos, coloque pedras sobre os espeques, para evitar que o vento faça o sobre-teto arrancá-los do chão.
    • Em terrenos mais duros utilize um martelinho, pedra ou pedaço de madeira (nada muito pesado) para fixar o espeque. Não pise no espeque, pois pode entortá-lo, já que nem sempre a pessoa pisa seguindo a inclinação do espeque.
  • Estique suas cordas. A maioria das barracas possui cordas de fixação, os tirantes. Eles servem para reforçar a fixação da barraca e são responsáveis por manter o sobre-teto ficar bem esticado e não encostar no quarto, evitando assim que a umidade passe para o quarto .
  • Forre sua barraca. Existem prós e contras sobre colocar uma lona sob a barraca, então essa decisão vai depender da qualidade da sua barraca, do tipo de acampamento, do terreno e do clima do local para onde vai. Caso opte por colocar a lona, nunca deixe sobras, use uma lona pouco menor que a barraca ou dobre-a. Abaixo algumas vantagens e desvantagens:
    • Vantagens
      1. Facilita a limpeza em caso de muita chuva/lama (é mais fácil limpar uma lona do que o piso da barraca).
      2. Diminui ou elimina a entrada de água pelo piso em barracas de pior qualidade (em barracas melhores não há necessidade nesse sentido).
      3. Minimiza o frio que emana do solo.
      4. Aumenta a vida útil do piso da barraca, protegendo-a de pedras, galhos e outras coisas que possam danificá-la.
    • Desvantagens
      1. Acumula água entre a lona e a barraca, podendo fazer com que a água entre na barraca, caso a lona seja mal colocada.
      2. Aumenta o peso a ser carregado (dependendo do tipo de acampamento pode fazer muita diferença).

Tão importante como saber como montar sua barraca é saber onde montá-la. Não adianta ter uma excelente barraca, saber como montá-la, mas escolher o local errado ou esquecer alguns detalhes. Aqui estão algumas dicas sobre

  • Observe a inclinação do terreno. Procure montar a barraca em locais planos e que não sejam rota de escoamento de água de áreas inclinadas. Não montar o acampamento em depressões no terreno, barrancos ou ribanceiras, pois além de serem rota de escoamento de água da chuva, existe a possibilidade de deslizamento.
  • Observe a vegetação. Evite montar a barraca embaixo de árvores, para evitar os galhos (ou frutos, dependendo das árvores) que podem cair, causando danos à barraca e machucando os acampantes. Caso seja necessário fazer isso, inspecione muito bem a(s) árvore(s) à procura de galhos e/ou frutos.
  • Observe as trilhas. Se montar a barraca em áreas de passagem de pessoas, provavelmente as pessoas vão esbarrar na barraca ou tropeçar nos tirantes dela, podendo causar prejuízos à barraca.
  • Observe o terreno. Limpe o terreno, retirando galhos e pedras. Assim você melhora o conforto e previne o surgimento de furos no chão da barraca.
  • Não cave valas ao redor da barraca. Esta prática degrada o solo e ainda acumula água perto da barraca.
Se o seu acampamento for em época chuvosa, outros pontos também devem ser bem observados. No post montando sua barraca em um dia chuvoso nós falamos um pouco mais sobre eles.

Veja também as postagens que fizemos para conhecer os tipos de barracas, ver dicas de como escolher sua barraca e aprender alguns cuidados básicos de conservação.

Recomendamos

Escavando a verdadeEscavando a verdade

Como você imagina que é o trabalho de um arqueólogo? Um aventureiro que sai por aí procurando tesouros milenares escondidos? Apesar de ser uma ciência fascinante, a arqueologia não se assemelha muito com o que vemos nos filmes. Na verdade, se você quiser deixar um arqueólogo realmente indignado é só comparar o trabalho dele com o do Indiana Jones, RS.

Então como é de verdade o dia a dia desse pesquisador? O Dr. Rodrigo Silva é o arqueólogo adventista mais conhecido do Brasil e neste livro ele divide conosco um pouco das descobertas arqueológicas mais fascinantes, além de contar passo a passo como ocorre uma escavação.

E não é só isso!  Você também vai ficar sabendo de várias descobertas arqueológicas que comprovam a veracidade da Bíblia. Dilúvio, Torre de Babel, a conquista de Canaã e vários outros eventos deixaram vestígios arqueológicos e o autor nos conta as circunstancias das descobertas de cada um deles.

E aí, está curioso para descobrir os segredos escondidos embaixo da terra? Então leia Escavando a verdade e desvende diversos mistérios bíblicos.

1- Éveni

Projeto: Rede de intercessão

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Já estamos no último final de semana de março. Como o tempo voa não é mesmo? Vários Clubes já estão completando o primeiro mês de reunião e nesse curto período de tempo certamente já apareceram desafios para enfrentar. Às vezes é aquele desbravador inquieto ou algum conselheiro passando por problemas pessoais que o impedem de ir para a reunião ou ainda a falta de apoio de quem mais deveria se importar com o Clube.

São várias coisas que acontecem que nos deixam sem saber o que fazer. Humanamente falando não tem solução mesmo. Então, qual é a saída? Nesses casos a única saída é orar! Mas são tantas pessoas pelas quais temos que orar que acabamos nos esquecendo e quando lembramos só mencionamos o nome da pessoa genericamente.

Sabemos que para termos poder precisamos de orações poderosas. E orações poderosas são aquelas em que se gasta tempo conversando com Deus. Não é simplesmente “Senhor abençoe o Fulano” e pronto.  Interceder por alguém é além de orar por uma questão específica, é colocar todas as áreas da vida da pessoa nas mãos de Deus.

Compreendendo isso queremos sugerir um projeto para fortalecer a vida de oração da sua direção e consequentemente fortalecer o seu Clube. A ideia é fazer uma rede de oração intercessora onde cada membro da direção ora por pessoas específicas. Veja só:

O diretor ora pelos associados, secretário(a), tesoureiro(a) e capelão(ã).

Os associados oram pelos conselheiros (a diretora associada ora pelas conselheiras, obviamente)

Cada conselheiro ora pelos seus desbravadores.

E o secretário(a), tesoureiro(a) e capelão(ã) oram pelo diretor.

Para ficar mais fácil de visualizar, aí vai um esqueminha.

Rede de intercessão

Assim todos os membros da direção estarão intercedendo por alguém. Quando se ora por outra pessoa, naturalmente ficamos mais próximos e assim o grupo se torna unido.

Em algum momento da reunião semanal chame a direção à parte e dê tempo para que cada um faça seus pedidos e conte as bênçãos alcançadas. Essa atividade também pode ser realizada em um Pequeno Grupo de membros da direção (depois faremos um post com dicas de como montar um PG com sua direção).

Com o tempo os resultados vão surgir. Quando colocamos Deus em primeiro lugar Ele tem a oportunidade de derramar Suas bênçãos sobre nós. E aí, topa fazer o teste?

1- Éveni

Noite do pijama

Noite do pijama, Unidade Safira 2013 - Clube Bandeirantes

Noite do pijama, Unidade Safira 2013 – Clube Bandeirantes

O que torna o Clube de Desbravadores uma ferramenta fantástica na transformação do caráter dos seus garotos é que ele extrapola as barreiras físicas das reuniões regulares de sábado e domingo. O sistema de unidades é complexo e exige muito mais dos conselheiros do que poucas horas do final de semana!

Para um programa efetivo, o conselheiro deve dispor de diversas atividades diferenciadas para sempre manter a atenção dos seus desbravadores. Para aprender um pouco mais sobre como conduzir o cantinho da unidade, clique AQUI.

O objetivo do nosso post de hoje é uma sugestão de atividade externa: a noite do pijama!

Noite do pijama, Unidade Safira 2013 - Clube Bandeirantes

Noite do pijama, Unidade Safira 2013 – Clube Bandeirantes

Esta é uma atividade tradicional, conhecida de longa data, e que até hoje tem ótimos resultados. Até porque, só o fato de um juvenil/adolescente dormir fora de casa já é, na maioria dos casos, um motivo de grande festa! rsrs Mas não se trata apenas de dormir fora, é necessário ter um programa planejado para este momento. Para isso, confira as dicas abaixo:

  • Planejamento: Como em todas as atividades do Clube, o planejamento é fundamental para o sucesso. Neste momento, o conselheiro deve traçar um esboço do que quer desenvolver na sua programação, de acordo com os interesses dos seus garotos. É necessário, neste momento, solicitar a autorização da diretoria do Clube para realizar a atividade. Deve-se estipular, para tanto, o dia, horário e local.
  • Contato com os pais: O conselheiro deve, pessoalmente, comunicar aos pais sobre a programação, local, pessoas envolvidas, o que será realizado. Também é necessário obter uma autorização para que o filho participe, assim como para qualquer atividade externa que o Clube realize. Além do contato pessoal, é interessante entregar uma cartinha com as principais informações da festa.
  • Fazer uma lista com o que cada desbravador deve levar: Não é necessário levar papagaio, cachorro e mãe para a atividade, rsrs, até porque será apenas uma noite, mas alguns itens básicos são fundamentais, como travesseiro [o ideal é que o conselheiro providencie colchonetes e roupas de cama para todos, para diminuir o volume da “mala”], toalha e muda de roupas para tomar banho, itens de higiene pessoal (escova e pasta de dentes, sabonete, xampu, desodorante, etc.), além de Bíblia e lição da escola sabatina e, claro, o pijama! O ideal é que o conselheiro prepare uma lista impressa, para entregar aos pais [de preferência] ou aos desbravadores.
  • Transporte: O conselheiro deve pensar como será o transporte dos desbravadores até o local da festa, seja ir à pé todos juntos, pedir ajuda para alguns membros da direção para levarem de carro ou pedir aos pais que os deixem lá.
  • Programação: Chegou a hora da atividade em si! A melhor maneira de iniciar é com o jantar. Escolha algo simples e que seja do agrado de todos. Geralmente pizza e cachorro quente agradam bem! Em seguida, faça uma pequena dinâmica, cerca de 20 a 30 minutos, para que os desbravadores possam se conhecer melhor. Uma atividade legal é pedir que os desbravadores levem jogos de tabuleiro que gostem para que todos possam jogar juntos. Gaste de 45 minutos a 1 hora e meia, dependendo da empolgação deles… rs Quase por fim (até porque já está ficando tarde), passe um bom filme, que deve ser assistido pelo conselheiro e pelo diretor do Clube previamente, para certificarem-se de que não viola nenhum dos nossos princípios cristãos. Por último e não menos importante, faça um momento espiritual, com uma pequena (pequena mesmo!) mensagem e uma oração. Uma ótima noite a todos.
  • Dia seguinte: Geralmente as noites do pijama são realizadas no sábado à noite, então, no domingo pela manhã todos devem estar prontos e dispostos para as atividades do Clube! Para que isso seja possível, não prolongue muito o programa. Tentem dormir por volta da meia noite. Caso extrapole um pouquinho, não passe das 1h00min, para não ferirmos nossos princípios de saúde. Acorde sua unidade cedo, façam o devocional e tomem café da manhã. Malas arrumadas e todos em ponto na reunião do Clube!

O ideal é que a noite do pijama não ocorra logo nas primeiras reuniões, pois as crianças terão pouquíssimo vínculo umas com as outras, podendo comprometer o programa, mas também que não seja o último evento do ano (a não ser que tenha havido outras durante o ano), pois neste caso também não terá muito sentido.

Noite do pijama, Unidade Safira 2013 - Clube Bandeirantes

Noite do pijama, Unidade Safira 2013 – Clube Bandeirantes

Outro detalhe importante é que tudo esteja acertado com o anfitrião da festa [que geralmente é o conselheiro ou um membro da direção do Clube]. Os desbravadores também devem ser conscientizados sobre as regras da casa. Uma orientação que não pode faltar: nenhuma menina deve participar de uma noite do pijama dos meninos e vice-versa! Nem mesmo os membros da direção. Neste caso, o associado masculino pode acompanhar os conselheiros e a associada feminina as conselheiras. Já fizeram uma festa do pijama no seu Clube? Nos envie as fotos com um pequeno relatório para postarmos aqui no nosso Cantinho! Combinado?!

1- Alberto

Especialidade de Araras, papagaios e periquitos: aprendendo a pesquisar

PsitacídeosO Brasil é considerado um dos países mais ricos em biodiversidade, sendo atualmente o 3º país em diversidade de aves, com cerca de 1700 espécies. A ordem Psittaciforme, da qual as araras, papagaios e periquitos fazem parte, é constituída por 332 espécies, das quais 72 ocorrem no Brasil. O Brasil é considerado o país mais rico em representantes da família Psittacidae, tendo sido denominado nos primeiros mapas como Terra dos Papagaios (Brasilia sive terra papagallorum). Das 72 espécies encontradas no Brasil, 14 estão ameaçadas de extinção, 1 é considerada extinta na natureza e um já está extinta. Os objetivos desta especialidade são desenvolver no desbravador o amor à criação de Deus por meio do conhecimento destes exemplares dos mais impressionantes da avifauna tropical e saber como é possível criar esses animais em conformidade com a legislação, desenvolvendo noções de cidadania e cuidado com os animais.

Veja aqui os requisitos para você aprender mais sobre este fascinante grupo de aves e concluir esta especialidade.

  1. EN-Araras_Papagaios_e_PeriquitosAs araras, os papagaios e os periquitos pertencem a qual ordem e qual família de aves? Quais são as principais características que diferenciam esta ordem dos outros pássaros.
  2. Dar o nome de 15 espécies de araras, papagaios e periquitos comuns em seu país e ser capaz de identificá-los ao ar livre, em cativeiro ou em fotos.
  3. Onde as araras, os papagaios e os periquitos constroem seus ninhos?
  4. Quais são as características destas aves chamam atenção e os tornam bons animais de estimação? Quais aves deste grupo são as mais criadas em seu país?
  5. Quais são as maiores ameaças enfrentadas pelas araras, papagaios e periquitos? Cite quatro espécies que estão ameaçadas de extinção?
  6. Escolher uma espécie entre as ameaçadas de extinção e dizer:
    1. Nome popular e nome científico;
    2. Habitat e distribuição geográfica;
    3. Alimentação;
    4. Principais ameaças;
    5. Estratégias de conservação.
  7. Escolher uma espécie não ameaçada de extinção e dizer:
    1. Nome popular e nome científico;
    2. Habitat e distribuição geográfica;
    3. Alimentação.
  8. Quais espécies estão representadas na insígnia desta especialidade?
  9. Onde é possível adquirir uma arara, um papagaio ou periquito com origem legal? Por que não se recomenda comprar animais que não tenham origem legal?

Logo abaixo estão as alguns sites com informações confiáveis que podem ajudar no estudo desta especialidade.

Caso você tenham dúvidas ou indicação de fonte, nos deixe um comentário ou envie um e-mail.

1- Mateus

Testamos

Linha X-Series, da Sea to Summit

Linha X-Series

Linha X-Series da Sea to Summit é composta de diversos acessórios de cozinha colapsáveis feitos em silicone. Eles são leves e super compactos, não agregando peso ou volume significativos à sua mochila se comparados com os itens normais de cozinha, como: pratos, canecas, tigelas e etc. Uma ótima escolha para quem precisa ou gosta de se aventurar sem carregar peso extra.

A Linha X-Series é composta de seis itens diferentes, todos vendidos separadamente: (X-Plate; X-Bowl – 2 tamanhos; X-Cup; X-Mug e X-Shot). O X-Plate é um prato, os dois modelos do X-Bowl são tigelas e os itens X-Mug, X-Cup e X-Shot são respectivamente caneca, copo e copo pequeno.

As bordas do X-Cup e do X-Mug foram feitas de um material que impede que o calor dos líquidos queime os lábios ou os dedos do usuário, como é comum acontecer com as canecas metálicas. Já os fundos do X-Plate e X-Bowl são rígidos permitindo o uso de facas para cortar algum alimento sem que eles sejam danificados.

Características:
Material: Silicone e Nylon (produtos sem BPA)

Volume e Peso de cada item:
X-Plate (prato): Volume 1170 ml | Peso: 164 g
X-Bowl (tigela): Volume 650 ml | Peso: 80 g
X-Bowl XL (tigela grande): Volume 1150 ml | Peso: 110 g
X-Shot (copo pequeno): Volume 75 ml | Peso: 24 g
X-Cup (copo): Volume 250 ml | Peso: 45 g
X-Mug (caneca): Volume 480 ml | Peso: 60 g

Garantia: 06 (seis) meses contra defeitos de fabricação. Assistência Técnica permanente.

Uma excelente opção é o conjunto X-Set 3. Ele é composto por uma caneca, uma tigela e um prato. O conjunto é muito prático e versátil. Cabe facilmente em qualquer lugar, já que seus componentes são colapsáveis. São bons para usar tanto ao ar livre quanto no dia-a-dia. Não são difíceis de limpar. Não aquecem tanto quando algo quente é colocado dento deles ou quando são levados ao microondas. O conjunto vale mais a pena que comprar alguns itens separadamente. Por exemplo, em um dos sites o valor do kit é praticamente o mesmo que o valor do prato e do copo. E pra compensar ainda mais a compra do kit, ele vem dentro de uma bolsa de armazenamento, a X-Pouch, que não é vendida separadamente.

X-set 3 aberto

O X-Set 3 pode ser encontrado em lojas de materiais de camping, tanto lojas físicas quanto lojas online, como essas:

http://www.orientista.com.br/produto/2140-kit-sea-to-summit-xset-3-pecas

http://www.casadepedra.com.br/prod/busca/1452/7215/kit-sea-to-summit-x-series-full-set.aspx

http://www.mundoterra.com.br/acessorios-e-cia/aventura-e-cia/kit-xset-3_sea-to-summit.html

1- Mateus

Os magníficos pombos de Darwin

[Comentários entre colchetes e grifos são meus.]

Charles Darwin viu a [micro]evolução nos pombos. O princípio-chave da teoria da evolução de Charles Darwin é a seleção natural, isto é, a modificação de seres vivos ao longo de inúmeras gerações de acordo com a capacidade de se adaptar ao seu ambiente. Uma gazela lenta é devorada pelo leão que, ao matá-la, não permite que seus genes “lentos” passem adiante. Apenas as gazelas mais rápidas conseguem se reproduzir e as mais lentas são extintas. O mesmo ocorre com leões lentos e fracos: não conseguem propagar seus genes.

Em busca de confirmações Darwin compreendeu que a seleção artificial funciona de maneira semelhante, mas ao invés das características serem escolhidas naturalmente pela capacidade do animal sobreviver e se reproduzir são escolhidas por humanos que querem ver animais exóticos, com aparências curiosas. Darwin juntou-se ao clube de criadores de pombas da região onde morava, era o único nobre a participar da atividade. Mas obviamente não se interessava especialmente em pombos bonitos, mas nas evidências que a seleção artificial poderia agregar a sua teoria.

Junto com os criadores aprendeu que em algumas gerações um criador de pombos poderia selecionar qualquer característica física que desejasse: um bico curto ou pescoço longo ou penas encaracoladas. Basta reproduzir aves que exibem a característica desejada com outra semelhante, sempre selecionando os filhotes que tivessem estas características mais acentuadas. Repetindo o processo durante algumas gerações é possível chegar a resultados encantadores como os que você vê a aqui.

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Darwin dissecou centenas, senão milhares destes pombos para explorar os processos por trás da seleção natural. Durante sua viagem ao redor do mundo ele conseguiu observar claramente que as espécies se modificam, mas não conseguia explicar como. Então ele usou as pombas para experimentar como as características podem ser herdadas pelas gerações seguintes e como os criadores usavam isto para manipular as espécies ao longo do tempo.

É incrível observar como todos estes pombos são, em realidade, variações de uma única espécie de pombo doméstico. Transportando essa noção para a seleção natural, ao longo de tempo e gerações suficientes é fácil de entender como uma espécie se transforma em outra de maneira muito gradual e lentamente [o difícil é aceitar como fato uma extrapolação como essa sem nenhuma comprovação]. A diferença é que na seleção natural é o ambiente que seleciona as características físicas.

É a velha piada darwiniana que todos conhecemos: quando você está passeando pelo zoológico com um amigo e um urso foge vocês começam a correr. Seu amigo diz: “nós não conseguimos correr mais rápido do que um urso” e você responde que não precisa ser mais rápido do que o urso, mas apenas mais rápido do que seu amigo. Se o seu amigo tem alguma característica indesejada para este ambiente, como obesidade, por exemplo, a tendência é que suas características desapareçam do acervo genético. Do contrário pode ser você que vire lanche de urso.

Estas fotos são do britânico Richard Bailey e retratam animais criados especialmente para exposições, feiras e exibições.

Fonte: Hypescience

O que Darwin observou nos pombos, tal qual ele observou nos tentilhões, são evidências que dão suporte à seleção natural, que é um fato. Mas a comprovação da seleção natural não implica em comprovação da macroevolução, só confirma que ocorre microevolução, ou “diversificação de baixo nível”, como define o biólogo James Gibson. Microevolução não é macroevolução. Assim como os tentilhões não se transformaram em outro tipo de ave, assim como os pombos domésticos de Darwin, por mais exóticos que tenham se tornado, continuam sendo pombos domésticos, ainda por cima da mesma espécie.

1- Mateus

Especialidade de Modelagem e fabricação de sabão

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Essa é uma especialidade que pode ser bem simples ou superinteressante, só depende de como você vai apresentá-la ao seu Clube! Enquanto a especialidade de Modelagem e fabricação de sabão – avançado tem o foco mais na fabricação e nos processos químicos envolvidos (afinal ela é direcionada aos desbravadores mais velhos ou mesmo para a direção) o nível básico explora uma parte mais lúdica, que é a modelagem.

É uma especialidade excelente para se fazer com crianças de 10 e 11 anos, pois estimula a coordenação motora e a criatividade. Tenho certeza que elas irão gostar muito.

Então vamos aos requisitos?

AH - MODELAGEM E FABRICAÇÃO DE SABÃO1. Quais são os componentes básicos usados para se fazer sabão?

NOSSA TERRA. Conhecendo um pouco sobre sabonetes glicerinados. Disponível em: <http://ganhecomartesanato.com.br/nossaterra/perguntas.html>. Acesso em: 1 fev. 2014.

INNATIA. Química do sabão. Disponível em: <http://br.innatia.com/c-sabonetes-e-velas/a-quimica-do-sabao-1160.html>. Acesso em: 1 fev. 2014.

2. Qual é a diferença entre o sabão e o detergente?

CLUBE DA QUÍMICA. O caso dos sabões e detergentes. Disponível em: <http://www.clubedaquimica.com/index.php?option=com_content&view=article&id=123:o-caso-dos-saboes-e-detergentes&catid=28:quimica-do-cotidiano&Itemid=15>. Acesso em: 1 fev. 2014.

3. O que causa a ação limpadora do sabão?

INNATIA. O que é saponificação? Disponível em: <http://br.innatia.com/c-sabonetes-e-velas/a-o-que-e-a-saponificacao-5320.html>. Acesso em: 1 fev. 2014.

4. Mencionar 7 tipos de sabão. Explicar as vantagens e desvantagens de cada um deles.

Essa é fácil, não é mesmo? Basta uma visitinha no supermercado que você vai encontrar a resposta.

5. O que é a espuma? Por que não necessariamente a quantidade de espuma determina a ação limpadora do sabão ou detergente?

FOGAÇA, Jennifer. Relação entre quantidade de espuma e eficiência da limpeza. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/quimica/relacao-entre-quantidade-espuma-eficiencia-limpeza.htm>. Acesso em: 1 fev. 2014.

6. Esculpir um objeto numa barra de sabão ou sabonete.

Para fazer esculturas é melhor utilizar sabão de coco ou de glicerina que são mais macios, sabonetes são muito duros e quebradiços. Abaixo você encontra vídeos tutoriais ensinando a fazer as esculturas. Estão em ordem crescente de dificuldade.

O primeiro vídeo está em espanhol e o segundo está em inglês, mas mesmo sem entender o que eles falam é possível aprender direitinho.

Este vídeo está em uma língua que eu nem sei qual é, rsrsrs, mas ele demonstra técnicas muito interessantes.

Depois que você terminar, não jogue os pedacinhos de sabão fora, bata-os no liquidificador com um pouquinho de água e vai virar uma espécie de sabão líquido que você pode usar para lavar roupa.

7. Decorar um sabonete para dar de presente.

GANGSTOE, Belle. Faça você mesmo: sabonete decorado com fitas em forma de cestinha. Disponível em: <http://bellartatelier.blogspot.com.br/2013/12/faca-voce-mesmo-sabonete-decorado-com.html>. Acesso em: 1 fev. 2014.

PAINEL CRIATIVO. Passo a passo decoupage em caixinha e sabonete. Disponível em: <http://www.painelcriativo.com.br/2012/10/08/passo-a-passo-decoupage-em-caixinha-e-sabonete>. Acesso em: 1 fev. 2014.

ATELIÊ FANTASY. Decoupage em sabonetes. Disponível em: <http://cacareco.net/2011/02/22/decoupage-em-sabonetes>. Acesso em: 1 fev. 2014.

Observações

Com essa especialidade as crianças podem aprender a fazer excelentes obras de arte (com o devido treino, é claro) que podem até mesmo serem vendias depois para levantar fundos para o Clube.

Nos vídeos que colocamos aqui vocês verão que são utilizadas algumas ferramentas especiais, a mais utilizada é a faca tailandesa. Mas também são utilizados formões e goivas. São um pouco difíceis de encontrar em lojas físicas, mas na internet você pode encontrar em sites nacionais e estrangeiros.

Encontrei essas ferramentas nesses dois sites. No site brasileiro é um pouco mais caro, nunca comprei nele, mas como eles também oferecem cursos, há endereço e telefone no site que podem ser verificados caso você queira fazer a compra.

CARVING STUDIO. Facas e jogos para esculpir frutas e legumes. Disponível em: <http://www.carvingstudio.com.br/loja/index.php?route=product/category&path=60>. Acesso em: 1 fev. 2014.

E há também esse site chinês. Diversos amigos compraram e receberam a mercadoria sem nenhum problema, além da demora de cerca de 60 dias para a entrega. A vantagem é que é muito mais barato e você pode pagar por boleto bancário (nem precisa usar o cartão de crédito). A desvantagem é que sempre existe uma parcela de risco em comprar da China, mas se você verificar direitinho o conceito do fornecedor o risco é bem pequeno mesmo.

ALI EXPRESS. Frutas vegetais carving ferramentas. Disponível em: <http://pt.aliexpress.com/w/wholesale-fruit-vegetable-carving-tools.html>. Acesso em: 1 fev. 2014.

Outra alternativa é improvisar ferramentas. Em cidades do interior sempre tem alguém que trabalha com alumínio (reformando panelas ou fazendo tachos). Essas pessoas podem fazer adaptações em pequenas chapas de alumínio que vão fazer efeito semelhante ao da ferramenta comprada.

Ou ainda, pode-se fazer ferramentas de madeira como essas que são mostradas nesse vídeo (veja a partir de 1m e 09s)

Entretanto, para fazer essas esculturas mais simples como a do coração e da borboleta, é possível usar somente um joguinho de estiletes especiais como esses aqui, que comprei na papelaria por R$25,00.

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1- Éveni

Crítica construtiva?

crítica construtiva

Aposto que você já ouviu essa expressão em algum lugar. Acertei? Ela é usada geralmente pelas pessoas mais próximas para amenizar a “paulada” que vem depois. Mas convenhamos, a crítica, mesmo a que leva o nome de construtiva, pode destruir a autoestima de uma pessoa.

Como bem menciona Dale Carnegie em seu famoso livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, “não há meio mais capaz de matar as ambições de um homem do que a crítica dos seus superiores.”

Há várias explicações psicológicas para isso, mas empiricamente posso afirmar que isso ocorre principalmente pela vergonha e pela sensação de fracasso que advém de perceber que não atendemos a expectativa de alguém.

No Clube de Desbravadores trabalhamos com uma das classes mais sensíveis às críticas, as crianças e adolescentes. Por uma ou outra palavra de censura podemos afetar grandemente a autoestima dos nossos meninos e meninas.

Os motivos para crítica são muitos, às vezes é a letra feia, outras um relatório que não está bem escrito ou ainda o uniforme não está bem limpo e passado. Mas antes de abrir a boca para dizer alguma coisa precisamos pensar como aquilo que diremos afetará o desbravador.

Cada ser humano possui uma personalidade distinta. Analisar os traços típicos do seu desbravador vai te ajudar a ter mais tato na hora de falar de alguma coisa que precisa ser corrigida. Por exemplo, uma menina perfeccionista ficará arrasada se for criticada em relação ao seu caderno. Já um menino mais relaxado não estará nem aí se você disser que o uniforme dele está imundo.

É por isso que broncas gerais são uma péssima ideia. Colocar o Clube em forma e fazer com que desbravadores que não merecem escutem um “sermão” junto com aqueles que precisam ser corrigidos magoa uns e não afetam os que realmente estavam precisando ouvir.

Por isso deve-se prestar muita atenção no que se diz e em como se diz. Para os mais sensíveis, a abordagem deve ser em forma de sugestão, ou ainda perguntar a opinião deles sobre o assunto. Geralmente eles já até reconheceram o erro, mas não sabem como melhorar. Sua tarefa então será ensinar e motivar.

E quando o desbravador é mais “difícil”? Ainda assim é necessário ser cuidadoso. Precisamos saber quais são as circunstancias pessoais pelas quais ele está passando. Muitas coisas podem afetar o comportamento da criança ou adolescente (veja quais são algumas delas no Manual Administrativo do Clube de Desbravadores, seção II). E quando alguém está passando por um problema, a última coisa que ele precisa é de críticas. Assim, seja carinhoso mesmo com aqueles que dão muito trabalho.

É necessário ainda ressaltar que esses mesmos cuidados devem ser observados com os adultos também. Se você é diretor, deve prestar muita atenção em como fala com seus conselheiros e associados. A motivação da sua equipe também depende de como você os trata.

Para não ter erro é só pensar em como Jesus tratava as pessoas. Gastar tempo meditando no caráter de Cristo fará com que você também adquira sabedoria e brandura para saber se relacionar bem com os outros.

1- Éveni

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