Archive | April 2013

Dia do Desbravador 2013 – ideias para o JA

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Chegamos agora praticamente ao final do nosso Dia do Desbravador. Neste momento, creio que todos já prepararam sua decoração e têm sua programação da manhã toda pronta, então vamos definir como será nosso programa jovem.

Nesta programação faremos total uso do cenário que propomos no primeiro post desta série sobre o Dia do Desbravador.

Programa JA

Tenha um grupo de desbravadores para recepcionar as pessoas que forem chegando para o programa.

Inicie a programação com um louvor bem animado. Prepare uma equipe para dirigir estes momentos. Escolha músicas alegres e que toda a Igreja possa participar deste momento.

Abaixo temos a ordem de como deve ficar o seu programa:

  1. Boas Vindas
  2. Louvor (03 músicas)
  3. Oração iniciar
  4. Peça – parte 01
  5. Desafiando o desbravador
  6. Peça – parte 02
  7. Mensagem musical
  8. Peça – parte 03
  9. Entrada das bandeiras
  10. Entrada dos candidatos à investidura
  11. Ideais e Hino dos Desbravadores
  12. Investidura (entrega dos emblemas)
  13. Voto de investidura
  14. Oração final
  15. Saída dos investidos
  16. Saída do Clube para cumprimentar a Igreja à porta 

Encenação

Para o programa JA nós faremos uma peça que será dividida em três partes.

#parte01

Uma garota que chamaremos de Elizabeth entrará em seu quarto e começará a se arrumar para ir a uma programação especial do seu Clube (a desbravadora já deve estar com a saia do uniforme quando entrar no quarto).

Elizabeth entra no quarto bonito e se dirige ao cabide central do cenário, onde esta pega o seu uniforme de gala (e veste a camisa, coloca o cinto e calça os sapatos).

Elizabeth: Como gosto das programações do Clube de Desbravadores, e hoje será um dia muito especial, irei receber mais 15 especialidades que fiz neste semestre. A que mais estou ansiosa para receber é a de Serviço Comunitário. Como aquele emblema é bonito! Aquela mão aberta com um coração tem tudo a ver comigo, pois sou uma pessoa boa, prestativa, educada, meiga, linda e, claro, muito modesta. Nossa, já estou quase atrasada, falta só a minha faixa (ela pega uma faixa com muitas especialidades). Que faixa linda, está repleta de especialidades, nem sei como encaixar as que vou receber hoje…

Cida (Mãe de Elizabeth): Vamos, Elizabeth, já está na hora de sairmos, senão chegaremos atrasadas à programação do Clube.

As duas saem de cena e entra um garoto no quarto feio (Ricardo), também se arrumando para a reunião do Clube.

Ricardo: Nem acredito que hoje é a cerimonia de admissão em lenço do Clube, foram três meses de aprendizado e hoje finalmente poderei usar meu lenço amarelo, ainda bem que o Felipe me emprestou um uniforme de gala, pois eu não poderia comprar um.

Ricardo sai de cena e entra a Dona Cida e Elizabeth empolgadas pelo meio do corredor central da Igreja/auditório.

Cida: Que cerimonia linda Beth, mais uma vez parabéns pelas novas 15 especialidades, sua faixa está linda.

Elizabeth: Obrigada, mamãe, eu realmente mereci muito estas especialidades, eu trabalhei muito duro para conquistá-las.

Cida: Eu sei que sim minha filha, você é sempre muito dedicada.

Neste momento as duas já devem estar no quarto de Elizabeth

Mas, Beth, que legal aquele projeto que foi lançado pelo diretor de visitar aqueles garotos no orfanato e poder ajudar as crianças levando roupas. Você já sabe o que vai fazer?

Elizabeth: Ah, mãe, eu vou mandar algumas roupas, tenho algumas que já não estão servindo mais, eu não vou visitar o orfanato não, afinal, já cumpri todos os requisitos que pediam na especialidade e no cartão. Eu já cansei de ir a estes lugares.

Cida: Mas minha filha, não tem problema você faltar à programação? Achei o projeto tão bonito.

Elizabeth: Não, mamãe, eu já fiz tudo isso, agora posso só enviar as roupas.

Cida: Tudo bem minha filha, você que sabe…

Dona Cida sai do quarto da filha e fica só Elizabeth em cena.

Elizabeth: Eu é que não vou a este orfanato, mas vou enviar algumas roupas. Deixe-me ver quais posso mandar…

Elizabeth separa algumas roupas do seu cabideiro cheio de roupas, e quando já tiver separado algumas sai de cena levando as roupas.

Enquanto a garota está separando as roupas, entra Ricardo em cena no quarto mais feio.

Ricardo: Que cerimonia linda, como estou feliz por meu novo lenço.

Entra Pedro, um dos garotos do orfanato

Pedro: E aí, Ricardo, como foi a programação?

Ricardo: Foi ótima! O mais legal de tudo é que o diretor lançou um projeto de visitar as crianças menores aqui do orfanato, pediu para os desbravadores trazerem roupas e passaremos todo o dia aqui.

Pedro: Nossa! Que legal que o Clube virá ao orfanato. Você tem alguma coisa para dar para os menores?

Ricardo: Bem que gostaria de ter algo para dar a elas, mas não tenho nem uma roupa que possa dar… Humm, mas tive uma ideia! Vou montar algumas atividades para fazer com elas junto com minha unidade, já que não posso dar nada, pelo menos tentar proporcionar a elas um dia especial.

Pedro: Excelente ideia, Ricardo, e se você quiser, posso te ajudar.

Ricardo: Beleza, Pedro, vamos lá!

Ricardo e Pedro saem de cena empolgados.

#fimparte01

#parte02

Entra o diretor do Clube com os desbravadores no orfanato cheio de sacolas com roupas e brinquedos na mão.

Diretor: Atenção, Clube! Nós já chegamos ao lar da criança e hoje nós passaremos todo o dia brincando e ajudando elas. O Ricardo preparou algumas atividades que poderemos fazer juntos. Ricardo, explique para nós.

Ricardo: Bem, primeiro, para a parte da manhã, eu montei um carrossel de atividades que poderemos fazer. Em seguida, pensei em dividirmos em grupos e ensinarmos eles a fazerem origami ou pintura em vidro. O diretor do Clube já providenciou todo o material. Então, depois do almoço, pensei em representarmos uma história da Bíblia com fantoches. A tia Patrícia lá da Igreja emprestou para nós os fantoches dela. E, para terminar o dia, daremos os presentes que trouxemos.

Clube começa a conversar… Nossa! Que legal! Será o máximo este dia! E começam a ficar empolgados…

Diretor: Atenção, Clube, cessar a conversa! Bem, vimos que será um dia bem intenso de atividades para vocês, e enquanto vocês brincam com as crianças, eu e alguns membros da direção iremos fazer alguns reparos no orfanato que estão sendo necessários. Então deixarei a diretoria associada Cristina com vocês. Tudo bem?

Clube: Sim senhor!

Diretor: Bem, então mãos à obra.

Os desbravadores começam a sair pelo corredor central da Igreja.

Daniela (conselheira da unidade) e algumas meninas da unidade de Elizabeth ficam no quarto do orfanato.

Daniela: Meninas, vocês sabem porque a Elizabeth não veio?

Beth entra no quarto dela com fones de ouvido, deita na cama e começa a ouvir musica.

Cintia (desbravadora): Dani, ela disse que não gosta muito das atividades comunitárias e que iria ficar em casa hoje para descansar um pouco. Ela disse que anda fazendo muitas atividades ultimamente.

Bianca (outra Desbravadora): Olha, Dani, mas ela mandou aquela sacola enorme de roupas, de todos nós foi a que mais está dando roupas para as crianças.

Daniela: Meninas, mais importante do que mandar as roupas é vir ajudar aos outros. Muitas vezes as pessoas precisam muito mais de nossa atenção do que de nosso dinheiro ou nossos presentes. Mas tudo bem, esta semana eu vou visitar a Elizabeth e converso melhor com ela. Mas agora vamos, meninas, que as atividades já devem estar começando.

Todas saem de cena pelo corredor central da Igreja/auditório.

Elizabeth levanta da cama.

Elizabeth: Ainda bem que eu fiquei em casa hoje, eu realmente precisava de um dia de descanso, eles devem ter ficado maravilhados com a quantidade de roupas que mandei, afinal, eu sempre fui muito caridosa.

Elizabeth sai de cena.

#fimparte02

#parte03

Daniela chega à casa de Beth para conversar com ela

Daniela: Boa tarde, Elizabeth! Tudo bem?

Elizabeth: Dani, que surpresa boa, vamos, entre.

Daniela: Obrigada.

As duas entram, sentam e começam a conversar.

Daniela: Então, Elizabeth, como andam as coisas e a escola?

Elizabeth: Tudo está ótimo, hoje teve um prova super complicada, mas acho que me saí bem.

Daniela: Que bom! E seus pais, estão em casa?

Elizabeth: Não. Meu pai está trabalhando e minha mãe foi ao mercado.

Daniela: Mas, Beth, eu vim te visitar hoje porque senti sua falta na visita ao orfanato. Por que você não foi?

Elizabeth: Ai, Dani, eu estava muito cansada, tenho feito muitas atividades, mas eu mandei uma sacola enorme de roupas, você não viu?

Daniela: Vi sim, mas as roupas eram a parte menos importante do nosso projeto, o mais importante era participar de um dia com as crianças. Sabe, aquele dia foi muito especial, desenvolvemos diversas atividades e a alegria que estava estampada no rosto de cada criança foi mais importante do que as muitas coisas que levamos.

Elizabeth: Mas roupas também são importantes, eu também fiz a minha parte.

Daniela: Sabe, Beth, eu vou te contar uma história… O rei Saul havia sido escolhido como rei de Israel. Em certo momento do seu reinado, os filisteus entraram em guerra contra Israel…

Elizabeth: Nossa, Daniela, como Saul foi covarde.

Daniela: Era Saul que deveria ter ido para a batalha, mas no lugar disso ele quis colocar suas roupas em Davi. Como você disse, Saul foi um covarde e quis enviar só as roupas. Mesmo que ele não fosse lutar contra Golias, ele deveria ter ido junto com Davi e permanecido ao seu lado. Mas Saul era covarde, ele queria ficar no seu palácio, curtindo sua vida de rei, enquanto outro fazia aquilo que era sua obrigação. E você, Beth, no dia em que recebeu aquela especialidade de Serviço Comunitário, também estava assumindo uma responsabilidade de ajudar os outros sempre. Quando você deixa de assumir uma responsabilidade, você passa a ser como Saul, um covarde. Você ficou em casa achando que só mandar as roupas já era o suficiente.

Elizabeth: Nossa, Dani, que palavras duras. Mas o pior é que você tem razão, eu fui uma covarde e só envie as roupas.

Daniela: Muitas vezes, mais do que nossos presentes, as pessoas precisam de nós, precisam de nossa atenção, nosso carinho. As pessoas precisam que eu tenha atitude.

Elizabeth: Dani, eu estou muito arrependida e sei que errei, eu realmente não quero ser como Saul.

Daniela: Mas, Beth, sabe o que é mais especial em tudo isso? É que Deus pode fazer de nós pessoas corajosas! Muitas vezes nós somos covardes, mas aí nós podemos orar a Deus e pedir para Ele fazer de nós pessoas corajosas. E o primeiro passo você já está dando, em admitir o erro e se arrepender.

Elizabeth: Eu realmente preciso que Jesus me ajude a não ser mais uma covarde.

Daniela: E com certeza Ele vai ajudar. Fico muito feliz que você tenha tomado consciência de tudo isso. Você é uma menina muita especial e dedicada, e Deus quer usar você em Sua Obra.

Elizabeth: Ai, Dani, que bom saber que Deus me perdoa.

Daniela: Beth, vamos fazer uma oração e pedir para Jesus nos ajudar a sempre sermos corajosos?

Daniela e Beth oram.

Daniela: Bem, Elizabeth, agora preciso ir, ainda tenho aula da faculdade mais tarde.

Elizabeth: Daniela, muito obrigado pela visita. Agradeço muito por você se preocupar comigo.

As duas se abraçam.

Daniela: Tchau, Beth, e até a próxima reunião do Clube.

Elizabeth: Tchau, Dani, e mais uma vez obrigado pela visita.

Daniela vai embora.

Elizabeth senta na cama e fica pesando. Enquanto isso sua mãe chega.

Cida: Elizabeth, filha! Já cheguei.

Elizabeth: Oi, mamãe, estou aqui.

Cida: Oi, filha, o que foi que você está tão quietinha aí?

Elizabeth: Sabe, mãe, a Dani esteve aqui.

Cida: A Dani? O que ela queria?

Elizabeth: Ela veio porque sentiu minha falta na visita ao orfanato, e me fez perceber que fui uma covarde quando enviei só as roupas. Eu deveria, muito mais do que enviado as roupas, ter dedicado um tempo para aquelas crianças.

Cida: Filha, que bom que você percebeu isso. Quando você me disse que não iria, eu fiquei pensando que às vezes precisamos fazer muito mais do que só enviar coisas. As pessoas, muitas vezes, precisam de nossa atenção.

Elizabeth: Sabe, mamãe, o que eu estava pensando? Amanhã à tarde a senhora vai comigo ao orfanato? Eu queria poder passar uma tarde com as crianças.

Cida: Claro que sim, minha filha. Sabe o que mais? Eu vou preparar uns sanduíches e bolo para podermos fazer um piquenique com eles. O que você acha?

Elizabeth: Boa ideia, mãe, eu te ajudo a preparar tudo.

As duas saem de cena.

Entra alguém que fará o encerramento da peça. Pode ser o capelão do Clube, o diretor, um membro da direção ou outro.

Encerramento da peça: Sabe amigos, muito mais importante do às vezes só enviarmos coisas, precisamos arregaçar as mangas e fazer algo mais. Vimos nesta história dois contrastes, de um lado um garoto pobre que, mesmo sem ter nada para dar aos outros, deu seu tempo em prol do próximo. E do outro lado, alguém que deu muita coisas, mas deixou de lado o essencial: a atenção.

O Clube de Desbravadores, acima de qualquer outra atividade que desenvolve, trabalha para ensinar a cada juvenil e adolescente que por aqui passa que eles precisam sempre fazer algo a mais, eles precisam sair e fazer sua parte. Seja em sua casa, escola, Igreja, comunidade… Os desbravadores sempre estão dispostos a ir aonde Deus mandar. Mais importante do que orações, Deus também quer que tenhamos ação.

Não adianta nada eu orar pedindo para me sair bem em uma prova e não fizer a minha parte, que é estudar. Não adianta eu ver alguém passando fome e orar por ela. Eu preciso lhe oferecer pão. Não adianta eu ver uma criança sofrendo e lhe mandar uma caixa de presentes, eu preciso lhe dar carinho e atenção.

A Bíblia nos fala, em Mateus 25:34-40: “Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. “Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ O Rei responderá: ‘Digo-lhes a verdade: o que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’ ”.

Como vimos, Deus deseja que nós nos dediquemos uns aos outros e que façamos sempre o nosso melhor (Eclesiastes 9:10) e hoje temos aqui um grupo de jovens que também aprenderam e se dedicaram às atividades do Clube. Alguns estarão recebendo o lenço, outros especialidades ou botons de classes. Mas todos eles aprenderam que precisam, com as novas habilidades que adquiriram, ensinar outros também a trilharem pelo caminho da salvação.

Neste momento, estaremos participando de uma cerimônia de condecoração dos futuros lideres desta Igreja e de jovens que se comprometem de hoje em diante serem sempre corajosos para irem aonde Deus mandar, tendo em vista sempre o objetivo de salvar pessoas.

#fimparte03

Começa a investidura

Atividade desafiando o Desbravador

Este é um dos quadros do JA, onde pessoas da plateia serão desafiadas a enfrentar um desbravador.

Escolha atividades que membros da Igreja e desbravadores sejam desafiados a mostrarem seu conhecimento e ver quem sabe mais. Aqui indicamos algumas sugestões: perguntas bíblicas, perguntas sobre o que foi falado no culto pela manhã, desafio de fazer um nó (mostre um nó para os dois e veja quem faz mais rápido), cantar uma música, falar de cor todos os livros da Bíblia, saber o nome de todos os filhos de Jacó, e outras atividades que vocês acharem interessante…

Desenvolva atividades que tanto o desbravador como o membro da Igreja possam usar seus conhecimentos. Ao final, entregue um brinde para cada pessoa que aceitar o desafio de enfrentar o desbravador.

Amigos, espero os posts tenham ajudado vocês a preparem sua programação. Estarei orando para que o Dia do Desbravador de todos vocês seja bastante especial e que Deus use cada Clube de Desbravadores.

Antes que eu me esqueça, tire fotos de sua programação e mande para nós, para que possamos ver como foi este dia todo especial em seu Clube. Quando recebermos as fotos, postaremos aqui no nosso Cantinho!

Um grande abraço e feliz Dia do Desbravador!

1- Paulo

7 coisas que NÃO devemos fazer na programação do Dia do Desbravador

Dia do Desbravador 2013 - CópiaO Dia do Desbravador é uma data muito especial para nós. Passamos meses pensando no que fazer. Os desbravadores gostam muito de participar ativamente dos cultos, fazendo coisas que geralmente só os adultos fazem, como por exemplo a abertura da Escola Sabatina ou recolher as ofertas.

Mas temos que tomar muito cuidado para não tornar nosso dia especial em um pesadelo para os membros da Igreja. Uma vez ouvi um irmão dizer que quando ele sabia que a programação seria feita pelos desbravadores, ele não ia à Igreja dele. A princípio fiquei com muita raiva mesmo daquela pessoa. Como pode um adventista dizer uma coisa dessas? Mas depois de ver as programações de alguns Clubes, eu entendi o que o irmão queria dizer. Existem alguns cultos e Escolas Sabatinas tão mal feitos, que até eu que sou apaixonada por desbravadores tenho vontade de ir embora e nunca mais voltar. Gente, não é exagero!

Pensando nisso escrevemos essas dicas do que não fazer em uma programação do Dia do Desbravador. Assim será mais fácil sua Igreja apreciar e apoiar o Clube.

  • Atrasar. Esse é o ponto mais básico. Atrasar o início da programação vai fazer o Clube ficar mal visto por todos os anciãos, pelo diretor da Escola Sabatina e talvez até pelo pastor. Por isso seja extremamente pontual.
  • Desrespeitar a cultura da Igreja. Existem Igrejas mais modernas e outras mais conservadoras. Respeitem isso. Este ano tocamos o Hino dos Desbravadores com a fanfarra dentro da Igreja. Em outros lugares não pudemos nem sequer cantar o Hino Nacional! Portanto, converse com o ancião responsável e pergunte o que pode e o que não pode e siga à risca as orientações.
  • Deixar “buracos” na programação. Não existe nada pior do que aquele vazio entre uma participação e outra. Para que isso não ocorra, mantenha alguém responsável pela organização de todo o programa e, acima de tudo, ensaie todas as participações antes.
  • Deixar que alguém com oratória ruim pregue. Não é porque é o Dia do Desbravador que temos que deixar aquela criança que nunca subiu no púlpito pregar. Ou então chamar o regional que é um péssimo orador só por conta do cargo. Se você é o diretor, seja sincero consigo mesmo e tenha humildade de reconhecer, se você não for bom pregador fique longe do púlpito. Nesse dia devemos dar o nosso melhor para a Igreja, então convide alguém que passe uma bonita mensagem.
  • Colocar pessoas que não sabem cantar para cantar. É a mesma orientação do tópico acima. Só escale pessoas que realmente saibam cantar para fazerem as mensagens musicais.
  • Fazer programações longas. Muito, mas muito cuidado mesmo para não passar do horário. As entradas de bandeiras, os ideais e etc. devem ser muito bem ajustadas para não tomar muito tempo. E se demoramos um pouquinho mais nessas coisas, que seja reduzido o sermão. O fato de a programação ser demorada é o que a torna mais impopular entre os membros da Igreja.

Uma última orientação, evite realizar investidura/entrega de especialidade ou mesmo cerimônia de lenço no horário do culto. Não é proibido, mas geralmente torna o programa enfadonho. Prefira fazer isso no JA.

Seguindo essas poucas dicas você proporcionará à sua Igreja um dia realmente agradável.

1- Éveni

Contagem regressiva

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“Portanto, vigiem, porque vocês não sabem o dia nem a hora!” Mateus 25:13

Eu me lembro de quando eu era criança e meus pais marcavam uma viagem ou um acampamento em família. Ansiosa como eu sempre fui, eu começava a contar os dias até o passeio. Depois que entrei no Clube a contagem regressiva era para o Campori. Eu me lembro que, às vezes, tinha até dificuldade para dormir pensando e imaginando como seria esse grande evento.

Aposto que você também já passou e passa por alguma coisa semelhante. Ou conta os dias até um grande evento, ou para o dia que sai o resultado do vestibular, ou mesmo para o dia do pagamento… rs Para tudo aquilo que queremos muito que aconteça fazemos uma contagem regressiva, não importa a nossa idade.

E para a volta de Jesus? Estamos aguardando ansiosamente esse grande evento? Estamos perdendo o sono pensando em quão maravilhoso será esse dia ou estamos confortavelmente dormindo igual aos discípulos de Jesus?

Não tem como dizer exatamente quando será. Não tem como colocar um timer contando os dias, as horas e os minutos. O que eu quero dizer com fazer uma contagem regressiva é: estou ansioso para que Jesus volte? Ou para mim tanto faz?

Quando estamos realmente com vontade que algo aconteça não paramos de falar sobre o assunto… quantas vezes você falou que Jesus vai voltar essa semana? Ou ao menos você lembrou que este grande dia está bem perto de chegar?

Os sinais estão bem visíveis. Cada guerra, cada conflito, cada movimento de perseguição aos cristãos, cada roda de escarnecedores que se propõe a tirar sarro de Deus são prenúncios que o timer da Terra está quase zerando. E nós nessa história toda?

Não quero escrever muito, quero que você tire suas próprias conclusões. Quando eu era criança não tinha como fazer nada para o dia da viagem chegar mais rápido, mas o tempo para a volta de Jesus pode ser abreviado de acordo com o nosso trabalho!

Que possamos sempre ter isso em mente em todos os momentos da nossa vida. Eu não tenho vontade de viver muito mais tempo nesse mundo e tem muita gente que não está aguentando mais… vamos fazer alguma coisa???

1- Éveni

Recomendamos

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Manual de primeiros socorros para ministérios com jovens e adolescentes

Não, esse livro não é sobre o que você está pensando. Ele não vai te ensinar a fazer ataduras, nem dizer o que fazer se seu desbravador estiver vomitando, ou ainda, a tratar picadas de cobra.

Mas então para que serve esse livro? Esse é um tipo de primeiros socorros diferente. São os primeiros socorros emocionais. Sim, é isso mesmo.

O que dizer, e mais importante, o que não dizer para alguém que perdeu um ente querido? O que fazer se uma jovem da Igreja engravida? Como ajudar uma criança que está indo mal na escola? O que fazer em caso de uso de drogas ou outros comportamentos destrutivos?

Esse livrinho tem todas essas respostas e mais algumas. É um livro muito bom mesmo. Não é da CPB, mas é de uma editora cristã que tem outras ótimas publicações.

Se você quiser saber um pouco mais sobre o livro e sobre a editora, veja AQUI e esteja pronto a agir nessas situações tão delicadas.

1- Éveni

Dia do Desbravador é data oficial do Distrito Federal

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Os desbravadores do Distrito Federal têm muito a comemorar! No dia 13 de março deste ano, foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal a Lei nº 5.075/2013, que inclui no calendário oficial de eventos do Distrito Federal, o Dia do Desbravador.

Para comemorar a conquista, na noite de hoje tivemos uma Sessão Solene na Câmara Legislativa. Vários líderes marcaram presença, representando seus Clubes.

“Cada criança que você tira do crime é uma vida que você poupa”, diz o Deputado Distrital Wellington Luiz, autor da Lei.

Ao final das falas, o Deputado fez uma cerimônia de entrega de Moções de Louvor a alguns líderes previamente selecionados, pelos relevantes serviços prestados à comunidade do Distrito Federal.

Essa foi apenas a primeira de muitas comemorações que ainda teremos por aqui!

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1- Alberto

Dia do Desbravador 2013 – ideias para a adoração infantil

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O grande dia está chegando e precisamos preparar todos os detalhes da nossa programação. É claro que não poderíamos nos esquecer de fazer algo especial para as crianças da Igreja, afinal elas também são nossas convidadas.

A sugestão que temos para o momento da adoração infantil é a composição de um tapete histórico. Você pode estar se perguntando: como assim um tapete histórico?

Sabe aqueles tapetes de E.V.A. que são encaixados como quebra-cabeças e são usados pelas crianças em trabalhos pedagógicos? Abaixo temos um modelo.

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Bem, em nossa adoração infantil montaremos um tapete de oito peças, e cada peça terá uma imagem da história.

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A sugestão é que você compre as peças do tapete pedagógico ou pegue emprestado com alguém. Geralmente quem tem criança em casa tem este material para usar com os filhos.

Em nossa adoração infantil você precisará de oito personagens, que entrarão segurando uma das peças do tapete para contar um pedaço da história para as crianças.

Geralmente as crianças são chamadas à frente por uma música. Após todas terem chegado, você deverá ter deixado separado uma cadeira onde uma senhora idosa contará a história para as crianças.

O momento infantil:

Após todas as crianças terem chegado ao local da história, uma senhora idosa deve entrar acompanhada de seu neto (desbravador de 10 anos vestindo o uniforme de gala).

A vovó se assentará e seu neto pedirá que ela conte uma história.

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Neto: Vovó, olha só quantos amiguinhos eu trouxe hoje para o nosso momento da história!

Vovó: Marcelinho, são muitos amiguinhos mesmo. Bom dia crianças; como vocês estão?

Crianças Respondem.

Neto: Vó, qual será a história de hoje?

Vovó: a história de hoje será muito especial, nós montaremos um tapete histórico contando um pouco de nosso história.

Neto: Como assim um tapete histórico?

Vovó: Eu vou contar para vocês a história de como começou a nossa Igreja e o Clube de Desbravadores. Nós iremos montar com cada parte da história um pedaço de nosso tapete. Vejamos por onde eu começo… Já sei! Por volta do ano de 1844…

(Vovó começa a história e abaixa e voz, e entra o primeiro personagem do quadro histórico).

1º quadro (mulher vestindo roupas da época de 1840-1850): (Entra segurando uma das peças do tapete do E.V.A com a imagem abaixo.

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Fala: Nós acreditávamos que em 22 de outubro de 1844 Jesus voltaria a este mundo para nos buscar, mas quão frustrante foi a chegada deste dia e nós percebemos que Jesus não voltou. Após este grande desapontamento, muitos que acreditavam na 2ª vinda de Cristo começaram a perder sua fé. As Igrejas a quais pertencíamos começaram a nos eliminar. Nós não tínhamos nem a oportunidade de poder usar a Bíblia para nos defender.

2º quadro (homem vestindo roupas da época de 1840-1850):

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Fala: Eu me lembro bem desta época, Maria, foi muito difícil resistir ao preconceito que sofríamos. E nós queríamos muito poder ir a uma Igreja, mas nenhuma delas abria as portas para nós, por acharem nossa mensagem um grande erro. Então os poucos de nós que ainda mantiveram firme a fé, começaram a se reunir para orar e continuar no estudo da Palavra.

3º quadro (mulher vestida de roupas de época):

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Fala: Ao passar do tempo começamos a perceber a importância de se organizar nosso movimento adventista, mas tinham muitos que falavam que era perigoso organizar a Igreja, pois quando a Igreja é organizada por invenção humana, ela se transforma na babilônia.

4º quadro (John N. Andrews):

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Fala: No mês de abril de 1858, eu percebi que precisaria unir um grupo para estudarmos as Escrituras para tentar entender como deveria funcionar a manutenção da Obra do Senhor. Após alguns debates chegamos a um consenso de organização sistemática dos dízimos e ofertas.

5º quadro (John Byngton):

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Fala: Em 21 de maio de 1863 foi organizada oficialmente a Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo dia e eu fui eleito o 1º presidente. Permaneci neste cago até maio de 1865. Este começo não foi fácil, muitos foram os desafios, minha maior preocupação neste começo foi pelo incentivo à harmonia e unidade entre os cristãos.

6º quadro (mulher com roupas antigas):

Fala: Depois de alguns anos de organização da Igreja Adventista, por volta do ano de 1879, começaram a surgir as primeiras sociedades jovens. Nós percebíamos a cada dia que passava que a Igreja precisava investir em algo voltado para a juventude. Mas foi somente em 1907 que foi criado oficialmente o Ministério Jovem pela Associação Geral. Mas o plano não estava completo ainda, faltava algo para os juvenis e adolescentes.

7º quadro (Laurence Skinner, usando uniforme velho de desbravadores [caqui]):

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Fala: Quantos desafios enfrentados até finalmente chegarmos ao ano de 1950, quando finalmente conseguimos oficializar o Clube de Desbravadores. Me escolheram para ser o 1º diretor deste ministério e naquela época as coisas não eram tão fáceis e não tínhamos tanto apoio como vocês têm hoje. Era preciso trabalhar muito para conseguir realizar pequenas coisas, mas sou imensamente grato a Deus por ver que este ministério tem dado certo. Vejam só quanta coisa mudou, o uniforme está mais bonito, vejo que vocês realizam lindas programações e que muitos Clubes existem hoje ao redor do mundo.

8º quadro (neto desbravador com uniforme de gala): (Neto entra segurando o último quadro em branco [do outro lado terá a foto de várias crianças, mas não mostre ainda]).

Neto: Vovó, encontrei a última peça do tapete.

Vovó: Ô, meu neto, que maravilha! Me dê ela aqui, por favor. Crianças, está é a última peça.

Neto: Mas, vó, ela está em branco, não tem mais história?

Vovó: Tem mais história sim, mas esta peça está em branco por uma razão, alguém sabe por quê?

Crianças darão palpites.

Vovó: Esta peça representa que apesar de este ano a Igreja Adventista estar completando 150 anos, ainda existe uma história a ser construída e é você quem irá construir esta história de agora para frente. Esta última peça está reservada para que você tenha a oportunidade de partilhar Jesus para os seus amigos, seus vizinhos e poder ajudar a continuar a nossa história. Quem aqui quer ajudar a falar do amor de Jesus para outros?

Crianças respondem.

Vovó: Muito bem, vamos agora completar nosso tapete?

[Coloque a última peça do tapete virada, com a imagem das criança]

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Vovó: Pronto, aqui está. Vejam como ficou bonito (tente mostrar o tapete para a Igreja, todo montado com as peças). Agora nós vamos fazer uma oração e pedir para que Jesus nos abençoe e que nós também tenhamos disposição para falar do seu amor aos outros, assim como estes homens e mulheres. Assim vamos estar ajudando a construir esta maravilhosa história.

Neto: Nossa, vó, que história legal, eu quero muito fazer a minha parte.

Vovó: Muito bem, Marcelinho. Crianças, vamos todos orar a Jesus?

Termine com uma oração e convide as crianças para sentarem ao lado de seus familiares.

De lembrança, cada criança deve receber uma peça de quebra-cabeças com foto de crianças, com a seguinte frase: “você é uma peça muito importante para a nossa história”. (Esta peça deve ser para colorir, conforme modelo abaixo).

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Espero que tenham gostado da nossa sugestão de história para o momento infantil do Dia do Desbravador. O próximo post será sobre o J.A.

1- Paulo

Rivalidade entre irmãos

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Esse assunto me chamou a atenção sempre! Por que os irmãos apresentam tanta rivalidade? É claro que existem exceções, contudo, podemos observar que essa rivalidade é relatada desde os primeiros registros bíblicos. Desde Caim e Abel, até os contos de fada, como o de Cinderela e suas irmãs adotivas, esse fenômeno é comentado.

Crescer em uma família com outros irmãos é uma experiência comum entre os brasileiros. Geralmente quem tem irmãos passa mais tempo com eles do que com os próprios pais. Eles promovem um papel sumamente importante no desenvolvimento infantil.

O primeiro filho é, de certa maneira, forçado a se diferenciar do outro e, em geral, seguindo os valores dos pais. Isso acontece porque ele sente que precisa manter sua posição “privilegiada”.

Geralmente o desenvolvimento do primeiro filho é mais acelerado, enquanto o segundo mantem uma postura que requer mais atenção dos pais.

Existem, pelo menos, três formas de rivalidade:

  1. Herdeiro: os irmãos consideram que um dos filhos é o preferido dos pais;
  2. Competidor: acham que o filho favorito muda conforme o comportamento dos demais irmãos;
  3. Semelhante: os irmãos entendem que cada um é especial para os pais e, por isso, os conflitos são mínimos.

A rivalidade mal resolvida pode vir a ocasionar sentimento de inveja, intriga, manipulação, rancor, alienação, vingança, sabotagem, entre outros. A intervenção psicoterapêutica poderá ser muito eficaz para garantir que esses indivíduos superem seus inevitáveis conflitos.

Algumas causas para esses conflitos são:

  • Favoritismo (por parte dos pais): pode causar grandes ressentimentos entre os filhos;
  • Transferência da raiva: às vezes, sentimentos de hostilidade em relação aos pais ou outras pessoas significativas são descontados num irmão mais novo;
  • Sentimento de inferioridade: acontece quando um irmão se vê como vivendo à sombra do outro. Sente como se sua individualidade lhe fosse roubada;
  • Mudanças durante o desenvolvimento: as mudanças hormonais da adolescência podem ocasionar raiva. Questões referentes à identidade e à autopercepção contribuem bastante para os conflitos entre irmãos na adolescência;
  • Ambiente doméstico: a estrutura familiar pode ser fonte de conflito. Podem competir por espaço e outros bens.

Como os pais podem ajudar:

  • Analisar seu próprio papel: verificar se você não contribuiu para que o conflito fosse criado ou mantido;
  • Descobrir a verdadeira causa do conflito: examinar se um irmão não está descarregando as frustrações no outro. Se é fruto de um sentimento de rancor aguardado. Ver se é fruto de alguma revolta, etc.;
  • Examinar as suposições: é comum que irmãos façam suposições sobre o comportamento do outro sem nenhuma base real. Ajude-o a verificar se suas conclusões são ou não fruto da realidade;
  • Levar em consideração o trato: o trato é que diante de um mediador, cada um dos irmãos discutam seus pontos de vista e que se estabeleça um trato que deverá ser cumprido por todos. Exemplo: quando um está estudando, o outro deverá diminuir o som da TV ou rádio. Isso deverá ficar, se possível, escrito e posto às vistas de todos.
  • Detectar o abuso: não permitir, nem compactuar com nenhuma forma de abuso ou violência de qualquer tipo. Exemplo: não permitir xingamentos, brigas físicas e/ou humilhações;
  • Ensinar o perdão: devem aprender a perdoar e a se perdoar;
  • Encaminhar a um profissional psicólogo: quando observar que é necessário alguém para mediar e ensinar aos irmãos a se relacionarem.

Vou colocar aqui alguns versículos para que reflitam sobre o tema:

  • “Não guardem ódio contra o seu irmão no coração; antes repreendam com franqueza o seu próximo para que, por causa dele, não sofram as conseqüências de um pecado”. Levítico 19:17
  • “Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!” Salmos 133:1;
  • “Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo”. Filipenses 2:14-15;
  • “Irmãos, não falem mal uns dos outros. Quem fala contra o seu irmão ou julga o seu irmão, fala contra a Lei e a julga. Quando você julga a Lei, não a está cumprindo, mas está se colocando como juiz”. Tiago 4:11;
  • “Se alguém afirmar: “Eu amo a Deus”, mas odiar seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê”. 1 João 4:20;
  • “Mas quem odeia seu irmão está nas trevas e anda nas trevas; não sabe para onde vai, porque as trevas o cegaram”. 1 João 2:11.

Apesar dos conflitos, todos sabemos que os irmãos são fonte de alegria e amizade. Deus nos ajude a amar e a nos relacionarmos melhor com nosso “HERMANOS”.

1- Samira

Dia do Desbravador 2013 – lembrancinhas perfumadas

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O programa está pronto, cenário montado, Clube preparado, uniformes limpos, cheirosos e prontos para serem usados em poucos dias. Tudo pronto? Ainda não! Falta algo! Algo que as pessoas levarão para casa para lembrar-se deste dia tão especial para vocês! É! Estamos falando das lembrancinhas!

Como dissemos anteriormente, as lembrancinhas são muito importantes no contexto de uma festa e programação. É a oportunidade que temos de, didaticamente, lembrar as pessoas da programação e a essência da mesma.

Pensando no tema do Dia do Desbravador 2013, “Os covardes apenas enviam as roupas”, e depois de ler o texto de ideias para o culto, com roupas, cabides, quarto… não consegui focar em mais nada que não tivesse a ver com esses elementos. Então minha sugestão de lembrancinha é: sachês perfumados!

Os saches perfumados têm sido uma ótima opção de lembrancinha para festas e cerimônias, devido sua praticidade, funcionalidade e baixo custo.

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Eles têm diversas formas, cores e cheiros. São utilizados para dar aroma agradável nas roupas e dispersar ácaros e traças.

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Como nosso tema aborda a ideia de roupas, sugerimos que os saches tenham esse formato.

Mas se você quiser especificar ainda mais no tema, poderá fazer saches perfumados no formato do uniforme de gala.

Independente da forma e essência que você escolher fazer, o material necessário para fazer os perfumados saches são:

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  • Tecidos (preferencialmente nas cores do Clube), se preferir você pode usar também retalhos de 12,5 x 12,5 cm
  • Linha pipa / linha 10 ou linha glacê (qualquer uma)
  • Essência de sua preferência
  • Plumante

INSTRUMENTOS

  • Tesoura
  • Trena ou régua
  • Agulha
  • Pistola de cola quente com refil

COMO FAZER UM SACHÊ SIMPLES

PASSO 1: No tecido, faça um pequeno corte a 12,5 cm de distância de uma das extremidades. A partir do corte, rasgue o tecido e repita essa operação na outra extremidade de forma a obter um quadrado. O importante é que a medida do quadrado seja 12,5 x 12,5 cm para o sachê ficar bem fofinho e gordinho.

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PASSO 2: Com a linha dupla na agulha, alinhave as bordas conforme a foto abaixo.

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PASSO 3: Preencha e acomode o plumante no interior do sachê.

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PASSO 4: Feche o sachê puxando a linha e, para finalizar, dê um nó.

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PASSO 5: Com a cola quente fixe o laço ou a flor de fita mimosa.

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PASSO 6: Coloque a essência dentro do sachê. A melhor forma é utilizar uma seringa. Assim você poderá dosar a quantidade e inserir no interior do sachê. Você também pode usar um fixador para que o cheirinho tenha uma durabilidade maior. A forma mais prática é misturar o fixador e a essência numa proporção 1:1 (um por um), inserindo os componentes dentro do sachê de uma vez só.

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Existem vários outros modelos e ideias que você poderá fazer. Caso queira mais opções, procure na internet. Lá você encontrará diversas ideias que, juntando com sua criatividade, o resultado não será menos que honra e glória ao Todo Poderoso.

Que Ele continue usando você, dando-lhe força, ânimo e disposição sempre! E parabéns pelo Dia do Desbravador!

Forte abraço!

1- Elisama

A força da dinâmica

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Abordamos, anteriormente, a importância de variar a metodologia para semear o Evangelho da salvação no coração de nossos desbravadores através das atividades espirituais que seu Clube oferece, especialmente os momentos de meditação.

Um método interessante e muito útil para esse fim é encontrado nas chamadas dinâmicas. Há uma disciplina da física, dentro da mecânica, que se chama “dinâmica”, responsável por estudar os movimentos dos corpos, em conjunto com as forças que os produzem. E a origem grega dessa palavra tem a ver com “poder”, “força”.

Quando falamos de ensino e metodologia, a dinâmica é o fator que movimenta os aprendizes e intensifica a força do aprendizado. Você pode planejar o calendário de culto de seu Clube, seguindo a orientação de nosso texto anterior, bimestral, ou até mesmo semestralmente. Assim, é possível já separar as dinâmicas apropriadas para cada tema espiritual e mesmo aproveitando as datas diferenciadas como Páscoa, Dia das Mães, Natal, Finados (esta última é uma excelente oportunidade para ensinar o que a Bíblia diz sobre a morte!) etc.

Uma boa dinâmica deve envolver todo o grupo, movimentando-o, fazendo com que interajam entre si e com objetos que facilitem a assimilação da lição que se quer ensinar. É muito importante salientar, porém, que a dinâmica não é um fim em si mesma, mas uma metodologia para se alcançar um objetivo, nesse caso, fixar uma lição espiritual na mente dos juvenis.

Um exemplo simples, mas eficaz de dinâmica, consiste em dividir o Clube em grupos menores (pode-se aproveitar as próprias unidades, ou mesclá-las, para promover a união do Clube), distribuir um texto bíblico sobre o tema do dia para cada grupo e, em seguida à leitura do texto, dar a cada grupo um objeto, escolhido aleatoriamente (caneta, apito, boné, papel higiênico, corda, pincel ou outro bendito objeto que passe por sua mente e que não ofereça risco à integridade física e moral da meninada). Os grupos deverão, no tempo estipulado, criar uma ilustração com o objeto recebido para reforçar a essência do texto lido e apresentá-la a todos os demais.

Esse foi só um exemplo (mas que sempre dá certo!). Mas há dinâmicas com bexigas, barbantes, cadeiras, sapatos… Compre um livro de dinâmicas em grupo, pesquise na internet, crie você mesmo, mas não deixe de utilizar esse recurso divertido e eficaz na fixação das verdades bíblicas que nossos meninos precisam interiorizar e praticar em suas vidas.

Lembre-se: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida”. Tiago 1:5. E ele também nos concede criatividade. Se você for criativo, se surpreenderá com a criatividade de nossos desbravadores!

Que o SENHOR nos abençoe!!!

1- Geraldo

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