Arquivos

Voluntários implantam Clube de Desbravadores em escola estadual

1

Para quem me conhece, sabe que acredito no potencial imenso que o Clube de Desbravadores tem. Infelizmente, tenho observado que esse grande potencial tem sido desperdiçado atualmente, na maioria das vezes… Mas essa semana vi uma reportagem que me trouxe grande alegria. É esse tipo de envolvimento, projeto, inovação que o movimento está precisando. Nós temos uma grande ferramenta evangelística nas mãos, vamos usá-la!

Confiram:

Curitiba, PR…[ASN] O Colégio Estadual Homero Baptista de Barros, em Curitiba, abriu suas portas ao Clube de Desbravadores Darash, da igreja adventista Novo Mundo, para realizar reuniões regulares com os alunos, todas as terças-feiras, no contraturno das aulas. O que era para ser uma simples e objetiva divulgação dos Desbravadores em ambiente escolar se tornou um desafio que tem alcançado crianças e buscado fazer a diferença na comunidade local.

2

“Tive a oportunidade de conhecer o Neil (vice-diretor do clube) e ele trouxe o projeto pra cá, explicou todo o funcionamento, e eu achei muito interessante aplicar os Desbravadores no contraturno do nosso colégio. Percebi que eles têm uma série de iniciativas embasadas em princípios cristãos. Entendemos que é uma espécie de complemento das atividades curriculares que acontecem aqui. Os alunos têm gostado, e o mais importante: os pais têm apoiado”, analisa o diretor do colégio, Celso Ribas.

As reuniões dentro da escola, compostas de atividades físicas, manuais, mentais e também espirituais são bem parecidas com as que acontecem em outros clubes aos domingos pela manhã. Na verdade, esses alunos são uma extensão do clube Darash, formando novas unidades femininas e masculinas.

3

Para a realização desta iniciativa, o grupo voluntário conta com o apoio de quem possa ajudar com instruções nos diversos assuntos que abordam o universo dos Desbravadores. Apesar das dificuldades em ter as atividades realizadas durante a semana, Ailson Batista, diretor do clube Darash, garante que o esforço vale a pena. “É cansativo, mas gratificante. Se todo o nosso trabalho e cansaço for para levar essas crianças ao Reino dos Céus, então vale a pena”, diz.

Unidade Aguias

O trabalho voluntário é realizado com alunos de 6º e 7º ano

Diferença na comunidade

Denise Wroblewski, de 11 anos, tem tido experiências diferentes junto ao clube. Logo que a direção divulgou em sala de aula as atividades que se iniciariam, a aluna já teve intenção de se inscrever. “O diretor foi falando e perguntando quem queria participar. Eu quis porque falaram o que iria ter e eu achei legal, mas foi melhor do que eu imaginei. Estou achando bem legal. Estou aprendendo sobre a Bíblia e eu não sabia muita coisa”, conta a garota.

Além das reuniões regulares, os voluntários sonham em fazer ainda mais pelos alunos e também pelo colégio que os acolheu. “O nosso objetivo é investi-los em lenço, e um sonho é levá-los para o Campori da Associação Sul Paranaense (sede regional da Igreja Adventista que coordena o trabalho dos Desbravadores na localidade) que ocorrerá em novembro. Mas sabemos que é um grande desafio em relação aos recursos, já que são crianças carentes. Também queremos ajudar os pais e fazer uma horta comunitária aqui no colégio para que os produtos possam ser utilizados na própria cantina”, planeja Neil Chagas, vice-diretor do clube.

O clube Darash completa 10 anos de existência em 2016, e é pioneiro neste tipo de iniciativa, além do trabalho que já realiza junto às Unidades de Acolhimento da Prefeitura de Curitiba, atendendo meninas em situação risco como membros do clube. [Equipe ASN, Jéssica Guidolin]

1-Alberto

Dramatização cristã

Dramatização cristã

Uma das novidades do novo Manual de Especialidades foi a especialidade de Dramatização Cristã, que foi traduzida do manual da Divisão Norte-Americana. Clique aqui para ver os requisitos necessários para a conclusão desta especialidade.

A dramatização cristã é um instrumento de evangelização que vem sendo cada vez mais utilizado nas igrejas e é uma ferramenta frequentemente utilizada nos Clubes de Desbravadores. Porém, é comum haver divergências na Igreja sobre a utilização de dramatização cristã ser correta ou não.

Segue abaixo um texto que o Pr. Alberto Timm escreveu sobre a utilização da dramatização na Igreja, o qual faz um apanhado sobre o assunto na Bíblia, nos escritos de Ellen White e no uso pela Igreja, além de definir alguns critérios necessários para o estabelecimento de parâmetros para a utilização correta deste recurso evangelístico.

Todos os direitos reservados à Igreja Adventista do Sétimo Dia

Todos os direitos reservados à Igreja Adventista do Sétimo Dia

O uso de dramatizações na igreja

O Antigo e o Novo Testamento estão permeados de dramatizações simbólicas.

Alberto R. Timm

Especialistas na área de comunicação têm afirmado que aprendemos 83% das informações do mundo exterior através da visão; 11% através da audição; e 6% distribuídos entre o tato, o olfato e o paladar. Isto significa que nos lembramos muito mais daquilo que vemos do que daquilo que meramente ouvimos.

Se a visão é tão eficaz no processo da comunicação, deveria a Igreja Adventista do Sétimo Dia valer-se apenas de recursos auditivos na proclamação do “evangelho eterno” (Apoc. 14:6)? Até que ponto poderia esta denominação incorporar recursos visuais e dramatizações em seus serviços religiosos, sem com isso infringir princípios expostos na Bíblia e nos escritos de Ellen White?

A fim de respondermos a estas questões, consideraremos, inicialmente, alguns antecedentes do uso de dramatizações na literatura bíblica e nos escritos da Ellen White.  Procuraremos, então, identificar alguns princípios básicos que poderão nos ajudar a estabelecer parâmetros seguros sobre o assunto.

No Antigo Testamento

A liturgia do Antigo Testamento centralizava-se nos rituais simbólicos, primeiro, dos altares patriarcais; depois do tabernáculo mosaico; e, por último, do templo de Jerusalém. Esses serviços ministrados por sacerdotes (cf. Êxo. 28 e 29; Lev. 8) constituíram uma prefiguração dramática da salvação  que haveria de se concretizar através do sacrifício e do sacerdócio de Cristo. Animais representavam a Cristo; a imolação desses animais simbolizava a morte de Cristo; e o sangue deles prefigurava o sangue de Cristo. Também as festas de Israel eram marcadas por inúmeras dramatizações (ver Êxo. 12:1-27; Lev. 16 e 23). Ellen White denomina todo esse sistema centralizado no santuário de “o evangelho em figura”[1].

Outro ato religioso dramático do Antigo testamento era a cerimônia da circuncisão. Esse ato foi ordenado por Deus como um símbolo exterior do concerto entre Ele e Seu povo.

Em números 21:4-9, Deus ordenou que Moisés preparasse e levantasse uma “serpente de bronze”, como um símbolo de Cristo. Todos aqueles que olhassem com fé para aquela serpente, viveriam.

Dramatizações são encontradas também nos livros proféticos do Antigo Testamento. O próprio Deus usou recursos pictóricos para descrever realidades sócio-políticas e religiosas nas visões proféticas registradas em tais livros, como Ezequiel, Daniel e Zacarias.  Por exemplo, no capítulo 2 do livro de Daniel, a Segunda Vinda de Cristo é representada pela grande pedra que feriu os pés da estátua. Já no capítulo 1 de Oséias, encontramos Deus ordenando que o próprio profeta (Oséias) dramatizasse a apostasia espiritual de Israel, casando-se com uma prostituta.

Portanto, o uso de recursos visuais (incluindo dramatizações) permeava o culto do Antigo testamento. Tais recursos eram parte do serviço do santuário, da cerimônia da circuncisão e dos ensinos proféticos. Mas o emprego de tais recursos visuais não se limita apenas ao Antigo Testamento.

No Novo Testamento

Os quatro evangelhos apresentam inúmeras ocasiões em que Cristo usou ilustrações vívidas da natureza e da vida diária para ensinar lições espirituais. Ele não apenas se valeu do recurso didático das parábolas, mas até comparou-Se  a Si mesmo com tais figuras como a água (João 4:10), o pão (6:41 e 48), a luz (8:12), a porta (10:9), o pastor (10:14) e a videira (15:1-5).

A própria cerimônia do Batismo é uma dramatização simbólica, instituída por Cristo para marcar o início de uma vida de consagração a Deus. Cristo não apenas submeteu-Se a essa cerimônia (Mat. 3:13-17), mas também ordenou que ela fosse ministrada a todos quantos aceitassem o evangelho (28:18-20).

Até mesmo Sua morte dramática sobre a cruz tinha propósitos didáticos. Ellen White declara que “a cruz é uma revelação, aos nossos sentidos embotados, da dor que o pecado, desde o seu início, acarretou ao coração de Deus” [2]. Ela acrescenta que “o Calvário aí está como um monumento do estupendo sacrifício exigindo para expiar a transgressão da lei divina” [3].

Esse evento dramático ocorreu sobre uma cruz com o objetivo de tocar os “nossos sentidos embotados” [4]. Ele é relembrado simbolicamente através da cerimônia da Santa Ceia (ver Mat. 26:17-30;  João 13:1-20), que é, por sua vez, uma dramatização litúrgica ordenada por Cristo para ser repetida periodicamente por Seus seguidores (cf. João 13:13-17; I Cor. 11:23-26).

À semelhança de alguns livros proféticos do Antigo Testamento, o conteúdo do Apocalipse de João é caracterizado por dramatizações simbólicas, que descrevem pictoricamente o desenvolvimento do plano da salvação no contexto do grande conflito entre as forças do bem e os poderes do mal.

Por conseguinte, o Antigo e o Novo Testamento estão permeados de dramatizações simbólicas. Especialmente o Batismo e a Santa Ceia são dramatizações do plano de salvação, instituídas pelo próprio Cristo como parte da liturgia da igreja.

Nos Escritos de Ellen White [5]

Analisando-se os escritos de Ellen White, percebe-se, por um lado, que ela: (1) endossa reiteradas vezes as dramatizações litúrgicas do Antigo Testamento (o cerimonial do santuário, etc.); (2) enaltece as dramatizações litúrgicas do Novo Testamento (o Batismo, o Lava pés, a Santa Ceia, etc.); (3) engrandece o ritual sacerdotal de Cristo no Céu; (4) não criticou a dramatização a que assistiu na Escola Sabatina de Battle Creek, em 1888 [6], (5) não condenou a encenação do Natal de 1888, em Battle Creek, mas simplesmente expressou sua aprovação aos pontos positivos do programa e sua desaprovação aos pontos negativos [7]; e (6) não condenou o uso das bestas de Daniel e do Apocalipse como ilustrações evangelísticas.

Por outro lado, várias citações de Ellen White desaprovam o uso de qualquer tipo de exibicionismo teatral [8]. Estariam essas citações condenando indistintamente todo tipo de dramatização? Eu creio que não, pois, se assim fosse, teríamos que eliminar até mesmo o Batismo e a Santa Ceia de nossas Igrejas.

É interessante notarmos que as próprias citações de Ellen White que desaprovam o uso de exibições teatrais identificam também as características negativas básicas que a levaram a se opor a tais exibições. Dentre essas características destacamos as seguintes: (1) afastam de Deus; (2) levam a perder de vista os interesses eternos; (3) alimentam o orgulho; (4) excitam a paixão; (5) glorificam o vício; (6) estimulam o sensualismo; e (7) depravam a imaginação [9].

Na Igreja Adventista

Grupos de dramatização têm participado freqüentemente em vários programas de TV mantidos pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, ao redor do mundo. Elencos especiais de dramatização foram necessários também para a produção de filmes e/ou videocassetes Um em Vinte Mil (EUA), O Grande Conflito (Argentina), Heróis da Fé (Austrália), O Barquinho Azul (Brasil) e muitos outros. Evangelistas adventistas usam um número significativo de filmes em suas séries de conferências públicas.

Dramatizações fazem parte ainda da vida da grande maioria dos internatos mantidos pela denominação. Elas são usadas também em nível de Igrejas locais, tanto em programas alusivos ao Dia das Mães e Natal, como nos departamentos infantis da Escola Sabatina.

Várias dessas dramatizações têm elevado espiritualmente tanto os apresentadores como os que a ela assistem. Existem, no entanto, aqueles que pensam que os fins justificam os meios e que as boas intenções são o único critério determinante para a aceitação de um determinado programa. Mas se restringíssemos os critérios apenas ao nível das intenções, certamente incorreríamos no grave erro de abrirmos as portas a todo e qualquer tipo de programação “culturalmente” aceitável.

Critérios Básicos

Cuidadosa consideração deve ser dada não apenas às intenções, mas também à própria natureza do programa, à escolha dos participantes, bem como ao tempo e local adequados tanto para o ensaio quanto para a apresentação da cena.

As dramatizações devem: (1) evitar o elemento jocoso e vulgar; (2) evitar o uso de fantoches (animais e árvores que falam, etc.); (3) ser bíblica e historicamente legais aos fatos, como estes realmente ocorrem; e acima de tudo, (4) exaltar a Deus e a Sua palavra (e não os apresentadores da programação).

Já os apresentadores devem ser pessoas cuja vida espiritual e conduta estejam em plena conformidade com os princípios adventistas, e que estejam dispostos a acatar as orientações da liderança da congregação local e das organizações superiores da denominação. Prudente seria que todos os participantes de um elenco de dramatização fossem escolhidos com base nas diretrizes sugeridas pelo Manual da igreja Adventista do Sétimo Dia para a seleção dos “membros do coro da igreja” [10].

A liderança da Igreja, por sua vez, é responsável por prover orientações adequadas aos apresentadores das dramatizações. A ela compete exercer uma função equilibradora, para que as programações sejam um meio (e não um fim) de melhor glorificar a Deus e de mais efetivamente comunicar o evangelho ao mundo. Jamais deve permitir que dramatizações venham obliterar a centralidade da pregação da palavra na liturgia adventista.

Portanto, as dramatizações permeiam a liturgia tanto no Antigo como no Novo Testamento; Ellen White, por sua vez, não condena todo o tipo de dramatização, mas apenas as exibições teatrais que afastam de Deus, levam a perder de vista os interesses eternos, alimentam o orgulho, excitam a paixão, glorificam o vício, estimulam o sensualismo e depravam a imaginação.

Se alegarmos que toda e qualquer dramatização é inapropriada, teremos consequentemente, de suspender: (1) o uso de filmes, que são o produto de dramatizações; (2) a maior parte das programações dos departamentos infantis na Escola Sabatina (colocar coroas na cabeça das crianças, cenas do céu, etc.); (3) todas as “cantatas” e grande parte das apresentações musicais de nossas igrejas; e, até mesmo (4) a celebração da cerimônia do Batismo e da Santa Ceia.

Por outro lado, devemos ser cuidadosos tanto na avaliação da natureza do programa, como na escolha dos apresentadores e do tempo e do local dos ensaios e da apresentação. O uso adequado de dramatizações implica não meramente agirmos em conformidade como nossa própria consciência (sendo ela santificada), mas também com base nos princípios bíblicos e dos escritos de Ellen White. Toda cena deve glorificar a Deus e não aos apresentadores.

 Referências

  1. Fundamentos da Educação Cristã, pág. 238.
  2. Educação,  pág. 263.
  3. Caminho a Cristo, pág. 33.
  4. Educação, pág. 263
  5. Para um estudo mais detido das declarações de Ellen White sobre dramatizações, ver Arthur L. White, “Representações Dramáticas em Instituições Adventistas” (documento disponível no Centro de Pesquisas Ellen White, Instituto Adventista de Ensino – Campus Central, Engenheiro Coelho, SP). Tais declarações podem ser mais bem compreendidas através da leitura do artigo intitulado “Divertindo as Massas”, de Benjamim McArthur, em: Gary Land, ed. , The World of Ellen G. White (Washington, DC: Review and Herald, 1987), págs. 177-191.
  6. A. L.  White, “Representações Dramáticas em Instituições Adventistas”, pág. 1.
  7. Idem, págs. 5 e 6.
  8. As principais citações de Ellen White nas quais ela expressa sua desaprovação ao uso de exibições teatrais, encontram-se no livro Evangelismo, pág. 136-140.
  9. Ver A. L. White, “Representações Dramáticas em Instituições Adventistas”.
  10. Ver Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 8ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1992), pág. 111.

Fonte: Centro de Pesquisas Ellen G. White

1- Mateus

Semana de Oração Jovem 2012

A cada ano, uma semana é dedicada a comunidade jovem adventista, família e amigos para oração. Na maior parte das congregações adventistas sul-americanas são apresentadas mensagens bíblicas com ênfase para os jovens. Em 2012, o tema geral será Escolhas  para baixar os materiais de divulgação, clique abaixo.

? Cartaz

? Sermonário com ideias e dicas para dinamizar a programação.

A Semana de Oração Jovem desse ano vai acontecer nas igrejas de 14 a 21 de julho. Uma semana antes, de 7 a 14 de julho, mais uma vez serão veiculadas mensagens especiais por TV e web apresentadas através dos canais da Novo Tempo. Quem vai falar pela TV nesse ano é o pastor Ivan Saraiva, apresentador dos programas Está Escrito e Está Escrito Adoração.

Semana Jovem 2012 - Escolhas

Será possível assistir, portanto, ao programa especial pela TV Novo Tempo (SKY e sinal aberto e mais de 500 cidades brasileiras às 21 horas – horário de Brasília) ou pelo Canal Executivo (parabólica ou pela web às 20 horas – horário de Brasília) de 7 a 14.

Outras informações sobre o programa diretamente com o Ministério Jovem de cada congregação adventista local. 

Fonte: [Equipe ASN, Felipe Lemos]

Ir aonde Deus mandar

Quando você repete essa frase na reunião do Clube de Desbravadores você reflete em quão grande pode ser o desafio? Deus pode nos convidar a dar as boas novas aos colegas de classe, aos vizinhos ou pode nos convocar para pregar em outras cidades e estados. Mas Ele também pode chamar seus filhos a algo muito maior do que imaginam.

Esse é o caso de 5 pastores que estão indo trabalhar como missionários no Oriente Médio e na Ásia. O desafio é incalculável, lá eles irão encontrar miséria, guerras civis, calor e frio praticamente insuportáveis e um controle ditatorial por parte do governo. Todavia, esses 5 homens, suas esposas e filhos, mesmo sabendo de tudo isso, aceitaram o chamado. Eles estão vivendo o “ir aonde Deus mandar” na prática.

Neste sábado, tivemos a oportunidade de participar do culto de consagração desses pastores. O momento especial começou com o Pr. Edison Choque contando a história de J. N. Andrews, o primeiro missionário adventista a ir a outro continente. Em seguida, cada pastor entrou ao som do hino “Há um dever” tocado no trompete, carregando a bandeira do país em que irá trabalhar. Eles tiveram oportunidade de contar um pouco do que já sabem sobre seus campos de trabalho, além de mostrar fotos e vídeos. Depois das apresentações, o Pr. Erton Kohler falou especialmente aos missionários, exortando-os a serem semelhantes a Josué e convocou a igreja a fazer sua parte para que o evangelho seja pregado de forma eficiente.

Pastor Giovan Monteiro e família vão servir a Deus no Sudão
Pastor Elbert Kuhn e família voltarão para a Mongólia
Tomaz AJ e família irão para o Iêmen
Pastor Samir Costa e família continuarão o trabalho do apóstolo Paulo na ilha de Chipre
Pastor Matson Santana e família irão apresentar Cristo aos egípcios
Entre os pastores que estão indo, temos um carinho especial pelo Pr. Matson Santana. Ele já atuou em ministérios especiais com judeus, surdos e indígenas. Tivemos a oportunidade de acompanhar um pouco do trabalho dele quando participamos do projeto Karajá, em 2008. Ele inclusive fundou o Clube de Desbravadores Kristu Deodu, que já levou 9 crianças e adolescentes ao batismo. 

Mas de todas as coisas emocionantes que ouvimos durante a programação, nada foi tão marcante quando a conversa que tivemos com o pastor Matson na hora do almoço. Ele nos contou um pouco de como são os mulçumanos e disse que a parte mais importante do trabalho é mostrar Cristo na vida diária. Na verdade, esse é nosso maior desafio, seja no Egito, em Brasília, ou em qualquer cidade do mundo. As pessoas que me conhecem veem Jesus em mim? Essas palavras estão ecoando em minha mente até agora. Gostaria que vocês também pensassem nisto… 

Fiz um propósito especial de orar por esses missionários, faça você também. O desafio é muito grande e eles precisam de nosso apoio através das orações. A oração intercessora proporciona bênçãos também para quem intercede. Ao orarmos e intercedermos por eles, estamos nos preparando também para “ir aonde Deus mandar”.

Missão total – Um ano para Deus

Recado quentinho do Departamento de Jovens da APlaC:

Estamos lançando um super desafio evangelístico para a juventude adventista – dedicar um ano de sua vida para Deus em um projeto de implantação de uma nova igreja em uma comunidade que não tem adventistas. Leia e divulgue o texto abaixo. Motive a juventude da igreja serão seis os selecionados e as inscrições estão abertas. Até o início de janeiro os candidatos serão definidos.

Definição: Projeto Missionário da União Centro Oeste Brasileira voltado para jovens de 18 a 35 anos que queiram dedicar um ano de sua vida para Deus, fundando uma nova igreja em um dos estados de nossa região.

Visão Geral: Despertar e inspirar jovens missionários em nossa união.

Descrição do Projeto: O projeto consiste em treinar e preparar um grupo de 35 jovens missionários que estabelecerão 5 novas igrejas no centro oeste. Durante três meses este grupo permanecerá no Instituto Adventista Brasil Central em regime de internato recebendo todo o treinamento necessário para se prepararem para o trabalho de fundar uma nova igreja. Após o treinamento o grupo será dividido em 5 equipes de 7 pessoas. Cada equipe será composta só de homens ou só de mulheres, sendo 6 jovens de nossa união mais 1 jovem missionário de fala inglesa. Cada equipe receberá um local pré-determinado por cada associação/missão, onde desenvolverá o projeto de fundar uma nova igreja no período de 8 meses. Lembrando que estes locais para serem escolhidos devem buscar considerar a proximidade de um núcleo de membros, igreja mãe, ou família que continuaram a assistência a estes novos membros. Pensar também em equipes de calebes e colportores que possam ser enviadas ao local.

Os participantes serão escolhidos criteriosamente pelo departamental de jovens de cada associação/missão, e deverá ser devidamente recomendado por sua igreja local e por seu pastor. Cada participante terá acesso a um curso de inglês de 11 meses, que será ministrado de forma intensiva durante um mês e meio, seguido de nove meses e meio de aulas diárias de 2 horas, ministradas pelos missionários de fala inglesa que participarão das equipes.

Os primeiros 3 meses serão divididos em estudos de métodos de evangelismo, formação de nova igreja, doutrinas e o curso intensivo de inglês. Seguidos de uma super missão de 8 meses participando da formação de uma nova igreja. Começando desde a base para um evangelismo público, estudos bíblicos, visitas, cursos de saúde e de família, formação de pequenos grupos e muitos outros passos que levarão ao nascimento dessa nova igreja.

Quem pode participar? 

  • Jovens Adventistas do 7º. Dia, batizados no mínimo a três anos.
  • Idade entre 18 a 35 anos
  • Que estejam vivendo em harmonia com os princípios da igreja e se destaquem em dedicação e compromisso na sua igreja local.
  • Estar em boas condições de saúde.
  • Falar português fluentemente.
  • Ser membro de uma igreja da União Centro-Oeste Brasileira.

Requisitos 

  • Carta de Recomendação do pastor e da comissão de sua igreja local.
  • Atestado Médico de condições gerais de Saúde e Odontológico (Exame de Sangue, Fezes e Urina).
  • Termo de Voluntário devidamente assinado e reconhecido firma.
  • Histórico Pessoal – Currículo
  • Redação do candidato descrevendo as razões para participar do projeto.

Agenda do Projeto

  • Início 14 de fevereiro – Recepção dos Participantes e Abertura do Programa
  • 15 de fevereiro a 15 de maio – 3 meses de estudos
  • 16 a 18 de maio – Viagem e Estabelecimento das Equipes nos locais do projeto em cada estado.
  • 19 de maio – Começo das Ações Evangelísticas em cada cidade.
  • 20 de dezembro – Encerramento do Projeto e volta pra Casa.

Obs. Cada participante poderá planejar duas saídas (de no máximo uma semana cada uma) durante todo o período do projeto para visitar a família. Combinar a saída com o líder da equipe. Todas as saídas acontecerão em forma de rodízio para evitar descontinuidade das ações.

Despesas de Translado de cada participante e por conta própria. Tanto em sua ida para o IABC como seu deslocamento até a cidade do projeto. Inclusive suas visitas a família.

A igreja local ficará responsável em contribuir com o valor mensal de R$ 100,00 para despesas de higiene de cada participante.

Todos os participantes terão o seguro anual contra acidentes durante o período do projeto. Qualquer problema relacionado à saúde o participante será encaminhado ao SUS, ou se possuir plano de saúde particular ao devido estabelecido conveniado de seu plano.

O departamental de Jovens do campo será responsável pelo bem estar da equipe e sua manutenção. O Evangelista do campo será o responsável técnico de todo programa evangelístico. Os demais departamentais estarão convidados a oferecer suporte e apoio a equipe durante o desenvolvimento do projeto.

OBSERVAÇÕES GERAIS

A associação/missão ficará responsável em escolher onde cada equipe desenvolverá o projeto.

O departamental JA será o responsável por realizar a escolha dos participantes de cada campo, realizando a devida triagem para efetuar as escolhas.

Os interessados deverão apresentar os requisitos até 30 de dezembro de 2010 na APlaC.

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...