Autorização de saída

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Geralmente, pelo menos nos Clubes que já participei e acompanhei, um assunto que dá trabalho para o secretário é a autorização de saída. A cada acampamento, caminhada, pernoite, passeio, lá vai o coitado atrás dos desbravadores para entregarem o bendito documento… que muitas vezes chegam às nossas mãos sujos, amassados ou como se tivessem sido embalados em garrafas, rsrs.

Uma das coisas que mais gostei no Clube Bandeirantes, assim que eu comecei a participar dele, é o formato como é trabalhada essa questão. Aqui, fazemos uma única autorização de saída, com validade para todo o ano. A ideia é que o pai autorize o Clube a levar seu filho para todos os eventos que estão no calendário anual.

Um detalhe é que pedimos nessa autorização uma assinatura com firma reconhecida em cartório [não que seja necessária, do ponto de vista jurídico], mas faz os pais darem ao documento a importância que lhe é devida! – Este não é nenhum processo complexo. O pai pode ir ao cartório [geralmente não demora a ser atendido], assina o documento, paga um valor que nunca ultrapassa R$ 5,00, e pronto!

É importante lembrar que o pai deve estar ciente e ter posse do calendário anual, bem como o planejamento do Clube deve estar devidamente aprovado pela Comissão da Igreja local.

Para ajudá-los, clique AQUI para baixar o modelo que usamos. Agora é só personalizar e adaptar para seu Clube, aproveite que estamos no início das atividades!

1- Alberto

Legislação aplicada ao Clube de Desbravadores: responsabilidade penal e civil

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A legislação brasileira protege o ser humano desde antes dele nascer. Todavia, o exercício de alguns direitos só são plenamente permitidos após certa idade. Até os 16 anos a criança/adolescente é considerada absolutamente incapaz, dessa forma necessita ser representado pelo responsável em qualquer ato da vida civil.

O Código Civil Brasileiro define como relativamente incapaz os maiores de 16 e os menores de 18 anos. O relativamente incapaz pode praticar alguns atos da vida civil assistido por seus representantes legais. A capacidade civil é alcançada aos 18 anos. A partir de então a pessoa pode exercer plenamente qualquer direito e é a partir dessa data também que o indivíduo passa ser o único responsável por todos os seus atos.

No ordenamento jurídico brasileiro há duas formas básicas de responsabilidade: a penal e a civil.

Uma pessoa só pode ser penalmente responsabilizada a partir dos 18 anos, antes disso o adolescente é inimputável, todavia, se cometer algum ato tipificado como crime configura-se ato infracional e será julgado nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Já a responsabilidade civil decorre da agressão a um interesse jurídico em virtude do descumprimento de uma norma. A responsabilidade pode ser contratual, que deriva de um contrato, ou aquiliana, que deriva de uma ação ou omissão que gera dano a outrem. A responsabilidade civil é precipuamente reparatória. Já a responsabilidade penal tem caráter eminentemente punitivo.

É importante que a direção do Clube compreenda o instituto da responsabilidade civil para saber quais circunstâncias ensejam obrigação de reparação de danos e assim evitar essas situações ou saberem como reagir caso sejam vítimas de danos praticados por terceiros.

Os artigos do Código Civil mais relevantes para este assunto são o art. 927 e 186.

Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

O artigo acima institui a obrigatoriedade de reparar o dano quando se comete ato ilícito que o gera. Uma leitura superficial pode levar o leitor a interpretar o termo “ato ilícito” apenas como comportamento tipificado como crime. Todavia, essa não é a interpretação correta. O artigo 186 explica o que é ato ilícito:

Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.

Desta forma fica claro que qualquer ação ou omissão, desde que cometida com imprudência, imperícia ou negligencia, enseja reparação de dano.

Para uma melhor compreensão cabe analisar a definição de cada um desses termos:

Imprudência – configura-se quando se sabe o grau de risco envolvido e mesmo assim realiza o ato acreditando que seja possível a realização do mesmo sem que ocorra nenhum dano, ou seja, excede os limites do bom senso, não age com cautela.

Imperícia – é caracterizada pela falta de habilidade ou técnica que o agente deveria demonstrar em razão de seu conhecimento ou função.

Negligencia – também conhecida como desatenção ou falta de cuidado. Significa não agir de forma diligente, prudente, ou seja, com o cuidado exigido para a ocasião.

Outro termo que é necessário compreender bem é o nexo de causalidade:

Nexo de causalidade – não basta que tenha ocorrido um ato ilícito e um evento danoso, é preciso que estas duas situações estejam inter-relacionadas, ou seja, deve-se ter a certeza que sem que houvesse o ato não ocorreria o dano.

Assim tem-se a equação:

Legislação aplicada ao clube de desbravadores

Dessa forma, se estão presentes esses três elementos há dever de indenizar.

Um ponto importantíssimo que merece destaque especial é o parágrafo único do art. 927 do Código Civil:

Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.

Esta determinação legal quer dizer que se a atividade oferece riscos (qualquer tipo, mas especialmente à integridade física) independentemente da ocorrência de negligência, imprudência ou imperícia, se houver nexo de causalidade e dano haverá o dever de indenizar.

Portanto, todo o cuidado deve ser dispensado tanto quanto na prática de esportes radicais, por exemplo, rapel e escaldas, quanto em atividades comuns em acampamentos, como uma falsa baiana ou escada de cordas. Pois se um desbravador cai de uma falsa baiana e se machuca (estão presentes o nexo de causalidade e o dano) o responsável pelas crianças terá o dever de reparar o dano.

A reparação do dano se dá através do pagamento de indenizações pelos danos materiais e morais sofridos pela vítima. Os valores costumam ser elevados, todavia, não são suficientes para realmente reparar o sofrimento. Muitas vezes o dano à imagem do Clube e/ou da Igreja é um prejuízo muito maior que o a perda financeira. Por este motivo é dever de cada membro capaz da diretoria zelar pelo maior patrimônio que o Clube possui: os desbravadores.

1- Éveni

Livros do ano 2015

2015 já chegou, é tempo de preparação para mais um ano de atividades nos Clubes de Desbravadores. Que tal, então, aproveitar esse mês sem reuniões para também ler os livros deste ano?! Confira aqui a lista oficial enviada pela Casa Publicadora Brasileira:

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Vida e ensinos, Ellen White

Esta obra narra a empolgante história de Ellen G. White desde os seus anos de infância, quando já se empenhava como ganhadora de almas. São retratados vividamente o fervor dos tempos do reavivamento milerita, a tristeza pelo desapontamento de 1844, as lutas dos tempos pioneiros do adventismo do sétimo dia e a expansão gloriosa da tríplice mensagem angélica.

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Histórias de minha avóDesbravadores

Histórias de minha avó, Ella M. Robinson

Que tal ser neta de uma profetisa? Ella Robinson sabia como era. Sua avó foi Ellen White. Neste livro Ella conta como Ellen White era como avó e como pessoa real. Embora Deus tivesse dado à Sra. White grandes responsabilidades, ela ainda encontrava tempo para sero tipo de avó com a qual todas as crianças sonhariam.

Obs.: Apesar de a Casa já ter vendido este livro no passado, no momento não está disponível para venda. A previsão é de entrada em estoque até o final do primeiro trimestre.

o mensageiro do deserto

Jovens

O mensageiro do deserto, Douglas Reis

Ele usava barbas longas e vestia roupas de pele. Qualquer estilista diria que seu  gurino era terrível. Nenhum nutricionista aprovaria sua dieta baseada em gafanhotos e mel. Foi assassinado por não refrear a língua diante dos erros dos poderosos. Enquanto o estabelecimento político-religioso de seus dias o rejeitou, Jesus considerou João Batista o profeta mais importante da história.

O Mensageiro do Deserto foi escrito para explicar a vida daquele que preparou o caminho para a chegada de Jesus. Ao comparar João Batista conosco, este livro revela o tipo de gente que Deus espera que seus filhos sejam nos dias de hoje.

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o pregador que não conseguia pregarAventureiros

King: o pregador que não conseguia pregar, Kimber J. Lantry

George King queria pregar. Porém, sua primeira apresentação pública foi uma catástrofe! As anotações caíram do pequeno púlpito e ficaram todas fora de ordem. O quadro profético que ele tentou desdobrar rasgou… King jamais conseguiria ser um pregador.

Ele resolveu aceitar o desafio proposto pela Sra. Godsmark. Que tal ser um pregador informal, que fosse de porta em porta, entregando folhetos e conversando calmamente com as pessoas em seus lares a respeito da volta do Senhor? Não é que a idéia deu certo?

Com certeza, você vai querer ler toda esta história, vivenciada por Otho Godsmark, um garoto que ouviu e acompanhou de perto as aventuras de George King, o primeiro colportor evangelista. É o relato emocionante de um trabalho que surgiu no coração de Deus e que continua a produzir frutos ainda hoje.

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maravilhas da criaçãoUniversitários

Maravilhas da criação, Gerald E. Vyhmeister

Diversas maravilhas que nos rodeiam estão ocultas da maioria dos olhos humanos. A natureza está ao nosso redor e nós somos parte dela. Desde os tempos mais remotos, o homem tem contemplado o mundo e feito muitas perguntas. Muitos creem que a ciência pode dar uma explicação racional e satisfatória a respeito da origem e do desenvolvimento da Terra. Outros afirmam que isso só pode ser obtido por meio da revelação sobrenatural e do estudo da natureza. Quem está certo? O conhecimento correto de ambas as propostas demonstrará que uma não contradiz a outra.

Gerald E. Vyhmeister nos convida a conhecer e explorar os mistérios que se escondem na natureza, e, assim, descobrir o maravilhoso mundo que Deuscriou.

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1- Alberto

Dia mundial do desbravador 2014 – ideias para o JA

dia mundial do desbravador 2014 um personagem escondido

O LIVRO MISTERIOSO

Por Paulo Oliveira

Cena 01: Sala de Aula

NARRADOR: Era uma manhã fria de inverno, a temperatura deveria estar em torno de 5º, Cristina chega à sala um pouco antes dos alunos, ela quer revisar algumas provas antes dos seus alunos chegarem para a aula. Ela dá mais uma volta em seu cachecol, e se agasalha mais um pouco, pois realmente esta é uma manhã bastante fria.

Alunos começam a entrar para a aula, todos agasalhados por causa do frio, tocas, gorros e casacos.

CRISTINA (Professora): Bom dia Classe, esta manhã está realmente muito fria, é um excelente dia para estudarmos matemática.

Classe dá uma risada e alguém fala…

ALUNO: Professora, para a senhora é sempre um bom dia para estudar matemática, faça chuva ou faça sol. Nós é que não podemos dizer o mesmo.

Classe mais uma vez cai na risada

CRISTINA: Realmente eu amo a matemática, mas vocês também irão aprender a amá-la. Mas bem, vamos começar resolvendo alguns exercícios da aula passada, abram seus livros na pagina 78 para verem os exemplos, vocês devem me entregar esta atividade no final desta aula. Na próxima aula faremos a correção no quadro.

Enquanto a professora falava, ela é interrompida pela diretora Julieta, que chega à sala trazendo um novo aluno.

JULIETA:Com licença professora, bom dia classe, quero apresentar a vocês o Eduardo, ele é um novo aluno que está chegando por transferência, quero que vocês o recebam muito bem.

CRISTINA: Bem-vindo Eduardo, de onde você está vindo?

EDUARDO: Venho de Nova Andradina, no Mato Grosso do Sul, meu pai veio de transferência de trabalho para cá.

CRISTINA: Muito bem, mais uma vez seja bem-vindo Eduardo, e pode se assentar naquela carteira vaga, estamos fazendo alguns exercícios e já passo na sua carteira para explicar.

JULIETA: Professora, muito obrigado. Classe, tenha um bom dia e bons estudos.

Eduardo se assenta na carteira próximo a Joaquim e pega o livro de matemática. A professora vai até sua carteira, entrega o exercício e conversa com ele e então o deixa fazer os exercícios. Toda a classe começa a fazer as atividades e Cristina caminha entre as carteiras.

NARRADOR: Havia um ar de ministério em Eduardo que todos repararam logo que ele chegou. Ele era um garoto que estava bem vestido, vestia um casaco com um cachecol e um gorro e usava óculos que o deixava com um jeito meio intelectual, mas não era isso que deixava aquele ar de mistério, alguma coisa mais deixou todos curiosos. A professora, que continua a observar seus alunos caminhando entre as fileiras, percebe que Joaquim que está sentado na ultima carteira, parece estar com bastante frio, ela observa que ele usa um casaco surrado e fino, inclusive com alguns remendos.

CRISTINA: Está tudo bem? Você parece que está com frio?

JOAQUIM: Não se preocupe, professora, está tudo bem. Eu já estou acostumado.

CRISTINA: E os exercícios, como vão?

JOAQUIM: Estou com algumas dificuldades, não consigo me dar bem com esta tal de matemática.

CRISTINA: Tenha paciência, Joaquim, e persista sempre, não desista. Quando formos corrigir os exercícios você aproveita para tirar as duvidas que ficarem.

JOAQUIM: Tudo bem, professora.

Narrador: Cristina deixa aquela cena bem preocupada, o que ela poderia fazer por seu aluno? O que Cristina não sabia é que um outro personagem também observara aquela cena.

CRISTINA: Bem turma, vocês estão liberados para o intervalo e na próxima aula continuamos com esta atividade.

Todos deixam a sala, inclusive a professora e Joaquim fica na sala. Depois que todos saem ele pega alguns jornais e enrola em seu corpo por baixo do casaco para tentar aplacar o frio.

NARRADOR: O frio que Joaquim sentia era muito grande, atrelado a uma dor no estomago, porque esta manhã não tinha comido nada, ele ainda tinha dificuldades grandes em matemática e com todo o frio e fome que sentia, não tinha conseguido fazer nenhuma questão durante a aula.

Joaquim então deixa a sala.

Fim do 1º Ato.

 

Cena 02: Intervalo/Biblioteca

PATRÍCIA: Aninha, você notou que diferente este novo aluno?

ANINHA: Eu notei que ele é muito bonito, inclusive se veste muito bem!

PATRÍCIA: Mas não falo disso, agora há pouco passei por ele, e sabe o que ele comia de lanche?

ANINHA: Não, o quê? Já sei! Era um cachorro quente com bastante molho ou um pedação de pizza bem quentinha para aplacar o frio. Eu amo pizza.

PATRÍCIA: Não Ana, e pare de pensar em comida. Ele comia uma Maça e uma Laranja.

ANINHA: Uma maça e uma laranja? Que raio de lanche é esse?

PATRÍCIA: Eu não te falei que ele é estranho. Notei que ele acabou de ir à biblioteca, vamos lá dar uma olhada?

As duas meninas saem de cena e Eduardo chega e senta no sofá da biblioteca e começa a ler um livro. As duas meninas voltam e conversam

ANA: Patrícia, olhe ele ali sentado.

PATRICIA: É mesmo, está lendo alguma coisa, consegue ver o que é?

ANA: Não sei o que ele está lendo, vamos chegar mais perto para olhar melhor.

As duas meninas chegam mais perto e se sentam no sofá ao lado de Eduardo.

EDUARDO: Olá, vocês são da minha sala, não é mesmo?

PATRICIA: Somos sim, você veio do Mato Grosso, não é?

EDUARDO: Isso mesmo, meu pai veio transferido para esta cidade.

ANA: Que legal, mas desculpe a curiosidade, o que você está lendo? É que eu nunca vi este livro por aqui.

EDUARDO: É um livro que eu trouxe de casa, chama-se O Desejado de Todas as Nações.

PATRÍCIA: O Desejado de Todas as Nações? Que titulo interessante.

ANA: Já sei, é um livro de romance, onde o galã é desejado por todas as mulheres.

EDUARDO: Nada disso, na realidade o livro conta uma história onde o personagem principal é rejeitado muitas vezes pela maioria.

PATRÍCIA: Rejeitado pela maioria? Mas o livro não se chama o desejado de todas as nações?

ANA: Já entendi tudo, é um livro de suspense, onde retrata os opostos de uma sociedade, onde a rejeição é eminente e o personagem tem de lutar para quebrar paradigmas e conquistar seu lugar de respeito.

EDUARDO: Éehh… não deixa de ter muitos momentos onde o personagem principal quebra uma infinidade de paradigmas, mas não é bem este o foco do livro.

PATRÍCIA: Nossa, você está me deixando curiosa.

Neste momento toca a sirene de retorno à sala de aula.

EDUARDO: Agora não temos mais tempo, mas vamos combinar de amanhã eu contar para você um pouco sobre o que fala este livro.

ANA: Tudo bem, só espero que minha curiosidade aguente até amanhã.

NARRADOR: Aqueles breves momentos de conversa haviam deixado as duas garotas muito curiosas sobre que história continha naquele livro, de fato o titulo era muito interessante: “O Desejado de Todas as Nações”. Realmente este era um titulo no mínimo intrigante.

Fim do 2º Ato.

 

Cena 03: Sala de aula

NARRADOR: E começa mais um dia na escola, os alunos chegam para mais um dia de aula. Patrícia e Ana não veem a hora de irem para o intervalo e voltarem a conversar com Eduardo.

Os alunos vão entrando para a sala pra mais uma aula, mas Joaquim ao entrar percebe que tem um pacote sobre a sua mesa, endereçado à ele.

JOAQUIM: Nossa, que pacote será esse? “Para Joaquim, de um amigo”. Que estranho!

O garoto abre o pacote, e então percebe que é uma blusa de frio, faz uma cara de felicidade veste rapidamente o casaco e fica pensando em quem fez esta tão boa ação. Todos se sentam em seus lugares e a professora chega.

CRISTINA: Bom dia turma, abram seus livros na pagina 78 que faremos as correções dos exercícios da aula passada. Sentem-se em dupla com um colega para poderem um ajudar o outro.

Todos formam duplas, então Eduardo se aproxima de Joaquim.

EDUARDO: Olá, Joaquim, é seu nome não é mesmo?

JOAQUIM: Isso mesmo.

EDUARDO: Posso me sentar com você para fazer esta atividade?

JOAQUIM: Pode sim.

NARRADOR: Joaquim fica preocupado, porque geralmente ninguém queria fazer dupla com ele, porque ele tinha muita dificuldade em matemática, ele estava apavorado por ter Eduardo junto com ele, medo de Eduardo perceber que ele não havia feito nenhum exercício ainda.

CRISTINA: Bem turma, podemos ver no exercício número 1 que para resolver esta questão vocês vão precisar fazer uso da tabela que está na página anterior.

A professora então começa a escrever alguns números no quadro.

EDUARDO: Nossa Joaquim, você percebeu que nesta questão o segredo da interpretação está justamente em pegar o valor de “X” elevado à terceira potência e fazer o jogo de sinais aqui neste ponto?

JOAQUIM: É mesmo, olha só como estava simples essa questão.

NARRADOR: Então Eduardo e Joaquim fazem todos os exercícios juntos e Joaquim entende a matéria que durante dias havia lutado contra e achava que nunca iria entender. Joaquim estava muito feliz com a ajuda de Eduardo.

EDUARDO: Foi muito bom fazer dupla com você, você me ajudou muito. Não sei se teria conseguido sem você.

NARRADOR: Agora que Joaquim ficou confuso, como assim ele havia ajudado, ele não tinha feito nada.

EDUARDO: Temos de ficar sempre juntos nestas aulas.

JOAQUIM: Tudo bem, mas eu que te agradeço pela ajuda.

EDUARDO: Que é isso Joaquim? Você me ajudou muito mais. Agora no intervalo eu irei mostrar um livro que estou lendo para a Patrícia e Ana, você não quer ir junto conosco para a biblioteca?

JOAQUIM: Que livro é esse?

EDUARDO: Chama-se O Desejado de Todas as Nações.

JOAQUIM: Nossa, que título interessante! Vamos sim, até eu fiquei curioso para saber o que o livro diz.

Toca-se o sino e todos saem. Os quatro (Ana, Patrícia, Joaquim e Eduardo) dirigem-se para a Biblioteca.

 

Cena 04: Biblioteca

Os quatros jovens entram na biblioteca e sentam-se no sofá.

EDUARDO: Bem, vamos falar do livro! Este livro conta a história de um personagem que assim que ele nasceu, o rei da cidade ficou muito bravo com a notícia de que uma criança que havia nascido por aqueles dias seria o novo rei. Só que o rei não sabia ao certo quem era a criança, então o rei fez um decreto mandando matar todas as crianças até dois anos de idade, justamente para assegurar que este futuro rei não tivesse chance de sobreviver.

ANA: Nossa, que crueldade, como é terrível este rei. Coitadinha das crianças.

EDUARDO: Realmente Ana, este rei era muito cruel, então os pais do menino fugiram para o Egito para protegerem a criança e ali ficaram até que este cruel rei morreu. Assim que eles receberam a notícia da morte do rei, eles voltaram para sua cidade para poderem criar seu filho.

PATRÍCIA: Então, Eduardo, o que aconteceu? O garoto voltou e tornou-se se rei?

EDUARDO: Nada disso, ele foi trabalhar com seu pai como carpinteiro e sua mãe o ensinava em casa. Então o menino crescia e se fortalecia em Espírito, cheio de sabedoria e graça.

NARRADOR: Eduardo, dia após dia, foi apresentando um pouco mais das maravilhas deste livro, e as verdades sobre este personagem. Passadas algumas semanas de estudos…

ANA: Eduardo, nossa que história linda essa, estou cada dia mais maravilhada com este personagem, me dá até vontade de conhecer ele de verdade.

PATRÍCIA: Eu digo a mesma coisa, eu queria fazer parte destas multidões que o seguiam. Nestas últimas semanas só penso nesse livro.

JOAQUIM: Mas Eduardo, até hoje você não nos disse qual o nome deste personagem, já se passaram semanas e você nada. Hoje você vai nos contar?

PATRÍCIA: Eu também estou muito curiosa, diga logo.

ANA: Não adianta mais enrolar. Vamos fale!

EDUARDO: Bem, este personagem, após todos grandes feitos que já contei, como curar doentes, multiplicar alimentos, ressuscitar mortos, muitas pessoas o seguiam. Mas dentre esta multidão existia um grupo de 12 seguidores que eram os seus amigos mais próximos. Quando a grande multidão se dissipava, estes 12 sempre estavam com eles. Presenciavam todos os seus grandes feitos e ainda podiam aprender tudo mais de perto diretamente com o mestre. Mas apesar de amado por muitos, existiam muitos que o odiavam e queriam que ele morresse o quanto antes. Então fizeram um plano juntamente com um de seus amigos mais íntimos, um dos 12 seguidores, para o levarem a julgamento e à morte.

ANA: Um plano feito com a ajuda de um de seus melhores amigos? Nossa, que traição!

EDUARDO: Isso mesmo, um traidor. E sabe como ele entregou nosso personagem ao grupo de revoltados?

PATRÍCIA: Como?

EDUARDO: Com um beijo no rosto. Conhecido como o beijo da traição. Os líderes da cidade não sabiam muito bem quem ele era, então, através deste beijo, identificaram o nosso protagonista e o levaram a julgamento. Multidões vieram presenciar o julgamento. Ele foi chicoteado, humilhado e chamado de impostor e o acusavam de não ser um rei. Mas mesmo sofrendo tudo isso Ele continuou manso e tranquilo, como uma ovelha levada ao matadouro.

JOAQUIM: Nossa, quanta coragem!

EDUARDO: Não só coragem Joaquim, muito amor. Aquele homem amava muito todas aquelas pessoas e estava disposto a morrer por elas. E Ele então foi condenado e o crucificaram.

PATRÍCIA: Como assim crucificaram?

EDUARDO: Ele foi colocado em uma cruz com pregos nas mãos e nos pés.

ANA: Acho que eu já ouvi uma história sobre um homem crucificado, não é…

JOAQUIM: Sim, Jesus! Jesus foi crucificado.

EDUARDO: Muito bem, o nosso personagem é Jesus.

PATRÍCIA: Nossa Eduardo! Mas eu nunca tinha ouvido todos estes detalhes da vida de Jesus!

ANA: Eu também, só descobrir porque você falou de morte na cruz.

EDUARDO: E sabem o que mais? Ele morreu por cada um de nós, Ele morreu pelos meus erros, pelos seus erros e pelos erros de toda a humanidade. Mas o mais importante nesta história é que Jesus ressuscitou e está hoje no céu, disposto a nos ajudar todos os dias.

JOAQUIM: Nossa Eduardo, como você sabe todas estas coisas?

EDUARDO: Eu aprendi desde pequeno, meu pai é pastor, por isso mudamos para essa cidade, ele veio ser pastor de uma Igreja aqui.

PATRÍCIA: Pastor! Nunca conheci um pastor ou um filho de pastor antes. Que diferente.

EDUARDO: Somos pessoas normais. Nada de diferente (rsrs).

JOAQUIM: Você é diferente sim, eu até já sei agora quem me deu esse casaco, foi você, não foi?

EDUARDO: Eu percebi que você estava com muito frio naquele primeiro dia. Só quis ajudar.

JOAQUIM: E ajudou muito, agora eu posso agradecer pessoalmente. Muito obrigado!

EDUARDO: Isso não foi nada.

ANA: Eduardo, eu gostei muito dessa história, quero ouvir mais sobre Jesus!

PATRÍCIA: Eu também!

JOAQUIM: Eu com certeza!

EDUARDO: Combinado, podemos nos encontrar sempre na hora do intervalo para conversarmos.

PATRÍCIA, JOAQUIM E ANA: Feito. Combinado.

Toca o sinal para voltarem para aula. Eles levantam e vão embora

NARRADOR: através do exemplo e de sua história, Eduardo conseguiu mostrar o personagem que muitas vezes deixamos escondido, mas é o mais desejado entre todas as nações: Jesus Cristo. O qual é o responsável pela nossa oportunidade de salvação. Aqueles três novos amigos de Eduardo estavam descobrindo justamente isso, que Jesus é nosso Salvador.

FIM

1- Paulo

Dia mundial do desbravador 2014 – ideias para o culto

dia mundial do desbravador 2014 um personagem escondido

Vamos estruturar agora o nosso programa da manhã. A escola sabatina normalmente eu deixo a cargo dos departamentos da Igreja mesmo, o que sugiro é deixar alguns conselheiros responsáveis por ajudar os professores neste dia.

Todo o programa do culto já deve estar organizado, não deixe a Igreja esperando porque você não preparou as bandeiras, entrada dos desbravadores, músicas, ideais e etc. Seja organizado, os desbravadores são conhecidos por sua organização, deixe tudo pronto e comece pontualmente. Abaixo coloco a sugestão de sequência do programa.

Estrutura do Culto

  1. Entrada das bandeiras
  2. Entrada dos desbravadores
  3. Entrada da plataforma
  4. Ideais e hino dos desbravadores
  5. Boas vindas
  6. Oração
  7. Louvor congregacional
  8. Oração
  9. Ofertório
  10. Anúncios
  11. Momento infantil
  12. Mensagem musical especial (se possível um desbravador ou grupo de desbravadores)
  13. Sermão
  14. Musica final
  15. Oração.
  16. Saída do Clube e plataforma (se tiver uma lembrancinha, a mesma pode ser entregue à saída).

Momento infantil

O momento infantil é um momento muito especial, é a oportunidade que temos de já irmos despertando nas crianças menores o gosto pelo Clube de Desbravadores e já deixar lições valiosas para suas vidas.

Seguindo a linha do tema “Um personagem escondido”, contaremos às crianças uma história sobre Jesus. A história deverá ser contada às crianças de forma que elas só descubram no final o nome do personagem, que é Jesus.

Para isso você fará uso da imagem encoberta pela silhueta que não é possível distinguir quem é. Esta silhueta dever ser formada por peças que possam ser removidas (seis peças) e à medida que é removida vai revelando um pedaço do personagem que está ao fundo.

A imagem da silhueta com a interrogação deverá ser colocada ao centro Igreja, normalmente ali atrás do púlpito, uma imagem bem grande. Conforme o modelo abaixo.

Imagem3Ao fundo desta imagem deverá estar a figura de Jesus, no decorrer da história das crianças iremos retirando pedaços da silhueta. Escolha uma imagem de Jesus bonita e em boa resolução, tem algumas sugestões aqui que você pode usar.

Imagem1Imagem2

 

 

 

 

 

 

 

 

Nós iremos contar a história falando de fatos da vida de Jesus e a cada fato iremos retirando uma peça da silhueta, peça ajuda aos desbravadores para ir retirando as peças. Se possível, uma conselheira poderá contar esta história.

Vamos à história

Bem crianças, havia em uma cidade um casal muito temente a Deus, e eles estavam muito preocupados porque a esposa estava esperando um bebê. Quantos aqui já viram uma mulher gravida? Vocês já viram como a barriga dela geralmente fica bem grande?

Então este casal estava preocupado porque o bebê estava quase no dia de nascer, mas eles precisavam fazer uma longa viagem, e infelizmente eles não poderiam esperar para fazê-la após o nascimento do bebê. E para as mulheres que já estão quase perto de terem seus bebês, viagens podem ser muito difíceis. Então aquele casal se preparou e foi para a viagem (neste momento retirar a primeira peça do quebra cabeça).

A viagem não foi fácil, aquela mulher tinha muitas dificuldades em conseguir uma posição confortável e quando eles já estavam avistando a cidade para onde estavam indo, ela percebeu que a criança estava para nascer. O esposo desesperado começou a procurar um local onde eles pudessem ficar hospedados o mais rápido possível. (retirar a segunda peça).

Eles começaram a procurar, foram no primeiro hotel, chegaram na recepção e pediram um quarto, mas o homem informou que todos estavam ocupados. Então eles saíram e foram procurar de hotel em hotel um local onde pudessem ficar. E sabe crianças, não existia nenhum local onde eles pudessem ficar. (retirar a terceira peça).

O casal já estava desesperado porque a mulher estava para ter o bebê e eles ainda não haviam encontrado um local para ficar, foi aí que, ao baterem em outro hotel, o dono do local falou: – Eu não tenho mais quartos disponíveis, mas tem um local aqui nos fundos onde vocês podem ficar, não é um local muito agradável, mas é o único lugar que tenho. (retirar a quarta peça).

Não tendo mais alternativas, o casal aceitou o local, quando chegaram lá viram que realmente era simples, não tinha mesa, guarda-roupas, nem mesmo uma cama. O jeito foi acomodar a mulher em cima de um monte de palhas de forma que parecesse uma cama e esperar o bebê nascer. Então naquela noite, ali naquele local despreparado, a mulher teve o seu filho e nome dele é? (retirar a quinta peça). Alguém já descobriu?

Isso mesmo, esta é a história de Jesus. (retirar a ultima peça)

Crianças, Jesus nasceu em uma estrebaria, alguém sabe o que é uma estrebaria? É um local onde ficam os animais à noite. Jesus nasceu ali porque seus pais, Maria e José, não conseguiram nenhum outro lugar para ficar. Mas sabe o que é mais importante? É que Deus cuidou deles.

Jesus então cresceu e pregou para muitas pessoas por onde ele passava, fez grandes milagres e depois morreu em uma cruz para que nós pudéssemos ser salvos.

E hoje, no Dia Mundial dos Desbravadores, assim como todos os outros Clubes ao redor do mundo, os desbravadores do Clube “Nome do seu Clube” querem mostrar a todas as pessoas que nós devemos sempre seguir a Jesus

Vocês notam que pelo corredor central da Igreja tem uma trilha? Então, esta trilha termina aqui justamente onde Jesus está. Porque o melhor caminho que nós podemos seguir é o caminho que nos leva a Jesus.

Quantos aqui querem seguir pelo caminho que leva a Jesus?

Muito bem, neste momento vamos orar.

Termine com uma oração.

Deixe o rosto de Jesus descoberto que irá completar agora sua decoração da trilha, que estava passando pelo corredor central da Igreja.

Ideias para o sermão

Usaremos como base o sermão oficial do Dia Mundial dos Desbravadores que tem por título “Um personagem Escondido”.

Ilustração:

O sermão oficial já tem uma ilustração especial que usará os seguintes materiais:

  1. Tigela ou recipiente de vidro (transparente) média ou grande
  2. Uma pedra média (máximo de 500 gramas)
  3. Dois ovos de galinha.

Faça conforme é sugerido pelo sermão, a mesma é dividida em três partes, a primeira com um desafio à Igreja, a segunda com o ovo se quebrando e a terceira com o ovo sendo protegido. Se você ainda não leu o sermão, pode acessá-lo AQUI e ver como funciona a experiência.

Introdução do sermão

Esta parte é para caso você tenha conseguido montar a tirolesa dentro da sua Igreja. Antes de começar a pregar, orador deverá começar a falar sem que a Igreja o veja. Ou seja, ele estará escondido, então descera pela tirolesa até a frente da Igreja e fará o desafio da ilustração conforme está descrito no sermão.

Após lançar o desafio, o sermão é introduzido pela cena na sala de aula. Neste momento faremos uso do cenário da sala de aula, que pedimos que você montasse no post sobre ideias para a decoração. Este senário será usado agora e também no J.A especial.

O pregador falará sobre os nomes diferentes que podemos encontrar em I Crônicas capítulos 1 ao 6. Então ele mencionará o que está descrito em I Crônicas 4:9,10 (conforme o sermão).

O orador continuará

1. O nome:

a. Nos tempos antigos, todos os nomes tinham um significado. Esse era o costume e quando alguém dizia o nome, todos sabiam o significado desse nome. Por outro lado, muitas vezes o nome tinha que ver com as circunstâncias do nascimento da criança ou com seu caráter.

Imaginem uma sala de aula cheia de alunos e com uma professora que iniciará a chamada. Neste momento entra os alunos que ocuparão as mesas do cenário e uma professora que senta na cadeira do professor, começando a chamada da seguinte forma:

  • Isaque (um aluno responde presente)
  • Jacó (um aluno responde presente)
  • Esaú (um aluno responde presente)
  • Miriam (uma aluna responde presente)
  • Ester (uma aluna responde presente)
  • Dor de Parto (um aluno responde presente)

Todos os alunos começam a rir ao ouvir o nome Dor de Parto.

O pregar fala: – como é? Deixe-me ver se entendi, professora, qual o nome deste aluno?

Professora: Dor de Parto.

Pregador: pode parecer engraçado, mas este é o nome deste personagem descrito nos versos que lemos, seu nome é Jabez, que significa literalmente dor de parto.

Enquanto o pregador vai falando, todos vão deixando a cena da sala de aula.

Imagine que todas as vezes que lhe perguntavam o nome ele respondia: Jabez (“dor de parto”). Sem dúvida, todos riam dele! Pensem no dia em que Jabez foi para a escola e toda vez que conhecia um novo amigo e lhe perguntavam o nome, havia risada por todos os lados! Quando a professora fazia a chamada, ele não queria que ela chegasse no seu nome!

Continue o sermão conforme o sugerido no modelo oficial.

O sermão sugere fragmentar a oração de Jabez em cartazes para que sejam usados como ilustração ao longo do sermão. Faça isso, prepare cartazes bem bonitos que os desbravadores possam levar à frente. As frases fragmentadas da oração estão abaixo, leia o sermão atentamente para sabem em que momento usar cada uma destas frases.

  • Jabez orou ao Deus de Israel: ‘Ah, abençoa-me’.
  • “E aumenta as minhas terras!
  • “Que a tua mão esteja comigo.
  • “Guardando-me de males e livrando-me de dores”

Conclua o sermão e faça o apelo como sugerido.

Amigos, espero que tenham gostado das dicas.

Um grande abraço a todos!

1- Paulo

 

Dia mundial do desbravador 2014 – ideias para ornamentação

dia mundial do desbravador 2014 um personagem escondido

Meus amigos de lenço do Cantinho da Unidade, já faz algum tempo que não apareço por aqui. A vida vai nos prendendo na correria e quando vemos já estamos sem tempo pra nada. Mas o Dia Mundial do Desbravador está chegando (que agora de fato é mundial, rsrsrs). Eu não poderia deixar vocês sem a postagem de ideias para este dia tão especial.

O tema deste ano é “Um Personagem Escondido”. Assim que li o tema muitas ideias começaram a vir à minha cabeça, o mais difícil é organizá-las de forma a compartilhar com vocês.

Então, vamos começar por partes, desta forma acredito que consigo deixar as coisas mais claras.

Todo ano enfoco a importância de uma decoração que chame a atenção. Como esta já é praticamente uma “regra áurea”, este ano não seria diferente. A decoração precisa ser impactante, sempre gosto de dizer que a primeira impressão marca, seja de forma positiva ou negativa. Mas vamos à prática.

Saguão de entrada | Primeiramente, à porta você deverá ter um grupo de desbravadores que recepcionará os membros da Igreja.

Hall de entrada | Tente montar uma mata, onde você deverá colocar árvores, pedras, folhas, algumas barracas, uma fogueira. Nesta decoração você deverá camuflar algumas coisas, pode deixar alguma mensagem na entrada que diga: “tente encontra o que está oculto”. Então você esconderá uma porção de versos bíblicos (embaixo de pedras, atrás das árvores, camuflado por folhas, enfim, onde for possível). Os versos podem ser Salmo 119:11 “Escondi tua palavra no meu coração para não pecar contra ti”, João 17:17 “Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade”, Salmo 119:40 “ tua palavra é muito pura; portanto, o teu servo a ama” e outras que você jugar interessante.

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Corredor central | Saindo da mata da entrada, a ideia este ano é fazer um corredor com cordas entrelaçada entre os bancos e no meio fazer uma trilha como se fosse uma trilha de caminhada dos desbravadores, com galhos, folhas, sinais de pistas e etc.

Púlpito | A Igreja deverá ter na parte direita uma sala de aula com carteiras e uma mesa de professor, se possível um quadro. Na parte esquerda uma biblioteca com sofás e uma estante com livros. No centro deverá ter o púlpito e a frente dele você pode destacar o tema bem grande (um personagem escondido) e colocar um ponto de interrogação em uma imagem em formato de silhueta (aquelas imagens pretas que mostram o perfil das pessoas). Esta imagem pode ser colocada na parede atrás do púlpito. Esta imagem deverá ter peças que serão removíveis revelando um personagem escondido (no caso Jesus Cristo). No post sobre o momento infantil explicarei como esta imagem será revelada.

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Nas paredes da Igreja você deverá colocar imagens de silhuetas com pontos de interrogação, justamente para se criar a ideia do personagem escondido.

Na nossa Igreja iremos montar também uma tirolesa. Como a nossa cabine de som fica no mezanino, na parte de trás da Igreja, iremos montar uma tirolesa, saindo da cabine de som e chegando ao púlpito. Esta é uma ideia opcional, no próximo post irei explicar melhor a utilização dela.

Amigos, estas são as ideias para a decoração, agora vou tentar correr contra o tempo para escrever sobre o J.A, ideias para o sermão e momento infantil. Orem por mim, porque o tempo é curto e os desafios são grandes.

Um grande abraço!

1- Paulo

Mensagem especial

Amigos desbravadores e líderes!

O tão esperado Dia Mundial do Desbravador está chegado! Para isso, o pr. Udolcy Zukowski, líder dos desbravadores da Divisão Sul-Americana, gravou uma mensagem especial para todos nós! Além da mensagem, lançou um desafio que acredito ser do interesse de todos aqui, quem participar estará concorrendo (por sorteio) a 5 vagas para o V Campori da Divisão Sul-Americana, que ocorrerá em janeiro de 2019!

Confira você mesmo:

 1- Alberto

Sermão do Dia Mundial do Desbravador 2014 – Um personagem escondido

Um personagem escondido

Atenção líderes de plantão,

Já está disponível para download o sermão e o cartaz oficiais do Dia Mundial do Desbravador 2014 (com a readequação da data por parte da Divisão Sul-Americana, agora sim estamos comemorando uma data mundial).

Baixe agora mesmo e já vá preparando o seu Clube para essa grande festa na sua Igreja! Fique de olho que postaremos aqui dicas para o culto divino, JA, ornamentação e muito mais!

Download SERMÃO

Download CARTAZ

1- Alberto

Dicas para escolher equipamentos mais baratos

Uma dúvida que muitos de nós com certeza já tivemos é essa: “Meu orçamento está apertado e eu preciso comprar meus equipamentos de camping. Dentro do meu orçamento tem alguma marca que seja boa? Qual marca eu escolho?” Escolher um equipamento com um bom custo-benefício e que caiba no orçamento nem sempre é um trabalho fácil, já que existem equipamentos baratos que valem a pena investir e outros que só vão dar dor de cabeça e tomar nosso dinheiro. Para ajudá-lo nessa escolha, segue abaixo o post Dicas de equipamentos mais baratos, do Trekking Brasil, que traz várias dicas excelentes para quem precisa de um equipamento de qualidade e não está com tanto dinheiro em caixa.

Mundo Terra Moema 2 - Eduardo Andreassi

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No outro dia recebemos aqui um email pedindo uma matéria falando de algumas indicações de equipamentos mais baratos para quem está começando a acampar e a fazer trekking/hiking por aí. Quando eu resolvi escrever este texto achei melhor falar tanto dos equipamentos quanto dessa consideração sobre valer ou não a pena comprar algum equipamento mais barato. É bom desmistificar alguns pontos que eu explicarei em detalhes a seguir, como por exemplo:

  • Não é por ser mais barato que o equipamento é pior. Existem bons equipos com preços baixos e existe muita porcaria também.
  • Se for feito na China é ruim – mesma coisa que o item anterior, muita coisa boa é feita na China ou em outros países asiáticos, inclusive produtos de marcas top do mercado.
  • Será que vale a pena economizar em tudo e depois comprar itens melhores ou seria uma boa ideia juntar algum dinheiro e tentar logo de cara algo melhor?

Como eu comecei a comprar meus equipamentos?

Eu comecei como todo adolescente sem grana começa: comprando as piores coisas possíveis! Todas baratas e a grande maioria sem qualidade. Duas coisas me levaram a isso: primeiro eu não tinha grana, e segundo eu não tinha muito acesso à informação, coisa que hoje é bem diferente. Sendo assim eu comprei péssimas barracas, mochilas terríveis e sem ergonomia nenhuma, canivetes mais que vagabundos, nenhuma roupa muito técnica e nada de bota de trilha top. Isso me levou a evoluir os equipos, perrengue após perrengue, acredito que algumas pessoas irão se identificar com esta situação. E o que isso me ensinou? A não comprar qualquer equipo só porque ele está super barato em relação aos outros ou por ter um visual bacaninha.

Quais tipos de equipamentos eu aprendi que devem ser bons o mais rápido possível?

Na verdade quase tudo tem que ter um certo padrão de qualidade (coisas simples como pratos, talheres e outros mais podem evoluir sem pressa), porém eu tenho uma regra que me persegue e que eu repasso sempre. Três coisas devem ser boas logo de cara se possível: barraca, mochila e bota. Eu cansei de remendar alça de mochila, vareta de barraca, fugir de infiltrações e goteiras e remendar bico de bota que abriu. Assim eu decidi que logo de cara esses itens deveriam ser os melhores possíveis, ainda que “os melhores possíveis” não sejam aqueles top de linha disponíveis.

Mas ainda assim eu não tenho tanta grana e preciso economizar o máximo possível, como eu faço?

PESQUISE, PESQUISE e PESQUISE MAIS!

Pesquisando para fugir das roubadas!

Esse é o grande macete, esqueça as compras por impulso e se apoie em alguns pontos: opiniões de amigos, especificações do fabricante e reviews sérios. Pergunte para pessoas que tem o equipamento, mesmo que você não conheça tanto assim a pessoa – hoje em dia com as redes sociais e uma boa dose de educação você pode perguntar para alguém sobre uma mochila ou barraca que a pessoa usa e que você viu numa foto, por exemplo.

Reviews, isso é uma coisa interessante para explicar, existem muitos reviews de muita coisa por aí, mas nem todos são confiáveis e mesmo que sejam nem todos se adaptam a todo mundo. Isto é: uma mochila que me atende pode não atender a outra pessoa, por mais que seja uma ótima mochila. Isso acontece pois as pessoas pensam em usos diferentes de acordo com a necessidade de cada um, quer ver um exemplo?

Eu revisei uma cargueira há muito tempo que não tinha alças de compressão laterais muito longas, o que seria um problema para quem usa um isolante térmico de EVA mais volumoso e gosta de prende-lo ali. Eu uso um isolante inflável que vai dentro dos bolsos laterais da mochila, ou seja, não dou a mínima pro tamanho das fitas de compressão laterais. Mas mesmo assim citei essa questão das fitas serem mais curtas.

É isso que você precisa observar ao ver um review, será que o equipamento em questão atende a minha necessidade em todos os detalhes? Como eu costumo levar a minha barraca (dentro ou fora da mochila) ou que detalhes uma mochila deve ter que são fundamentais pra mim? Sempre pense nisso antes de comprar qualquer coisa! Se imagine na situação onde você irá usar aquele equipamento. E outro detalhe, não veja um review apenas, veja todos que você achar! E assim crie a sua opinião.

Mas vale a pena comprar e evoluir ou é melhor esperar e comprar logo algo melhor?

Particularmente eu prefiro segurar o dinheiro e comprar o equipo um pouco melhor logo de cara, assim você evita duas coisas: perrengue por causa de um equipamento muito ruim e gastar dinheiro duas vezes.

Um exemplo: esse ano eu acampei na Ilha Grande com a minha namorada, perto da nossa barraca estava um grupo de adolescentes com uma barraca muito barata que quebrou a vareta na primeira noite! Eles montaram a barraca naquele dia, ela era nova! Quando eu fui falar com eles a primeira coisa que um deles me disse é que da próxima vez ele juntaria mais dinheiro e compraria alguma coisa melhor. Pois é…

Eu tenho equipos que eu comprei há muito tempo, que não foram caros e que estão comigo até hoje, exemplo:

– Meu kit de panelas que eu comprei no supermercado por R$ 30,00 reais! Um kit chinês e que me atende muito bem.
– Meu anorak da Trilhas e Rumos (Abrigo Parkha) – uso desde 2007 mais ou menos.
– Um saco de dormir pequeno e leve da Azteq (Raptor) – comprei usado e uso até hoje.
– Fleeces de 60 reais da Quechua – gosto muito.

Comprando materiais usados

Essa é outra boa dica para comprar um equipamento mais caro por um preço menor – desde que ele esteja em boas condições, obviamente. Eu comprei meu GPS assim, usado e através do Facebook (existem vários grupos online dedicados a isso, esse aqui é um deles). A questão aqui é: compre de alguém com referências ou que já costuma vender normalmente. Peça fotos do produto, informações detalhadas sobre o estado, veja se existem comentários negativos sobre a pessoa, etc.

Cuidado especial com barracas, eletrônicos e calçados usados. O estado desses itens depende muito de como foram cuidados. Não é anormal vermos barracas com fungos ou com pequenos rasgos e furos, bem como calçados usados com desgaste grande do solado ou com pontos descolando. Novamente, quanto mais fotos do produto melhor! No caso dos eletrônicos até mesmo fotos/vídeos deles funcionando.

Outra dica com 100% de confiança é uma loja online que vende equipamentos usados e pontas de estoque onde eu comprei alguns equipos meus: Armazém Aventura – eles tem um bom atendimento e o material que eu comprei sempre veio em perfeito estado.

Será que vale importar da China diretamente?

Eu costumo importar pequenos acessórios de camping, facas e canivetes, acessórios de fotografia, etc. Nada muito grande – mas eu sei de gente que importa até barraca.

Nem tudo que é feito na China é ruim, isso é outra coisa que precisa ser desmistificada. Muitas das grandes marcas mundiais – não só do segmento outdoor – fabricam seus produtos na Ásia, por uma questão simples – o mercado mundial de certa forma “exige” isso para que eles consigam concorrer com outros fabricantes. A grande questão aqui é a qualidade e não a procedência! Existem ótimos materiais vindo da China como mochilas, barracas, calçados, facas, vestuário técnico, etc. E existe muita porcaria também!

Se você olhar as etiquetas dos seus equipamentos verá que muita coisa é feita na China ou em outros países asiáticos, mesmo no caso daqueles equipamentos mais tops.

Outra coisa que eu tenho como regra aqui: nenhum equipamento de segurança em montanha (desde um mísero mosquetão até um porta ledge) deve ser comprado de marcas desconhecidas ou importado da China! Neste caso não tem pra onde fugir, compre das marcas tradicionais e ponto.

Com a internet você consegue comprar algumas boas coisas em sites como o DealExtreme.comAliexpress.comBangGood.com, etc.

Claro que volta e meia você pode comprar alguma coisa da qual não goste da qualidade. E outro detalhe: aqui no Brasil você pode parcelar uma barraca mais cara no cartão de crédito, lá fora todas as compras serão feitas sem parcelamento e em dólar.

Eu não posso comprar lá fora ou não tenho muita grana mesmo, pode me indicar algumas marcas nacionais mais baratas?

Ok, posso. Mas vamos fugir das muito baratas. Isto é: nada de barracas do “telhadinho amarelo” que você vê no supermercado ou nas lojas de departamentos, mochilas genéricas do camelô, etc… A lista a seguir tem um mix das marcas mais básicas disponíveis no mercado nacional, algumas delas com equipamentos que atendem até usuários mais experientes (eu tenho e uso equipos de todas até hoje).

Barracas: Nautika, Trilhas e Rumos, Guepardo e Quechua. (todas elas tem modelos bons que atendem diversos tipos de usuário)

Vestuário de frio: Trilhas e Rumos e Quechua (bons fleeces e anoraks em ambas as marcas)

Acessórios de cozinha: pratos, talheres e canecas você pode comprar na loja de 1,99 (plástico e alumínio – pra canecas prefira as de plástico)

Lanternas em geral (de cabeça e de mão): Nautika e Guepardo são as mais comuns, mas você encontra muitas genéricas boas no mercado. Procure pelos modelos de LED.

Panelas: Nautika e Guepardo tem uns kits básicos. Eventualmente você acha algum kit importado legal nos supermercados grandes (o meu foi comprado assim há anos, da marca chinesa Kingcamp).

Fogareiro/Combustível: Nautika e Guepardo.

Mochilas: Nautika, Azteq, Trilhas e Rumos, Quechua e Guepardo. (no caso das cargueiras 60+ a Trilhas e Rumos, Azteq e Quechua se destacam com boas opções no conjunto preço/detalhes técnicos).

Facas e canivetes: Nautika e Guepardo (pesquise os modelos de acordo com a sua necessidade de uso, no caso do trekking canivetes multifunção e facas médias são mais que suficientes).

Isolantes térmicos: qualquer um de EVA para quem está começando vai servir.

Sacos de dormir: Nautika, Trilhas e Rumos, Guepardo e Quechua. (algumas marcas aqui tem modelos indicados até para usuários intermediários)

Botas: as mais baratas e com qualidade são as da Quechua. Conheço usuários com botas da Bull Terrier e MacBoot que estão felizes, mas já vi muita gente reclamando também. Saiba de uma coisa: botas são o calcanhar de Aquiles do aventureiro – todo mundo sempre tem alguma coisa pra reclamar de todas as marcas.

Basicamente esse é o equipamento que um iniciante precisa. Essa é uma lista para usuários iniciantes e em alguns casos até para os intermediários – dependendo do que a pessoa faz. Note que eu listei somente o que pode ser encontrado no Brasil em lojas normais do ramo de “camping-pesca-outdoor”.

Todas as marcas tem equipamentos legais e outros nem tanto!

Pra mim isso é uma verdade! Não é pelo fato de que você gosta muito da sua barraca ou mochila de uma certa marca que tudo daquela marca será bom para você, ou irá te atender melhor do que um equipamento de outro fabricante. Meu armário de equipos é uma verdadeira salada de marcas e em alguns casos eu já comprei um certo equipamento achando que seria legal e quando usei não gostei muito, mesmo sendo de uma ótima marca. Não que ele fosse ruim tecnicamente, mas algumas características dele não se adaptaram bem ao meu uso!

A lição que você aprende com isso?

COMPRE EQUIPAMENTOS POR CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E SEMPRE OBSERVE BEM SE AQUILO LHE ATENDE MESMO ANTES DE COMPRAR. OBSERVOU? OK, OBSERVE DE NOVO!

Espero que eu tenha ajudado os iniciantes, qualquer coisa deixem um comentário e nós vamos trocando ideias.

Bons ventos e boas trips!

—–

Hoje em dia a tarefa de pesquisar está muito mais fácil, já que existem várias boas lojas online. Mas isso não dispensa a pesquisa em lojas físicas.

Outra dica é não deixar pra comprar em cima da hora, pois você pode não ter o seu equipamento a tempo devido ao prazo de entrega ou ter que pagar mais caro para que ele venha de SEDEX.

Faça pesquisas ao longo do tempo, “namore” os equipamentos que você quer. Recentemente comprei uma mochila que eu queria com quase R$200,00 de desconto porque não tinha pressa de comprá-la e pesquisava os preços com certa frequência.

1- Mateus

Fanfarra vs banda marcial

banda_marcial_principal

Como diferenciar uma banda marcial de uma fanfarra? Simples! A diferença está na variedade e quantidade de instrumentos de percussão e sopro e na extensão de notas que os instrumentos alcançam. Melodicamente falando, a fanfarra é mais simples do que a banda marcial.

  • Fanfarra: predominam os instrumentos de percussão. Pode ser dividida em fanfarra simples e fanfarra com um pisto (pistão ou válvula – botão que aperta para liberar ou restringir a passagem do ar).
    • Fanfarra simples: é composta por instrumentos de percussão (bumbos, surdos, tarol, pratos, etc.) e pelos metais que não possuem pisto (corneta, cornetão, trombone de vara). Como os metais não possuem o pisto, eles só alcançam no máximo 3 notas.
    • Fanfarra com um pisto: mais complexa que a fanfarra simples, pois os metais alcançam mais notas por possuírem o pisto (trompete, trombone, bombardino, etc.).
  • Banda marcial: também possui instrumentos da família da percussão e da família dos metais. É mais completa, pois possui metais usados em orquestras, que são mais completos por possuem todos os pistos, então alcançam todas as notas. A diferença entre a banda e a orquestra é que a banda têm características militares e as apresentações são em marcha.
  • Banda musical: composta pelos instrumentos da banda marcial e pelos instrumentos da família da madeira (flauta, sax, clarineta, etc.). As apresentações são em locais fechados.

Muitas pessoas têm dúvidas sobre a quantidade e quais instrumentos colocar na fanfarra ou banda marcial do seu Clube. Isso vai depender de quantas pessoas você terá para tocar, seus recursos financeiros e se você terá alguém para ensinar (principalmente os metais).

Uma coisa que vale ressaltar é que não importa o tamanho da sua fanfarra, ou quais instrumentos você possui. Até o ano passado a fanfarra do meu Clube era composta apenas por instrumentos de percussão (bumbo, surdo, tarol, prato e triângulo) e mesmo sendo uma fanfarra pequena participamos de vários desfiles. Neste ano vamos incorporar instrumentos com um pisto e instrumentos melódicos.

Então se você não tiver condições de ter vários instrumentos, não deixe que isto seja um empecilho para o seu Clube, pois o simples também é belo! Só depende da sua dedicação!

1- Andressa

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