Dia mundial do desbravador 2017 – cartaz

A Divisão Sul-Americana lançou esta semana o tema oficial para o dia mundial do desbravador 2017: Sobre a Rocha! Abaixo disponibilizaremos os links para download do cartaz tanto em formato JPG quanto PDF.

Imprima, já comece a lançar a ideia na sua igreja e fique de olho para o sermão oficial e para as nossas sugestões para programa!

PDF

JPG

Calculadora de membros – VII Campori da UCB

Recentemente elaboramos uma calculadora de membros para o III Campori da UCOB, para auxiliar as diretorias dos clubes da União Centro-Oeste Brasileira a calcular quantos desbravadores e membros da direção poderão levar para o Campori.

Agora, atendendo ao pedido do Danilo Gibin, da Associação Paulista Oeste/União Central Brasileira, elaboramos esta para o VII Campori da UCB.

A proporção entre desbravadores e membros da direção definida para o VII Campori da UCB encontra-se na página 6 do Manual de Orientações, mas foi corrigida pelo Boletim Informativo #1, e agora está da seguinte forma:

“A quantidade mínima de inscritos será de 15 membros do clube, sendo que 60% tem que ser de desbravadores, na idade de 10 a 15 anos. Os demais, até 40% são membros da diretoria acima de 16 anos. Exemplo: 60% = 9 desbravadores e, 40% = 6 diretores”

Desta forma, elaboramos as três seguintes calculadoras;

1) para quem deseja calcular a quantidade de membros da direção com base no número de desbravadores;

2) para calcular a quantidade (mínima ou máxima) de desbravadores com base no número de membros da direção;

3) para confirmar se a quantidade de desbravadores e membros da direção que você pretende levar obedece a proporção apresentada no Manual de Orientações do Campori.

Como não somos da União Central Brasileira, caso tenham alguma dúvida, sugerimos que procurem o seu regional ou a secretária do seu Campo.

Calculadora de membros – III Campori da UCOB

Ansioso para garantir uma das 13 mil vagas disponíveis para o III Campori de Desbravadores da UCOB?! Coração palpitando e emoções a mil! Fique atento, pois o sistema será liberado para a a compra de vagas dia 13 de março (segunda-feira), às 9h00min.

E uma coisa que sempre nos passa à mente ao inscrever um Clube para um Campori é a relação entre o número de desbravadores e membros da direção. Em geral, recorremos à boa e velha regra de 3. Para cada Campori há uma proporção definida. Sobre isso, o Manual de Orientações do III Campori da UCOB apresenta as seguintes informações:

“2. A quantidade mínima de inscritos por Clube será de 20 pessoas, sendo no mínimo 20% e no máximo 40% diretoria. E no mínimo 60% a 80% Desbravadores. (p. 8).

“7. As Inscrições devem Respeitar as Seguintes Proporções:

“a) no mínimo 60% dos inscritos pagantes deverão ter entre 10 e 15 anos […] (p.9).

“b) no máximo 40% do número total de inscritos pagantes de cada Clube poderá ser de diretoria, ou seja, com idade a partir de 16 anos. Além da equipe de apoio do Clube, crianças abaixo de 10 anos que são filhos de membros da diretoria também contam entre os 40%. […]” (p.10).

Para facilitar a vida dos líderes de desbravadores nesse cálculo, elaboramos três calculadoras bem práticas [finalmente poderemos deixar as mil combinações de regras de 3 de lado, rs].

A primeira delas é para quem deseja calcular a quantidade (mínima ou máxima) de membros da direção com base no número de desbravadores.

A segunda é para calcular a quantidade (mínima ou máxima) de desbravadores com base no número de membros da direção.

A terceira é apenas para confirmar se a quantidade de desbravadores e membros da direção que você pretende levar obedece a proporção apresentada no Manual de Orientações do Campori.

Se tiver qualquer dúvida quanto às proporções do Manual do Campori, nos pergunte. Se não soubermos, procuraremos a resposta o mais breve possível.

O que fazer quando não quiser ficar perdido

Apresentar 10 regras para uma caminhada e explicar o que fazer quando estiver perdido.

Esse é um requisito muito importante da classe de Amigo, uma das primeiras coisas que um desbravador precisa saber e que os Clubes trabalham relativamente bem (daqui a pouco vou explicar o porquê do relativamente).

Porém, mais importante que saber o que fazer quando estiver perdido, é saber como evitar se perder em caminhadas, excursões, trilhas e acampamentos. Conforme o ditado popular, “É melhor prevenir do que remediar“. Por isso, esse aspecto deveria ser mais trabalhado nas regras de caminhada e ainda mais enfatizado com os membros da direção, especialmente com aqueles responsáveis pela organização das saídas do Clube em meio à natureza.

Mas, infelizmente, existem Clubes que negligenciam esse ponto e põem seus membros em risco. Na maioria das saídas, nada de ruim acontece, ninguém se perde, mas eventualmente algum Clube de Desbravadores aparece em uma manchete por causa de um incidente com todo o grupo ou parte do grupo de acampantes/excursionistas. E alguns desses incidentes (talvez todos) poderiam ser evitados se fosse mais enfatizado o “como não se perder” ao invés do “o que fazer quando estiver perdido”. “Acidentes” que poderiam ser evitados não são acidentes.

Grupo resgatado na Serra do Mar pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Existem alguns prejuízos que podem advir desses incidentes, entre eles:

  1. Trabalho dado aos órgãos públicos;
    • Muitos recursos humanos e materiais são empregados em operações de busca e resgate. Esses recursos públicos estão disponíveis e devem ser utilizados quando necessário. Mas não é porque eles estão disponíveis que devemos utilizá-los.
  2. Trauma que pode ser causado em alguns desbravadores;
    • As pessoas são diferentes umas das outras, e por essa razão elas terão reações diferentes em uma situação dessas. Algumas podem manter a calma, buscar encontrar soluções, tirar lições (por exemplo, perceber o que poderiam ter feito para evitar que isso acontecesse). Mas para outras pessoas, a situação de estar perdido em um ambiente desconhecido e sem sensação de segurança pode ser angustiante e desesperadora. Alguns desbravadores podem ficar traumatizados e nunca mais querer acampar ou fazer caminhadas em meio à natureza.
  3. Imagem do Clube de Desbravadores e da Igreja que são manchadas ante a sociedade;
    • A imagem que o Clube de Desbravadores possui perante a sociedade depende das ações (tanto positivas quanto negativas) que os Clubes adotam e do nível de repercussão dessas ações na sociedade. As ações podem não ter repercussão, repercutir no bairro, no Município, no Estado, no País ou mesmo mundo. Quando qualquer grupo se perde ou se acidenta numa trilha, excursão ou acampamento, em geral, a repercussão é muito grande. E, em geral, passa uma impressão de falta de organização, falta de preparo, etc.
    • Vários Clubes podem ser manchados pela ação de um só, dependendo da repercussão  do incidente, fechando portas e criando barreiras para ações futuras. Por exemplo, a administração de um Parque pode não conceder autorização para o Clube “X” acampar ou fazer trilhas no Parque devido a um incidente anterior que aconteceu com o Clube “Y”.
  4. Perda da credibilidade do Clube junto aos pais dos atuais desbravadores e possíveis futuros desbravadores;
    • Esse aspecto é um desdobramento do anterior, e pode ter consequências no próprio Clube ou atingir outros Clubes, conforme a repercussão do incidente:
      • Pais podem retirar seus filhos do Clube em razão de um incidente, por considerarem que a direção do Clube é irresponsável, etc.;
      • Pais podem retirar seus filhos de um Clube em razão de um incidente que ocorreu com outro Clube, por considerarem que a instituição Clube de Desbravadores é irresponsável, etc;
      • Por exemplo, quando houve uma morte de uma pessoa ao fazer rapel em uma cachoeira em que eu costumava fazer rapel, minha avó insistia comigo para que eu parasse de fazer rapel.
  5. Os aspectos 3 e 4 podem ainda manchar a imagem da Igreja Adventista do Sétimo Dia, uma vez que o Clube de Desbravadores é um departamento da igreja.

Então, para evitar ou minimizar as chances de acontecerem incidentes desse tipo, aqui estão algumas dicas do que fazer para não ficar perdido, além de outras dicas de preparação, caso fique perdido:

  1. Nunca faça trilhas e acampamentos sem avisar alguém sobre seus planos
    • Informe local de início e fim da excursão, duração, trajeto. Assim, caso aconteça algum atraso, alguém perceberá a demora e poderá informar as autoridades.
  2. Nunca faça trilhas e acampamentos sozinho
  3. Conhecimento do local
    • Nunca faça uma caminhada sem conhecer muito bem a região – e não vá além do trecho que conhece! Caso não esteja familiarizado com o local, vá acompanhado de um guia. Em ambos os casos, ande apenas pela trilha, inclusive para evitar degradar o local.
    • Sempre olhe para trás durante a trilha. A volta parece diferente da ida. E o cansaço também não colabora para reconhecer melhor o caminho. Olhar para trás pode ajudar a tornar o caminho de volta mais conhecido.
  4. Condicionamento físico
    • Escolha uma caminhada compatível com o preparo físico de seu grupo. Tenha certeza que o preparo físico do grupo é adequado ao nível de dificuldade da trilha. Se a dificuldade for superior ao preparo físico, as pessoas se cansarão mais rápido, demorarão mais que o planejado, e com isso precisarão de mais água e comida.
  5. Condições meteorológicas
    • Acompanhe a previsão do tempo meteorológico para a data/período em que planeja fazer a atividade. Não pense duas vezes em remarcar/cancelar caso as condições não sejam aquelas para as quais vocês se prepararam. E se planeje para possíveis mudanças que possam acontecer, leve roupas para caso isso aconteça.
  6. Tenha sempre um kit de primeiros socorros à disposição
    • Esperamos nunca precisar, mas é essencial sempre ter um bom kit para coisas mais simples, além de saber utilizá-lo corretamente.
  7. Tenha um GPS ou uma bússola e um mapa da região
    • Essa orientação é especialmente importante caso a trilha seja desconhecida. Ter equipamento(s) de orientação pode fazer a diferença entre permanecer perdido e sair de uma situação de desorientação.
  8. Tenha um celular com bateria
    • Apesar de existirem locais em que não há sinal, hoje em dia a cobertura das operadoras está aumentando. Ter um celular com bateria para solicitar o socorro em caso de emergência é um bom recurso. E, havendo sinal, será possível enviar a localização utilizando o WhatsApp, o que facilitaria o socorro, como já aconteceu com o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina.
  9. Faça a previsão de alimentos e água para o caso de imprevistos
    1. Esses imprevistos tanto podem ser mudanças no tempo, quanto acidentes (entorses, fraturas, etc.). Além desses, existe outro “imprevisto”, o de subestimar o tempo que o grupo gastaria numa determinada trilha/excursão.
    2. Imprevistos aumentam a duração da trilha/excursão. Mais tempo na trilha = maior consumo de alimentos e água.

Nossas dicas foram adaptadas das seguintes fontes:

http://webventureuol.uol.com.br/h/noticias/regras-para-a-caminhada-na-mata-nao-virar-pesadelo/8046

http://oglobo.globo.com/rio/especialistas-dao-dicas-de-como-se-preparar-para-trilhas-6933824

http://www.trekkingbrasil.com/10-erros-comuns-na-trilha-e-camping/

http://www.sc.gov.br/mais-sobre-defesa-civil-e-bombeiros/8995-aplicativo-de-telefonia-movel-auxilia-operacoes-de-busca-e-resgate-do-corpo-de-bombeiros

Segurança básica na água

Uma das especialidades mais importantes do Clube de Desbravadores, ao meu ver, é a de Segurança básica na água. Especialmente o requisito 11, que trata das regras de segurança quando estiver próximo à água. No post de hoje vamos apresentar algumas regras importantes.

  • Regras gerais

    • Evite brincadeiras como simulações de afogamentos ou forçar a cabeça de um amigo para dentro da água;
    • Oriente as crianças sobre os perigos e não deixe que elas entrem na água sozinhas;
    • É indispensável a presença de um adulto quando as crianças estiverem na piscina;
    • Boias infláveis, colchões e outros artefatos infláveis de borracha não substituem coletes salva-vidas e podem dar a falsa sensação de segurança. Além disso, ventos ou ondas podem levá-los para longe;
    • Instale e disponibilize boias salva-vidas em locais visíveis, ao redor de piscinas, lagos e rios;
    • Não mergulhe de cabeça em lugares rasos ou em que você não conhece a profundidade;
    • Não nade à noite, exceto em piscinas que sejam bem iluminadas;
    • Não insista em ficar dentro da água caso esteja com frio;
    • Não entre em águas profundas logo após alguma atividade cansativa;
  • Segurança no rio

    • Antes de entrar na água, fique atento às informações de profundidade e correnteza no local;
    • Não salte de pedras ou galhos de árvores para dentro da água;
    • Se não souber nadar, não se afaste da margem e evite atravessar de uma margem à outra;
    • Mesmo sabendo nadar, evite tomar banho em rios caudalosos.
  • Segurança na piscina

    • Evite correr e pular em volta da piscina, pois geralmente a borda da piscina fica molhada e escorregadia;
    • Nunca se aproxime dos ralos instalados nas piscinas, nem tente obstruir a passagem de água.
  • Segurança no mar

    • Tome banho perto das guaritas dos salva-vidas e se informe do horário em que eles estão nas guaritas;
    • Não se afaste da borda do mar. O ideal é que a água não passe da cintura;
    • Não fique perto de pedras e costeiras, é escorregadio e você pode se ferir ou ser surpreendido por uma onda forte.

Como pedir por socorro dentro da água?

  • Mantenha-se apenas flutuando e acene por socorro. Só grite se realmente alguém puder lhe ouvir, caso contrário, você estará se cansando e acelerando o afogamento. Acenar por socorro geralmente é menos desgastante e produz maior efeito.
  • No mar, uma boa forma de se salvar é nadar ou deixar se levar para o alto mar, fora do alcance da arrebentação e a favor da correnteza, acenar por socorro e aguardar. Ou se você avistar um banco de areia tentar alcançá-lo.
  • Em rios ou enchentes, procure manter os pés à frente da cabeça, usando as mãos e os braços para dar flutuação. Não se desespere tentando alcançar a margem de forma perpendicular, tente alcançá-la na diagonal, utilizando a correnteza a seu favor.

Como se livrar de uma cãibra dentro da água?

  • Mantenha a calma;
  • Se possível, tente sair da água ou chegar a um lugar mais raso;
  • Procure flutuar de costas;
  • Avise alguém que esteja por perto, para que te ajude(m);
  • Procure reverter as contrações, alongando o membro acometido, forçando os músculos no sentido contrário ao que eles estão se contraindo, até que a dor e o espasmo cessem;
  • O músculo que mais frequentemente sofre com cãibras na natação é a panturrilha. Para se livrar de uma cãibra na panturrilha, flutue de costas, estique bem a perna e force a ponta dos pés em direção à sua cabeça;
  • Saia da piscina e não volte a nadar após, você pode ter outra cãibra facilmente.

Fontes:

Curta o Acampamento de Verão com Segurança

Manual do Curso de Emergências Aquáticas da SOBRASA

Natação: cãibras em águas abertas

Tenha cuidado com cãibras musculares na prática de natação no Inverno

Saiba como evitar e lidar com cãibras na água

5 maneiras de conseguir recursos para o seu Clube

Acredito que sempre há dinheiro disponível para bons projetos/ideias. E não pensem que sempre frequentei Clubes “ricos”. Pelo contrário, a maior parte de todo o meu tempo estive em Clubes cujos membros tinham grande dificuldade financeira, bem como a igreja local. Mas nunca deixamos de participar de qualquer evento ou atividade por causa de dinheiro! Pode parecer um pouco utópico, mas até hoje mantenho firme minha fé nisso aí, rs.

Nesse sentido, vamos apresentar hoje 5 maneiras práticas que qualquer Clube de Desbravadores pode empenhar para arrecadar fundos para as suas atividades.

1. Apadrinhamento | Talvez a forma mais fácil na maioria dos casos. Apesar de ser um método bastante simples, exige alguns “detalhes” importantes por parte do Clube. Para conseguir um padrinho, é necessário que ele saiba exatamente qual o custo deste desbravador no ano. Assim, o Clube precisa ter um bom planejamento financeiro. Sugerimos, neste caso, que se faça um levantamento de todas as atividades do ano, mensalidades, saídas, uniforme e etc. Ao agir assim, o Clube não apenas evidencia sua transparência financeira, como demonstra ao patrocinador excelente planejamento administrativo e financeiro, garantindo-lhe que seu dinheiro será bem investido. Abaixo um exemplo:

A vantagem deste método é que você pode oferecer ao padrinho formas facilitadas para pagar, dividindo em 3, 4, 6 ou 10 vezes, conforme ficar melhor para ele e para o Clube. Assim, em momentos de eventos e saídas, não ficará pesado para ele.

Caso o valor fique elevado para uma única pessoa ajudar, você pode perguntar com quanto ele pode contribuir. Assim, você tenta conseguir mais alguém para financiar o mesmo desbravador.

A busca pelo padrinho pode começar na própria igreja local, em seguida pais e familiares, amigos, empresários, políticos, etc. Em geral conseguimos no próprio círculo de amizades/familiares/igreja.

2. Patrocínio | Neste método, busca-se patrocínio financeiro de terceiros, como empresas, pequenos comércios, recursos públicos*, ONGs, etc. A diferença principal é que o patrocínio é para o Clube em si, e não para um membro específico, uma vez que estamos falando em valores mais altos! Mais uma vez, o requisito do planejamento administrativo e financeiro é obrigatório, afinal, nenhum empresário, ONG ou setor público investirá seu dinheiro em algo que não acreditem!

Insistimos neste momento na elaboração de um planejamento anual, com uma estimativa real dos gastos do Clube para aquele ano, incluindo todas as despesas. O tesoureiro e o diretor do Clube deverão gastar um bom tempo neste sentido, para fazer algo palpável, real e que demonstre confiança a “investidores” externos.

Há neste sentido uma ressalva importante: em geral, patrocinadores exigem/pedem alguma contrapartida. Nestes casos, deve-se atentar a não ferir os princípios da Igreja Adventista do Sétimo Dia e a filosofia do Clube de Desbravadores. Em caso de dúvidas a esse respeito, consulte o departamento de desbravadores do seu Campo.

3. Vendas | Outra opção que pode ser interessante em muitos casos é obter recursos através de vendas: bazar, almoço/jantar beneficente, produtos artesanais, sociais, etc. Neste sentido, é obrigatória a leitura da Filosofia do Clube de Desbravadores sobre Vendas, p. 91-92 do Manual Administrativo, também disponível AQUI.

Além de ficar atento a respeito da filosofia de vendas ,é preciso verificar se esta será uma opção viável para arrecadar fundos. Isto porque, se não planejada, a ação pode gerar mais despesas do que receitas e trazer mais uma dívida para o Clube! Assim, tente ao máximo conseguir arrecadar tudo o que precisa para a ação: se for almoço/jantar, tente arrecadar os alimentos; se for bazar, arrecade todos os itens que serão vendidos, etc.

Ainda, é possível obter uma grande vantagem deste método: a realização de uma feira dos desbravadores! Uma feira bem organizada, planejada e divulgada envolverá todos os desbravadores na execução de especialidades de Artes e habilidades manuais, evidenciará os benefícios do Clube para a comunidade e, com isto, consequentemente trará mais patrocinadores para outras ações, saídas, etc.

4. Parcerias | Este método assemelha-se ao patrocínio, porém, neste caso o auxílio virá mediante oferta de materiais e/ou mão-de-obra. Por exemplo: parceria com empresa fornecedora de tecidos; alguém que se disponibiliza a confeccionar os uniformes gratuitamente ao Clube. Em alguns casos, o Clube pode obter grande apoio do Poder Público. Por exemplo, algumas Prefeituras possuem fanfarra e não têm ninguém para tocá-la! Neste caso, o Clube não ganharia a fanfarra, mas teria a oportunidade de usá-la e, ainda, representar o Município em desfiles, etc., o que aumentaria ainda mais a visibilidade do movimento. Outras formas de parceria incluem gratuidade de transporte, fornecimento de água para eventos, etc. Vasculhem as grandes empresas da sua cidade/estado, pois muitas possuem recursos (financeiros e materiais) já separados para ações voluntárias!

5. Apoio financeiro da Igreja | Por último, e não menos importante, gostaríamos de salientar a participação da igreja local no orçamento do Clube. É sabido de todos que a igreja deve destinar uma parte de suas ofertas para cada departamento. A divisão varia de acordo com cada igreja.

O foco aqui não é incentivá-los a sair por aí brigando com o tesoureiro falando que o Clube tem direito a uma porcentagem da oferta! Mas sim, através de uma conversa amigável e de um processo gradual de relacionamento, mostrar à Igreja que o Clube tem cumprido com sua função de ganhar/manter almas. Um Clube que caminha de mãos dadas com os propósitos da Igreja, só tem a ganhar!

Com uma relação já madura, é possível pleitear maiores valores para o Clube. Um exemplo é o Clube Bandeirantes, que participei de 2008 a 2015 e tive a oportunidade de dirigi-lo em 2014-2015. A igreja local destina a segunda maior porcentagem da oferta ao Clube, a primeira é dos jovens! Já pensou que maravilha?! Isto porque a igreja vê o Clube com excelentes olhos. Claro que essa visão não foi do dia para a noite, foi um processo que já dura 30 anos!

Desta forma, crie uma relação positiva com a sua Igreja e envolva o Clube nos projetos, de forma a contribuir com a sua missão. É uma via de benefício a todos os envolvidos.

Tentamos listar acima algumas maneiras práticas e amplamente disponíveis a todos os Clubes para arrecadar fundos. Já tivemos a oportunidade de adotar todas elas e todas foram eficazes! Uma dica é não se apegar a apenas um método. Use o método que for mais vantajoso para aquela situação específica. A variedade deles é que tornará ainda mais fácil conseguir os recursos.

Mais uma vez ressalto a importância de o Clube ter um excelente projeto financeiro e administrativo. O Clube tem que ser relevante para a comunidade para que a comunidade queira apoiá-lo! Um Clube que não faz diferença no seu bairro/cidade, não vai conseguir ir muito longe em nenhum aspecto…

Você conhece outras formas de arrecadar fundos? Então comente aqui embaixo! E não se esqueça de compartilhar este post nas redes sociais. Para ajudá-los no planejamento financeiro, clique AQUI e veja nossa planilha de tesouraria.

*A utilização de recursos públicos geralmente envolve uma série de requisitos. Verifique na sua Prefeitura o que é necessário para obtê-los. Talvez será necessário que a sua igreja intermedeie esse processo para vocês.

Elaboração de projetos ambientais para clubes de Desbravadores

Se pesquisarmos no Google as expressões “clube de desbravadores” e “projetos ambientais”, encontraremos diversas ações que Clubes de Desbravadores em todo o Brasil desenvolvem: plantio de mudas, limpeza de parques, trilhas e cursos d’água, produção de sacolas ecológicas, confecção de lixeiras para parques, campanhas de conscientização ambiental, são vários projetos diferentes!

E elaborar um projeto ambiental relevante para sua comunidade não é uma coisa complicada. Para te ajudar nesta tarefa, abordaremos de uma maneira básica alguns passos para fazer um projeto interessante com o seu Clube.

  1. A primeira etapa para a elaboração de um projeto ambiental para o seu Clube é o levantamento de problemas ambientais a serem resolvidos. Existem algumas ações que podem ser feitas para identificar os problemas, tais como:
    1. Realizar uma palestra com os desbravadores sobre problemas ambientais e dar um prazo para que eles tragam uma lista de problemas que eles observaram em seu dia-a-dia;
    2. Fazer uma atividade com os desbravadores em um local que tenha algum problema ambiental, mostrar o problema e fazer um levantamento rápido de ações que poderiam ser feitas;
    3. Entrar em contato com o setor responsável pela parte ambiental do seu Município, bairro, etc. Esse contato visa mostrar o interesse do Clube em trabalhar em prol do meio ambiente, conhecer projetos em que o Clube poderia trabalhar e descobrir problemas que a Administração Pública enxerga como prioritários. Além disso, serve para estabelecer uma conexão para buscar apoio para a fase de execução do projeto;
  2. A segunda etapa é a definição de soluções para os problemas. As soluções podem ser de curto, médio ou longo prazo. Considero que o ideal para se trabalhar com os desbravadores são as soluções de curto e/ou médio prazo (no máximo 3 anos) por dois motivos principais: 1. quanto mais longo for o projeto, mas difícil será sua elaboração e execução; 2. Quanto mais longo for o projeto, maior a chance de os desbravadores não verem o resultado de suas ações. A definição das soluções pode ser feita de diversas formas, como:
    1. Conversa com especialistas (pesquisadores, profissionais da área, ONG’s);
    2. Pesquisa em livros e artigos;
    3. Brainstorming com os desbravadores que vão participar. É essencial que a pessoa que vá conduzir o brainstorming já tenha feito um bom levantamento de soluções;
  3. A terceira etapa é a elaboração de um cronograma detalhado. O cronograma do projeto deve conter:
    1. Todas as fases de execução;
    2. Duração de cada fase;
    3. Início e fim do projeto:
      1. O início e/ou o fim do projeto pode ser obrigatório, dependendo do projeto escolhido. Por exemplo, projetos de plantio de mudas e de limpeza de corpos d’água são diretamente influenciados pelo período de estiagem e período chuvoso. Fique atento
    4. Pessoa ou equipe responsável pela execução de cada fase;
    5. Materiais necessários à execução de cada fase;
  4. A quarta etapa é o levantamento de custos. Após fazer o levantamento do material necessário para todas as fases do projeto, é a hora de fazer os orçamentos. O ideal é fazer orçamento em pelo menos três locais, para reduzir ao máximo os custos.
  5. A quinta etapa a busca por apoio. Esse apoio pode ser tanto financeiro quanto logístico. E pode ser buscado em empresas ou órgãos públicos. Essa etapa pode ser realizada em conjunto com a quarta etapa, aproveitando o levantamento de custos para conseguir doações e/ou apoio logístico. É comum encontrar empresas que gostariam de ter seu nome vinculado a algum projeto ambiental.

Clube de Desbravadores Bandeirantes, de Patos de Minas, em mutirão de limpeza no Parque Municipal do Mocambo.

Caso você queira se aprofundar, aqui estão dois manuais de elaboração de projetos socioambientais:

Guia de Elaboração de Pequenos Projetos Socioambientais para Organizações de Base Comunitária, do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).

Manual para Elaboração, Administração e Avaliação de Projetos Socioambientais, da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

E fique de olho no nosso Cantinho que em breve postaremos modelos de projetos para você desenvolver no seu Clube.

Livros do ano 2017

Todo mundo gosta de novidade! Que tal anotar, mais uma vez em primeira mão, a lista dos livros do ano 2017? A Equipe Cantinho da Unidade consultou a Casa Publicadora Brasileira, que gentilmente nos informou a lista.

Todos os livros já se encontram disponíveis para compra no site da Casa Publicadora Brasileira.

Post atualizado em 27/12/16.

 

Adultos

Mente, Caráter e Personalidade II, Ellen White

Grande parte deste livro faz advertências e dá conselhos práticos referentes ao relacionamento entre professor e aluno, pastor e membro da igreja, médico e paciente, pais e filhos. Essas declarações ajudarão na compreensão do que é o homem, bem como seu relacionamento com o ambiente terrestre, com Deus e com o Universo.

Este volume é continuação do livro Mente, Caráter e Personalidade I.


Desbravadores

O Milionário da Caverna, Doug Batchelor e Marilyn Tooker

Como filho de um milionário, Doug Batchelor tinha tudo o que o dinheiro podia comprar – tudo menos felicidade. Ele usava drogas, brigava na escola e alimentava fantasias suicídas. Desgostoso consigo mesmo e convecido de que a vida não tinha sentido, Doug estava determinado a experimentar toda a diversão e emocão que pudesse encontrar, inclusive morando em uma caverna. Mas Deus tem Seus planos, superiores aos nossos.

 


Jovens

A Revolução do Espírito, Ron E.M.Clouzet

Você está preparado?

A história da Igreja Adventista do Sétimo Dia tem sido repleta de oportunidades que permitiriam o derramamento do Espírito Santo sobre as pessoas e preparariam o caminho para a chuva serôdia. A igreja tem deixado que coisas menores se tornem mais importantes do que “a maior de todas as nossas necessidades”.

Em 1887, Ellen White insistiu em que contemplemos a Jesus, e seu conhecido apelo ainda ecoa hoje: “Um reavivameno da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo deve ser nossa primeira ocupação.”

A Revolução do Espírito apresenta sólidos conceitos bíblicos apoiados em poderosas histórias de vidas transformadas e mostra que o Espírito Santo quer guiar o povo de Deus, do tempo do fim, em sua busca pela verdadeira piedade.

 

Universitários

Mundo Virtual, Vanderlei Dorneles

Quais são as consequências e os desdobramentos da prolongada, ininterrupta e ansiosa conexão com as letras? Como a família e o casamento são afetados pela cultura e o modo de vida de ciberespaço? De que maneira a experiência religiosa é impactada em um mundo marcado pela cultura virtual? Essas e outras questões essenciais são abordadas nos diversos capítulos deste livro.

Mundo Virtual foi planejado para não ser apenas um eco dos receios diante das novas tecnologias, mas também para oferecer uma análise equilibrada do contexto atual. Interessa aos cristãos saber como as novas tecnologias da comunicação e da internet podem ser empregadas para um grande movimento de testemunho e proclamação da mensagem de salvação e da chegada do reino de Deus.

 

Aventureiros

Guerra no Céu, Ariane Oliveira

Há uma grande luta entre os exércitos do bem e do mal acontecendo neste momento, e todos nós estamos envolvidos. Como saber de que lado ficar? Escrito especialmente para o público infantil, este livro que é uma adaptação do clássico O Grande Conflito, de Ellen G. White, revela detalhes imperdíveis desse combate milenar.

Ao ler esta obra, você conhecerá as características dos dois exércitos, descobrirá o que o Grande General guarda em Seu cofre secreto e saberá onde fica a verdadeira Casa de Comando. Além disso, aprenderá sobre o grande desfecho da guerra e será convidado a se alistar no exército vencedor.

1- Alberto

Aplicativo Desbravadores – atualização

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Os desbravadores da Divisão Sul-Americana ganharam de presente hoje, no dia mundial do desbravador, a atualização do aplicativo oficial.

Anteriormente o aplicativo disponibilizava para consulta rápida apenas os requisitos das classes e especialidades. Com a atualização, contamos agora com 9 recursos: ano bíblico, estudo bíblico, bíblia, classes, especialidades, manuais, cartão virtual, clubes e vídeos.

aplicativo-desbravadores

Para conferir cada item da atualização, confira o vídeo abaixo, elaborado pela Divisão Sul-Americana.

No momento, o aplicativo está disponível nas plataformas Android e IOS. Clique abaixo para baixar.

goodesbraitunesporticon

Caso você já tenha o aplicativo instalado, baixa acessar o Google Play ou o App Store, localizar o aplicativo e clicar na opção de atualizar.

1-Alberto

Dia mundial do desbravador 2016 – ideias para o JA

dest-desbravadores

Olá meus amigos,

Conforme prometido no post anterior, vamos ao nosso programa do sábado à tarde. O programa irá falar de grandes campeões das competições esportivas. Abaixo segue a doxologia.

  1. Louvor
  • Coragem pra vencer
  • Vencedor cada dia
  1. Oração inicial 
  1. O programa – histórias de vencedores (desbravadores – escolha os que falam e se expressam bem, prepare para que essas explanações sejam bem dinâmicas e descontraídas, sem leitura, por favor!!).

Introdução

Você conhece a história da Maratona?

Assim como toda lenda, a história da maratona é recheada de curiosidades e fatos extravagantes que, com o tempo, ganharam ainda mais misticismo quanto à sua origem.

Uma das versões mais aceitas em relação ao surgimento da corrida de 42km e 195 metros remete ao ano de 490 a.C., quando soldados atenienses marcharam até a Planície de Marathónas para combaterem os persas, na batalha que fazia parte das Guerras Médicas.

Como estavam em um número muito menor, os gregos precisavam de reforços para conseguirem a vitória. Desta forma, o comandante Milcíades resolveu escalar um de seus melhores corredores para cobrir a distância de 40 km, que separava a cidade que estavam de Atenas, e pedir ajuda.

Pheidippides foi o escolhido para a tarefa de percorrer o percurso acidentado até a atual capital grega. Lá chegando, conseguiu reunir cerca de 10 mil soldados, com os quais voltou para o local da batalha.

Após a vitória sobre o poderoso exército persa, Milcíades decidiu mandar novamente seu experiente corredor até Atenas, para passar a boa notícia. Mesmo exausto, Pheidippides correu novamente os cerca de 40 km que separavam as cidades, e chegando lá, conseguiu apenas dizer uma única palavra antes de cair morto: vencemos.
E de onde vieram então os tais dos 42.195?

No ano de 1896, em homenagem ao herói grego, os organizadores dos primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna decidiram criar a prova, que, a princípio, possuía cerca de 40 km. A distância atual só foi fixada no ano de 1908, nas Olimpíadas de Londres, para que a família real britânica pudesse acompanhar o início da prova do jardim do Palácio de Windsor.

Fonte

As histórias de diversas competições e competidores chamam bastante a atenção por suas peculiaridades, por suas histórias de superação, garra e testar o corpo ao limite. Essas realizações atraem milhares fãs e patrocinadores a esses recordistas.

Por que será que esses atletas atraem multidões?

Simplesmente porque suas histórias encantam pelas diversas dificuldades e situações que eles passam para conseguiram o seu tão sonhado prêmio. Isso muitas vezes serve de motivação e impulsiona muitos a imitá-los também.

Ao longo do nosso programa de hoje, conheceremos diversas histórias de pessoas que superaram muitas dificuldades e se tornaram verdadeiros campeões, dignos de subiram no pódio (aponta para o pódio).

O desbravador aponta para o pódio e deixa a frente da igreja.

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Nota do autor do programa: ao longo da programação existirão seis esquetes (que são pequenas apresentações teatrais). É muito importante que escolham pessoas que falem com muita naturalidade, sem parecer um texto decorado, atente-se à faixa etária das pessoas escolhidas. As pessoas têm de se levantar e seguir caminhando pela igreja e falando sem dar atenção à plateia, colocando emoção nas partes que precisam de emoção e dando pequenas pausas para deixar aquele ar de dramatização. É literalmente um monólogo, por isso pratique a entonação da voz, movimentos das mãos e o andar. Antes de fazer essa cena, ensaie (preferencialmente no local da apresentação). Não deixe para improvisar e escolher alguém no último momento, tenho certeza que se você seguir essas dicas, seu programa ficará bem mais interessante.

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