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Calculadora de membros – VII Campori da UCB

Recentemente elaboramos uma calculadora de membros para o III Campori da UCOB, para auxiliar as diretorias dos clubes da União Centro-Oeste Brasileira a calcular quantos desbravadores e membros da direção poderão levar para o Campori.

Agora, atendendo ao pedido do Danilo Gibin, da Associação Paulista Oeste/União Central Brasileira, elaboramos esta para o VII Campori da UCB.

A proporção entre desbravadores e membros da direção definida para o VII Campori da UCB encontra-se na página 6 do Manual de Orientações, mas foi corrigida pelo Boletim Informativo #1, e agora está da seguinte forma:

“A quantidade mínima de inscritos será de 15 membros do clube, sendo que 60% tem que ser de desbravadores, na idade de 10 a 15 anos. Os demais, até 40% são membros da diretoria acima de 16 anos. Exemplo: 60% = 9 desbravadores e, 40% = 6 diretores”

Desta forma, elaboramos as três seguintes calculadoras;

1) para quem deseja calcular a quantidade de membros da direção com base no número de desbravadores;

2) para calcular a quantidade (mínima ou máxima) de desbravadores com base no número de membros da direção;

3) para confirmar se a quantidade de desbravadores e membros da direção que você pretende levar obedece a proporção apresentada no Manual de Orientações do Campori.

Como não somos da União Central Brasileira, caso tenham alguma dúvida, sugerimos que procurem o seu regional ou a secretária do seu Campo.

Calculadora de membros – III Campori da UCOB

Ansioso para garantir uma das 13 mil vagas disponíveis para o III Campori de Desbravadores da UCOB?! Coração palpitando e emoções a mil! Fique atento, pois o sistema será liberado para a a compra de vagas dia 13 de março (segunda-feira), às 9h00min.

E uma coisa que sempre nos passa à mente ao inscrever um Clube para um Campori é a relação entre o número de desbravadores e membros da direção. Em geral, recorremos à boa e velha regra de 3. Para cada Campori há uma proporção definida. Sobre isso, o Manual de Orientações do III Campori da UCOB apresenta as seguintes informações:

“2. A quantidade mínima de inscritos por Clube será de 20 pessoas, sendo no mínimo 20% e no máximo 40% diretoria. E no mínimo 60% a 80% Desbravadores. (p. 8).

“7. As Inscrições devem Respeitar as Seguintes Proporções:

“a) no mínimo 60% dos inscritos pagantes deverão ter entre 10 e 15 anos […] (p.9).

“b) no máximo 40% do número total de inscritos pagantes de cada Clube poderá ser de diretoria, ou seja, com idade a partir de 16 anos. Além da equipe de apoio do Clube, crianças abaixo de 10 anos que são filhos de membros da diretoria também contam entre os 40%. […]” (p.10).

Para facilitar a vida dos líderes de desbravadores nesse cálculo, elaboramos três calculadoras bem práticas [finalmente poderemos deixar as mil combinações de regras de 3 de lado, rs].

A primeira delas é para quem deseja calcular a quantidade (mínima ou máxima) de membros da direção com base no número de desbravadores.

A segunda é para calcular a quantidade (mínima ou máxima) de desbravadores com base no número de membros da direção.

A terceira é apenas para confirmar se a quantidade de desbravadores e membros da direção que você pretende levar obedece a proporção apresentada no Manual de Orientações do Campori.

Se tiver qualquer dúvida quanto às proporções do Manual do Campori, nos pergunte. Se não soubermos, procuraremos a resposta o mais breve possível.

O que fazer quando não quiser ficar perdido

Apresentar 10 regras para uma caminhada e explicar o que fazer quando estiver perdido.

Esse é um requisito muito importante da classe de Amigo, uma das primeiras coisas que um desbravador precisa saber e que os Clubes trabalham relativamente bem (daqui a pouco vou explicar o porquê do relativamente).

Porém, mais importante que saber o que fazer quando estiver perdido, é saber como evitar se perder em caminhadas, excursões, trilhas e acampamentos. Conforme o ditado popular, “É melhor prevenir do que remediar“. Por isso, esse aspecto deveria ser mais trabalhado nas regras de caminhada e ainda mais enfatizado com os membros da direção, especialmente com aqueles responsáveis pela organização das saídas do Clube em meio à natureza.

Mas, infelizmente, existem Clubes que negligenciam esse ponto e põem seus membros em risco. Na maioria das saídas, nada de ruim acontece, ninguém se perde, mas eventualmente algum Clube de Desbravadores aparece em uma manchete por causa de um incidente com todo o grupo ou parte do grupo de acampantes/excursionistas. E alguns desses incidentes (talvez todos) poderiam ser evitados se fosse mais enfatizado o “como não se perder” ao invés do “o que fazer quando estiver perdido”. “Acidentes” que poderiam ser evitados não são acidentes.

Grupo resgatado na Serra do Mar pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Existem alguns prejuízos que podem advir desses incidentes, entre eles:

  1. Trabalho dado aos órgãos públicos;
    • Muitos recursos humanos e materiais são empregados em operações de busca e resgate. Esses recursos públicos estão disponíveis e devem ser utilizados quando necessário. Mas não é porque eles estão disponíveis que devemos utilizá-los.
  2. Trauma que pode ser causado em alguns desbravadores;
    • As pessoas são diferentes umas das outras, e por essa razão elas terão reações diferentes em uma situação dessas. Algumas podem manter a calma, buscar encontrar soluções, tirar lições (por exemplo, perceber o que poderiam ter feito para evitar que isso acontecesse). Mas para outras pessoas, a situação de estar perdido em um ambiente desconhecido e sem sensação de segurança pode ser angustiante e desesperadora. Alguns desbravadores podem ficar traumatizados e nunca mais querer acampar ou fazer caminhadas em meio à natureza.
  3. Imagem do Clube de Desbravadores e da Igreja que são manchadas ante a sociedade;
    • A imagem que o Clube de Desbravadores possui perante a sociedade depende das ações (tanto positivas quanto negativas) que os Clubes adotam e do nível de repercussão dessas ações na sociedade. As ações podem não ter repercussão, repercutir no bairro, no Município, no Estado, no País ou mesmo mundo. Quando qualquer grupo se perde ou se acidenta numa trilha, excursão ou acampamento, em geral, a repercussão é muito grande. E, em geral, passa uma impressão de falta de organização, falta de preparo, etc.
    • Vários Clubes podem ser manchados pela ação de um só, dependendo da repercussão  do incidente, fechando portas e criando barreiras para ações futuras. Por exemplo, a administração de um Parque pode não conceder autorização para o Clube “X” acampar ou fazer trilhas no Parque devido a um incidente anterior que aconteceu com o Clube “Y”.
  4. Perda da credibilidade do Clube junto aos pais dos atuais desbravadores e possíveis futuros desbravadores;
    • Esse aspecto é um desdobramento do anterior, e pode ter consequências no próprio Clube ou atingir outros Clubes, conforme a repercussão do incidente:
      • Pais podem retirar seus filhos do Clube em razão de um incidente, por considerarem que a direção do Clube é irresponsável, etc.;
      • Pais podem retirar seus filhos de um Clube em razão de um incidente que ocorreu com outro Clube, por considerarem que a instituição Clube de Desbravadores é irresponsável, etc;
      • Por exemplo, quando houve uma morte de uma pessoa ao fazer rapel em uma cachoeira em que eu costumava fazer rapel, minha avó insistia comigo para que eu parasse de fazer rapel.
  5. Os aspectos 3 e 4 podem ainda manchar a imagem da Igreja Adventista do Sétimo Dia, uma vez que o Clube de Desbravadores é um departamento da igreja.

Então, para evitar ou minimizar as chances de acontecerem incidentes desse tipo, aqui estão algumas dicas do que fazer para não ficar perdido, além de outras dicas de preparação, caso fique perdido:

  1. Nunca faça trilhas e acampamentos sem avisar alguém sobre seus planos
    • Informe local de início e fim da excursão, duração, trajeto. Assim, caso aconteça algum atraso, alguém perceberá a demora e poderá informar as autoridades.
  2. Nunca faça trilhas e acampamentos sozinho
  3. Conhecimento do local
    • Nunca faça uma caminhada sem conhecer muito bem a região – e não vá além do trecho que conhece! Caso não esteja familiarizado com o local, vá acompanhado de um guia. Em ambos os casos, ande apenas pela trilha, inclusive para evitar degradar o local.
    • Sempre olhe para trás durante a trilha. A volta parece diferente da ida. E o cansaço também não colabora para reconhecer melhor o caminho. Olhar para trás pode ajudar a tornar o caminho de volta mais conhecido.
  4. Condicionamento físico
    • Escolha uma caminhada compatível com o preparo físico de seu grupo. Tenha certeza que o preparo físico do grupo é adequado ao nível de dificuldade da trilha. Se a dificuldade for superior ao preparo físico, as pessoas se cansarão mais rápido, demorarão mais que o planejado, e com isso precisarão de mais água e comida.
  5. Condições meteorológicas
    • Acompanhe a previsão do tempo meteorológico para a data/período em que planeja fazer a atividade. Não pense duas vezes em remarcar/cancelar caso as condições não sejam aquelas para as quais vocês se prepararam. E se planeje para possíveis mudanças que possam acontecer, leve roupas para caso isso aconteça.
  6. Tenha sempre um kit de primeiros socorros à disposição
    • Esperamos nunca precisar, mas é essencial sempre ter um bom kit para coisas mais simples, além de saber utilizá-lo corretamente.
  7. Tenha um GPS ou uma bússola e um mapa da região
    • Essa orientação é especialmente importante caso a trilha seja desconhecida. Ter equipamento(s) de orientação pode fazer a diferença entre permanecer perdido e sair de uma situação de desorientação.
  8. Tenha um celular com bateria
    • Apesar de existirem locais em que não há sinal, hoje em dia a cobertura das operadoras está aumentando. Ter um celular com bateria para solicitar o socorro em caso de emergência é um bom recurso. E, havendo sinal, será possível enviar a localização utilizando o WhatsApp, o que facilitaria o socorro, como já aconteceu com o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina.
  9. Faça a previsão de alimentos e água para o caso de imprevistos
    1. Esses imprevistos tanto podem ser mudanças no tempo, quanto acidentes (entorses, fraturas, etc.). Além desses, existe outro “imprevisto”, o de subestimar o tempo que o grupo gastaria numa determinada trilha/excursão.
    2. Imprevistos aumentam a duração da trilha/excursão. Mais tempo na trilha = maior consumo de alimentos e água.

Nossas dicas foram adaptadas das seguintes fontes:

http://webventureuol.uol.com.br/h/noticias/regras-para-a-caminhada-na-mata-nao-virar-pesadelo/8046

http://oglobo.globo.com/rio/especialistas-dao-dicas-de-como-se-preparar-para-trilhas-6933824

http://www.trekkingbrasil.com/10-erros-comuns-na-trilha-e-camping/

http://www.sc.gov.br/mais-sobre-defesa-civil-e-bombeiros/8995-aplicativo-de-telefonia-movel-auxilia-operacoes-de-busca-e-resgate-do-corpo-de-bombeiros

Elaboração de projetos ambientais para clubes de Desbravadores

Se pesquisarmos no Google as expressões “clube de desbravadores” e “projetos ambientais”, encontraremos diversas ações que Clubes de Desbravadores em todo o Brasil desenvolvem: plantio de mudas, limpeza de parques, trilhas e cursos d’água, produção de sacolas ecológicas, confecção de lixeiras para parques, campanhas de conscientização ambiental, são vários projetos diferentes!

E elaborar um projeto ambiental relevante para sua comunidade não é uma coisa complicada. Para te ajudar nesta tarefa, abordaremos de uma maneira básica alguns passos para fazer um projeto interessante com o seu Clube.

  1. A primeira etapa para a elaboração de um projeto ambiental para o seu Clube é o levantamento de problemas ambientais a serem resolvidos. Existem algumas ações que podem ser feitas para identificar os problemas, tais como:
    1. Realizar uma palestra com os desbravadores sobre problemas ambientais e dar um prazo para que eles tragam uma lista de problemas que eles observaram em seu dia-a-dia;
    2. Fazer uma atividade com os desbravadores em um local que tenha algum problema ambiental, mostrar o problema e fazer um levantamento rápido de ações que poderiam ser feitas;
    3. Entrar em contato com o setor responsável pela parte ambiental do seu Município, bairro, etc. Esse contato visa mostrar o interesse do Clube em trabalhar em prol do meio ambiente, conhecer projetos em que o Clube poderia trabalhar e descobrir problemas que a Administração Pública enxerga como prioritários. Além disso, serve para estabelecer uma conexão para buscar apoio para a fase de execução do projeto;
  2. A segunda etapa é a definição de soluções para os problemas. As soluções podem ser de curto, médio ou longo prazo. Considero que o ideal para se trabalhar com os desbravadores são as soluções de curto e/ou médio prazo (no máximo 3 anos) por dois motivos principais: 1. quanto mais longo for o projeto, mas difícil será sua elaboração e execução; 2. Quanto mais longo for o projeto, maior a chance de os desbravadores não verem o resultado de suas ações. A definição das soluções pode ser feita de diversas formas, como:
    1. Conversa com especialistas (pesquisadores, profissionais da área, ONG’s);
    2. Pesquisa em livros e artigos;
    3. Brainstorming com os desbravadores que vão participar. É essencial que a pessoa que vá conduzir o brainstorming já tenha feito um bom levantamento de soluções;
  3. A terceira etapa é a elaboração de um cronograma detalhado. O cronograma do projeto deve conter:
    1. Todas as fases de execução;
    2. Duração de cada fase;
    3. Início e fim do projeto:
      1. O início e/ou o fim do projeto pode ser obrigatório, dependendo do projeto escolhido. Por exemplo, projetos de plantio de mudas e de limpeza de corpos d’água são diretamente influenciados pelo período de estiagem e período chuvoso. Fique atento
    4. Pessoa ou equipe responsável pela execução de cada fase;
    5. Materiais necessários à execução de cada fase;
  4. A quarta etapa é o levantamento de custos. Após fazer o levantamento do material necessário para todas as fases do projeto, é a hora de fazer os orçamentos. O ideal é fazer orçamento em pelo menos três locais, para reduzir ao máximo os custos.
  5. A quinta etapa a busca por apoio. Esse apoio pode ser tanto financeiro quanto logístico. E pode ser buscado em empresas ou órgãos públicos. Essa etapa pode ser realizada em conjunto com a quarta etapa, aproveitando o levantamento de custos para conseguir doações e/ou apoio logístico. É comum encontrar empresas que gostariam de ter seu nome vinculado a algum projeto ambiental.

Clube de Desbravadores Bandeirantes, de Patos de Minas, em mutirão de limpeza no Parque Municipal do Mocambo.

Caso você queira se aprofundar, aqui estão dois manuais de elaboração de projetos socioambientais:

Guia de Elaboração de Pequenos Projetos Socioambientais para Organizações de Base Comunitária, do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN).

Manual para Elaboração, Administração e Avaliação de Projetos Socioambientais, da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

E fique de olho no nosso Cantinho que em breve postaremos modelos de projetos para você desenvolver no seu Clube.

Novas Orientações do Ministério de Desbravadores – OMDs

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A Divisão Sul-Americana publicou novas 3 OMDs, a 2015/012, 2015/013 e 2016/014. Apesar das duas primeiras serem do ano passado, ainda não estavam disponíveis no site oficial. As alterações incluem pequeno acerto no manual administrativo e alterações nos cartões de classe de liderança e de liderança de regionais. Confira abaixo:

1- Alberto

Jovens são ouvidos no Concílio Quinquenal da DSA

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Está acontecendo nesta semana o Concílio Quinquenal da Divisão Sul-Americana. Entre as principais atribuições desta comissão está nomear os administradores das Uniões com status de união-missão (que são 12 de 16), fazer mudanças necessárias nos departamentos da própria DSA e discutir estratégias e definir metas para o trabalho da Igreja na América do Sul pelos próximos 5 anos.

Um momento diferente fez parte das reuniões de ontem. Apesar de ser desconhecida a forma de seleção, um grupo de adolescentes de 11 a 18 anos foi chamado para dizer aos delegados da comissão a sua opinião sobre “como tornar a igreja mais relevante”.

O site oficial de notícias da Igreja, ASN, publicou ontem algumas das sugestões que os jovens fizeram: “os líderes da igreja local precisam aceitar as novas gerações”, “a igreja precisa ser mais simples e mais alegre”, “a igreja precisa dar mais oportunidades para os jovens trabalharem”.

Porém, o pastor Ted Wilson (presidente da Associação Geral da Igreja Adventista) publicou em sua página do Facebook alguns outros comentários, que acho extremamente relevante pontuar: “viva o que você prega como pastor”, “não tenhamos um posicionamento hipócrita na igreja”, “nossos pés estão na terra, mas nossos olhos precisam estar focados no céu”, “pais e filhos devem participar juntos das atividades da Igreja”, “vamos prosseguir com a missão de salvar almas”, “escolham corretamente os líderes de jovens, que saibam o que estão fazendo”, “mostrem Jesus de maneiras práticas”, “perguntem aos jovens o que eles gostariam nos eventos e serviços da igreja”. (tradução livre)

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Fiz questão de trazer as adições do pastor Ted Wilson porque elas mudam um pouco o quadro mostrado pela ASN. Ele nos fez abrir os olhos para alguns pontos muito importantes!

Frases como “viva o que você prega como pastor”, “não tenhamos um posicionamento hipócrita na igreja”, “mostrem Jesus de maneiras práticas” e, principalmente, “escolham corretamente os líderes de jovens, que saibam o que estão fazendo” nos mostram que os jovens estão atentos às escolhas da Igreja e não estão satisfeitos com elas! Isso porque, pelo contexto, eles não estão vendo em seus líderes alguém que mostre Jesus em seus atos, que vive o que prega e muito menos que demonstre saber o que deveria saber!

Isso nos prova o que há muito ouvimos falar nos treinamentos do Clube: os juvenis/adolescentes percebem as coisas. Eles notam quando algo é feito de coração ou não. Eles percebem as incoerências entre discurso e prática muito melhor do que imaginamos. Eles percebem quando o líder não está preparado para a função. Sobre nós repousa a sagrada responsabilidade de cuidar dos desbravadores que Deus nos confiou, precisamos fazer esse trabalho com muito zelo.

Declarações como a desses adolescentes e jovens não deixam de ser incômodas. A Igreja em todas as suas esferas, desde a comunidade local até a Associação Geral, precisa ter consciência da força da juventude, mas precisa também compreender que essa força só será usada para o bem se receber o direcionamento adequado.

1-Alberto

Limites e disciplina na adolescência

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Este artigo tem dois objetivos principais. Um deles é ajudar aos meus queridos líderes de desbravadores a lidar com a disciplina de uma maneira sábia e válida. O outro é uma singela homenagem a um dos grandes mestres da educação do nosso país, falecido neste ano. Seu nome é conhecido pela maioria dos educadores e psicólogos do Brasil: Içami Tiba.

Em um de seus livros este autor menciona que as crianças não têm noção dos limites que separam sua segurança física dos perigos, nem do que é ou não adequado a se fazer. Por isso os pais, professores ou cuidadores devem ensiná-las a não fazer algo simplesmente porque sentiram vontade de fazer, mas a conhecer o limite na medida certa para cuidar da própria vida e segurança.

Mais difícil ainda é a vida dos adolescentes! Estes já tendo noção infantl de limites, querem aventurar-se pela vida afora, ampliando, em diversas aventuras, esses limites que tinha na família e na escola. O grande drama é que sobra energia para “estirar” estes limites, porém, falta experiência para enfrentar os desafios dessa fase. Um bom exemplo disso é a entrada no mundo das drogas, a vida sexual precoce, esportes radicais sem toda segurança necessária, entre outros. A tentativa é entrar no mundo dos adultos sem a proteção deles. Uma grande aventura essa!

O grande trunfo para lidar de forma sabia com essas questões de limites e disciplina consiste em não permitir que as crianças façam em casa e nas suas respectivas escolas o que “não podem fazer na sociedade”. Será que ouvimos bem? Vou repetir de outra forma: se não pode fazer na rua, no bairro, na casa de outras pessoas, então não pode ser feito na própria casa ou escola! As crianças e púberes devem exercitar em casa e nas escolas com a ajuda de seus pais e mestres a disciplina. Esta deve ser praticada e aprendida como se fosse “uma língua-mãe”. É preciso educar para formar cidadãos responsáveis.

Nossos Clubes de Desbravadores são um excelente campo para o desenvolvimento dessas habilidades. Através das dinâmicas e atividades nossos meninos e meninas aprendem a respeitar o próximo e a natureza. Essas mentes impressionáveis estão alerta a tudo o que seus instrutores e lideres dizem e fazem! Que grande missão! Que ministério abençoado e necessário.

Estamos contribuindo para a formação de homens e mulheres de bem. Cidadãos estes que serão exemplo para a sociedade em que vivemos. Não negligenciemos essa sublime missão com vans teorias contemporâneas onde tudo está permitido em nome da “liberdade”. Sem limites não se vive! Uma bússola só serve porque tem um norte!

Só para que reflitamos um pouquinho, quem tem disciplina dentro de si é mais competente, ético, mais livre e muito mais feliz!

Um grande abraço a todos e meu sincero desejo de que perseveremos nessa missão até a breve volta de Jesus.

1- Samira

Socorro, o ano está acabando!

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Estamos a pouco mais de 60 dias do final do ano. Muitos nesse período começam a se desesperar sobre o que fazer com todos os seus sonhos, projetos e planos que não deram certo. Muitos se vêm sem saída e acham que será mais um ano marcado pelo insucesso…

Esse também é um período que muitos tentar correr atrás do tempo perdido e tentam de alguma forma reverter a situação como um todo. Trabalho em uma escola e acabo vendo o desespero de alguns alunos nessa época do ano correndo atrás das notas que largaram pra trás. Só que pra muitos o tempo restante já não é suficiente para recuperar todo o tempo desperdiçado.

No Clube esse dilema não é diferente, muitos conselheiros, instrutores, diretores e até mesmo desbravadores começam a ficar angustiados, sem saber o que fazer, pois faltam apenas 2 meses para o encerramento das atividades do Clube, e tem muita coisa pra fazer.

A pergunta que fica então é será que dá para fazer alguma coisa pelo meu Clube ainda?

A resposta é depende. Depende? Como assim depende? Depende de como está o estado do seu Clube, então precisamos fazer uma análise simples:

  1. Fiz um bom planejamento no início do ano, executei boa parte do que era proposto, mas ainda ficaram algumas coisas para trás, alguns desbravadores ainda estão devendo relatório? Pois bem, para você ainda tem solução!
  2. Não fiz um planejamento no início do ano, conduzi meu Clube como uma colônia de férias e agora quero fazer tudo que devia ter feito e não fiz em dois meses? Sinto muito, para o seu caso não tem solução. Por que digo isso? Porque em dois meses não é possível fazer tudo que é necessário com qualidade. Logo, você terá de arranjar “jeitinhos” pare concluir as coisas, só que essa não é a maneira de se trabalhar com o Clube de Desbravadores. Isso para mim é, na realidade, jogar contra toda a nossa filosofia. Então para você que se encaixa nessa situação, o melhor é admitir que errou e começar um planejamento novo e mostrar para os desbravadores como conquistar as coisas de maneira correta.

Mas para você que fez um planejamento, mas ainda faltam algumas pontas para serem amarradas, temos 4 dicas que podem te ajudar a sair do sufoco.

Dica 1: Reúna seus conselheiros e instrutores para diagnosticar qual é a real situação do Clube | Nessa etapa você deverá avaliar se existem atividades a serem desenvolvidas pelo Clube ainda, quais são os desbravadores que ainda apresentam dificuldade para completar algum requisito do cartão, quais instruções ainda precisam ser dadas. Feito um levantamento específico da condição do seu Clube, é hora de partir para a segunda dica.

Dica 2: Monte um quadro com as atividades levantadas | Recomendo você fazer três quadros diferentes nessa etapa, um para as atividades do Clube, outro para as instruções por classe e outro com os desbravadores e suas dificuldades, por classe.

Quadro 1: Pegue todas as atividades do Clube que ainda precisam ser feitas e coloque em uma coluna, na frente classifique essas atividades como indispensável, importante e dispensável. Observe o exemplo:

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Quadro 2: Cada instrutor deve preparar um quadro similar ao primeiro e colocar quais instruções ainda precisa ser ministradas e classificar da seguinte forma: urgente, necessário e alternativo. Urgente: seria uma instrução que precisa ser dada imediatamente. Importante: seria algo que precisa ser feito, mas ainda pode esperar um pouco, logo não é urgente. Alternativo: seria uma atividade que você tem condições de buscar uma alternativa para solucioná-la fora do seu ambiente de instrução.

Quadro 3: Cada instrutor também precisa relacionar cada um dos desbravadores de sua classe e verificar como está a situação de cada um. Aqui no Cantinho já disponibilizando um cartão para acompanhando de cada desbravador, que você pode usar para fazer essa etapa.

Feita essa etapa, vamos para a dica 3.

Dica 3: Relacionar quais são as datas que você tem disponível até o final das atividades do Clube desse ano | Nesta fase você vai pegar as datas que você ainda tem disponível e colocar na sua tabela, seguindo a seguinte ordem: 1) colocar as datas de realização das atividades no quadro 1, seguindo os critérios de indispensável, importante e dispensável; 2) em seguida, cada instrutor deve preencher a data no seu quadro de instrução, vendo quais das atividades do Clube são úteis para aproveitar para concluir os requisitos das classes; 3) feito isso, o instrutor deverá montar um cronograma de apoio a cada desbravador, envolvendo o conselheiro nesse cronograma. Marque horários alternativos para atender os juvenis.

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Veja que no nosso quadro ilustrativo a última atividade ficou fora, porque não tinha dias suficientes para ela ser realizada. Mas era uma atividade dispensável, o que não comprometeu as principais atividades do Clube.

Colocada as datas, vamos à última dica.

Dica 4: Mãos à massa | Pegue agora esse seu planejamento e corra, não perca tempo e sempre que possível vá marcando em um check list aquilo que está sendo feito. Foco é fundamental nessa etapa, para não incluir atividades que possam prejudicar seu planejando emergencial.

Espero que essas dicas possam te ajudar! Sucesso no seu planejamento final.

1- Paulo

5 ideias para chegar com ânimo ao final do ano

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Um dos objetivos dos eventos de desbravadores (camporis, feiras, olimpíadas, etc.) é manter o ânimo do Clube durante o ano, além de ajudá-lo a manter o foco no programa. Já estamos na parte final de outubro e a maior parte de todos os camporis e eventos locais/regionais na DSA já passou. E um fenômeno comum que já observamos é que neste intervalo entre o campori e a cerimônia de encerramento muitos Clubes praticamente morrem.

Assim, é importantíssimo atenção especial nesse período para que o Clube chegue com força total até a festa de encerramento, no final de novembro ou início de dezembro. E para ajudá-los a reverter essa triste realidade, nossa Equipe separou 5 dicas que, se seguidas com planejamento e dedicação, poderão dar o restinho de fôlego que tanto precisam. Confiram!

1. Reunião com a direção

Pode parecer bobagem ou que não vai adiantar em nada, mas manter uma regularidade de reuniões com a direção do Clube faz uma diferença enorme! Isso porque ninguém recebe para trabalhar com desbravadores, logo, todos têm emprego ou estudam, enfim. Atividades que consomem a nossa energia. Com isso, uma hora ou outra a gente acaba naturalmente desanimando.

Na reunião com a direção, o diretor tem a oportunidade de conduzir um momento de desabafo, de incentivo, de apoio. É o momento perfeito para que um anime o outro. Nessas horas, quem estiver mais forte vai ser um apoio para quem estiver com mais dificuldade.

Mas é claro que para a reunião com a direção seja efetiva, é necessário planejamento e que o diretor saiba conduzi-la adequadamente. Para isso, sugerimos a leitura do post Reunião de direção: como conduzir?

2. Pernoite

O princípio é exatamente o mesmo que ocorre com os eventos de Campo/União. Ao realizarmos um evento interno, conseguiremos mobilizar as unidades, afinal, qual desbravador não gosta de um acampamento?! Considerando que o acampamento de instrução provavelmente já ocorreu, faça um evento mais recreativo, até mesmo para ficar mais fácil de o Clube se organizar.

3. Atividades com as unidades

As atividades da unidade, extra-clube, já deveriam ser uma rotina nos Clubes. Porém, sabemos que infelizmente essa não é a realidade. O sistema de unidades é o núcleo de funcionamento do Clube de Desbravadores, portanto, tudo o que puder ser trabalhado nesse formato terá excelentes resultados.

Em todos os treinamentos que tivemos a oportunidade de participar, sempre batemos na tecla de que a unidade não se restringe apenas às reuniões regulares! O conselheiro deve manter um vínculo com as suas crianças durante a semana.

Uma das melhores maneiras de integrá-las é realizar um evento próprio da unidade, uma noite do pijama, por exemplo. Pode parecer meio feminino, mas a ideia é excelente para os garotos também, é só mudar o nome, rs. Nesse post destacado, você encontra algumas sugestões de como desenvolver a sua atividade. Além da noite do pijama, outras sugestões são uma social ou mesmo assistir a um BOM filme (que seja 100% adequado com os princípios bíblicos). E se a criatividade estiver pouca, uma pizzada ou qualquer outro evento “comestível”, rs, sempre agradará, hehe.

4. Gincana/competições

Posso afirmar tranquilamente que mais de 90% de todas as crianças se amarram em gincanas e competições! Então, vamos fazer bom uso delas! Podem ser de diversos tipos como, por exemplo, competição de ordem unida/evoluções, gincana com brincadeiras e lanchinhos (parecido com as que as escolas fazem), campeonatos esportivos, etc.

Uma outra sugestão também é desenvolver uma atividade que incentive as crianças a arrecadar alimentos para o Mutirão de Natal. A tarefa de arrecadação pode ser facilmente incluída em praticamente qualquer uma das atividades acima. Assim, além de oferecer uma atividade recreativa saudável para os seus garotos e garotas, vocês ainda vão estar colaborando grandemente com a ASA da Igreja local.

Não se esqueçam que competições, campeonatos e etc. precisam de prêmios! Portanto, pensem em bons prêmios, que não sejam caros para vocês, mas que sejam suficientes para fazer com que todos queiram ganhar!

5. Festival de especialidades

Uma excelente opção também é realizar um festival de especialidades! Já vimos ótimos resultados com esse método, mas é necessária muita cautela ao se preparar a atividade. Isso porque, muitos tendem a oferecer as especialidades pela metade, o desbravador assimila apenas metade do que foi ensinado e, no final, ele recebe a insígnia tendo aprendido, na verdade, apenas 25% do conteúdo. Certamente o objetivo do programa das especialidades não será atingido e traremos mais males que benefícios para as crianças.

Mas é plenamente possível realizar um ótimo festival, com especialidades diversas e muito bem preparadas. O primeiro passo é o tempo! Um período de 50 a 60 minutos por dia e 3 reuniões seguidas. Esse tempo é suficiente para concluir com qualidade muitas especialidades do manual! Uma dica é que se escolha especialidades práticas, que colocarão o desbravador para por a mão na massa. Assim, a área de Artes e habilidades manuais é a mais repleta de sugestões.

O segundo passo é escolher bem as especialidades, pensando exatamente na qualidade da instrução e no tempo disponível. Em seguida, escolha bons instrutores e prepare o ambiente e os materiais necessários para que todos os desbravadores possam cumprir. Nesse item, é importante lembrar que os grupos devem ser pequenos, pois como serão especialidades práticas, o instrutor vai ter que acompanhar de perto o desenvolvimento do desbravador, para ajudá-lo sempre que necessário. Clique AQUI e confira um post com algumas dicas sobre esse assunto.

 

Estas são apenas algumas sugestões, que entendemos serem práticas e fáceis de fazer. Mas um bom planejamento é essencial para o sucesso e para alcançar o objetivo pleiteado. Portanto, veja o que se adapta melhor ao seu Clube e nos conte aqui quais foram os resultados =D. Caso você tenha alguma outra sugestão e quer compartilhar conosco, basta nos mandar um email ou deixar um comentário nesse post ou nas redes sociais.

1-Alberto

Legislação aplicada ao Clube de Desbravadores: responsabilidade penal e civil

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A legislação brasileira protege o ser humano desde antes dele nascer. Todavia, o exercício de alguns direitos só são plenamente permitidos após certa idade. Até os 16 anos a criança/adolescente é considerada absolutamente incapaz, dessa forma necessita ser representado pelo responsável em qualquer ato da vida civil.

O Código Civil Brasileiro define como relativamente incapaz os maiores de 16 e os menores de 18 anos. O relativamente incapaz pode praticar alguns atos da vida civil assistido por seus representantes legais. A capacidade civil é alcançada aos 18 anos. A partir de então a pessoa pode exercer plenamente qualquer direito e é a partir dessa data também que o indivíduo passa ser o único responsável por todos os seus atos.

No ordenamento jurídico brasileiro há duas formas básicas de responsabilidade: a penal e a civil.

Uma pessoa só pode ser penalmente responsabilizada a partir dos 18 anos, antes disso o adolescente é inimputável, todavia, se cometer algum ato tipificado como crime configura-se ato infracional e será julgado nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Já a responsabilidade civil decorre da agressão a um interesse jurídico em virtude do descumprimento de uma norma. A responsabilidade pode ser contratual, que deriva de um contrato, ou aquiliana, que deriva de uma ação ou omissão que gera dano a outrem. A responsabilidade civil é precipuamente reparatória. Já a responsabilidade penal tem caráter eminentemente punitivo.

É importante que a direção do Clube compreenda o instituto da responsabilidade civil para saber quais circunstâncias ensejam obrigação de reparação de danos e assim evitar essas situações ou saberem como reagir caso sejam vítimas de danos praticados por terceiros.

Os artigos do Código Civil mais relevantes para este assunto são o art. 927 e 186.

Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

O artigo acima institui a obrigatoriedade de reparar o dano quando se comete ato ilícito que o gera. Uma leitura superficial pode levar o leitor a interpretar o termo “ato ilícito” apenas como comportamento tipificado como crime. Todavia, essa não é a interpretação correta. O artigo 186 explica o que é ato ilícito:

Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.

Desta forma fica claro que qualquer ação ou omissão, desde que cometida com imprudência, imperícia ou negligencia, enseja reparação de dano.

Para uma melhor compreensão cabe analisar a definição de cada um desses termos:

Imprudência – configura-se quando se sabe o grau de risco envolvido e mesmo assim realiza o ato acreditando que seja possível a realização do mesmo sem que ocorra nenhum dano, ou seja, excede os limites do bom senso, não age com cautela.

Imperícia – é caracterizada pela falta de habilidade ou técnica que o agente deveria demonstrar em razão de seu conhecimento ou função.

Negligencia – também conhecida como desatenção ou falta de cuidado. Significa não agir de forma diligente, prudente, ou seja, com o cuidado exigido para a ocasião.

Outro termo que é necessário compreender bem é o nexo de causalidade:

Nexo de causalidade – não basta que tenha ocorrido um ato ilícito e um evento danoso, é preciso que estas duas situações estejam inter-relacionadas, ou seja, deve-se ter a certeza que sem que houvesse o ato não ocorreria o dano.

Assim tem-se a equação:

Legislação aplicada ao clube de desbravadores

Dessa forma, se estão presentes esses três elementos há dever de indenizar.

Um ponto importantíssimo que merece destaque especial é o parágrafo único do art. 927 do Código Civil:

Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.

Esta determinação legal quer dizer que se a atividade oferece riscos (qualquer tipo, mas especialmente à integridade física) independentemente da ocorrência de negligência, imprudência ou imperícia, se houver nexo de causalidade e dano haverá o dever de indenizar.

Portanto, todo o cuidado deve ser dispensado tanto quanto na prática de esportes radicais, por exemplo, rapel e escaladas, quanto em atividades comuns em acampamentos, como uma falsa baiana ou escada de cordas. Pois se um desbravador cai de uma falsa baiana e se machuca (estão presentes o nexo de causalidade e o dano) o responsável pelas crianças terá o dever de reparar o dano.

A reparação do dano se dá através do pagamento de indenizações pelos danos materiais e morais sofridos pela vítima. Os valores costumam ser elevados, todavia, não são suficientes para realmente reparar o sofrimento. Muitas vezes o dano à imagem do Clube e/ou da Igreja é um prejuízo muito maior que o a perda financeira. Por este motivo é dever de cada membro capaz da diretoria zelar pelo maior patrimônio que o Clube possui: os desbravadores.

1- Éveni

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