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Respeito à diversidade, para a classe de Companheiro (PI)

diversidade-religiosa

“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas”. Atos 10:34

Tanto perante Deus quanto perante os homens, todos somos iguais. Deus não faz acepção de pessoas e “todos somos iguais perante a lei”. Ao mesmo tempo, somos todos diferentes! Temos diferentes opiniões, personalidades, maneiras de vestir, agir, profissões, preferências pessoais, aparências, cor, corte de cabelo… O conjunto de todas essas coisas nos torna únicos em nosso planeta.

Uma importante crença fundamental da nossa Igreja é a Unidade no Corpo de Cristo, que nos ensina que devemos manter a unidade na diversidade. Apesar de parecer paradoxo, essa é exatamente a ideia de Deus, visto que Ele mesmo foi o autor da diversidade! Imaginem um mundo onde todos os homens e mulheres fossem iguais! Não seria nada legal, não é mesmo?!

O que precisamos ensinar aos nossos desbravadores, em especial aos da classe de Companheiro, é a respeitar as diferenças entre as pessoas. Abaixo segue uma sugestão de plano de instrução para o ensino deste requisito. Para aprender mais sobre a importância do plano de instrução no ensino das classes, clique AQUI.

Caso você tenha sugestões de atividades para nos ajudar, deixe seu comentário ou entre em contato conosco. Abaixo segue o plano de instrução. Caso prefira, clique AQUI para baixar.

  1. Objetivos
    1. Promover reflexão sobre as diferenças e a riqueza contida na diversidade;
    2. Refletir sobre intolerância e suas consequências;
    3. Comparar diferenças e igualdades;
    4. Desenvolver o raciocínio lógico, o sentido reflexivo e crítico, de tal maneira que possam tornar-se cidadãos conscientes de seus deveres e direitos;
    5. Refletir sobre bullying.
  2. Materiais
    1. Papel pardo.
    2. Durex.
    3. Papel sulfite.
    4. Lápis preto e de cores.
    5. Borracha.
    6. Giz de cera.
    7. Tesoura.
    8. Vídeos do Youtube.
    9. Equipamento para passar os vídeos (computador, caixa de som).
  3. Vídeo interessante
    1. Eu quero ser negro.
  4. Metodologia
    1. Dinâmica;
    2. Discussão livre em grupo;
    3. Apresentação de vídeo;
    4. História.
  5. Desenvolvimento
    1. Encontro Único (50 minutos)
      1. Introdução: Realizar a seguinte dinâmica: Faça o desenho de um aquário do tamanho de um papel pardo e fixe-o na sala. Entregue aos participantes um pedaço de papel sulfite e peça-lhes que desenhem um peixinho, como desejarem e depois recortem. Peça que, assim que terminem, vão ao papel pardo e fixem seu peixinho no aquário. Após todos fixados, peça para que eles observem o que realizaram e manifestem o que entenderam sobre a atividade, deixe-os à vontade para falar. Observar as diferenças entre cada peixinho e, se necessário, vá conduzindo a conversa para o lado moral, da ética, do respeito às diferenças individuais.
      2. O instrutor pode ampliar a discussão, promovendo a reflexão sobre as diferenças entre as pessoas, entre homens e mulheres, meninos e meninas. Questionar com seus desbravadores coisas do cotidiano como “isso não é coisa de menino?” Exemplo: “Gostar de estudar é coisa de menino ou menina?” “Chorar é coisa de menino ou menina?”… Diga que em uma perspectiva histórica, podemos afirmar que o conceito de gênero menino e menina foram produzidos no interior das relações sociais e faz parte do nosso cotidiano, por isso, aprendemos a repeti-los e naturalizamos. Deve-se questionar comportamentos preestabelecidos e com isso desconstruir os estereótipos. Tratar do bullying como uma das implicações da intolerância às diferenças.
      3. Conte de forma resumida a historia de Eliseu e as duas ursas, um caso clássico de bullying e a intolerância de Deus a esta prática: Elias tinha sido trasladado para o Céu, e o seu manto tinha caído sobre Eliseu. Então rapazes ímpios, que haviam aprendido com seus pais a desprezar o homem de Deus, seguiram Eliseu, e, zombando, gritavam: “Sobe, calvo, sobe, calvo!” II Reis 2:23. Insultando assim o Seu servo, insultavam a Deus e atraíam Sua punição de imediato. Eliseu era um homem de espírito brando e bondoso; mas que podia também ser severo, como é mostrado pela maldição que lançou quando, a caminho de Betel, foi escarnecido por rapazes ímpios que haviam saído da cidade. Esses rapazes tinham ouvido da ascensão de Elias, e fizeram deste solene acontecimento o assunto de suas zombarias, dizendo a Eliseu: “Sobe, calvo; sobe, calvo.” Ao som de suas zombeteiras palavras o profeta voltou-se e, sob a inspiração do Todo-Poderoso, pronunciou uma maldição sobre eles. O terrível juízo que se seguiu foi de Deus. “Então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles pequenos.” II Reis 2:23 e 24.
      4. Pergunte se as crianças sabem o que é raça e etnia? Tratar sobre o racismo e sua crueldade com as pessoas. Sobre a legislação brasileira, que proíbe essa prática, sobre o mandamento: ama a teu próximo como a ti mesmo; e como Deus não faz acepção de pessoas. Os versos que muitos se utilizam para argumentar que Deus ama a todos indistintamente, e por isso não faz acepção de pessoas são: “Porque, para Deus, não há acepção de pessoas” [Rm 2.11]; e, ainda: “Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” [At 10.34]. Raça se expressa nas características visíveis da pessoa, ela engloba as características físicas, tais como tonalidade de pele, formação do crânio e do rosto e tipo de cabelo. A etnia também se refere a isso, mas ela vai além das características físicas da pessoa, ela inclui a cultura, nacionalidade, afiliação tribal, religião, língua e tradições. A partir dessa união de raças desenvolveu-se o que é o país hoje em dia, e como passaram a ser criados novos costumes e tradições, nascendo assim a etnia.
      5. Além das diferenças individuais há as diferenças sociais e culturais, incluindo as diferenças típicas de cada região do país e de outros países em relação ao Brasil. Aborde o tema e os conceitos estereotipados também fixados pela sociedade. Piadas são frequentemente realizadas em sentido pejorativo, reforçando tais conceitos. Pode-se perguntar se eles conhecem algumas e o que há de estereótipos nelas. Mencione que a intolerância a diferenças produziu massacres como o promovido pelo nazismo ao povo judeu.
      6. De um modo geral, mulheres, negros, indígenas e nordestinos são sub-representados no espaço escolar, na mídia e no mercado de trabalho, com diferenças salariais marcantes entre homens e mulheres.
      7. Conclusão: Ensinar que a diferença pode ser bela, que a diversidade é enriquecedora e não pode ser sinônimo de desigualdade. Pode-se apresentar, neste momento, o vídeo sobre o menino que queria mudar de cor: Eu quero ser negro. Com isso, buscamos romper com as verdades socialmente construídas de que para ser belo, tem que ser branco ou magro.
  6. Avaliação
    1. Criar uma frase que expresse o que você entende por respeitar as diferenças.

1- Edneide

Pressão de grupo, para a classe de Pesquisador (PI)

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da nossa mente”. Romanos 12:2 

Hoje temos uma super novidade no nosso Cantinho! Nossa amiga Edneide Nogueira, que já nos ajudava com alguns posts, agora é uma colaboradora oficial do Cantinho da Unidade. Para conhecê-la um pouco mais, clique AQUI.

Os adolescentes precisam de conhecimento e estímulo para tomarem decisões conscientes e não sofrerem influências de grupos que os cercam. Para se estabelecer objetivos, é necessário que eles estejam embasados em um sistema de valores pessoais. Influências diversas interferem na formação desses valores: família, escola, religião, amigos, leituras e mídia em geral. Dessa forma, é conveniente saber escolher valores que ajudem e não prejudiquem a vivência e a convivência das pessoas.

Os valores, geralmente, estão relacionados com instituições (família, igreja, trabalho), sentimentos (amor, paixão, paz, prazer) ou princípios éticos (honestidade, verdade, coerência). Quando tratamos de pressão de grupo, devemos estar atentos ao fato de que nada que venha de fora para dentro será eficaz. Queremos que os nossos desbravadores estejam preparados para não se amoldarem ao padrão deste mundo. Os amigos, a mídia, a escola, os adultos… todos ditam as normas do pensamento, das ações, do julgamento, do comportamento do mundo. Porém, desejamos que cresçam nos moldes de Cristo! Lembremos que Jesus, de certa forma, morreu porque não andou em conformidade com este mundo.

Ao querermos que o desbravador diga não à pressão do grupo, muitas vezes nos esquecemos que o “não” de fora para dentro não exerce o efeito desejado. É necessário que primeiro o adolescente diga “sim” sincera e verdadeiramente a uma Pessoa – a esse Cristo, que não cedeu à pressão do grupo em que estava inserido. Ele proveu o antídoto para toda e qualquer pressão! O antídoto para a conformação ao grupo é a transformação da mente em Cristo. Necessitamos estar em frequente estado de alerta em relação às nossas crianças e adolescentes para provermos os meios ao nosso alcance, favorecendo a eles experimentarem a transformação continua da mente, em Cristo.

Abaixo segue uma sugestão de plano de instrução para o ensino deste requisito. Para aprender mais sobre a importância do plano de instrução no ensino das classes, clique AQUI.

Caso você tenha sugestões de atividades para nos ajudar, deixe seu comentário ou entre em contato conosco. Abaixo segue o plano de instrução. Caso prefira, clique AQUI para baixar.

  1. Objetivos
    1. Compreender a influência que o grupo exerce sobre as pessoas e sobre si;
    2. Identificar grupos de pressão na escola, na Igreja e nos demais espaços sociais em que o desbravador convive. Analisar suas estratégias;
    3. Refletir sobre a pressão de grupo sobre a sua vida;
    4. Analisar seus pontos frágeis diante da pressão de grupo;
    5. Descobrir formas de resistir à pressão de grupo negativa.
  2. Materiais
    1. Balões.
    2. Lápis.
    3. Questionário A medida da pressão.
    4. Texto Plano sob pressão (dicas para resistir à pressão de grupo).
    5. Meditação Pressão de Grupo.
    6. Vídeos do Youtube.
    7. Equipamento para passar os vídeos (computador, caixa de som).
  3. Vídeo interessante
    1. Influencia social.
    2. Presión de grupo y toma de decisiones.
  4. Metodologia
    1. Dinâmica;
    2. Apresentação de vídeos;
    3. Questionários;
    4. Discussão/debate.
  5. Desenvolvimento
    1. 1º Encontro (50 minutos)
      1. Realizar a seguinte dinâmica: Pedir que escrevam em seus balões três valores, um em cada balão. Formar dois círculos. O círculo externo deverá seguir as seguintes regras: movimentos para dentro-fora/direita-esquerda para fazer com que os participantes percam seus valores (balões). Os participantes do círculo interno deverão defender seus valores, impedindo que estes caiam. Os balões devem permanecer no ar. Discutir em grupo como cada um se sentiu ao ver seus balões serem perdidos e como isto pode ser aplicado à vida de cada um.
      2. Meditação: Ler a meditação “Pressão de grupo”, comentando alguns trechos para destacar o que é mais importante. Estabelecer a análise à luz da vivência da dinâmica.
      3. Assistir ao vídeo Presión de grupo y toma de decisiones, que retrata das mudanças de atitudes da pessoa frente ao grupo. Discutir com o grupo outras maneiras de “seguir” o grupo e até onde vai o “tá todo mundo fazendo…”.
      4. Pedir ao desbravador que identifique em sua escola grupos que procuram fazer com que outros os sigam. Por que estas pessoas querem que outros ajam como elas?
      5. Nós não enfrentamos, com tanta frequência, pressões tão explícitas, porém passamos de certa forma pelo mesmo tipo de pressão de grupo. Vejamos como ela afeta a você e a mim pessoalmente:
      6. Realizar o questionário A medida da pressão, dando tempo para as respostas (recolha-o, ao final).
      7. Terminar com uma oração, pedindo que Deus dê discernimento a cada um para identificar e resistir às pressões, quando estas surgirem.
    2. 2º Encontro (50 minutos)
      1. Assistir ao vídeo “Influencia social” (vídeo didático com o objetivo de retratar situações que ocorrem em estudos e pesquisas). Resgatar as discussões do último encontro.
      2.  Enfatizar que os adultos também sofrem a influência da pressão de grupo, apesar de tantas vezes o tema ser abordado apenas referindo-se a algo típico da adolescência. A pressão de grupo pode ocorrer, ainda, dentro da Igreja. A pressão nem sempre é negativa.
      3. 3) Refletir oralmente junto com os desbravadores sobre Gálatas 2:11-16. Observe que o grupo mencionado parece ser de professores que estavam causando problemas:
        1. Por que você acha que estes professores estavam pressionando os cristãos que não eram de origem judaica pra seguirem os costumes dos judeus?
        2. Por que dá para afirmar que Pedro sentiu a pressão destes professores?
        3. Por que você acha que Pedro fez isto? (2:12)
        4. Como a atitude de Pedro afetou os outros crentes? (2:13)
        5. Como Paulo lidou com a pressão para adaptar-se? (leia Atos 15:7-11)
        6. O que aconteceu que o fez tomar posição?
        7. Quais tipos de pressão do grupo nesta história você acha que foram bons? Quais não foram? Como você sabe? Enfatizar a necessidade de identificarem e avaliarem qual o tipo de pressão estão sofrendo, quando esta ocorrer, se boa ou má. Isto é um passo em direção ao discernimento de quando é bom ceder à pressão do grupo e quando não é.
      4. Peça aos desbravadores que olhem o questionário A medida da pressão (redistribua-o). Peça que compartilhem algumas de suas respostas. Evite pressioná-los. Solicitar que eles utilizem os sinais de mais, menos e zero, marquem quais pressões em sua lista eles acham que são boas para eles, quais os incentivam a desobedecer a Deus e quais não parecem empurrá-lo em nenhuma dessas direções. Pergunte: há itens em sua lista em que vocês estão resistindo à pressão? Sua resistência é negativa ou neutra?
      5. Distribua o texto Plano sob pressão e peça que cada desbravador leia e comente uma dica para resistir à pressão.
  6. Avaliação
    1. Depois de trocar ideias, peça que cada um diga, oralmente, qual a utilidade do tema para a sua vida.
    2. Termine com uma oração, pedindo as bênçãos de Deus e o fortalecimento de cada desbravador e seu também, para enfrentar as pressões que porventura surgirem nos seus caminhos.

1- Edneide

Dilúvio e fossilização, para a classe de Pioneiro (PI)

“Eis que vou trazer águas sobre a terra, o Dilúvio, para destruir debaixo do céu toda criatura que tem fôlego de vida. Tudo o que há na terra perecerá. Mas com você estabelecerei a minha aliança, e você entrará na arca com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos”. Gênesis 6:17-18

A multiplicação da raça humana caída sobre a terra, amaldiçoada pelos pecados de Adão e Caim, foi acompanhada pela multiplicação também do pecado e da maldade. Apesar de os seres humanos poderem contemplar a natureza ainda com perfeitos traços do Criador, e mesmo o próprio Jardim do Éden, guardado por um anjo, o coração dos homens se tornou tão mal e perverso que não mais poderiam contaminar a Terra.

Foi necessário que tudo isso acabasse e Deus enviou um dilúvio sobre o  nosso planeta. As águas lavaram não apenas a perversidade dos habitantes da Terra, mas também a beleza original da criação de Deus. A partir desse momento, toda a natureza foi modificada e como resultado do grande soterramento de seres vivos (animais e vegetais), imensa quantidade de fósseis e petróleo foi formada.

Essa é uma história muitas vezes criticada pelos ditos cientistas modernos. Porém, precisamos ensinar aos nossos desbravadores essa verdade bíblica, mostrando a eles evidências científicas do seu acontecimento. Esse é um dos objetivos do requisito 1, Estudo da Natureza, da classe de Pioneiro: “Estudar a história do dilúvio e o processo de fossilização”.

Abaixo segue uma sugestão de plano de instrução para o ensino deste requisito. Para aprender mais sobre a importância do plano de instrução no ensino das classes, clique AQUI.

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  1. Objetivos
    1. Conhecer a história do dilúvio.
    2. Aprender porque Deus enviou o dilúvio.
    3. Saber diferenciar criacionismo de evolucionismo.
    4. Descobrir como é formado um fóssil.
  2. Materiais
    1. Bíblia.
    2. Livro Patriarcas e Profetas (Ellen White).
    3. Vídeos do Youtube.
    4. Equipamento para passar os vídeos (computador, caixa de som).
    5. Cartolina.
    6. Lápis para colorir.
    7. Artigos do blog Criacionismo.
    8. Fotos de fósseis.
  3. Vídeo interessante
    1. Histórias de pescador (Série Criacionismo).
    2. As pedras falam (Série Criacionismo).
    3. Recomenda-se ao instrutor assistir todos os vídeos da série.
  4. Trabalhos
    1. Desenhar a arca e suas divisões. Obs.: A arca não era no formato que muitos desenhos apresentam, na forma de um barco convencional. AQUI e AQUI temos duas fotos de uma miniatura que se encontra na Sociedade Criacionista Brasileira.
    2. Utilizando a Bíblia e o livro Patriarcas e Profetas, fazer um quadro comparando a sociedade nos dias de Noé e nos dias atuais.
  5. Metodologia
    1. 1º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: Ler a história do Dilúvio na Bíblia.
      2. Entregar uma resenha do capítulo 7 (O dilúvio) do livro Patriarcas e Profetas para cada desbravador.
      3. Assistir ao vídeo As pedras falaram.
      4. Pedir aos desbravadores para fazerem o trabalho 2 para trazer no último encontro.
    2. 2º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: Entregar para os desbravadores artigos que falem sobre o dilúvio e sobre fósseis. (Sugestões: Dilúvio, lenda ou fato? Dilúvio: águas de cima e de baixo, Dilúvio universal e suas implicações, Dilúvio em Marte. E na Terra, não? Quanto tempo durou o dilúvio? Encontrados na Austrália fósseis de marsupiais gigantes, Fósseis de baleia azul são encontrados em Iguape, Baleias fósseis são descobertas em deserto chileno, Fósseis comprovam que cobras nem sempre rastejaram, Tartarugas fósseis foram soterradas “no ato”, Montanha chinesa tem mais de 20 mil fósseis marinhos).
      2. Assistir ao vídeo Histórias de pescador.
      3. Mostrar fotos de fósseis para os desbravadores e explicar o processo de fossilização.
      4. Entregar uma cartolina e uma foto da arca para cada desbravador e pedir que eles façam o trabalho 1 para entregar no último encontro.
    3. 3º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre o tema, por meio de algumas perguntas ao grupo. Anotar as respostas em um quadro e comparar ao final da aula.
      2. Explicar as principais diferenças entre o criacionismo e o evolucionismo.
      3. Através de estudo dirigido, verificar o aprendizado dos desbravadores.
      4. Receber os trabalhos.
  6. Avaliação
    1. Pedir aos desbravadores para fazerem um relatório das atividades realizadas no caderno de atividades.
    2. Apresentação dos trabalhos (1 e 2).
    3. Estudo dirigido.

Purificação de água – Clor-in

Não é porque estamos em um acampamento que devemos esquecer dos princípios básicos de higiene. Diarreias e vômitos são, na maioria esmagadora das vezes, causados por problemas alimentares, devido, principalmente, à ingestão de água não filtrada e/ou vegetais não lavados adequadamente.

Em complementação ao post sobre meios de purificar a água em um acampamento, hoje vamos falar sobre um meio de desinfecção química disponível no mercado: o Clor-in. Utilizado de maneira adequada, o Clor-in tem eficácia comprovada na eliminação de micro-organismos como E. coliV. choleraPseudomonas aeruginosaKlebsiellaS. faecalis, entre outros, amplamente reconhecidos por causarem distúrbios gastrointestinais.

O Clor-in é um poderoso potabilizador à base de cloro de origem orgânica, cujo princípio ativo é o Dicloro-S-Triazinetione de Sódio, que possui um poder germicida de 80 a 300 vezes superior aos tipos de cloro inorgânicos até hoje mais conhecidos, sendo totalmente inócuo à saúde. Foi elaborado para tratamento de água para consumo humano, eliminando os micro-organismos causadores das doenças de veiculação hídrica, e é encontrado na forma de pastilhas em diversas dosagens, facilitando sua utilização na água para consumo e na higienização de alimentos.

O Clor-in é aprovado e registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (M.S.), possui laudos de eficiência e testes de inocuidade de diversas instituições públicas (veja aqui) e é utilizado pelo Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, indústrias de alimentos e refrigerantes, entre outros.

Em relação às dosagens, existem duas que podem ser mais comumente utilizadas em acampamentos, dependendo do tipo de acampamento: o Clor-in 1 e o Clor-in 10, indicados para tratamento de água em recipientes de 1 litro e 10 litros, respectivamente. Os dois são vendidos em cartelas com 30 pastilhas, seus preços variam entre R$10 e R$15 e podem ser encontrada em lojas de material de camping, pesca e em farmácias.

Sua utilização é muito simples e, quando utilizado nas doses especificadas, não altera o sabor, o odor ou a cor da água a ser consumida.

Clor-in 1: basta dissolver 1 pastilha para cada 1 litro de água e esperar 30 minutos para poder consumir.

Clor-in 10: para consumo, é só dissolver um pastilha para cada 10 litros de água, esperar 30 minutos e pode beber. A dose de 2 pastilhas dissolvidas para cada 1 litro de água de molho para frutas , verduras e legumes durante 15 minutos é o suficiente para uma higienização segura.

Para conhecer melhor os dados técnicos do Clor-in, acesse http://www.clorin.com.br/dados_tecnicos.html

A purificação de água é um ponto que não podemos negligenciar nos acampamentos. Nem mesmo a água de uma nascente ou mina que você encontrou é 100% confiável, por isso devemos utilizar algum meio confiável para garantir que a água que estamos consumindo está realmente boa para consumo e não termos nenhuma surpresa desagradável. E o Clor-in é uma forma simples e barata de garantir que a água que vamos utilizar no acampamento será mais confiável.

Espírito Santo, para a classe de Excursionista (PI)

“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós”. João 14:16-17.

O desbravador de 14 anos já está intelectualmente capacitado para receber uma orientação mais sólida no que diz respeito às Escrituras. Por esse motivo, a classe de Excursionista trabalha importantes crenças fundamentais da nossa Igreja. Uma delas é o estudo sobre o Espírito Santo: “Conhecer e entender a pessoa do Espírito Santo, como ele se relaciona, e qual o Seu papel no crescimento espiritual de cada ser humano”.

Em uma época onde a pessoa do Espírito Santo está sendo atacada diretamente pelo inimigo, temos a importante missão de revelar aos desbravadores a verdade sobre o Maravilhoso Conselheiro. Para que o aprendizado dos desbravadores seja efetivo, é necessário um bom preparo da instrução e 3 reuniões reservadas para o seu ensino, através das atividades descritas abaixo.

Caso você tenha sugestões de atividades para nos ajudar, deixe seu comentário ou entre em contato conosco. Abaixo segue o plano de instrução. Caso prefira, clique AQUI para baixar.

  1. Objetivos
    1. Explicar a Trindade e saber o papel de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
    2. Explicar quem é o Espírito Santo.
    3. Explicar quando se iniciou o trabalho do Espírito Santo e até quando vai durar.
    4. Explicar sobre como o Espírito Santo é tratado no Espírito de Profecia.
    5. Explicar sobre o pecado contra o Espírito Santo
    6. Aprender o que é o batismo do Espírito Santo e o que devemos fazer para consegui-lo.
  2. Materiais
    1. Bíblia.
    2. Vídeos do Youtube.
    3. Equipamento para passar os vídeos (computador, caixa de som).
    4. Capítulo 22 da Revista Princípios – o conteúdo texto deve ser estudado antes do momento da instrução. Deve ser impressa uma cópia para cada desbravador.
  3. Vídeo interessante
    1. Uma grande e bonita verdade (Série Princípios) – vídeo de abordagem inicial ao requisito.
    2. O que é o pecado contra o Espírito Santo?
  4. Trabalhos
    1. Explicar por meio de redação ou cartaz a atuação do Espírito Santo desde a Criação até a Volta de Cristo.
    2. Preparar um cartaz citando 10 características da personalidade do Espírito Santo.
  5. Metodologia
    1. 1º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: assistir ao vídeo Uma grande e bonita verdade.
      2. Entregar a cópia do texto aos desbravadores e pedir para fazerem o estudo dirigido do tema (última página) no momento da instrução.
      3. Pedir para lerem o conteúdo em casa, para fixar a matéria.
      4. Pedir aos desbravadores para fazerem o trabalho 1 e 2 para trazer no último encontro.
    2. 2º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre o tema, por meio de algumas perguntas ao grupo. Anotar as respostas em um quadro e comparar ao final da aula.
        • Usar as perguntas do estudo dirigido, de forma a solidificar as respostas corretas.
      2. Conseguir a lição dos adolescentes do 1º trimestre de 2010. Copiar a seção O que você acha em um formato atrativo. Entregar a eles dar uns 3-5 minutos para pensarem. Aplicar a atividade descrita no Auxiliar (lição 2).
      3. Copiar a seção Estudando a História e entregar aos desbravadores para lerem, em grupos. Dar uns 5 minutos para discutirem com os grupos. Em seguida, dirigir um debate fazendo as seguintes perguntas:
        1. Qual foi o sinal físico do Espírito Santo descrito na história? Qual seria a sua reação se tivesse visto essa manifestação?
        2. Que milagre o Espírito Santo realizou? Por quê?
        3. Em sua opinião, o que o Espírito Santo fez por eles pessoal e individualmente?
        4. Qual foi a reação das pessoas que observavam a cena? Qual teria sido sua reação?
      4. Conferir com os desbravadores o andamento do trabalho (1 e 2) e lembrá-los que devem trazê-lo no próximo encontro.
    3. 3º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre o tema, por meio de algumas perguntas ao grupo. Anotar as respostas em um quadro e comparar ao final da aula.
      2. Dividir os desbravadores em grupo e entregar trechos do Espírito de Profecia. Pedir aos grupos para discutirem entre sim. Após alguns minutos (5-10), pedir para cada grupo expor as suas opiniões. [Nota: O instrutor deve ter um roteiro de perguntas que deseja que os desbravadores saibam a respeito e conduzir o debate de forma que eles cheguem a essas conclusões sozinhos].
      3. Perguntar o que os desbravadores sabem sobre pecado contra o Espírito Santo e anotar as respostas em um quadro branco.
      4. Mostrar o vídeo O que é o pecado contra o Espírito Santo?
      5. Através de estudo dirigido, verificar o aprendizado dos desbravadores.
      6. Receber os trabalhos.
  6. Avaliação
    1. Pedir aos desbravadores para fazerem um relatório das atividades realizadas no caderno de atividades.
    2. Apresentação do trabalho (1 ou 2)

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