Bandeira Nacional, para a classe de Companheiro de Excursionismo

Com frequência dizemos que estamos no mundo, mas não somos do mundo. Como cidadão do Reino Celestial, o desbravador tem que agir desta forma, devemos ser cidadãos cristãos diariamente. E conhecer os símbolos nacionais é uma demonstração de cidadania.

Na classe de Companheiro de Excursionismo, requisito 1, devemos “Saber a composição, significado e uso correto da Bandeira Nacional”.

De uma forma resumida, a Bandeira Nacional é composta por um losango amarelo em campo verde, tendo no meio a esfera celeste azul, semeada com 27 estrelas e atravessada por uma zona branca com a inscrição “Ordem e Progresso” em verde.

Vamos agora trabalhar na composição e significado da Bandeira Nacional de uma forma mais detalhada.

Lema

“Ordem e Progresso” é o lema nacional da República Federativa do Brasil a partir do momento de sua formação. A expressão é o lema político do positivismo, forma abreviada do lema de autoria do positivista francês Augusto Comte: “O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim”. Seu sentido é a realização dos ideais republicanos: a busca de condições sociais básicas (respeito aos seres humanos, salários dignos etc.) e o melhoramento do país (em termos materiais, intelectuais e, principalmente, morais).

Estrelas

As constelações que figuram na Bandeira Nacional correspondem ao aspecto do céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889 (doze horas siderais) e devem ser consideradas como vistas por um observador situado fora da esfera celeste.

A Bandeira Nacional deve ser atualizada sempre que ocorrer criação ou extinção de Estados, sendo que os novos Estados serão representados por estrelas que compõem o aspecto celeste descrito no parágrafo anterior, de modo a permitir-lhes a inclusão no círculo azul da Bandeira Nacional sem afetar a disposição estética original, e serão suprimidas da Bandeira Nacional as estrelas correspondentes aos Estados extintos.

A grandeza e brilho das estrelas e sua posição no céu não estão retratadas de forma exata, havendo diversas distorções.

Formas e dimensões

A feitura da Bandeira Nacional deve obedecer às seguintes regras:

  • Para cálculo das dimensões, tomar-se-á por base a largura desejada, dividindo-se esta em 14 partes iguais, sendo que cada uma das partes será considerada uma medida ou módulo: 1 M.
  • O comprimento será de 20 M. A distância dos vértices do losango amarelo ao quadro externo será de 1,7 M.
  • O círculo azul no meio do losango amarelo terá o raio de 3,5 M.
  • O centro dos arcos da faixa branca estará 2 M à esquerda do ponto do encontro do prolongamento do diâmetro vertical do círculo com a base do quadro externo.
  • O raio do arco inferior da faixa branca será de 8 M; o raio do arco superior da faixa branca será de 8,5 M.
  • A largura da faixa branca será de meio módulo (0,5 M).
  • As letras da legenda “Ordem e Progresso” serão escritas em cor verde. Serão colocadas no meio da faixa branca, ficando, para cima e para baixo, um espaço igual em branco. A letra P ficará sobre o diâmetro vertical do círculo. As letras da palavra Ordem e da palavra Progresso terão 0,33 M de altura. A largura dessas letras será de 0,30 M. A altura da letra da conjunção E será de 0,30 M. A largura dessa letra será de 0,25 M.
  • As estrelas serão de cinco dimensões: de primeira, segunda, terceira, quarta e quinta grandezas. Devem ser traçadas dentro de círculos cujos diâmetros são: de 0,30 M para as de primeira grandeza; de 0,25 M para as de segunda grandeza; de 0,20 M para as de terceira grandeza; de 0,14 M para as de quarta grandeza; e de 0,10 M para a de quinta grandeza.

Cores

Apesar de ser bastante popular a interpretação de que o verde representa as florestas; o amarelo, os minérios; e o azul, o céu, e da explicação de um agente diplomático em 1823 de que a cor verde era em referência à casa de Bragança, da qual fazia parte D. Pedro I, e a cor amarela simbolizaria a casa de Habsburgo, da qual fazia parte D. Leopoldina, não há nenhuma lei ou decreto explicando o significado das cores adotadas na Bandeira Nacional.

Foram mantidas as cores verde e amarela da bandeira imperial, pois o decreto n.º 4, de 19 de novembro de 1889, que criou a bandeira republicana, afirma que: “[…] as cores da nossa antiga bandeira recordam as lutas e as vitórias gloriosas do exército e da armada na defesa da pátria e […] que essas cores, independentemente da forma de governo, simbolizam a perpetuidade e integridade da pátria entre as outras nações”.

Agora que já sabemos a composição e o significado dos elementos da Bandeira Nacional, vamos ver alguns pontos principais quanto ao seu uso correto.

  • A Bandeira Nacional pode ser usada em todas as manifestações do sentimento patriótico dos brasileiros, de caráter oficial ou particular.
  • A bandeira poderá ser apresentada das seguintes formas:
    1. hasteada em mastro ou adriças, nos edifícios públicos ou particulares, templos, campos de esporte, escritórios, salas de aula, auditórios, embarcações, ruas e praças, e em qualquer lugar em que lhe seja assegurado o devido respeito;
    2. distendida e sem mastro, conduzida por aeronaves ou balões, aplicada sobre parede ou presa a um cabo horizontal ligando edifícios, árvores, postes ou mastros;
    3. reproduzida sobre paredes, tetos, vidraças, veículos e aeronaves;
    4. compondo, com outras bandeiras, panóplias, escudos ou peças semelhantes;
    5. conduzida em formaturas, desfiles, ou mesmo individualmente;
    6. distendida sobre ataúdes, até a ocasião do sepultamento.
  • Hasteia-se a bandeira:
    1. diariamente nos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, nas missões diplomáticas brasileiras e nas unidades da Marinha Mercante;
    2. nos dias de festa e de luto nacional, também nos estabelecimentos de ensino e sindicatos;
    3. pelo menos uma vez por semana, em caráter solene, nas escolas públicas ou particulares.
  • A bandeira pode ser hasteada e arriada a qualquer hora do dia ou da noite, mas normalmente isso é feito às 8 horas e às 18 horas, respectivamente. Apenas no Dia da Bandeira (19 de novembro), o hasteamento é realizado às 12 horas, em solenidade especial. Durante a noite a bandeira deve estar iluminada.
  • Quando várias bandeiras são hasteadas ou arriadas simultaneamente, a bandeira brasileira é a primeira a atingir o topo e a última a dele descer.
  • Se a bandeira estiver a meio-mastro ou a meia-adriça, em sinal de luto, no hasteamento ou arriamento, deve ser levada inicialmente até o topo. Em marcha, o luto é assinalado por um laço de crepe atado junto à lança.
  • Hasteia-se a bandeira em funeral, em todo o País, quando o presidente da República decretar luto oficial, salvo nos dias em que o luto coincida com alguma festa nacional. Quando não for decretado luto oficial, o hasteamento em funeral fica limitado à Casa Legislativa ou ao Tribunal em que haja ocorrido o falecimento de um de seus membros.
  • A bandeira deve sempre ocupar lugar de honra, em posição central, destacada à frente de outras bandeiras e à direita de tribunas, púlpitos, mesas de reunião ou de trabalho.
  • Nas missões diplomáticas em países estrangeiros, estas regras podem-se tornar mais flexíveis em atenção às leis, usos e costumes do país hospedeiro.

Para saber mais sobre a a composição, o significado e a utilização correta da Bandeira Nacional, sugerimos a leitura do Decreto nº 4, de 19 de novembro de 1889, e principalmente da Lei nº 5.700, de 1º de setembro de 1971, que também trata dos outros Símbolos Nacionais.

Como construir diferentes tipos de abrigo, para a classe de Guia de Exploração

Os acampamentos são uma das atividades mais comuns aos desbravadores, e uma coisa muito legal para se fazer em um acampamento é construir um abrigo e passar uma noite nele. Só quem já passou uma noite em um abrigo construído com suas próprias mãos (usando materiais naturais ou artificiais) consegue descrever a sensação.

Na classe de Guia de Exploração é pedido para três tipos diferentes de abrigo, explicar seu uso e utilizar um deles em um acampamento.

Ao escolher o tipo de abrigo que faremos devemos observar alguns pontos:

  • Tempo meteorológico: parâmetros como temperatura, chuva, vento, umidade, etc. devem ser considerados ao escolher o tipo de abrigo. Por exemplo, abrigos que servem para dias chuvosos podem não ser os mais recomendados para dias ensolarados, assim como locais que têm ventos fortes exigem abrigos diferentes dos locais que têm ventos fracos.
  • Disponibilidade de material: ao construir um abrigo devemos levar em consideração os materiais que temos à disposição, tanto materiais naturais quanto artificiais. Devemos pensar também nas outras utilizações que esses materiais podem ter durante o acampamento. Por exemplo, a madeira pode ser utilizada também na construção de pioneirias e como lenha para fogueira.
  •  Tipos de abrigos:
    • Abrigos permanentes: são os construídos com material da região e destinados a dar condições de permanência na mata por um longo período de tempo.
    • Abrigos temporários: são os construídos com material da região, utilizando também, se necessário, partes do próprio equipamento e destinados a permitir a permanência na mata por curtos períodos de tempo.
  • Disponibilidade de tempo:
    • Qual a duração do acampamento? Se o meu acampamento é curto, não compensa gastar muito tempo na construção de um abrigo permanente, muito elaborado e trabalhoso, a menos que as condições de tempo meteorológico exijam um abrigo desse tipo.
    • Caso o meu acampamento seja móvel, também não há necessidade de gastar muito tempo na construção de um abrigo permanente.

Observando esses pontos com bom senso, com certeza teremos uma atividade construtiva.

Veja abaixo dois vídeos de abrigos que podem ser construídos, cada um para condições bastante diferentes:

Clique na imagem abaixo para ver no site da Discovery o passo a passo deste tipo de abrigo rápido e simples, bem como a escolha do lugar onde montá-lo.

E agora mais algumas imagens (retiradas do manual de Abrigos e Barracas, Coleção Tafara, Série Ar Livre, nº 2) de modelos de abrigo que podem ser utilizados em seu acampamento, tanto com utilização de lona quanto sem sua utilização. Vários outros modelos podem ser desenvolvidos, basta colocar a criatividade e o conhecimento de amarras em prática.

Particularmente, sou contra derrubar árvores e cortar galhos para a construção de abrigos e pioneirias, tanto pela curta duração dos nossos acampamentos quanto pela “necessidade” de degradar o meio ambiente para essa finalidade. Considero que abrigos suspensos, apesar de serem bonitos, funcionais e utilizarem bem os conhecimentos de amarras, não são muito interessantes sob o ponto de vista ambiental, pois é difícil encontrar a quantidade de madeira nas dimensões necessárias sem derrubar árvores, portanto, o ideal é que só fossem utilizados em caso de real necessidade.

Eliminando os hiperônimos

No mundo globalizado em que vivemos, temos a tendência de não termos tempo para as coisas que realmente são importantes. Passamos tantas horas focados em trabalho, estudo e outros planos para desfrutar de um futuro melhor, que acabamos por esquecer de desfrutar dos momentos presentes.

Com certeza você já ouviu que “passamos a vida gastando a saúde em busca de um futuro melhor, e quando chegamos no ‘futuro melhor’, não podemos desfrutá-lo porque perdemos nossa saúde”.

Justamente por estarmos inseridos nesta correria global, deixamos o relacionamento interpessoal adequado de lado. Passamos pelo mesmos lugar todos os dias, vemos as mesmas pessoas e não sabemos quem elas são… Ou pior, às vezes chegamos a não saber quem são de verdade nossa família, amigos, vizinhos, colegas de trabalho ou outros, porque não tiramos tempo para prestar a eles um pouco de atenção e desenvolver um relacionamento individual com cada um.

Esta semana, enquanto revisava  semântica, comecei a refletir em como os hiperônimos são comuns em nossa vida. Muitos devem estar se perguntando: o que são hiperônimos? Vamos à definição então: segundo o dicionário Priberam, Hiperônimos [Linguística] são palavras que, em relação a outra ou outras com significado mais específico, tem um significado mais geral ou abrangente (ex.: flor é hiperônimo de rosa). Para facilitar, vamos entender o que são hipônimos. Estes têm sentido mais restrito que os hiperônimos, ou seja, hipônimo é um palavra mais específica. Por exemplo: rosa, violeta e margarida são hipônimos de flor.

Agora que você já viu as definições, por que digo que nossa vida está lotada de hiperônimos? Reflita um pouco sobre como somos propensos a rotular os grupos pelos seus hiperônimos, por exemplo: os desbravadores (no lugar do(a) João, Pedro, Carla, Ana e etc…), os irmãos da Igreja (no lugar do(a) irmão(a) Marcos, Pablo, Beatriz, Rute e etc…), os colegas de trabalho, os vizinhos, os vendedores, os gerentes, os motoristas…

Esquecemos que por trás de todas estas titulações estão indivíduos, que às vezes precisam de nossa atenção, cuidado, afeto, compressão ou simplesmente de um amigo. No que diz respeito ao contexto do nosso grupo em especial, que são os desbravadores, temos que nos comprometer mais em fazer parte da vida de cada juvenil e adolescente dos nossos Clubes. É muito fácil chegar a uma reunião do Clube e começar a falar: atenção desbravadores; unidade “x” ou “y” façam suas atividades; conselheiros não esqueçam suas responsabilidades; instrutores deem suas instruções adequadamente. Com todos estes hiperônimos, esquecemo-nos dos hipônimos, não a palavra em si, mas os indivíduos por trás de cada um destes grupos.

O papel que temos como líderes é trabalhar com todo o grupo e fazermos com que cada um descubra seu papel dentro da equipe, mas não podemos ser negligentes em relação ao convívio pessoal. Apesar de lideramos um grupo, cada indivíduo deste grupo precisa perceber que ele é importante e que pode contar conosco em todos os momentos.

Neste século a grande tendência das pessoas é se tornarem individualistas e focarem apenas em seus problemas, suas necessidades, suas frustrações, suas conquistas e muitas vezes deixam de ser um instrumento para a felicidade e bem-estar dos outros. Existem pessoas sucumbindo à nossa volta, e o que fazemos? NADA, simplesmente continuamos andando pensando em como lidaremos com nossas preocupações. É natural pensarmos em nós, mas é importante desenvolvermos empatia pelas pessoas, relacionarmo-nos com elas e demonstrar que não estamos sozinhos em uma ilha. Uma coisa é certa: os relacionamentos não só beneficiam o outro, mas a nós também.

O maior exemplo que temos é de um Ser que tinha tudo para tratar este insignificante planeta como apenas mais um e destruí-lo completamente após sua rebelião: Jesus!  Mas Ele fez justamente o oposto, tratou-nos com exclusividade, deixou toda sua gloria e veio a este insignificante planeta para que você, o Alberto, a Éveni, o Mateus, a Samira, o Denis, o Jônatas, o Geraldo, a Tânia, o Gabriel, a Maria, a Elisama, a Alice, a Gisele, eu, enfim todos pudéssemos ter a oportunidade de salvação.

O mais lindo de tudo isso é que Deus não apenas deu uma ordem e consertou tudo, Ele relacionou-se conosco, viveu entre nós, comeu com a gente, deu atenção, carinho e se sacrificou por nós.  Apesar de ter morrido por todos (hiperônimo), Ele se relaciona com cada um individualmente (hipônimo), para que cada um se sinta amado e importante.

Vamos fazer um compromisso? Tente este final de semana deixar os “hiperônimos” um pouco de lado, principalmente porque muitos estão sensíveis em lembrança ao dia dos finados, que foi ontem. Pratique o hipônimo dos grupos que você está inserido e você verá que por trás de cada rótulo existe uma pessoa que, acima de qualquer circunstância, precisa ser amada.

Faça o teste e depois compartilhe conosco suas experiências! Poderemos então fazer outro post, mostrando os resultados destes novos relacionamentos.

CamporiNews nº 1!

Atenção, amigos,

Os preparativos para o IV Campori da Divisão Sul-Americana estão a todo vapor. Em menos de uma semana à frente do Ministério dos Desbravadores, o pr. Udolcy Zukowsky já está nos mostrando o que esperar dessa grande festa!

Foi divulgado essa semana o primeiro CamporNews. É um boletim especial de notícias sobre o Campori que o pastor vai lançar ao longo do tempo, para informar aos participantes as principais novidades e informações.

Confiram a primeira edição!

Especialidade de Insetos – avançado: aprendendo a pesquisar

Esta especialidade é uma continuação ao fascinante estudo dos insetos.

Você aprenderá os ciclos de vida de diferentes grupos de insetos e sobre seus hábitos. Vai conhecer insetos que podem transmitir doenças para o homem e como se prevenir delas.

Você sabe o que é um puçá? Além do puçá, você vai aprender outras ferramentas e técnicas que podem ser utilizadas para coletar insetos, inclusive insetos aquáticos e insetos atraídos por luz.

Nesta especialidade você terá que identificar, pelo menos, 50 espécies por conta própria, além das identificadas na especialidade básica. Divirta-se!

Para se aprofundar no estudo da entomologia cumpra os seguintes requisitos:

 

  1. Completar a especialidade Insetos.
  2. Acrescentar à sua coleção atual, 50 insetos representando pelo menos dez ordens diferentes (sem contar os lepidópteros). As etiquetas devem incluir o nome da pessoa que capturou o inseto, data, ordem, família e gênero. (Espécimes estragados ou mal colados não serão aceitos.)
  3. Como as estruturas especiais e hábitos dos insetos os preparam tão notavelmente para a vida?
  4. Contar o ciclo de vida de quatro insetos de quatro famílias diferentes.
  5. Dar o nome de dois tipos de insetos sociais. Como diferem dos insetos insociais?
  6. Dar o nome de pelo menos quatro insetos que transmitem doenças ao homem, e dar o nome de pelo menos uma doença transmitida por causa de um desses insetos.
  7. Realizar uma das tarefas a seguir: construir uma rede aérea, rede de arrasto ou rede aquática.
  8. Construir uma armadilha para insetos noturnos, e usá-la.
  9. Mencionar pelo menos um inseto correspondente a cada um dos seguintes: aquático, que comem folhas, que se enrolam em folhas, que perfuram madeira, que comem papel, parasitas no corpo de um pássaro ou mamífero; ou descrever as castas de cupins e abelhas; ou comparar os graus de inteligência exibidos por um gafanhoto ou besouro, com a formiga, abelha ou vespa.

Para ajudar no requisito 1, leia também Especialidades de Estudo da Natureza, coleções e legislação ambiental.

Logo abaixo estão as alguns sites na internet com informações confiáveis que podem ajudar no estudo desta especialidade. Apesar de confiáveis, alguns deles podem apresentar informações sob a visão evolucionista, expressões como “milhões de anos”, “processos evolutivos”, “ancestrais”, “antepassados”, etc. Desconsiderem essas informações.

Caso você tenha uma indicação de fonte, nos deixe um comentário ou envie um e-mail.

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