Arquivo por Autor | Alberto Souza

Videochat com o Pr. Udolcy Zukowski

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Atenção amigos líderes e desbravadores,

Dia 12 de abril, às 19h30min, o Pr. Udolcy Zukowski, líder dos desbravadores da Divisão Sul-Americana, fará um videochat que tratará de dois temas importantíssimos para nossos Clubes: o Dia do Desbravador e o IV Campori Sul-Americano.

Você não pode ficar fora dessa, acompanhe uma pequena prévia!

1- Alberto

Planejamento Estratégico voltado para os Clubes de Desbravadores

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Hoje temos outra novidade no nosso Cantinho. A partir de agora, temos um novo colaborador na nossa Equipe, o Dr. Jorjan Cruz! Como sua especialização em líder máster avançado foi em administração, ele nos ajudará principalmente com esses processos dentro do Clube. Clique AQUI para conhecer um pouco mais sobre ele e confira abaixo seu primeiro post!

Atualmente, o foco da atenção da Administração em alto nível volta-se para a formulação de estratégias de adaptação. Falando em Clubes de Desbravadores, essas estratégias significam a análise de medidas positivas que devemos tomar para enfrentar ameaças e aproveitar oportunidades para garantir seu progresso. Os Clubes devem ser vistos como agentes de mudança, com o objetivo de gerar uma criança protegida, um jovem orientado e um adulto bem resoluto, com respeito próprio. Salvos do pecado e guiados no Serviço.

Com toda essa gama de atrativos voltada para a geração adolescente atual e a crescente insegurança familiar em relação ao ambiente no qual os filhos estão inseridos, cabe aos Clubes de Desbravadores ocupar esse espaço na sociedade, fornecendo alternativas saudáveis, cristãs e promissoras para a atual geração juvenil e adolescente. Agora, na medida em que as necessidades sociais crescem, também aumenta a responsabilidade social e jurídica. Nesse sentido, a atual visão administrativa dos Clubes, que é baseada no voluntariado desapegado e cuidado quase familiar, necessita de reavaliação. Não é o caso de tratar da profissionalização da administração dos Clubes, mas apenas da criação de moldes definidos, facilmente aplicáveis e reprodutíveis para o gerenciamento dos nossos Clubes.

O Planejamento Estratégico (PE) pode ser compreendido como o conjunto de processos de gerenciamento que permitem aos administradores estabelecerem os rumos a serem tomados ou seguidos, originados na sede local (no caso, Igreja local) ou tendo como origem a sede central (como, por exemplo, a Divisão Sul-Americana). Representa os moldes para tomar decisões frente às condições dos ambientes interno e externo, mas não de forma estática. Ele deve ser entendido como uma ferramenta dinâmica de gestão que contém decisões antecipadas sobre as linhas de atuação para o cumprimento da missão dos Clubes, tanto nos níveis social como espiritual. Deve ser elaborado com uma visão de futuro, mas fortemente alicerçado sobre os valores institucionais, como Igreja e como cristãos.

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Entre os principais valores listados na elaboração de um planejamento estratégico, os conhecidos (e que podemos usar em nossa programação) são:

MISSÃO: seu conceito teórico é o de ser a declaração do propósito do Clube. É o que individualiza e distingue o Clube e a razão de ser da instituição frente a outras do mesmo nível. Define o que somos hoje, nosso propósito e como atuamos no dia a dia.

VISÃO: é a ideia de um futuro desejado pela instituição. Transmite a essência do Clube frente aos seus propósitos e como desejamos ser reconhecidos em um futuro determinado.

VALORES INSTITUCIONAIS: são as ideias fundamentais em torno das quais se constrói uma instituição. São nossas crenças fundamentais e convicções dominantes.

PERSPECTIVAS: são compostas por temas estratégicos que representam assuntos inter-relacionados como, por exemplo, função social, finanças, pessoas, etc.

Dentro de uma macro-avaliação do conceito fundamental dos Clubes de Desbravadores, acredito que pouquíssimas instituições tenham trazido de berço, desde seu nascimento, esses marcos do planejamento estratégico tão bem desenhados. Uma simples leitura dos ideais do Desbravadorismo, sob a óptica dos processos gerenciais, nos leva a uma série de associações lógicas entre os valores do planejamento estratégico e os valores que seguimos como instituição.

Uma das correntes mais amplamente utilizadas para a disseminação dos conceitos de Planejamento Estratégico é a do Modelo de Estratégia Competitiva e Avaliação de Desempenho, também conhecido como modelo de Porter. É amplamente aplicado pela sua facilidade em trazer para a realidade conceitos necessários para a fundamentação teórica de cada unidade e sua posterior inserção em um modelo previamente desenhado por uma matriz ou sede administrativa.

Baseia-se nas seguintes questões:

  1. O que estamos fazendo no momento?
    1. Identificar a estratégia usada atualmente, seja implícita ou explícita: o que nós, como Clube, estamos fazendo para prendar a atenção de nossos jovens, adolescentes e juvenis? Como nosso programa (classes, especialidades, cantinho da unidade, classe bíblica, ordem) atrai aos membros? Nossa vocação espiritual está mantida?
    2. Identificar o que supomos estar fazendo (suposições implícitas): será que nosso programa ainda encontra eco nas necessidades atuais do nosso público alvo? Estamos aplicando o programa de maneira adequada?
  2. O que está acontecendo no ambiente?
    1. Análise do setor: em relação ao universo de todos os atrativos disponíveis para a faixa etária com que trabalhamos, como nos enquadramos? Com que outras estruturas ou instituições nosso público alvo divide a sua atenção?
    2. Análise da sociedade: em que contexto social nos enquadramos? Em qual estratificação social (a que classe social meu Clube pertence)? Devemos alterar perspectivas ou estratégias baseadas nas condições sociais do nosso grupo?
    3. Pontos fortes e pontos fracos: essa análise é de fundamental importância. Qual nossa vantagem, que nos diferencia frente às demais instituições? Em que aspecto não podemos competir com as demais? Essa análise pode ser a mais complicada, pois normalmente ela é parcial e tenta encobrir possíveis inconsistências e fragilidades, além de supervalorizar fontes de força limitada, que são muitas vezes insuficientes para alavancar estratégias que nos nortearão.
  3. O que deveríamos estar fazendo? Baseados nas respostas anteriores, começaríamos a desenvolver estratégias para a melhora de resultados, alternativas com estratégias voltadas para as faixas etárias que nos propormos a atingir (grupos etários de Desbravadores, de Conselheiros e de Adultos) e a identificação de possíveis vantagens competitivas que teremos ao serem executadas as estratégias desenhadas.

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É possível a criação de um sistema de gestão de Clubes que oriente a organização de um painel de informações para que cada diretor consiga, a partir de um molde inicial originado da sede principal (DSA), personalizar seu Planejamento Estratégico de maneira individualizada e, o que é mais importante, sequencial. Um dos grandes problemas dos Clubes é que o gerenciamento muitas vezes ocorre seguindo as características do diretor da gestão atual. Isso torna-se um problema quando, por qualquer motivo, é necessária uma substituição do ocupante do cargo no meio das atividades. Muitas vezes, o gerenciamento que não segue um planejamento definido e sequencial fragiliza a estrutura administrativa de um Campo todo.

A macro-visão administrativa do departamental ou do regional poderá antever uma série de dificuldades locais baseada num molde de informações padrão provenientes da sede e que cuja sequência poderá ser seguida por qualquer diretoria que assuma. As reavaliações, uma vez que o Planejamento Estratégico é uma ferramenta dinâmica, também poderão seguir um padrão de orientação às diretorias. Um modelo informatizado de ampla distribuição, para o acompanhamento dos processos gerenciais, seria o agente capaz de modificar a organização das diretorias, equalizando os trabalhos e orientando uma sequencia de atividades e execução dos planejamentos, a despeito de quem ocupasse os cargos. Muitas Uniões já estão aplicando em seus campos modelos de secretaria informatizada, o que representa um embrião dessa ideia.

Ofertar aos Clubes ferramentas que possibilitem estratégias de planejamento e facilidades de execução dos mesmos é a grande arma organizacional para uniformizar as forças de trabalho e fortalecer vínculos entre os Clubes espalhados ao longo do território da nossa Divisão.

1- Jorjan

Pressão de grupo, para a classe de Pesquisador (PI)

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da nossa mente”. Romanos 12:2 

Hoje temos uma super novidade no nosso Cantinho! Nossa amiga Edneide Nogueira, que já nos ajudava com alguns posts, agora é uma colaboradora oficial do Cantinho da Unidade. Para conhecê-la um pouco mais, clique AQUI.

Os adolescentes precisam de conhecimento e estímulo para tomarem decisões conscientes e não sofrerem influências de grupos que os cercam. Para se estabelecer objetivos, é necessário que eles estejam embasados em um sistema de valores pessoais. Influências diversas interferem na formação desses valores: família, escola, religião, amigos, leituras e mídia em geral. Dessa forma, é conveniente saber escolher valores que ajudem e não prejudiquem a vivência e a convivência das pessoas.

Os valores, geralmente, estão relacionados com instituições (família, igreja, trabalho), sentimentos (amor, paixão, paz, prazer) ou princípios éticos (honestidade, verdade, coerência). Quando tratamos de pressão de grupo, devemos estar atentos ao fato de que nada que venha de fora para dentro será eficaz. Queremos que os nossos desbravadores estejam preparados para não se amoldarem ao padrão deste mundo. Os amigos, a mídia, a escola, os adultos… todos ditam as normas do pensamento, das ações, do julgamento, do comportamento do mundo. Porém, desejamos que cresçam nos moldes de Cristo! Lembremos que Jesus, de certa forma, morreu porque não andou em conformidade com este mundo.

Ao querermos que o desbravador diga não à pressão do grupo, muitas vezes nos esquecemos que o “não” de fora para dentro não exerce o efeito desejado. É necessário que primeiro o adolescente diga “sim” sincera e verdadeiramente a uma Pessoa – a esse Cristo, que não cedeu à pressão do grupo em que estava inserido. Ele proveu o antídoto para toda e qualquer pressão! O antídoto para a conformação ao grupo é a transformação da mente em Cristo. Necessitamos estar em frequente estado de alerta em relação às nossas crianças e adolescentes para provermos os meios ao nosso alcance, favorecendo a eles experimentarem a transformação continua da mente, em Cristo.

Abaixo segue uma sugestão de plano de instrução para o ensino deste requisito. Para aprender mais sobre a importância do plano de instrução no ensino das classes, clique AQUI.

Caso você tenha sugestões de atividades para nos ajudar, deixe seu comentário ou entre em contato conosco. Abaixo segue o plano de instrução. Caso prefira, clique AQUI para baixar.

  1. Objetivos
    1. Compreender a influência que o grupo exerce sobre as pessoas e sobre si;
    2. Identificar grupos de pressão na escola, na Igreja e nos demais espaços sociais em que o desbravador convive. Analisar suas estratégias;
    3. Refletir sobre a pressão de grupo sobre a sua vida;
    4. Analisar seus pontos frágeis diante da pressão de grupo;
    5. Descobrir formas de resistir à pressão de grupo negativa.
  2. Materiais
    1. Balões.
    2. Lápis.
    3. Questionário A medida da pressão.
    4. Texto Plano sob pressão (dicas para resistir à pressão de grupo).
    5. Meditação Pressão de Grupo.
    6. Vídeos do Youtube.
    7. Equipamento para passar os vídeos (computador, caixa de som).
  3. Vídeo interessante
    1. Influencia social.
    2. Presión de grupo y toma de decisiones.
  4. Metodologia
    1. Dinâmica;
    2. Apresentação de vídeos;
    3. Questionários;
    4. Discussão/debate.
  5. Desenvolvimento
    1. 1º Encontro (50 minutos)
      1. Realizar a seguinte dinâmica: Pedir que escrevam em seus balões três valores, um em cada balão. Formar dois círculos. O círculo externo deverá seguir as seguintes regras: movimentos para dentro-fora/direita-esquerda para fazer com que os participantes percam seus valores (balões). Os participantes do círculo interno deverão defender seus valores, impedindo que estes caiam. Os balões devem permanecer no ar. Discutir em grupo como cada um se sentiu ao ver seus balões serem perdidos e como isto pode ser aplicado à vida de cada um.
      2. Meditação: Ler a meditação “Pressão de grupo”, comentando alguns trechos para destacar o que é mais importante. Estabelecer a análise à luz da vivência da dinâmica.
      3. Assistir ao vídeo Presión de grupo y toma de decisiones, que retrata das mudanças de atitudes da pessoa frente ao grupo. Discutir com o grupo outras maneiras de “seguir” o grupo e até onde vai o “tá todo mundo fazendo…”.
      4. Pedir ao desbravador que identifique em sua escola grupos que procuram fazer com que outros os sigam. Por que estas pessoas querem que outros ajam como elas?
      5. Nós não enfrentamos, com tanta frequência, pressões tão explícitas, porém passamos de certa forma pelo mesmo tipo de pressão de grupo. Vejamos como ela afeta a você e a mim pessoalmente:
      6. Realizar o questionário A medida da pressão, dando tempo para as respostas (recolha-o, ao final).
      7. Terminar com uma oração, pedindo que Deus dê discernimento a cada um para identificar e resistir às pressões, quando estas surgirem.
    2. 2º Encontro (50 minutos)
      1. Assistir ao vídeo “Influencia social” (vídeo didático com o objetivo de retratar situações que ocorrem em estudos e pesquisas). Resgatar as discussões do último encontro.
      2.  Enfatizar que os adultos também sofrem a influência da pressão de grupo, apesar de tantas vezes o tema ser abordado apenas referindo-se a algo típico da adolescência. A pressão de grupo pode ocorrer, ainda, dentro da Igreja. A pressão nem sempre é negativa.
      3. 3) Refletir oralmente junto com os desbravadores sobre Gálatas 2:11-16. Observe que o grupo mencionado parece ser de professores que estavam causando problemas:
        1. Por que você acha que estes professores estavam pressionando os cristãos que não eram de origem judaica pra seguirem os costumes dos judeus?
        2. Por que dá para afirmar que Pedro sentiu a pressão destes professores?
        3. Por que você acha que Pedro fez isto? (2:12)
        4. Como a atitude de Pedro afetou os outros crentes? (2:13)
        5. Como Paulo lidou com a pressão para adaptar-se? (leia Atos 15:7-11)
        6. O que aconteceu que o fez tomar posição?
        7. Quais tipos de pressão do grupo nesta história você acha que foram bons? Quais não foram? Como você sabe? Enfatizar a necessidade de identificarem e avaliarem qual o tipo de pressão estão sofrendo, quando esta ocorrer, se boa ou má. Isto é um passo em direção ao discernimento de quando é bom ceder à pressão do grupo e quando não é.
      4. Peça aos desbravadores que olhem o questionário A medida da pressão (redistribua-o). Peça que compartilhem algumas de suas respostas. Evite pressioná-los. Solicitar que eles utilizem os sinais de mais, menos e zero, marquem quais pressões em sua lista eles acham que são boas para eles, quais os incentivam a desobedecer a Deus e quais não parecem empurrá-lo em nenhuma dessas direções. Pergunte: há itens em sua lista em que vocês estão resistindo à pressão? Sua resistência é negativa ou neutra?
      5. Distribua o texto Plano sob pressão e peça que cada desbravador leia e comente uma dica para resistir à pressão.
  6. Avaliação
    1. Depois de trocar ideias, peça que cada um diga, oralmente, qual a utilidade do tema para a sua vida.
    2. Termine com uma oração, pedindo as bênçãos de Deus e o fortalecimento de cada desbravador e seu também, para enfrentar as pressões que porventura surgirem nos seus caminhos.

1- Edneide

Dilúvio e fossilização, para a classe de Pioneiro (PI)

“Eis que vou trazer águas sobre a terra, o Dilúvio, para destruir debaixo do céu toda criatura que tem fôlego de vida. Tudo o que há na terra perecerá. Mas com você estabelecerei a minha aliança, e você entrará na arca com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos”. Gênesis 6:17-18

A multiplicação da raça humana caída sobre a terra, amaldiçoada pelos pecados de Adão e Caim, foi acompanhada pela multiplicação também do pecado e da maldade. Apesar de os seres humanos poderem contemplar a natureza ainda com perfeitos traços do Criador, e mesmo o próprio Jardim do Éden, guardado por um anjo, o coração dos homens se tornou tão mal e perverso que não mais poderiam contaminar a Terra.

Foi necessário que tudo isso acabasse e Deus enviou um dilúvio sobre o  nosso planeta. As águas lavaram não apenas a perversidade dos habitantes da Terra, mas também a beleza original da criação de Deus. A partir desse momento, toda a natureza foi modificada e como resultado do grande soterramento de seres vivos (animais e vegetais), imensa quantidade de fósseis e petróleo foi formada.

Essa é uma história muitas vezes criticada pelos ditos cientistas modernos. Porém, precisamos ensinar aos nossos desbravadores essa verdade bíblica, mostrando a eles evidências científicas do seu acontecimento. Esse é um dos objetivos do requisito 1, Estudo da Natureza, da classe de Pioneiro: “Estudar a história do dilúvio e o processo de fossilização”.

Abaixo segue uma sugestão de plano de instrução para o ensino deste requisito. Para aprender mais sobre a importância do plano de instrução no ensino das classes, clique AQUI.

Caso você tenha sugestões de atividades para nos ajudar, deixe seu comentário ou entre em contato conosco. Abaixo segue o plano de instrução. Caso prefira, clique AQUI para baixar.

  1. Objetivos
    1. Conhecer a história do dilúvio.
    2. Aprender porque Deus enviou o dilúvio.
    3. Saber diferenciar criacionismo de evolucionismo.
    4. Descobrir como é formado um fóssil.
  2. Materiais
    1. Bíblia.
    2. Livro Patriarcas e Profetas (Ellen White).
    3. Vídeos do Youtube.
    4. Equipamento para passar os vídeos (computador, caixa de som).
    5. Cartolina.
    6. Lápis para colorir.
    7. Artigos do blog Criacionismo.
    8. Fotos de fósseis.
  3. Vídeo interessante
    1. Histórias de pescador (Série Criacionismo).
    2. As pedras falam (Série Criacionismo).
    3. Recomenda-se ao instrutor assistir todos os vídeos da série.
  4. Trabalhos
    1. Desenhar a arca e suas divisões. Obs.: A arca não era no formato que muitos desenhos apresentam, na forma de um barco convencional. AQUI e AQUI temos duas fotos de uma miniatura que se encontra na Sociedade Criacionista Brasileira.
    2. Utilizando a Bíblia e o livro Patriarcas e Profetas, fazer um quadro comparando a sociedade nos dias de Noé e nos dias atuais.
  5. Metodologia
    1. 1º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: Ler a história do Dilúvio na Bíblia.
      2. Entregar uma resenha do capítulo 7 (O dilúvio) do livro Patriarcas e Profetas para cada desbravador.
      3. Assistir ao vídeo As pedras falaram.
      4. Pedir aos desbravadores para fazerem o trabalho 2 para trazer no último encontro.
    2. 2º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: Entregar para os desbravadores artigos que falem sobre o dilúvio e sobre fósseis. (Sugestões: Dilúvio, lenda ou fato? Dilúvio: águas de cima e de baixo, Dilúvio universal e suas implicações, Dilúvio em Marte. E na Terra, não? Quanto tempo durou o dilúvio? Encontrados na Austrália fósseis de marsupiais gigantes, Fósseis de baleia azul são encontrados em Iguape, Baleias fósseis são descobertas em deserto chileno, Fósseis comprovam que cobras nem sempre rastejaram, Tartarugas fósseis foram soterradas “no ato”, Montanha chinesa tem mais de 20 mil fósseis marinhos).
      2. Assistir ao vídeo Histórias de pescador.
      3. Mostrar fotos de fósseis para os desbravadores e explicar o processo de fossilização.
      4. Entregar uma cartolina e uma foto da arca para cada desbravador e pedir que eles façam o trabalho 1 para entregar no último encontro.
    3. 3º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre o tema, por meio de algumas perguntas ao grupo. Anotar as respostas em um quadro e comparar ao final da aula.
      2. Explicar as principais diferenças entre o criacionismo e o evolucionismo.
      3. Através de estudo dirigido, verificar o aprendizado dos desbravadores.
      4. Receber os trabalhos.
  6. Avaliação
    1. Pedir aos desbravadores para fazerem um relatório das atividades realizadas no caderno de atividades.
    2. Apresentação dos trabalhos (1 e 2).
    3. Estudo dirigido.

Páscoa com cara de chocolate!

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes do nosso calendário. Porém, atualmente, tornou-se uma data tão comercial, que poucos lembram ou conhecem seu verdadeiro significado.

Este, portanto, é o melhor momento para apresentar ao nosso desbravador o verdadeiro significado da páscoa, e porque não apresentá-lo de maneira criativa e diferente?

Depois do conteúdo bíblico e histórico apresentado aos desbravadores, chegou a hora de surpreendê-los com uma lembrança contraditória a princípio, mas que enfatiza e marca o verdadeiro significado da Páscoa.

A primeira sugestão é um cartão que recebi quando eu estava no quarto ano do ensino fundamental e me marcou até hoje.

Faça um cartão no formato de ovo de páscoa, com papeis coloridos e atrativos. No centro do cartão escreva: abra e veja qual o verdadeiro significado da páscoa!

Dentro do cartão, imprima e cole a imagem da cruz de Cristo e escreva um verso bíblico que fixe a ideia.

Outra sugestão é comprar ou mandar fazer pão de mel ou alfajour. A princípio o grupo não entenderá a contradição de receber um chocolate depois de ouvir que a páscoa não representa isso. Mas ao morder, ele notará que dentro existe algo.

Escreva um pequeno texto ou verso bíblico enfatizando o significado da páscoa, plastifique e aplique dentro do doce antes de aplicar a cobertura de chocolate.

O Doce ficará sem cortes, o papel plastificado deverá ser de um tamanho razoável para que não provoque acidentes, como alguma pessoa engoli-lo. As arestas da plastificação devem ser arredondadas para não ferir a boca de quem comer.

A surpresa é divertida e agradável. E a mensagem é passada de maneira criativa.

Espero que as sugestões sejam úteis não só se você decidir fazer conforme proposto, mas também para dar um start em ideias mais elaboradas.

Aproveito para desejar a você feliz Páscoa!

Abraços.

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