Arquivo por Autor | Alberto Souza

10 coisas para não fazer na classe bíblica

matrícula-frequencia-classe-bíblicaMaio é o mês de início da classe bíblica, vocês estão preparados? A Equipe Cantinho da Unidade quer te ajudar a fazer um excelente programa para seus desbravadores, afinal, o desenvolvimento espiritual é uma das bases do tripé do nosso movimento.

Com esse intuito já colocamos diversos posts no ar sobre capelania, é só você olhar aqui do lado direito do blog que você verá uma seção com esse nome. E vamos colocar vários outros, inclusive uma sugestão de estudos bíblicos avançados, fique de olho!

Hoje trazemos para você uma lista de 10 cosas que NÃO se deve fazer para ter uma classe bíblica de sucesso.

  1. Fazer o estudo bíblico tudo junto e misturado: o que é atrativo para um menino de 10 anos não é para o adolescente de 15. Então se você quer que sua classe seja incompreensível para alguns e chata para outros, faça o estudo bíblico para todos juntos, se não, separe em grupos.
  2. Escolher alguém chato para liderar o estudo: existem pessoas na Igreja que possuem um conhecimento bíblico maravilhoso, mas não sabem transmitir. Essas pessoas devem passar longe da classe bíblica se você quiser que os desbravadores gostem do estudo.
  3. Variar muito o instrutor: as crianças precisam se identificar com alguém. Se a cada dia o instrutor for uma pessoa diferente, ela não criará o vínculo necessário. Por isso mantenha sempre a mesma pessoa para fazer os estudos. Claro que uma ou outra substituição não será problema, o que não pode é virar rotina.
  4. Não ter material: todos os anos a DSA produz um material específico para a classe bíblica. Geralmente ele é distribuído gratuitamente pelo Campo. Ainda que seu Campo não forneça gratuitamente, é necessário ter este ou outro material equivalente para a classe bíblica.
  5. Fazer um estudo longo: todos nós sabemos que a criança tem tempo limitado de atenção, portanto, cada estudo não pode passar de 40 minutos, isso já incluindo o tempo de fazer as atividades propostas.
  6. Não se preparar devidamente: como já dissemos, o desbravador vai notar se o estudo foi preparado em cima da hora. Se isso acontecer ele dificilmente vai prestar atenção ou participar. Por esse motivo o instrutor sempre deve preparar o estudo com a maior antecedência possível.
  7. Deixar uma criança ou adolescente sem resposta: naturalmente curiosas, as crianças ficam extremamente insatisfeitas se não tiverem suas dúvidas respondidas. Sempre abra espaço para as perguntas e esteja preparado para respondê-las.
  8. Não incentivar a interação e a participação: a participação das crianças é o termômetro que indica o quanto ela está assimilando o que está sendo ensinado. Incentive sempre a interação e assim o conhecimento adquirido em determinada lição ficará sedimentado na cabecinha delas.
  9. Fazer mais de um estudo por dia: por mais que haja dificuldade em encaixar os estudos bíblicos no calendário para terminar a tempo do batismo da primavera, não se pode fazer mais de um estudo por dia! O conhecimento não será aprofundado e as crianças vão se cansar. Depois vamos dar algumas ideias de como conseguir completar os estudos caso o cronograma esteja apertado. Fique atento aos próximos posts!
  10. Ter um instrutor que não vive o que ensina: o instrutor da classe bíblica passará a ser um modelo para os desbravadores. Já pensou que trágico se eles começaram a imitar alguém que não mantém os princípios cristãos durante todo o tempo?

O desafio é grande, mas com muita oração e dedicação podemos alcançar nosso objetivo. Se você tiver mais ideias pode compartilhar conosco, teremos o maior prazer em publicar!

Nicodemos, para a classe de Excursionista [PI]

nicodemos-e-jesus

O encontro secreto de Nicodemos com Jesus é, sem dúvida, uma história de onde tiramos lições espirituais importantíssimas para a nossa vida cristã! João 3:16, talvez o verso mais conhecido da Bíblia, foram palavras do Mestre ao fariseu interessado.

Um adolescente de 14 anos está passando por muitas mudanças em sua vida. Este é o momento em que ele está completamente sensível à espiritualidade, assim, precisamos aproveitar essa oportunidade. Ao mesmo tempo que está sensível à religião, também se preocupa por, talvez, nunca ter tido uma conversão muito marcante, como muitas histórias que ouvimos. Porém, a história de Nicodemos nos ensina que o processo de conversão é gradual e contínuo e Jesus usa algumas analogias para ensinar isso ao fariseu e a todos nós.

Abaixo segue uma sugestão de plano de instrução para o ensino deste requisito. Para aprender mais sobre a importância do plano de instrução no ensino das classes, clique AQUI.

Caso você tenha sugestões de atividades para nos ajudar, deixe seu comentário ou entre em contato conosco. Abaixo segue o plano de instrução. Caso prefira, clique AQUI para baixar.

3. Recapitular a história de Nicodemos e relacioná-la com o ciclo de vida da lagarta ou borboleta, acrescentando um significado espiritual.

  1. Objetivos
    1. Conhecer a história de Nicodemos;
    2. Conhecer o ciclo de vida da lagarta;
    3. Entender o processo natural da conversão, correlacionando a história de Nicodemos com o ciclo de vida da lagarta.
  2. Materiais
    1. Bíblia.
    2. Vídeos do Youtube.
    3. Equipamento para passar os vídeos (computador, caixa de som).
    4. Materiais para o trabalho: cartolinas, cola, tesouras, canetinhas, lápis, revistas para recortar, pincéis atômicos, computador, folhas em branco, tinta guache, pincéis, giz de cera, etc.
  3. Vídeo interessante
    1. Jesus fala a Nicodemos nascer de novo – vídeo de abordagem inicial ao requisito.
    2. Ciclo de vida de uma monarca (está em inglês, mas dá para entender bem o ciclo de vida apenas observando as imagens, que estão em excelente qualidade).
  4. Trabalhos
    1. Ilustrar o ciclo de vida da Borboleta através de cartaz, exposição, apresentação de slides, vídeo ou qualquer outra forma criativa.
  5. Metodologia
    1. 1º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: assistir ao vídeo Jesus fala a Nicodemos nascer de novo.
      2. Discutir a história com os desbravadores e enfatizar os pontos principais do encontro: nascer de novo; movimento do vento e trabalho do Espírito Santo; carne versus espírito; vida, morte e ressurreição de Cristo.
      3. Assistir ao vídeo Ciclo de vida de uma monarca.
      4. Discutir com os desbravadores como o ciclo de vida da borboleta se relaciona à história de Nicodemos e como elas se relacionam com a vida de um cristão.
      5. Se possível, levar os desbravadores a um borboletário ou a algum lugar onde possam visualizar o ciclo da borboleta in natura.
      6. Explicar aos desbravadores o trabalho 1 e pedirem para se preparar para fazê-lo no próximo encontro.
    2. 2º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre o tema.
      2. Deixar tempo para que os desbravadores preparem o trabalho. Leve o máximo de recursos necessários para isso: cartolinas, cola, tesouras, canetinhas, lápis, revistas para recortar, pincéis atômicos, computador, folhas em branco, tinta guache, pincéis, giz de cera, etc.
  6. Avaliação
    1. Pedir para os desbravadores fazerem um relatório das atividades realizadas.
    2. Apresentação do trabalho.

1- Alberto

Por que uma fanfarra?

Fanfarra

“Sem a música, a vida seria um erro.” Friedrich Nietzsche

Por que devemos instituir a fanfarra ou banda marcial no Clube? A resposta é simples! A música é uma importante ferramenta de transformação social, e esse não é um dos objetivos do Clube de Desbravadores?!

A música estimula as pessoas a desenvolverem de forma consciente o conhecimento artístico. Quando esse conhecimento é desenvolvido, abrimos novos horizontes na mente dos desbravadores além de ajudar no desenvolvimento da criatividade, autoconfiança e da disciplina. Com isso estaremos ajudando o desbravador a desenvolver dons ou talentos, que ele utilizará para o resto da vida.

No início pode ser difícil trabalhar com a banda marcial ou a fanfarra, pois para um ouvido não acostumado o som dos instrumentos de percussão pode incomodar um pouco. Mas com o passar do tempo, quando os desbravadores forem aprendendo os toques, aqueles ta-ta-ta-bum-ta-ta-bum se tornarão uma música agradável de ser ouvida.

Queremos incentivar você, que ainda não tem uma banda marcial ou fanfarra no seu Clube, a montar a sua! Clubes que têm fanfarra ou banda marcial podem ajudar mais no processo de evangelização da cidade, pois nada chama mais atenção do que um belo desfile.

Os instrumentos são caros, mas não deixe que isso seja um problema. Uma sugestão é que você faça um planejamento de quantos e quais instrumentos deseja ter, prepare o orçamento e apresente para a direção da sua Igreja e para o representante político de sua cidade ou município.

Para o representante político?! Sim, isso mesmo!! O Clube deve ser um parceiro da comunidade e qual prefeito, vereador ou administrador, não gostaria de ter uma bela banda tocando nos desfiles de sua cidade?

Você percebeu que neste texto usei dois termos: banda marcial e fanfarra. Muitas pessoas pensam que são sinônimos, porém não é bem assim. Segue uma ideia resumida da diferença de cada um.

Banda marcial: os instrumentos são mais complexos (alcançam mais notas).

Fanfarra: geralmente os instrumentos são mais de percussão e pode ser dividida em fanfarra simples e fanfarra com um pisto (botão para apertar).

Nos próximos posts falaremos mais sobre a diferença entre a banda marcial e a fanfarra; como preparar esse planejamento e orçamento que será entregue para os líderes da Igreja e para o representante político; cuidados e manutenção dos instrumentos e muito mais.

1- Andressa

Muito além da propaganda esquerdista

media-spoonfeeding-cartoonMesmo já tendo 26 anos (recentemente completados), ainda conservo o costume da época de adolescente de acompanhar blogs. É claro que os assuntos e a frequência mudam, mas ainda gosto de ler o que algumas pessoas escrevem.

Um dia desses estava lendo o blog do Felipe Moura Brasil e me deparei com um longo texto do qual extraí um pequeno parágrafo e coloquei aqui. Pode parecer que não tem nada a ver com o tema do blog, mas leia até o fim que você vai entender tudo.

O colunista até citou o Brasil como um país onde a televisão mudou os costumes sociais drasticamente graças à inculcação de um sistema de valores mais esquerdista, o que nosso best seller “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” esmiuça. Na ocasião, Shapiro comentou aquilo que Olavo de Carvalho afirma há décadas sobre a situação brasileira, inclusive sobre as novelas: “O povo norte-americano foi enganado. Fomos informados de que o nosso entretenimento era apenas isso: entretenimento, em oposição à propaganda. Isso era falso. E os americanos, por ignorar o problema, permitiram que a coisa apodrecesse. Enquanto os conservadores não acordarem e perceberem que eles não vão reconquistar seu país sem reconquistar sua cultura, eles vão continuar a perder seu país para aqueles que sabem como manipular as emoções com roteiros, iluminação e trabalhos de câmera”.

Ah, agora vamos falar de política? De forma alguma! Tenho minhas opiniões, entretanto, o que importa aqui não é a posição, se de direita ou de esquerda, mas o que essas orientações políticas fazem para disseminar suas ideias.

Você reparou no que esse tal de Shapiro disse? Ele reclama que a esquerda se infiltrou nos meios de comunicação dos Estados Unidos, inclusive em Hollywood, e estão usando o “entretenimento” como forma de manipular as pessoas a seguirem as orientações políticas desse grupo.

Perceberam a gravidade do que este jornalista diz? Não é um pastor, não é um líder de jovens, não é a sua mãe, é um jornalista completamente secularizado! Ele assegura com todas as letras que as formas de entretenimento não são neutras! Há pessoas com interesses particulares manipulando aquilo que é veiculado no cinema e na televisão. Por trás daquele drama épico ou daquela ficção científica cheia de explosões há conceitos específicos que são internalizados pelas pessoas sem que elas percebam.

Por mais que possa parecer importante, a questão política é, na realidade, efêmera. E quando o assunto é a vida eterna? Você concorda comigo que os interesses são bem maiores, não é mesmo? Temos de assumir que há um grande conflito ocorrendo em nosso mundo. E o líder do poder das trevas é mais inteligente que todos os diretores de Hollywood juntos. A missão dele é controlar a mente do máximo possível de seres humanos, e para isso ele irá usar todas as armas que estiverem à disposição dele.

Se os filmes não são politicamente neutros, o que nos faz pensar que também são moralmente neutros? É muita ingenuidade acreditar que aquilo que estamos assistindo sábado à noite com os jovens é só um filme. Se podem manipular a opinião política através deles, porque não poderiam manipular o caráter?

Infelizmente, na maior parte das vezes, é extremamente difícil detectar a filosofia por trás do enredo. Mas alguns filmes mostram “de cara” o seu propósito e muitos cristãos assistem no conforto de suas casas achando que estão fazendo algo inocente. É isso que Satanás quer que todos pensem!

Mesmo os filmes aparentemente corretos podem conter sementes de engano. E nos últimos dias da nossa história não podemos nos dar ao luxo de correr tanto risco assim. Pense bem antes de se sentar e permitir que durante duas horas ou mais um diretor de cinema escolha o que vai entrar na sua mente!

1- Éveni

Como os desbravadores podem ajudar na semana do calvário?

Semana santa 2014

Estamos nos aproximando do período denominado Semana Santa. Como Adventistas do Sétimo Dia não temos esta comemoração em nosso corpo de doutrinas. Entretanto, sempre fazemos programação especial nessa época, pois é um momento propício para o evangelismo.

Tradicionalmente, a Semana Santa é feita na Igreja e os desbravadores ajudam basicamente de duas formas: entregando folhetos na rua ou na recepção, cumprimentado as pessoas. Entretanto, vamos ser sinceros, essa participação geralmente é só para aparecer na foto e/ou contar pontos para o Campori.

Que tal esse ano fazer diferente? Nosso alvo é levar a mensagem do advento a todo mundo em nossa geração e para que isso aconteça precisamos unir todas as forças possíveis, trabalhar juntos, não importando qual o departamento esteja à frente do projeto. Veja abaixo algumas ideias de como participar de forma mais relevante nessa semana especial.

Oferecer ajuda antecipadamente: Converse o mais rápido possível com o responsável pela programação e ofereça o apoio do Clube. Se queremos o apoio da Igreja, primeiro precisamos oferecer o nosso. Pergunte em que o Clube pode ser útil e esteja disposto a ajudar no que for preciso.

Entregar convites de forma personalizada: Entregar folhetos e convites é algo que o Clube está acostumado a fazer. Mas o que geralmente ocorre é que se entrega “no atacado” e poucas das pessoas que recebem o convite vão à Igreja. Seria muito mais efetivo se fossem entregues poucos convites, mas que a entrega fosse personalizada, ou seja, que se entregue para amigos e conhecidos e ressalte como você ficará feliz em vê-lo na Igreja.

Recepcionar de forma acolhedora: Colocar um desbravador bonitinho vestido de uniforme de gala só falando boa noite não é recepção de verdade. O ministério de acolher as pessoas que nos visitam vai muito além de simplesmente cumprimentar. Escolha apenas os desbravadores mais velhos e certifique-se que eles receberam o devido treinamento para desempenhar essa função.

Auxiliar na programação: Os desbravadores de 15 anos já são capazes de participar do programa, seja na equipe de louvor, dirigindo os momentos de oração ou apresentando uma música especial.

Trabalhar nos bastidores: Ajudar na decoração, organização, limpeza também será extremamente útil, além de ensinar à criança a importância de todas as funções para o bom andamento das coisas.

Presença: Pode ser que sua Igreja não precise muito da ajuda dos desbravadores, mas ainda resta uma excelente forma de apoiar a programação, a sua presença! Não falte e peça para que os seus meninos, meninas e principalmente a direção estejam presentes todos os dias.

E se minha Igreja for fazer a semana do calvário em pequenos grupos? Seus desbravadores também podem ajudar! Inclusive em grupos menores eles poderão ficar mais à vontade para orar ou cantar. O mais importante é participar.

E aí, você topa fazer diferente esse ano? Depois conta pra gente como foi!

1- Éveni

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