Curiosidade, ciência e mitos!

O ser humano é curioso por natureza. A humanidade sempre tentou descobrir coisas do tipo: como é dentro do corpo humano? De que são feitas as estrelas? Qual a menor partícula que existe? E várias outras indagações. Foi essa curiosidade que possibilitou vivermos num mundo tão tecnológico e com cura para diversas doenças.

Ocorre que esse questionamento de saber o como e o porquê de tudo nem sempre pode ser satisfeito, e é ai que surgem as lendas e mitos. Tais estórias surgem para esclarecer um acontecimento, como a estação seca e chuvosa ou fases da lua. Já que não sabem e geralmente não têm como saber mesmo, as pessoas criam essas explicações para saciarem sua curiosidade.

Mas aí você me diz: isso é conhecimento popular, na ciência não se faz isso. Ah não?! E os modelos? Quando Dalton, em 1803, disse como o átomo (que ele NUNCA tinha visto) era formado, ele também estava juntando alguns fatos com sua criatividade e inventando uma explicação. E essa explicação de fato estava errada! O modelo atômico de Dalton, mesmo tendo sido importante, hoje já está ultrapassado. Esse é só um exemplo, há vários outros mitos na ciência: que as larvas eram “geradas espontaneamente” a partir da carne em decomposição; ou que o espermatozóide seria um ser humano em miniatura…

Propor modelos não é um problema, pois é a partir deles que o conhecimento se desenvolve. A questão é que a imaginação humana não é capaz de conceber idéias “do nada”, sempre se parte de um ponto conhecido para o desconhecido. Quando esse ponto está muito distante sobra espaço para a imaginação fértil, cheia de valores pré-concebidos e falta para a ciência de verdade.

Por isso que é tão complicado explicar as questões da origem do universo. Há um modelo proposto, mas é só um modelo! Que daqui a algum tempo pode cair por terra. As pessoas precisam entender isso!!! Nem todas as explicações científicas são apenas fatos, tem muita imaginação também. Em boa parte do tempo os cientistas estão criando mitos sofisticados para engolirmos como verdades absolutas. A Criação está complemente descrita na Bíblia, não é fácil imaginarmos Deus trazendo as coisas à existência por Sua simples palavra. Mas é por causa da finitude da mente humana que esses fatos não são claros para nós. Há um texto, uma alegoria, na verdade, que ilustra o que eu estou dizendo.

No ventre de uma mulher grávida, dois gêmeos dialogam:

– Você acredita em vida após o parto?

– Claro! Deve haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

– Bobagem, não há vida após o nascimento! Afinal, como seria essa vida?

– Não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que há aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comamos com a nossa boca.

– Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido, pois o cordão umbilical é muito curto.

– Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.

– Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

– Bem, não sei exatamente como será depois do nascimento, mas, com certeza, veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

– Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde está?

– Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.

– Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que ela não existe.

– Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Penso que após o parto a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.

(Autor desconhecido) 

Fonte (alegoria): Criacionismo

A lição que fica é: não é só porque uma coisa não faz sentido para você que ela não existe. É melhor ser humilde, pois só saberemos da verdade quando sairmos da caverna. Quanto maior o “salto-alto” científico, maior vai ser a queda!

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