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Cientistas desvendam o segredo do salto da pulga

Cientistas da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, resolveram o mistério de como pulgas saltam tão longe e tão rápido.

Estudos anteriores já haviam revelado que a energia necessária para catapultar uma pulga a uma distância 200 vezes maior do que o comprimento do seu corpo tinha sua origem em uma estrutura elástica, semelhante a uma mola, presente no organismo do inseto.

Mas os especialistas não entendiam como as pulgas conseguem aplicar um impulso tão rápido no chão para realizar o salto.

Filmagens feitas com câmeras capazes de capturar objetos se movendo em alta velocidade revelaram que o segredo está na forma como as pulgas usam suas pernas traseiras – como alavancas de múltiplas partes.

Esse “efeito alavanca” permite que as pulgas pressionem suas patas no chão e a liberação repentina da “mola enrolada” projeta o inseto para a frente e para cima, afirmam os cientistas na revista científica Journal of Experimental Biology.

Um dos cientistas envolvidos no trabalho espera poder utilizar mecanismos semelhantes ao da pulga na construção de máquinas, como robôs saltadores.

Mesmo com os estudos detalhados que foram realizados, alguns aspectos ainda não foram esclarecidos. Segundo um dos pesquisadores, “isso mostra quão pouco sabemos sobre os insetos mais comuns.”

“Se você observa as ações e movimentos que os animais são capazes de gerar, eles são tão melhores do que maquinas modernas”, ele disse à BBC.

Nota: As máquinas mais modernas não podem existir sem um projetista. Assim como a criação não pode existir sem um Criador. Como vemos, a própria ciência nos dá evidências da existência de um Criador, basta querer enxergar.

“Ensinai as crianças a ver Cristo na Natureza. Levai-as ao ar livre, à sombra das nobres árvores do quintal; e em todas as maravilhosas obras da criação ensinai-as a ver uma expressão de Seu amor. Ensinai-lhes que Ele fez as leis que regem todas as coisas vivas, que fez leis também para nós, e que elas visam a nossa felicidade e alegria. Não as fatigueis com longas orações e exortações tediosas, mas, mediante as lições objetivas da Natureza, ensinai-lhes a obediência à lei de Deus.” O Desejado de Todas as Nações, página 516.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2011/02/110210_videopulgaebc.shtml

Diário da criação, para a classe de Companheiro

Na seção de Estudo da Natureza da classe de companheiro, requisito 3, temos o seguinte: “Recapitular o estudo da criação e fazer um diário, por sete dias, registrando suas observações do que foi criado em cada dia correspondente”.

O estudo da criação é fascinante, entender a origem do nosso planeta e da nossa existência, o carinho do Criador. Para que possamos aprofundar esse tema com os nossos desbravadores e deixar o estudo da classe ainda mais completo, confiram os materiais a seguir.

No Manual da Classe de Companheiro temos uma excelente descrição do requisito, além de dicas e sugestões para se fazer em cada dia, para ajudar os desbravadores a fixarem bem a história bíblica e entenderem mais completamente a maravilhosa criação de Deus. Confiram:

O objetivo desse requisito é inculcar nos juvenis uma sólida convicção de que Jesus foi e é o Criador de todas as coisas, e de que a história da Criação, encontrada em Gênesis, é essencial para a compreensão do plano da salvação. A doutrina do sábado, o descanso no sétimo dia, está intrinsecamente ligada à história da criação. Os juvenis que completarem este requisito devem ter uma compreensão da relação entre a criação e o sábado, em termos do plano da salvação.

A história de como as coisas tiveram início no Éden é, provavelmente, a mais magnífica e extraordinária história jamais contada, igualada apenas pela história de como Jesus veio salvar aqueles que havia criado. Os juvenis devem ser levados a perceber a aventura e maravilha da história da criação. Ajude-os a ouvir e ver o que pode ter acontecido. Depois, certifique-se de que eles entenderam que não podemos nem imaginar a perfeição e maravilha da criação.

Fale com eles sobre como podem ter sido cada um dos dias da semana da criação. Como era o planeta antes do primeiro dia? Fale sobre as trevas – escuridão completa sem qualquer fonte de luz, como a conhecemos; era como estar numa caverna com todas as luzes e lanternas apagadas – isso é escuridão! De onde veio a luz no primeiro dia da Criação?

Fale a eles sobre a chegada de Jesus, a Luz do Mundo, no primeiro dia. Onde Jesus está não pode haver trevas. Alguns dos juvenis que desejam ser Companheiros podem ainda ter medo do escuro. Fale a eles sobre Jesus e como Ele cuida de nós quando estamos no escuro.

Por que Jesus criou o mundo? Houve uma ordem lógica na maneira como ele criou o mundo? Como eram os animais, pássaros, insetos, flores, árvores, nuvens, enfim, como era tudo naquele tempo?

Como Jesus criou o mundo e tudo que há nele? De que maneira Seu poder criativo tem a ver comigo e com você? Estamos além do poder do Criador do universo inteiro? É claro que não, mas alguns juvenis acham que Deus está muito ocupado para preocupar-Se com eles, ou que eles não são bons o suficiente para merecerem Sua atenção. Então, conte-lhes detalhadamente como Deus criou tudo na Terra. Sabendo perfeitamente que o pecado iria chegar e estragar tudo, mesmo assim Ele tomou todas as precauções para criar tudo perfeito aqui na Terra, em cada detalhe! Pense nisso!

Sugestões

a) Peça a um desbravador para relatar a história da criação como testemunho do poder criador de Jesus, não apenas no mundo, mas também em sua vida. Planeje para que este testemunho seja algo especial. Pode ser apresentado na Igreja, ou na escola sabatina. Mas, talvez a forma mais significativa de contar a história seria falar sobre ela ao redor de uma fogueira, num acampamento, sob um céu estrelado ou na beira da praia, com as ondas batendo na areia, demonstrando o poder do Criador.

b) Para tornar a semana da criação mais expressiva, peça ao desbravador que faça um diário durante uma semana, como exigido no requisito, relatando cada dia os fenômenos naturais que observa, ouve ou experimenta de alguma forma, e que ilustram cada dia da criação. Tente fazer com que os desbravadores comecem seus diários no domingo, para que o ápice da experiência seja no sábado. Uma forma maravilhosa de melhorar esse requisito seria se várias experiências pudessem ser planejadas para durante a semana, de forma que os juvenis aprendessem o significado daquele dia na semana da criação. Por exemplo:

Primeiro dia: tomar nota de todas as fontes de luz que você puder encontrar. Quantas delas são naturais, ocorrendo sem ajuda do homem? Quantas delas estavam presentes no primeiro dia da criação? Se possível, faça um passeio até uma caverna e apague todas as luzes, para que os juvenis possam experimentar a intensidade da escuridão, na ausência total de luz.

Segundo dia: fazer um quadro do tempo, anotando a temperatura, a direção do vento, a velocidade do mesmo, e qualquer precipitação. Um modelo desse quadro pode ser baixado AQUI, também usado para a especialidade de climatologia. Se possível, visitar uma estação meteorológica ou algo semelhante. Tomar nota das várias formas de poluição que são observadas na água e/ou ar naquele dia.

Terceiro dia: conscientizar-se da época do ano, e o estado em que estão várias plantas (de acordo com as estações). Os juvenis podem recolher algumas folhas de várias árvores, identificá-las e secarem-nas para colocar em seus cadernos; ou podem fazer o mesmo com flores encontradas neste dia. Se possível, visitar uma estufa de plantas, ou jardim botânico e anotar as muitas variedades de plantas. Falar com um jardineiro, paisagista ou fazendeiro para ter alguma idéia dos vários requisitos necessários para que as plantas cresçam de maneira saudável. Se você mora em algum lugar onde há fontes de água, note que também há plantas aquáticas onde não há terra seca.

Quarto dia: salientar a presença da estrela que nos dá luz durante o dia, e falar sobre o estado da lua neste dia (por exemplo: lua nova, crescente, cheia, minguante). Peça para os desbravadores olharem para as estrelas, e peça-lhes para tentarem contá-las. Seria muito bom se pudesse levá-los a um planetário para que tivessem uma visão melhor das funções do sol, lua e estrelas. Observar, durante este dia, os efeitos do sol e/ou lua (por exemplo: marés, bronzeamento, evaporação da água, crescimento de plantas, e outros).

Quinto dia: fazer uma lista de pássaros observados, e ver quantos deles os juvenis são capazes de identificar. Ver também quantos eles são capazes de identificar pelo som. Você pode montar um comedouro de pássaros (veja AQUI), visitar um local onde haja um comedouro, ou visitar um aviário. Anotar o que for visto. Além de identificar as aves, peça para os juvenis fazerem anotações sobre o que as mesmas estão fazendo, e dar possíveis razões para o comportamento das aves. Seria bom também observar peixes, seja em aquário público, particular, ou até mesmo numa loja de animais. Fazer relatório das observações.

Sexto dia: este é um dia especial para observar e relatar a semana da criação. Não apenas todos os animais selvagens, domésticos e que se arrastam foram criados, mas também Adão e Eva. Você pode pedir aos juvenis para dividir suas observações deste dia em duas partes: (1) animais, e (2) coisas interessantes que as pessoas fazem. Determinar se as coisas observadas nestes dois grupos diferentes ão iguais ou semelhantes ao que tanto animais como pessoas teriam feito no sexto dia da criação.

Sétimo dia: como este dia foi separado, depois que Jesus terminou de criar o mundo, para que Seu povo lembrasse dEle e o quanto Ele os ama, tentar observar as maravilhas naturais que vê, e que ilustram o cuidado de Jesus por Suas criaturas. Pode ser uma mamãe gata limpando seus gatinhos, um pássaro construindo um ninho, um arco-íris, a sombra de uma árvore; pode ser uma infinidade de coisas. Certificar-se de que as observações feitas neste dia sejam especiais; tentar extrair mensagens do amor de Jesus por todos nós, a partir destas observações.

Nada melhor do que um recurso audiovisual para que consigamos assimilar melhor a mensagem. Se para nós é assim, imagine para crianças de 11 anos! rs. Por isso, deem uma olhada no vídeo abaixo, uma excelente edição ao som de Cid Moreira, narrando o capítulo 1 de Gênesis. Se preferir, pode baixá-lo AQUI.

Para que possamos fazer o diário da criação, para concluir completamente o requisito, você pode baixar AQUI um diário (versão feminina), AQUI para uma versão masculina, e AQUI para um guia que utilizamos no nosso Clube.


O maravilhoso design da pena

Raros dentre nós têm a oportunidade de ver as grandes maravilhas da natureza. Nunca podemos dar uma espiada no olho de uma lula-colossal, tão grande quanto uma bola de basquete. O mais próximo a que chegamos de uma presa de narval, parecida com a de um unicórnio, é por meio de fotos. Mas há uma maravilha natural acessível a todos, e para presenciá-la basta olhar para o céu.

Porém as aves são de tal modo comuns, até mesmo nos locais mais urbanizados do planeta, que é fácil ficar indiferente. As aves são dotadas de uma engenhosa plumagem que permite à maioria delas voar. Para suportar a força das correntes de ar, uma pena de vôo tem formato assimétrico, com a borda de ataque fina e rígida e a borda de fuga longa e flexível. A fim de gerar a força de sustentação, a ave só precisa inclinar as asas, ajustando o fluxo de ar tanto embaixo quanto acima delas.

As asas dos aviões aproveitam alguns desses mesmos truques aerodinâmicos. Contudo, uma asa de ave é bem mais complexa do que qualquer coisa feita de placas metálicas e rebites. A partir da raque, o eixo central da asa, projeta-se uma série de barbas mais esguias, cada qual dando origem a bárbulas (filamentos) ainda menores, como ramos de um galho, todas dotadas de minúsculos ganchos. Eles se agarram aos ganchinhos das bárbulas adjacentes, criando uma trama leve e resistente. Quando um pássaro usa o bico para limpar as penas, as barbas se separam com facilidade e logo depois se recompõem.

Nota: Observando o design das penas e asas de aves, que inspiram inclusive grandes avanços tecnológicos como asas de aviões, é difícil não acreditar na existência de um Designer.

Nosso Salvador ligava Suas preciosas lições às coisas da natureza. As árvores, os pássaros, as flores dos vales, as colinas, os lagos, o belo firmamento, assim como os incidentes e o ambiente da vida diária, tudo ligava-o Ele às palavras de verdade, para que Suas lições fossem assim muitas vezes trazidas à memória, mesmo em meio dos absorventes cuidados da trabalhosa vida humana.” A Ciência do Bom Viver, página 265.

Asa de libélula inspira design de turbina de vento

A forma como as libélulas permanecem estáveis durante o vôo está sendo copiada para desenvolver micro turbinas eólicas que possam suportar ventos fortes.

As turbinas eólicas precisam trabalhar bem tanto em ventos fracos quanto em ventos fortes. Quando acontecem ventanias, essas turbinas devem evitar girar muito rápido, ou sobrecarregarão seu gerador. As grandes turbinas já conseguiram contornar esse problema por meio da utilização de lâminas especialmente concebidas, que têm um sistema informatizado para ajustar seu ângulo em resposta à ventania. Porém, para produção de turbinas menores e em menor escala, a energia elétrica produzida não compensa o alto custo desta tecnologia.

Aí é que entram as libélulas. À medida que o ar passa entre as asas de uma libélula, pequenos picos em sua superfície geram uma série de redemoinhos, ou vórtices. Para compreender como esses vórtices afetam a aerodinâmica desses insetos, um cientista filmou um modelo de asa de libélula atravessando um grande tanque de água misturada com pó de alumínio.

As descobertas decorrentes deste experimento foram usadas para desenvolver um modelo de baixo custo de turbinas de vento com pás de apenas 25 cm que incorporam as mesmas deformidades encontradas nas asas da libélula.

Nota: Pesquisas como essa nos mostram o quanto as obras das mãos de Deus inspiram o avanço de novas tecnologias, impensáveis sem a observação da natureza. Mesmo na ciência vemos que não há Criação sem Criador.

“No estudo das ciências, também, devemos obter conhecimento do Criador. Toda verdadeira ciência não é senão uma interpretação da escrita de Deus no mundo material. A ciência traz de suas pesquisas apenas novas provas da sabedoria e poder de Deus. Corretamente entendidos, tanto o livro da Natureza como a Palavra escrita nos familiarizam com Deus, ensinando-nos algo das sábias e benfazejas leis mediante as quais Ele opera.” Patriarcas e Profetas, página 599.

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI208262-17770,00-ASA+DE+LIBELULA+INSPIRA+DESIGN+DE+TURBINA+DE+VENTO.html

Sinais da Criação

Esta é outra seção que estamos adicionando ao blog. A idéia desta seção surgiu do excelente blog Digitais do Criador, do Michelson Borges, que mostra em fatos da natureza evidências de um Deus criador e mantenedor.

As impressões digitais são frutos de nosso código genético e se formam no útero materno. São compostas por uma série de traços na superfície dos dedos, podendo ser classificada em três tipos: arcos, laços e espirais, sendo o padrão de espirais o mais comum (encontrado em 60% da população mundial). As impressões digitais são únicas em cada indivíduo e, por isso, vêm sendo utilizadas desde o século 19 em técnicas para identificação de pessoas.

As impressões digitais de Deus estão em toda a Natureza.

“Olhe atentamente o mundo ao seu redor: as plantas, as flores, os pássaros, as montanhas, as estrelas, o corpo humano… e você verá as digitais do Criador.” (Michelson Borges)

Só precisamos prestar mais atenção e veremos Sinais da Criação.

Ellen White, em Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, página 185, nos diz que devemos dar especial atenção ao primeiro livro de Deus: o livro da Natureza. A importância que devemos dar a Criação de Deus só deve ser menor que a dada ao estudo da Bíblia.

“O estudante deve ser levado a ver a Deus em todas as obras da criação. Os professores devem imitar o exemplo do grande Mestre, que, das cenas familiares da Natureza, tirava ilustrações que simplificavam seus ensinos, e os gravavam mais fundamente no espírito de seus ouvintes. Os pássaros gorjeando nos ramos frondosos, as flores do vale, as excelsas árvores, as terras férteis, o cereal que germina, o solo árido, o sol poente dourando os céus com seus áureos raios – tudo servia de meios para instrução. Ele ligava as obras visíveis do Criador com as palavras de vida que proferia, para que, onde quer que tais objetos fossem apresentados aos olhos de Seus ouvintes, pudessem seus pensamentos voltar-se às lições de verdade que com os mesmos Ele enlaçara.” Patriarcas e Profetas, página 599.

“Devem-se animar as crianças a buscar na Natureza objetos que ilustrem os ensinos da Bíblia, e estudar nesta os símiles tirados daquela. Devem procurar, tanto na Natureza como na Escritura Sagrada, todos os objetos que representem a Cristo, e também os que Ele empregou para ilustrar a verdade. Desta maneira poderão aprender a vê-Lo na árvore e na videira, no lírio e na rosa, no Sol e na estrela. Poderão aprender a ouvir a Sua voz no canto das aves, no sussurro das árvores, no retumbante trovão, na música do mar. E todos os objetos na Natureza repetir-lhes-ão Suas preciosas lições.” Ellen White, Educação página 120.

Essa deve ser a razão pela qual passamos tempo acampando, fazendo caminhadas e trilhas, especialidades e outras atividades relacionadas à natureza. O Clube de Desbravadores tem por objetivo “edificar na vida do desbravador uma apreciação sadia e amor à criação de Deus pela satisfação de uma atividade ao ar livre”. Devemos proporcionar aos desbravadores uma oportunidade de terem “a experiência do senso de admiração e adoração ao observarem e explorarem a beleza, a majestade e o poder criativo na natureza. A adoração a Deus se tornará mais significativa”. E os Clubes de áreas muito urbanizadas, são ainda mais importantes para se atingir esse objetivo, já que as “cenas familiares da Natureza” estão cada dia menos familiares. Nesses Clubes fica ainda mais acentuado o papel de proporcionar um relacionamento entre as crianças e Deus por meio da Natureza.

É nosso dever como líderes de Desbravadores mostrar às crianças as digitais de Deus em Sua criação. Nosso objetivo nesta seção é ajudá-los nisso, trazendo evidências do Criador por meio de Sua criação para serem mostradas às crianças.

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