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Movimento de secagem dos cães pode trazer inovações

Os cães, além de todas as qualidades que apresentam, agora também são fonte de conhecimento para avanços tecnológicos.

Estudantes do Instituto de Tecnologia da Georgia, nos Estados Unidos, estudaram o movimento que os cachorros fazem quando molhados para desenvolver uma máquina de lavar mais eficientes.

Com uma câmera de alta velocidade e técnicas de cinematografia e raio-x, o grupo registrou diversos mamíferos sacudindo água. A análise mostrou que, quanto maior o animal, menor o movimento sobre o eixo do corpo.

Ursos e cães de grande porte se sacodem a 4Hz, ou 4 balançadas por segundo. Animais pequenos, como ratos, se sacodem a 27Hz, ou 27 balançadas por segundo.

Também foi notado que a “sacudida” começa na cabeça e vai até o rabo, e a pele move-se mais rapidamente que a cabeça ou o corpo. A cabeça pode girar mais, criando um sólido ponto de partida para que uma onda de energia viaje pelo resto do corpo do animal.

Além disso, o chacoalho age como uma força centrípeta, ou seja, uma força que puxa o corpo para o centro da trajetória em um movimento circular. Essas descobertas podem, no futuro, ajudar no desenvolvimento de uma máquina de lavar que gaste menos energia e seja mais eficiente.

O vídeo a seguir mostra os movimentos captados em câmera lenta… aprecie!

Nota: Se o simples sacudir de um cachorro para se secar é mais eficiente que qualquer máquina que o homem projete para esse fim, como posso olhar para a natureza e dizer que toda essa complexidade surgiu sem um Designer?

“Não devemos meramente falar às crianças a respeito dessas criaturas de Deus. Os próprios animais devem ser seus professores.. Educação, página 117.

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI188763-17770,00-MOVIMENTO+QUE+CACHORRO+FAZ+PARA+SE+SECAR+PODE+TRAZER+INOVACOES.html

Cientistas revelam a mecânica por trás da teia de aranha

Uma pesquisa publicada recentemente no Biophysical Journal descreveu a arquitetura das teias de aranha a partir do nível atômico e revelou novas informações sobre a estrutura molecular do material produzido por estes animais.

A força das teias, que parecem ser bem frágeis, sempre chamou a atenção dos cientistas. “As fibras das teias têm propriedades mecânicas espetaculares. Elas tem uma força comparada a do ferro, uma tenacidade maior que a do Kevlar – uma fibra sintética muito resistente – e a densidade menor que a do algodão e do nylon”, disse Dr. Frauke Gräter, do Instituto alemão Heidelberg, um dos autores do estudo.
Sabe-se que as teias de aranha consistem em dois tipos de blocos, os componentes amorfos leves e os cristalinos fortes. O que a equipe do Dr. Gräter fez foi desenvolver um estudo que começava a observar a arquitetura a partir do nível atômico para entender com as estas subunidades contribuíam para a construção dos blocos. Eles então usaram simulações moleculares para estudar estas subunidades individualmente e em duplas.
A conclusão a que eles chegaram é de que as subunidades amorfas são responsáveis pela elasticidade da teia e pela distribuição do estresse pelo fio. Já para a tenacidade do material foi necessária uma quantidade específica de subunidades cristalinas. A forma como elas são distribuídas na estrutura também interfere neste resultado. Estruturas diferentes com estes mesmos componentes foram testadas durante o estudo. “Um arranjo serial das subunidades cristalinas e amorfas em discos superou um arranjo aleatório ou paralelo, sugerindo um novo modelo estrutural para a teia”, explica o cientista. O estudo é mais um passo no desenvolvimento de fibras artificiais tão resistentes como as produzidas pelas aranhas.

Nota: Mesmo com todos os recursos tecnológicos existentes e se inspirando na natureza, o homem não conseguiu desenvolver nenhum material melhor que o original. Como acreditar então que toda essa tecnologia possa existir sem um Designer?

“A Natureza está repleta de lições do amor de Deus. Devidamente compreendidas, essas lições nos conduzem ao Criador. Da Natureza apontam para o Deus da Natureza, ensinando aquelas verdades simples e santas que purificam a mente, e a levam em íntimo contato com Deus”.Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, página 188-189.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cientistas-revelam-a-mecanica-por-tras-da-teia-de-aranha,686236,0.htm 

Cientistas estudam luminosidade produzida por caracol marinho

Cientistas do Instituto de Oceanografia da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) revelaram recentemente detalhes das luzes produzidas pela espécie de caracol marinho Hinea brasiliana, que geralmente se agrupa em litorais rochosos da Austrália e do norte da Nova Zelândia.

Os pesquisadores descobriram que esses animais, em vez de produzir um foco de luz, usam suas conchas para espalhar uma luz bioluminescente verde em todas as direções.

A luz parece ser uma forma de defesa, provavelmente usada para afastar predadores ao dar a ilusão de que o caracol tem um tamanho maior que suas dimensões reais, explicam os cientistas Dimitri Deheyn e Nerida Wilson na versão online do periódico Proceedings of the Royal Society B (Biological Sciences).

Em experimentos, Deheyn percebeu que a luz funciona como um “alarme”: acende quando o caracol se depara com algum possível predador, como um caranguejo ou camarão. Os pesquisadores suspeitam que a tática visa criar a ilusão de um animal maior.

Os animais, coletados na costa da Austrália, surpreenderam os pesquisadores, já que sua concha opaca dava a impressão de que impediria a transmissão de luz. Em vez disso, quando o caracol produz a luminosidade verde em seu corpo, a concha age como um mecanismo para dispersar especificamente essa cor, segundo o instituto.

Segundo o cientista Nerida Wilson, “é raro ver qualquer caracol que vive no fundo do mar produzindo bioluminescência. Portanto, é ainda mais surpreendente ver que esse caramujo tem uma concha que maximiza o sinal luminoso de modo eficiente”.

Para Deheyn, o poder de difusão de luz do Hinea brasiliana é excepcional, em comparação com outros materiais, e pode despertar o interesse das indústrias óticas e de bioengenharia.

“Nosso próximo foco é tentar entender o que faz com que sua concha tenha essa capacidade e o que pode ser útil para construir materiais com um desempenho ótico melhor”, disse o cientista.

Nota: Estruturas complexas e surpreendentes como esta, que os cientistas não conseguem reproduzir ou sequer entender facilmente o seu funcionamento, não podem ter surgido do nada e por acaso, existe um Designer por trás desse designe.

” Ao mesmo tempo em que a Bíblia deve ter o primeiro lugar na educação das crianças e jovens, o livro da Natureza ocupa o lugar imediato em importância. As obras criadas de Deus testificam de Seu amor e poder. Ele trouxe à existência o mundo, juntamente com tudo que nele se contém”. Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, página 185.

Cabeça de pica-pau inspira amortecedores

Quando os investigadores de acidentes recuperarem uma caixa-preta a partir dos destroços de um avião no futuro, poderão agradecer ao pica-pau pela conservação dos dados. O motivo? Um novo amortecedor hi-tech está sendo desenvolvido inspirado na habilidade da ave em resistir à desaceleração severa.
Uma cabeça de pica-pau suporta desacelerações de até 1200 g (gravidade padrão) enquanto ele bica uma árvore até 22 vezes por segundo. Os seres humanos só agüentam de 80 a 100 g, sem que o cérebro seja danificado.
Como os pica-paus suportavam isso ainda era um mistério, porém os cientistas Sang-Hee Yoon e Sungmin Park, da Universidade da Califórnia, estudaram o movimento do bicho, fazendo vídeos e uma tomografia computadorizada da cabeça da ave e do pescoço. Os estudos identificaram quatro estruturas que absorvem o choque mecânico.
Trata-se de seu bico duro, porém elástico; um osso de suporte à língua que se estende por trás do crânio (chamado hióide); uma área de osso esponjoso em seu crânio; um líquido cefalorraquidiano. Todas essas estruturas funcionam juntas para absorver as pancadas.
As estruturas da ave para absorver impacto (Crédito: New Scientist)
Depois de entender o mecanismo, os pesquisadores partiram em busca de análogos artificiais para todos esses fatores para que eles pudessem construir um sistema de absorção de choque mecânico.
Para simular a resistência do bico, eles usam um invólucro metálico cilíndrico. A capacidade do osso hióide para distribuir as cargas mecânicas é imitada por uma camada de borracha dentro do cilindro. O líquido cefalorraquidiano é imitado com camada de alumínio. A resistência do osso esponjoso à vibração é imitada por várias esferas de vidro de 1 mm de diâmetro, onde é depositado o objeto que quer ser preservado.
Para testar seu sistema, Yoon e Park colocaram um microchip dentro de uma bala com a estrutura baseada no pica-pau e usaram uma carabina para atirar em uma parede de alumínio. Depois do tiro, o circuito eletrônico ficou protegido, agüentando choques de até 60.000 g. Hoje as caixas pretas de vôo resistem a choques de até 1000g.
“Nós sabemos agora como evitar a fratura de microdispositivos de choque mecânico”, disse Yoon. “Um instituto na Coréia agora está buscando algumas aplicações militares para a tecnologia.”
Nota: Amortecedores hi-tech serão desenvolvidos graças a observação do design da cabeça do pica-pau. A forma perfeita como a natureza funciona continua servindo como modelo para a ciência. Mas quem projetou o original? Ou será que toda essa tecnologia surgiu por acaso?

Pergunte, porém, aos animais, e eles o ensinarão, ou às aves do céu, e elas lhe contarão; fale com a terra, e ela o instruirá, deixe que os peixes do mar o informem. Quem de todos eles ignora que a mão do Senhor fez isso?” Jó 12:7-9

A seqüência de Fibonacci

“A matemática é o alfabeto com que Deus escreveu o universo”. Galileu Galilei

Desde que comecei a estudar, sou apaixonado pela matemática. E uma das coisas que mais me fascinam são as relações matemáticas que podem ser encontradas em qualquer lugar.

Quando eu era criança, assiti Donald no País da Matemágica, um curta-metragem de 27 minutos lançado pela Disney em 1959, que tenta estimular o interesse pela matemática. Achei ótimo, apesar de não entender a maioria das coisas vistas no filme.

O trecho abaixo é bastante interessante.

quando estava concluindo o ensino médio, ao assistir uma aula sobre a seqüência de Fibonacci, entendi o filme todo.

É uma seqüência matemática fantástica, que impressiona não apenas pelo raciocínio matemático envolvido, mas principalmente pelo modo como a encontramos na natureza. Não precisa gostar ou entender de matemática para ficar maravilhado.

Assista o vídeo abaixo e entenda o que estou falando.

Veja também este outro vídeo.

É incrível ver como a natureza nos revela o Criador, assim como o salmista nos diz que “os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.” Salmos 1:1-2.

Tanto em pequenas criaturas quanto nas galáxias, nós podemos ver Sinais da Criação.

Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indisculpáveis” Romanos 1:20

Para baixar os vídeos, clique AQUI, AQUI e AQUI.

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