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Acampamento, uma ideia de Deus!

Sabemos que Deus dirige seu povo e revela sua vontade de diversas formas: pela Bíblia, pelos profetas, pelos líderes consagrados da Igreja e etc. Certamente a criação do Clube de Desbravadores foi guiada pela Providência Divina. Ele usou líderes consagrados para mostrar qual seria o programa das classes e especialidades e para uma das atividades mais marcantes do estilo de vida desbravador Ele deixou instruções precisas na Bíblia. 

Enganou-se quem pensou que eu estou falando de estudo bíblico ou momentos devocionais, que também são importantíssimos é claro! Deus deixou uma instrução específica para Seu povo ACAMPAR. Isso mesmo, a filosofia de acampamento do Clube de Desbravadores é baseada na Bíblia. Vejamos:

“Assim, começando no décimo quinto dia do sétimo mês, depois de terem colhido o que a terra produziu, comemorem a festa do Senhor durante sete dias; o primeiro dia e também o oitavo serão dias de descanso. 

“No primeiro dia vocês apanharão os melhores frutos das árvores, folhagem de tamareira, galhos frondosos e salgueiros, e se alegrarão perante o Senhor, o Deus de vocês, durante sete dias. 

“Comemorem essa festa do Senhor durante sete dias todos os anos. Este é um decreto perpétuo para as suas gerações; comemorem-na no sétimo mês.

Morem em tendas durante sete dias; todos os israelitas de nascimento morarão em tendas, para que os descendentes de vocês saibam que eu fiz os israelitas morarem em tendas quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês”. Levítico 23:39-43. 

Anualmente, o povo de Israel deveria acampar durante 7 dias. Nesse período eles deveriam sair de suas casas e construírem abrigos de materiais naturais, como folhas e galhos de árvore. O propósito deste acampamento era, além de separar tempo para a comunhão com Deus, lembrar a todas as gerações que eles foram peregrinos e moraram por 40 anos em tendas.

Nossos acampamentos também precisam ter o propósito de lembrar aos nossos garotos e garotas que somos peregrinos e forasteiros aqui neste mundo. Às vezes nos esquecemos disso e passamos a gastar demasiado tempo em coisas que vão ficar para trás, que não servirão em nada quando estivermos em nossa residência definitiva e eterna.

Por isso, no acampamento deixamos todos os supérfluos para trás, vivemos somente com o mínimo necessário. Isso ensina lições de mordomia muito mais poderosas que anos de sermões ou de dezenas de páginas de livros. A alimentação é simples e baseada em vegetais, o que proporciona gosto pela alimentação mais natural. Não há televisão ou internet, que geralmente roubam o nosso tempo de comunhão com Deus ou as preciosas horas de sono. Tudo isso faz com que os princípios de reforma da saúde sejam inculcados na mente em formação dos desbravadores. 

Por tudo isso, o acampamento se torna oportunidade fundamental para transmitir as verdades eternas ao coração dos nossos pequenos. Não se esqueça de incluir, pelo menos, 2 acampamentos no seu calendário anual. Dicas, ideias e sugestões de como programar e executar um acampamento de sucesso você encontra AQUIAQUI e AQUI.


Mais um motivo para acampar

Imagem de Thiago Lobo

Em vários treinamentos de desbravadores e em relatórios sobre a filosofia de acampamento são listados os motivos pelos quais os desbravadores acampam. Entre eles estão: aprender sobre a natureza e seu Criador, treinar habilidades mateiras, adquirir entrosamento e espírito de equipe e etc.

Estamos chegando a uma época do ano em que, mesmo chovendo bastante (aqui no Centro-Oeste pelo menos), o acampamento é mais que necessário. Estamos nos aproximando do carnaval. E nesse feriado o acampamento tem um objetivo muito importante: afastar nossas crianças e adolescentes do perigo.

Aqui no Distrito Federal as festividades de carnaval não são tão populares como temos notícia que são as de outras partes do Brasil, muitas pessoas viajam e a cidade fica mais vazia do que nos dias normais. Mas mesmo aqui é quase impossível não ser afetado por toda imundície que esta festa traz. Um bloco passando na rua, um bar ou restaurante perto da sua casa, um vizinho… e se não tiver nada disso para incomodar, ainda tem a televisão. A missão de não se contaminar é difícil para os adultos, quanto mais para os jovens!

É por isso que o acampamento se torna uma necessidade. Geralmente nós desbravadores não temos que nos preocupar em planejar esse evento, pois é uma atribuição do Departamento Jovem. Se sua igreja já está organizando um acampamento, a tarefa é incentivar os desbravadores, principalmente os que não são adventistas, a participarem.

Mas se sua igreja ou distrito não for acampar, então a responsabilidade de tirar os garotos e garotas do meio do “fogo-cruzado” é sua. Não se assuste. Não é difícil planejar um acampamento, você encontra várias dicas AQUI, AQUI e AQUI.

Separe vários momentos de recreação (sempre dirigida) e reforce a programação espiritual e você vai ter desbravadores super animados o resto do ano.

Pontos cardeais sem bússola, para a classe de Companheiro

Na classe de Companheiro, na seção de Arte de Acampar, requisito 1, devemos “Descobrir os pontos cardeais sem a ajuda de uma bússola e desenhar uma Rosa dos Ventos”.

Indicações das direções Norte-Sul e Leste-Oeste

Neste post vamos conhecer sobre os pontos cardeais. Primeiramente, o que são pontos cardeais?

Primeiro precisamos responder essa pergunta para depois aprendermos como encontrá-los.

Como o próprio nome diz: são pontos e significam pontos principais ou pontos de referência. Através deles é possível localizar qualquer lugar sobre a superfície da Terra, são eles: o Norte (N) e o Sul (S) que apontam na direção dos pólos terrestre; o Leste (E ou L) e o Oeste (W ou O) que apontam para o lado do nascer e do por do Sol, cruzando a linha Norte-Sul, como mostra a figura ao lado.

Saber os pontos cardeais é essencial para poder se orientar. Mas por que devemos saber como encontrá-los sem uma bússola? Primeiramente porque a bússola indica o norte magnético da Terra, então precisaríamos da declinação magnética (que varia com o local e com o tempo) para encontrarmos o norte verdadeiro. Em segundo lugar porque pode acontecer de perdermos, quebrarmos ou esquecermos a nossa bússola.

“Se estendermos o braço direito em direção ao sol nascente (leste) e o braço esquerdo em direção ao sol poente (oeste), teremos à nossa frente o norte e às nossas costas o sul.”

A figura acima explica a forma mais simples e uma das mais ensinadas para se encontrar os pontos cardeais sem o auxílio de uma bússola, porém ela está errada. Não completamente, mas parte dos princípios errados. Diferentemente do que muitos pensam, o Sol não nasce no ponto cardeal leste e não se põe no ponto cardeal oeste. Ele nasce do lado leste e se põe no lado oeste de onde estamos. A cada dia do ano o Sol nasce e se põe num ponto diferente. Se usarmos esse método para nos orientarmos, a cada dia tomaremos uma direção diferente. Por exemplo, se um observador na cidade de São Paulo, em julho, adotar esse procedimento, estará cometendo um erro de aproximadamente 23º, apontando o braço direito para um ponto intermediário entre o nordeste e o leste, e não para o ponto cardeal leste.

Agora que já aprendemos o que não podemos fazer, vamos aprender alguns métodos que podem ser utilizados com o sol.

  • Método do Gnômon, ou das sombras iguais

 

    1. Escolha um lugar que receba diretamente a luz do Sol, pelo menos das 10h às 15h. O terreno não deve ser muito irregular e deve ser nivelado.
    2. No período da manhã, entre 10h e 10h30min, finque firmemente no chão uma vareta reta. Certifique-se de que ela não esteja inclinada.
    3. A vareta irá produzir uma sombra se o Sol estiver iluminando-a. Faça uma marca na ponta da sombra (marca A) e depois trace uma circunferência partindo da marca e tomando como centro o ponto onde a vareta estiver fincada (ponto I), utilize giz. É possível fazer isso laçando a vareta com um barbante ou cordinha e prendendo um giz na outra ponta (figura 4b). Cuidado para não mexer a vareta do lugar e nem incliná-la, pois se isso acontecer à experiência ficará prejudicada.
    4. Espere 40 a 50 minutos, a sombra estará em outra posição, repita a marcação e a circunferência (figura 4c).
    5. Depois que passar do meio dia a ponta da sombra irá tocar as circunferências novamente. Fique atento a este momento. Os horários mostrados na figura 4 são apenas uma aproximação, podem variar em até 20 minutos dependendo da época do ano. Assim que a ponta da sombra tocar cada circunferência faça novas marcas como mostram as figura 4d e 4e. Não tente adivinhar o caminho da sombra, marque somente quando a sombra chegar ao lugar correto – a circunferência.
    6. Para encontrar os pontos cardeais siga o procedimento:
      1. Ligue os pontos A ao D e B ao C, formando duas retas;
      2. Ache o meio dessas retas e marque, são os pontos M e N;
      3. Trace uma reta que liga o ponto I ao ponto M e outra que liga o ponto I ao ponto N;
      4. Se essas retas (IM e IN) coincidirem você não cometeu erros e essa é a direção Norte-Sul.
      5. Se elas não coincidirem basta traçar uma reta que saia do ponto I e passe entre as retas IM e IN. Essa nova reta será a direção Norte-Sul (figura 4f).
      6. A reta AD é a direção Leste-Oeste. O leste está do lado do nascer do Sol, mas dificilmente estará onde o Sol nasceu. 
  • Método da Sombra

Este método é mais simples que o método do gnômon, porém sua precisão é menor. Veja o passo-a-passo no vídeo abaixo.

  • Método do relógio analógico 

    1. Para este método o seu relógio analógico não deve estar no horário de verão.
    2. Mantenha o relógio na horizontal, com o mostrador para cima.
    3. Oriente o relógio de forma que a linha das 12h fique na direção do Sol.
    4. A bissetriz do menor ângulo formado pela linha das 12h e o ponteiro das horas define a direção norte-sul.
    5. Para saber qual lado é o norte e qual é o sul, basta lembrar da rosa dos ventos e que o Sol nasce ao leste e se põe ao oeste do local onde você se encontra. Ou sabendo em que hemisfério você se encontra, o Sol geralmente estará na direção oposta (no hemisfério sul o Sol estará para o norte e no hemisfério norte o Sol estará para o sul), exceto para regiões próximas do equador, onde o Sol oscila de norte a sul durante as estações do ano.

Este método funciona porque sabemos que o ponteiro das horas de um relógio dá duas voltas completas por dia (12 horas cada volta). Por outro lado a Terra dá apenas uma volta por dia. Quando usamos a metade da distância do ponteiro das horas até a posição das 12 horas estamos simulando um ponteiro virtual que gira com a metade da velocidade do ponteiro das horas, isto é, uma volta a cada 24 horas. Assim este ponteiro virtual que gira no sentido contrário do movimento aparente do Sol no céu fica estacionário em relação a Terra, ou apontando sempre para a mesma direção, a direção norte-sul.

“Tudo bem, aprendi! Mas se estiver de noite? Como eu faço?”

Não é só o Sol que nos fornece informações sobre orientação. À noite também é possível determinar os pontos cardeais, com certa precisão, para se orientar corretamente.

Para os habitantes do hemisfério norte é bastante simples, já que existe uma estrela, chamada Polaris, que nunca sai do lugar. Essa estrela não nasce nem se põe, pois ela está na direção do eixo da Terra, no pólo norte terrestre. Então, para se encontrar o ponto cardeal norte, à noite, basta encontrar esta estrela e descer perpendicularmente para o horizonte.

Já para os habitantes do hemisfério sul é um pouco mais complicado, pois não existe uma estrela na direção do eixo da Terra. Mas nós temos o Cruzeiro do Sul, uma constelação formada por cinco estrelas mais brilhantes, que pode ser usada para encontrar o ponto cardeal sul. Esse método apresenta um erro de 2 graus. 

  • Encontre o Cruzeiro do Sul;
  • Para localizar o pólo sul terrestre trace uma linha imaginária que segue para baixo na direção do corpo da cruz (braço maior) a uma distância de aproximadamente 4,5 vezes o corpo da cruz. Esse ponto será o pólo sul celeste.
  • À partir do pólo sul celeste, desça perpendicularmente para o horizonte, onde estará o ponto cardeal sul.
  • Cuidado! Não adianta prolongar o braço da cruz até o horizonte, você não encontrará o sul! 
Obs.: Quanto mais próximo do equador for a localização de quem faz esta observação, mais próximo do horizonte estará o pólo sul celeste, e quanto mais distante do equador, mais alto estará o pólo sul celeste.

Existem outras estrelas que também proporcionam uma orientação bastante precisa, tanto indicando a localização do pólo sul celeste como simplesmente a direção norte-sul, algumas com maior precisão que o Cruzeiro do Sul, porém são mais difíceis de se identificar. Caso haja interesse, esse pode ser tema de um post futuro.

Fontes:

http://discoverybrasil.uol.com.br/experiencia/contenidos/orientar_sem_bussola/?cc=BR

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1356

http://sobrevivencialismo.com/2011/07/20/como-achar-o-norte-sem-bussola/

http://zeca.astronomos.com.br/sci/orientacao.htm#meridiano

http://www.cdcc.usp.br/cda/ensino-fundamental-astronomia/parte1a.html

http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/2529-6.pdf

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Kit de Sobrevivência, para a especialidade de Vida Silvestre


O requisito 9 da especialidade de Vida Silvestre pede para “Ter um estojo pessoal de sobrevivência, com 15 itens, e saber usar cada um deles”.

O ideal é que este requisito seja o último da especialidade, pois fica mais fácil explicar a importância de cada um destes itens.

Os itens do kit de sobrevivência deverão cobrir (pelo menos até certo ponto) os seis aspectos básicos de sobrevivência: água, abrigo, fogo, alimento, sinalização e navegação. Um importante aspecto, que deve ser levado em conta no preparo de seu kit, é o nível de utilidade e conforto para se carregar os itens escolhidos por você. Prefira itens multifuncionais, que sirvam para mais de um propósito, mas que não sejam muito pesados ou volumosos para se transportar. O seu kit não precisa ser muito sofisticado, mas precisa ser bem elaborado.

Abaixo apresentamos uma lista com vários itens, a partir da qual vocês podem montar seu próprio kit de sobrevivência.

  • Obtenção de água
    • Purificador de água (Pastilhas de cloro);
    • Recipiente tipo cantil ou garrafa Pet de 1 litro;
    • Uma pequena lata tipo molho de tomate ou refrigerante é boa para se cozinhar ou ferver água nela.
  • Obtenção de fogo
    • 2 ou 3 formas diferentes para se fazer fogo (Isqueiro; fósforos; pederneiras com carvão, de tecido e/ou bolas de algodão; lentes de aumento);
    • Tiras de borracha de câmara de ar de pneu.
  • Equipamento multi-uso
    • Um bom canivete e/ou faca ou facão;
    • Garrote (tubos de látex) (para se fazer uma atiradeira ou sugar água);
    • 2 Sacos plásticos de lixo resistentes e grandes (para se fazer um abrigo   impermeável pra chuva ou coletar água);
    • Velas em pedaços (para ajudar a acender fogo, ou iluminar);
    • Agulhas / linha / alfinetes de segurança (para se fazer reparos em roupas e equipamentos; anzóis; suturas);
    • 10 metros de cordame resistente, de nylon, tipo “Paracord” (para se fazer abrigos, armadilhas, reparos e amarras em geral);
    • Cobertor de alumínio de emergência (para aquecimento, abrigo ou sinalização).
  • Navegação
    • Uma bússola (dos tipos: Silva; De Visada; De Pulso ou Botão).
  • Sinalização
    • Um Apito (que soe bem alto);
    • Um espelho sinalizador (pode se usar a superfície reluzente de um cd ou o avesso de uma embalagem de salgadinhos ou Chips, ou qualquer outra superfície brilhante).
    • Bombas de fumaça colorida ou bombas comemorativas (Atraem a atenção com barulho e cor).
  • Obtenção de alimentos
    • 2 ou 3 metros de arame fino e maleável (Snares);
    • Anzóis pequenos e linha de pesca resistente;
    • Atiradeira para se abater aves ou derrubar frutas de árvores;
  • Criação de abrigos
    • Um pedaço de lona de plástico 4×3 metros.

Caso tenha sugestões de outros materiais que considerar essenciais para fazer parte de um kit de sobrevivência, mande-nos um e-mail ou deixe um comentário.

Fontes:

http://o-aventureiro.blogspot.com/2011/05/o-kit-de-sobrevivencia.html

http://www.mestredomato.com.br/kit.html

http://www.mestredomato.com.br/planejamento.html

http://www.mestredomato.com.br/planejamento_Leia_mais.html

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Montando sua barraca em um dia chuvoso

Fonte: Grupo Escoteiro Caoquira 158 SP

Armar uma barraca enquanto está chovendo é uma das piores coisas que podem acontecer em um acampamento. Mas ficar sem uma barraca durante uma chuva pode ser ainda pior. Então, já que precisamos montar, aqui vão algumas dicas do que fazer:

  • Caso escolha acampar debaixo de árvores, investigue cuidadosamente a existência de galhos ou árvores que possam cair com a chuva, danificando a barraca e machucando os acampantes;
  • Caso escolha acampar em campo aberto, não monte sua barraca debaixo de uma árvore solitária, pois ela pode funcionar como para-raios;
  • Não escolha lugares onde a água possa acumular e formar poças. Uma leve inclinação, apenas o suficiente para que a água escoe, é desejável;
  • Monte sua barraca longe de trilhas de animais, como vacas, pois elas formam caminhos para a água da chuva e ninguém quer dormir com as costas em um “riacho”;
  • Antes de montar a barraca, coloque uma lona sobre você. Dessa forma você evita que se forme uma piscina dentro da barraca antes mesmo de começar o acampamento;
  • Algumas barracas possibilitam que o teto seja montado antes que o interior da barraca (também chamado de quarto), permitindo que a barraca e quem a monta fiquem secos.
Além dessas dicas de montagem, conhecer os tipos de barraca, saber como escolher a sua barraca e saber os cuidados básicos com ela também podem ajudar bastante. Nas fontes abaixo existem outras dicas sobre como acampar na chuva, além das dicas sobre como montar uma barraca em dia chuvoso.

Fontes:

https://sites.google.com/site/dicasdecamping/dicas/camping-com-chuva
https://sites.google.com/site/dicasdecamping/dicas/camping-com-chuva/como-montar-a-barraca-debaixo-de-chuva
http://pt.wikihow.com/Acampar-na-Chuva
http://www.carajas.com/wiki/index.php?title=Barraca_Igloo


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