Arquivo por Autor | Mateus Campos

Para que serve a tempestade

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Esta é uma premissa que deveríamos ter em mente. Ao se lançar ao mar, o marinheiro deve saber aonde chegar, e ele tem isso bem claro. Também sabe o seu propósito ao partir.

Ao encontrar uma tempestade no meio do caminho, suas habilidades vão ser testadas ao limite, e aonde o mar encontrar a sua fraqueza, lá será travado uma batalha. Passado o mau tempo um dia o barco chegará ao porto seguro. Feliz e com um forte sentimento de vitória, o marinheiro olhará para trás e agradecerá ao mar.

Sabemos que bons marinheiros são forjados nos mares tempestuosos, e por saber disso ele reconhece a oportunidade e agradece.

Ele sabe que a tormenta tem um propósito, ele sabe do seu também. Se não fosse o caos, quem daria a ele a referência e a noção do melhor, como ele aprenderia a lidar com o imponderável, como ele poderia dormir no aconchego da sua cama, ou mesmo dar valor a um prato quente de comida.

Em certo momento da vida do navegador, ele para de julgar o mar, o vento forte, a marejada, os cortes nas mãos e as noites mal dormidas. Ele simplesmente aceita tudo, e aprende que cabe a ele buscar seus recursos internos e toda sua experiência para viver a vida entre os elementos. Sem viver o caos, nunca aprenderia sobre o discernimento, e sem o discernimento ele jamais saberia como fazer suas escolhas e assim nunca saberia como tomar uma decisão, e sem tomar decisões, ele jamais chegaria onde ele sabe que tem que chegar.

Navegamos muitas vezes sem rumo, esquecemos onde queremos chegar, e nos negamos a vivenciar todas as experiências, por simplesmente não entendermos a natureza dos acontecimentos. Por isso quando o caos se apresenta nos apressamos em julgar. Julgamos quem nos fere, julgamos o mundo, julgamos os que erram nos julgamos e nos esquecemos de que a dificuldade mora ao lado da superação, pois ela tem a tarefa de nos dar a referência de onde estamos e de onde podemos chegar.

Não existe viagem segura se não sabemos onde queremos chegar.

Beto Pandiani

Este texto traz algumas lições para a vida retiradas da experiência do autor como velejador. Várias delas podem (e devem) ser trazidas para a nossa vida espiritual. Para mim, dois aspectos se destacam.

O primeiro é que na vida precisamos de um objetivo. Assim como ninguém veleja sem saber aonde quer chegar, nós não devemos viver sem ter um rumo. “Vento algum é favorável para quem não sabe aonde quer ir” (Sêneca). A vida cristã deve ser um constante velejar em direção ao Céu, não uma navegação sem rumo.

O segundo é que, assim como podem existir tempestades ao velejar, podem surgir obstáculos neste trajeto. Os obstáculos servem para nos fazer crescer, trazer aprendizado, dar experiência. Satanás não nos tenta naquilo em que somos fortes, ele procura nossas fraquezas. Não somos “velejadores” experientes em relação à vida cristã, portanto não podemos confiar em nosso próprio conhecimento, mas confiar em Deus (Pv. 5:3).

E nesses momentos ter um objetivo faz toda a diferença, assim como o velejador deve manter seu foco no porto seguro, nós cristãos devemos manter os nossos olhos no nosso Porto Seguro. Pois “Quando não se sabe para onde vai, qualquer caminho serve” (Lewis Carrol). Se nos esquecermos do nosso objetivo, qualquer coisa que o mundo oferecer estará de bom tamanho.

E ao final da jornada, o cristão olhará para trás e agradecerá por tudo o que Deus fez para que ele chegasse ao destino.

Sempre que penso ou vejo algo sobre navegar ou velejar, lembro de uma música da qual gosto muito, que faz essa analogia entre a vida cristã e a navegação. Ela foi o tema do meu primeiro acampamento de desbravadores e tema do CD do Ministério Jovem de 1999.

Rumo ao Porto Seguro

tempestade acalmada 2O meu barco vai firme ao porto seguro,Meu barco navega no mar de águas revoltas, sem paz; Terríveis trovões, tempestades de alto-mar.
Eu vou confiante pois sei que o meu Redentor vai também,
E tem em suas mãos o controle da embarcação.
Mas se tento o timão controlar quase deixo o barquinho afundar,
Pois meus braços não podem a força do mar suportar.
Cristo então me estende sua mão e controla a embarcação,
Sorrindo pra mim, me oferece a salvação.

Pois seu rumo está sob as mãos de Jesus.
Navegando nas águas geladas da Terra
Sinto o calor daquEle que a tudo liberta.

Depois que entreguei a Jesus o rumo da embarcação
Não tive mais medo das ondas do alto-mar.
Em breve irei atracar no mar onde a água é cristal,
E onde estarei para sempre liberto do mal.
Só então saberei como foi que Jesus até ali me guiou,
Só então saberei como foi que ele o barco salvou.
Finalmente atraco no cais, que alegria poder encontrar
Os barcos de irmãos que também chegaram ao lar.

1- Mateus

Especialidade de Estuário: aprendendo a pesquisar

estuario-picinguabaEsta especialidade foi uma sugestão do nosso amigo Weslhes para a seção de especialidades do Cantinho da Unidade.

É uma especialidade do novo manual, que até agora só existe na Divisão Sul-Americana.

Os estuários estão entre os ambientes mais ricos em diversidade e produtividade natural, o que os torna fonte de aprendizado e interesse por parte de todos que amam a criação. Nesta especialidade você vai aprender o que é um estuário, quais são seus tipos, como eles se formam, que benefícios trazem ao homem, que espécies de animais são encontrados lá, quais espécies vegetais são as mais comuns, que atividades podemos fazer sem trazer prejuízo para este ecossistema.

  1. EstuárioO que é um estuário?
  2. Listar 3 tipos de estuário e dar um exemplo pra cada tipo.
  3. Como é definido o comprimento de um estuário?
  4. Que fatores tornam o estuário um dos biomas mais vulneráveis do mundo?
  5. Explicar as razões da grande produtividade e diversidade ecológica nos estuários.
  6. Qual a importância dos estuários para o equilíbrio do ecossistema?
  7. Citar, ao menos, um processo de formação de estuário.
  8. Conhecer, no mínimo, 3 benefícios dos estuários aos homens.
  9. Em estuários existe a presença de água doce e salgada. Qual o nome dado aos peixes que têm a capacidade de sobreviver nesses dois ambientes? Citar 5 exemplos.
  10. Listar 3 pássaros e 1 mamífero comuns nos estuários de sua região ou país.
  11. Citar, ao menos, 2 fatores que tornam a vegetação de mangue indicada e presente nos estuários tropicais.
  12. Listar, ao menos, 3 gêneros de mangue comuns em estuários tropicais.
  13. Citar 5 atividades recreativas que podem ser realizadas em regiões estuarias, sem lhes causar dano ou prejuízo.
  14. Qual o estuário mais próximo de sua cidade?
  15. Completar uma das seguintes atividades:
    1. Fazer uma visita a um estuário. Durante a visita, observar sinais de conservação ou de degradação desse ambiente. Em conjunto com o grupo, sob a orientação de seu líder, organizar um projeto de preservação desse estuário e colocar o projeto em prática.
    2. Ler um livro, ou assistir a um vídeo sobre estuários. Realizar uma pesquisa e escrever um relatório sobre 15 diferentes estuários ao redor do mundo. Nessa pesquisa devem constar: nome do estuário, localização, estado de conservação atual e possíveis motivos para esse estado, fotos, etc. Citar as fontes de pesquisa.

Logo abaixo estão as alguns sites na internet com informações confiáveis que podem ajudar no estudo desta especialidade. Apesar de confiáveis, alguns deles podem apresentar informações sob a visão evolucionista, expressões como “milhões de anos”, “processos evolutivos”, “ancestrais”, “antepassados”, etc. Desconsiderem essas informações.

Caso você tenha uma indicação de fonte, nos deixe um comentário ou envie um e-mail.

1- Mateus

Purificação de água – Clor-in

Não é porque estamos em um acampamento que devemos esquecer dos princípios básicos de higiene. Diarreias e vômitos são, na maioria esmagadora das vezes, causados por problemas alimentares, devido, principalmente, à ingestão de água não filtrada e/ou vegetais não lavados adequadamente.

Em complementação ao post sobre meios de purificar a água em um acampamento, hoje vamos falar sobre um meio de desinfecção química disponível no mercado: o Clor-in. Utilizado de maneira adequada, o Clor-in tem eficácia comprovada na eliminação de micro-organismos como E. coliV. choleraPseudomonas aeruginosaKlebsiellaS. faecalis, entre outros, amplamente reconhecidos por causarem distúrbios gastrointestinais.

O Clor-in é um poderoso potabilizador à base de cloro de origem orgânica, cujo princípio ativo é o Dicloro-S-Triazinetione de Sódio, que possui um poder germicida de 80 a 300 vezes superior aos tipos de cloro inorgânicos até hoje mais conhecidos, sendo totalmente inócuo à saúde. Foi elaborado para tratamento de água para consumo humano, eliminando os micro-organismos causadores das doenças de veiculação hídrica, e é encontrado na forma de pastilhas em diversas dosagens, facilitando sua utilização na água para consumo e na higienização de alimentos.

O Clor-in é aprovado e registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (M.S.), possui laudos de eficiência e testes de inocuidade de diversas instituições públicas (veja aqui) e é utilizado pelo Ministério da Saúde, Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, indústrias de alimentos e refrigerantes, entre outros.

Em relação às dosagens, existem duas que podem ser mais comumente utilizadas em acampamentos, dependendo do tipo de acampamento: o Clor-in 1 e o Clor-in 10, indicados para tratamento de água em recipientes de 1 litro e 10 litros, respectivamente. Os dois são vendidos em cartelas com 30 pastilhas, seus preços variam entre R$10 e R$15 e podem ser encontrada em lojas de material de camping, pesca e em farmácias.

Sua utilização é muito simples e, quando utilizado nas doses especificadas, não altera o sabor, o odor ou a cor da água a ser consumida.

Clor-in 1: basta dissolver 1 pastilha para cada 1 litro de água e esperar 30 minutos para poder consumir.

Clor-in 10: para consumo, é só dissolver um pastilha para cada 10 litros de água, esperar 30 minutos e pode beber. A dose de 2 pastilhas dissolvidas para cada 1 litro de água de molho para frutas , verduras e legumes durante 15 minutos é o suficiente para uma higienização segura.

Para conhecer melhor os dados técnicos do Clor-in, acesse http://www.clorin.com.br/dados_tecnicos.html

A purificação de água é um ponto que não podemos negligenciar nos acampamentos. Nem mesmo a água de uma nascente ou mina que você encontrou é 100% confiável, por isso devemos utilizar algum meio confiável para garantir que a água que estamos consumindo está realmente boa para consumo e não termos nenhuma surpresa desagradável. E o Clor-in é uma forma simples e barata de garantir que a água que vamos utilizar no acampamento será mais confiável.

Especialidade de Mamíferos: preparando a instrução

Esta é uma das especialidades que tratam sobre um dos mais conhecidos grupos de animais, com grande diversidade de habitat, desde o mar até o céu, dos lugares mais frios aos mais quentes, e o objetivo deste plano de aula é auxiliá-lo na preparação desta especialidade para ser ensinada para seus desbravadores da melhor maneira possível.

  1. Objetivos
    1. Caracterizar os mamíferos. (requisito 2)
    2. Caracterizar os grupos de mamíferos mais comuns. (requisito 3)
    3. Descobrir em que dia os mamíferos foram criados. (requisito 1)
    4. Apresentar os mamíferos aquáticos e definir seu habitat. (requisito 6)
    5. Conhecer o maior mamífero do mundo, seu habitat e sua alimentação. (requisito 7)
    6. Explicar como os mamíferos podem ser úteis e prejudiciais. Listar 4 mamíferos úteis e explicar sua utilidade e 4 mamíferos prejudiciais e de que forma são prejudiciais. (requisitos 4 e 5)
  2. Materiais
    1. Fotografias e imagens de mamíferos representando os diferentes grupos;
    2. Fotos de mamíferos mostrando ser úteis e prejudiciais.
  3. Vídeo interessante
    1. Mamíferos – Curiosidades, recordes, O que é o que é – http://www.youtube.com/watch?v=WMAtoGsUjdY
  4. Trabalhos
    1. Apresentar um trabalho contendo desenhos, pinturas, recortes ou fotografias de 8 mamíferos silvestres que você já observou e identificou pessoalmente. (requisito 8)
    2. Escrever uma redação com o tema “Mamíferos Silvestres que já observei”. A redação pode falar sobre vários mamíferos que já tenha observado ou de apenas 1. (requisito 9)
  5. Metodologia
    1. 1º Encontro
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre o tema, por meio de algumas perguntas ao grupo. Anotar as respostas em um quadro e comparar ao final da aula.
        1. Que características todos os mamíferos possuem?
        2. Cite exemplos de mamíferos nativos de seu país.
      2. Dar a aula sobre os objetivos 1, 2 e 3.
      3. Explicar o trabalho 1 e passar para casa.
      4. Duração: 40 min.
    2. 2º Encontro
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre o tema, por meio de algumas perguntas ao grupo. Anotar as respostas em um quadro e comparar ao final da aula.
        1. Qual é o maior mamífero do mundo? Onde ele vive? Do que se alimenta?
        2. Entre os animais que vivem na água, quais são mamíferos?
        3. Cite exemplos de mamíferos úteis e porque são úteis. Cite exemplos de mamíferos prejudiciais e porque são prejudiciais.
      2. Fazer uma revisão sobre a instrução anterior.
      3. Dar a aula sobre os objetivos 4, 5 e 6.
      4. Explicar o trabalho 2 e passar para casa.
      5. Duração: 50 min.
      6. Observações: no objetivo 6, evitar citar a carne como única utilidade de algum mamífero e dar atenção às doenças em que os mamíferos são os vetores.
    3. 3º Encontro
    4. Receber os trabalhos
    5. Aplicar a prova

Para ver as perguntas da especialidade e fontes confiáveis para respondê-las e preparar a aula, sugerimos a leitura do post Especialidade de Mamíferos: aprendendo a pesquisar.

Clique aqui para baixar este plano de aula.

Fique à vontade para nos ajudar, sugerindo atividades que possam ser feitas na especialidade e boas fontes para responder seus requisitos.

Especialidade de Répteis: preparando a instrução

Esta especialidade é uma introdução ao estudo deste grupo de animais com aparência bastante peculiar e o objetivo deste post é auxiliá-lo na preparação desta especialidade para ser ensinada para seus desbravadores da melhor maneira possível.

  1. Objetivos
    1. Caracterizar os répteis. (requisito 1)
    2. Informar que substância impermeabiliza a pele dos répteis. (requisito 2)
    3. Caracterizar as principais ordens de répteis existentes na região. (requisito 3)
    4. Comparar a anatomia de lagartos, cobras, tartarugas e crocodilos. (requisito 9)
    5. Conhecer espécies de répteis da região, definir seu habitat, hábitos alimentares e importância econômica. (requisito 5)
    6. Identificar os tipos de dentição encontrados das serpentes. (requisito 6)
    7. Aprender a diferenciar as cobras peçonhentas das não peçonhentas. (sugestão para melhor compreensão da especialidade)
    8. Conhecer espécies de répteis venenosos da região, informando localização das presas e distribuição geográfica. (requisito 6)
    9. Saber os primeiros socorros em caso de mordida de cobras peçonhentas e em caso de mordida de cobras não peçonhentas. (requisitos 7 e 8)
    10. Apresentar trechos da Bíblia em que os répteis tiveram papel importante. (requisito 10)
  2. Materiais
    1. Terrário com réptil (caso possua ou conheça alguém que possua);
    2. Visitar um zoológico com répteis, se possível entrevistando o responsável pelo cuidado dos répteis;
    3. Caso não possa fazer a visita, providenciar:
      1. Fotografias e imagens de répteis representando as diferentes ordens;
      2. Fotografias e imagens de répteis da região;
      3. Fotografias e imagens de répteis peçonhentos da região;
      4. Fotografias e imagens dos tipos de dentição das serpentes;
    4. Textos bíblicos sobre répteis e, se possível, ilustrações dos textos selecionados.
  3. Vídeos interessantes
    1. Amostra de parte da criação de répteis do criadouro Répteis Brasil – http://www.youtube.com/watch?v=t8h35LaHSsY – o vídeo mostra parte do cotidiano de manutenção de filhotes de jararaca (Bothrops jararaca), exibe outras espécies e conta um pouco da história do criadouro.
    2. Soltura de filhotes e Submarino Amarelo – atrações imperdíveis! – http://www.youtube.com/watch?v=-G44nPFiOHY&feature=plcp
    3. Curiosidades sobre as espécies – http://www.youtube.com/watch?v=nFfv2zln8FY&feature=plcp
    4. Reprodução de tartarugas marinhas – http://www.youtube.com/watch?v=hA1jgsjbd10
    5. Terra Viva – Sobre serpentes venenosas
      1. Parte 1 – http://www.youtube.com/watch?v=b_LuBK9aY_4
      2. Parte 2 – http://www.youtube.com/watch?v=Jyety6-mk9E
  4. Trabalhos
    1. Comparar a anatomia de lagartos, cobras, tartarugas e crocodilos, apresentando as semelhanças e diferenças entre eles, principalmente em relação os seguintes pontos: forma de vida, olhos, orelhas, dentes, coração, pulmões, rabo e escamas; (requisito 9)  ou
    2. Manter um réptil num terrário e fazer um relatório de seus cuidados durante pelo menos três meses. (requisito 9);
    3. Dizer a diferença entre animais venenosos e animais peçonhentos, citando exemplos de cada. (trabalho extra com o objetivo de mostrar a diferença entre os termos “animais venenosos” e “animais peçonhentos”).
  5. Metodologia
    1. 1º Encontro
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre o tema, por meio de algumas perguntas ao grupo. Anotar as respostas em um quadro e comparar ao final da aula.
        • Cite exemplos de répteis.
        • Que características você conhece sobre os répteis? Estas são comuns a todos os animais de sua lista?
      2. Dar a aula sobre os objetivos 1, 2, 3, 4 e 5.
      3. Explicar o trabalho 1 e/ou 2 e passar para casa.
      4. Duração: 50 min.
    2. 2º Encontro
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre cobras peçonhentas, por meio de algumas perguntas ao grupo. Anotar as respostas em um quadro e comparar ao final da aula.
        • Todas as cobras são peçonhentas?
        • Como diferenciar as cobras peçonhentas das não peçonhentas?
        • O que fazer caso seja mordido por cobra peçonhenta e caso seja mordido por uma cobra não peçonhenta
      2. Fazer uma revisão sobre a instrução anterior.
      3. Dar a aula sobre os objetivos 6, 7, 8, 9 e 10.
      4. Explicar o trabalho 3 e passar para casa.
      5. Duração: 1 hora.
    3. 3º Encontro
      1. Receber os trabalhos
      2. Aplicar a prova

Para ver as perguntas da especialidade e fontes confiáveis para respondê-las e preparar a aula, sugerimos a leitura do post Especialidade de Répteis: aprendendo a pesquisar.

Clique aqui para baixar este plano de aula.

Fique à vontade para nos ajudar, sugerindo atividades que possam ser feitas na especialidade e boas fontes para responder seus requisitos.

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