Arquivo | fevereiro 2014

Não é só pelos 20 centavos!

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“Não é pelos 20 centavos, é pelo que eles representam!”. Esse era o grito de guerra dos manifestantes que tomaram as ruas de São Paulo no ano passado. Mas o que isso tem a ver com o Clube de Desbravadores? Continue nos acompanhando que você já vai saber.

Um fator primordial para o Clube funcionar bem é o equilíbrio nas finanças. Para conseguir dinheiro, o Clube depende das ofertas da igreja, de doação de pessoas que gostam de desbravadores, de patrocínio de empresas, de campanhas de arrecadação e das mensalidades dos desbravadores. Cada um desses métodos apresenta algumas dificuldades, mas o mais problemático deles é a cobrança das mensalidades.

Muitos Clubes são de regiões muito carentes, onde às vezes as crianças não têm nem condições de ter um sapato. O que fazer nesses casos? Simplesmente não cobrar mensalidade? Infelizmente não é essa a atitude correta, e dizemos isso por nossa própria experiência.  Já cometemos esse erro algumas vezes.

Pode parecer estranho, mas pagar a mensalidade do Clube faz parte da formação do caráter do desbravador, portanto, mesmo em locais carentes precisamos cobrar alguma coisa. Não é pelo dinheiro, o pouco que ele vai poder pagar não vai fazer muita diferença no orçamento do Clube, mas é pelo que esse pouco representa.

Na vida tudo que tem valor tem um preço. Não entendo bem a psicologia por trás disso, mas as pessoas tendem a valorizar muito mais aquilo que tem um preço do que aquilo que é gratuito. Por isso a participação no Clube não pode ser grátis. Que seja pouco, um real, cinquenta centavos, mas cobre alguma coisa.

A proporcionalidade entre o nível econômico da comunidade e o valor da mensalidade também é muito importante. Não adianta cobrar R$ 10,00 em uma região carente e também não adianta cobrar R$ 5,00 em um lugar de alto poder aquisitivo. Deve haver equilíbrio.

Mas e se o desbravador não tiver MESMO condições de pagar? Nesses casos você tem duas alternativas: procurar um padrinho para esse garoto e encorajar a gratidão desse desbravador à pessoa que o está custeando ou usar sua criatividade e inventar pequenos trabalhinhos (ajudar a organizar a sedo do Clube, por exemplo) para que ele possa pagar com o trabalho.

Deste modo você estará ensinando ao seu desbravador a lutar pelo que ele acha importante, isso fará uma grande diferença na vida dele.

1- Éveni

10 especialidades para animar o início do ano

EspecialidadesComo você já sabe, para começar bem o ano é necessário fazer o planejamento das instruções. Ocorre que geralmente nesse cronograma, sem perceber, colocamos os itens menos interessantes de se fazer logo no início das atividades.

Para quem já está acostumado com o Clube isso não tem grande importância, mas se você vai ter muitos desbravadores novatos é melhor repensar o calendário e traçar uma estratégia para tornar o Clube mais atrativo desde o início.

Nossa sugestão é começar com especialidades. O novo Manual trouxe diversas alternativas relativamente fáceis e superinteressantes, além de deixar as já existentes bem mais praticáveis. Abaixo damos algumas sugestões de especialidades mais apropriadas para cada faixa etária.

Meninas

10-11 Tie-dye, Fabricação de velas

12-13 Modelagem e fabricação de sabão

14-15 Biscuit, Trabalhos em feltro

Meninos

10-11 Arte de trançar, Futebol de botão

12-13 Papercraft, Tie-dye

14-15 Xilogravura, Carrinho de rolimã

Fique ligado aqui no Cantinho, pois em breve você encontrará material de pesquisa para várias dessas especialidades.

Enquanto isso aqui vão algumas dicas:

Todas essas especialidades podem ser cumpridas em três semanas ou menos. Faça todo o possível para não dar folga antes de concluir todas elas.

Certifique-se que você tem todo o material para cumprir a especialidade. Algumas podem gerar alguns gastos maiores, então tente conseguir doações ou um “empréstimo” do caixa da Igreja. À medida que for entrando dinheiro no caixa do Clube, você paga a Igreja. Mas em hipótese nenhuma faça cobrança adicional ou exija algum material difícil de conseguir para o desbravador.

Mantenha os grupos pequenos. Mais de 8 desbravadores para um só instrutor compromete a qualidade da aula, principalmente quando se trata de habilidades manuais.

Esperamos que você tenha muito sucesso esse ano. E se você precisar de alguma coisa ou tiver uma sugestão de post, fale conosco, vamos fazer todo o possível para ajudar!

1- Éveni

Afinal, pra que servem as especialidades?

Faixa de especialidades cheiaPra que serve estudar e cumprir uma série de requisitos sobre um determinado tema? Por que temos um manual com 475 assuntos diferentes para estudar? O que representa uma faixa cheia de insígnias? Responder a essas perguntas é fundamental para que o Clube de Desbravadores continue a ser um programa relevante. A finalidade desse post é iniciar uma reflexão sobre o assunto e, quem sabe, até um debate.

Antigamente se tinha a ideia de que a especialidade era para tornar o desbravador um especialista em determinado assunto. Isso geralmente trazia um certo peso para o processo de cumprimento dos requisitos. Alguns regionais eram extremamente rígidos e não aceitavam nada menos que a perfeição dos desbravadores.

Ainda bem que essa filosofia está superada, hoje a tese mais aceita é que a especialidade é um meio para despertar no desbravador o desejo pelo conhecimento. Concordamos plenamente com essa ideia! Todavia, a partir desta premissa, alguns líderes têm tomado certas atitudes que tem desvirtuado este programa basilar do Clube de Desbravadores.

Se a especialidade é para despertar o interesse do desbravador, então não é necessário cumprir todos os requisitos, basta dar uma noção geral e pronto! entrega a insígnia para o menino. Com isso multiplicam-se as faixas carregadas de insígnias e o líder acha que está fazendo um excelente trabalho.

Infelizmente esse comportamento tem se alastrado. Tanto que até algumas Associações vem apoiando esse modo de pensar promovendo festivais de especialidades onde os desbravadores têm uma aula de 2 horas, cumpre um ou outro requisito com aquela qualidade e recebe a insígnia.

Este método de “ensinar” uma especialidade tira todo o brilho da conquista da insígnia. Tudo que se consegue com demasiada facilidade acaba perdendo o valor. Com isso, conquistar uma insígnia passa a não significar nada mais que assistir uma aula superficial sobre determinado assunto. Nada mais prejudicial para o programa!

Quando eu era desbravadora, meus pais sempre me ajudavam a fazer especialidades, mas com eles não tinha essa de requisito mal cumprido não. Quando foi necessário aprender a cortar madeira com um machado, meu pai não ficou com dó de ver minha mão cheia de calos. Quanto tive que construir um abrigo, fiz e refiz as amarras tantas vezes até que o abrigo ficou tão firme que eu podia subir na parte de cima dele. Foram três tardes inteiras no meio do mato para a especialidade de Plantas silvestres comestíveis. Tenho muito mais exemplos, mas esses são suficientes.

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Ralar tanto para conseguir uma especialidade me fez ter menos ânimo de fazê-las? Muito pelo contrário! Cada dia eu ficava mais apaixonada por tudo isso e hoje cada insígnia na minha faixa me traz a recordação de bons momentos passados com meus pais ou com o pessoal do Clube.

É para isso que serve uma faixa cheia, para o desbravador olhar e lembrar quanta coisa legal, quantas aventuras ele já viveu! Se não for para isso não adianta nada! Outro dia a diretoria do nosso Clube estava reunida descansando depois do almoço e uma líder comentou de quando levou todas as insígnias do estoque do Clube para casa para fazer o inventário. Ela poderia ter pegado quantas insígnias quisesse, mas ela não o fez. Por quê? Não teria a mínima graça! É isso, receber uma insígnia sem merecer, no fim das contas, não tem a mínima graça!

Depois de muito tempo temos um Manual de Especialidades totalmente reformulado. Uma boa parte do motivo da demora foi pela magnitude do trabalho. Todas as especialidades foram revisadas por profissionais das respectivas áreas. Todos aqueles requisitos muito difíceis de cumprir que não fossem absolutamente necessários para a especialidade foram retirados.

E por que tanto trabalho? Por que existe um manual? Cada especialidade foi desenvolvida com muito cuidado. Procurou-se estabelecer um bom equilíbrio entre teoria e prática para representar desafio na medida certa para caída faixa etária. Tem especialidade para as crianças de 10 anos e tem especialidade que vão representar desafio até para líderes com 20 anos no Clube de Desbravadores. Essa é a graça!

Cumprir uma especialidade significa completar cada um dos seus requisitos. Tem um motivo para ele estar lá! Por isso não se pode simplesmente desconsiderar um requisito e não ensiná-lo ou não exigi-lo. Isso não vai desestimular o desbravador (se você providenciar o meio para que ele possa cumprir), pelo contrário, só vai aumentar a felicidade dele no dia em que ele estiver recebendo a insígnia na frente de toda a Igreja.

Se ater aos comandos do manual não é legalismo ou pragmatismo, é simplesmente valorizar uma das partes mais divertidas do programa dos desbravadores.

AQUI no blog você encontra diversos materiais que vão te auxiliar a ensinar as especialidades de maneira interessante e divertida. Você também pode usar a criatividade e inventar novos meios de ensinar. Pode também buscar na sua região pessoas que entendem do assunto para trazer mais conhecimento.

Se concluir com qualidade cada um dos requisitos de uma especialidade ainda não é seu método de trabalho, faça o teste! Talvez você diminua a quantidade, mas certamente vai aumentar a diversão e a realização de seus desbravadores. Que tipo de memória você que ser para o seu desbravador?

1- Éveni

Como desenhar uma rosa dos ventos , para a classe de Companheiro

Na classe de Companheiro, na seção de Arte de Acampar, requisito 1, devemos “Descobrir os pontos cardeais sem a ajuda de uma bússola e desenhar uma Rosa dos Ventos”.

A Rosa dos Ventos é uma figura que mostra a orientação das direções cardeais num mapa ou carta náutica. Contém quatro pontos cardeais principais (Norte, Sul, Leste e Oeste) e quatro pontos colaterais (Nordeste, Sudeste, Noroeste e Sudoeste), mas também pode conter oito pontos subcolaterais (Norte-nordeste, Leste-nordeste, Leste-sudeste, Sul-sudeste, Sul-sudoeste, Oeste-sudoeste, Oeste-noroeste e Norte-noroeste).

Agora vamos à nossa Rosa dos Ventos em 12 passos!

  1. Em uma folha de papel grosso, desenhe uma cruz no centro.
    Faça duas marcas equidistantes do topo do papel, com um lápis, levemente desenhando uma linha horizontal da esquerda para a direita entre eles.
    Marque o ponto central do papel alguns centímetros acima e abaixo da linha horizontal, em seguida desenhe levemente uma linha vertical de cima para baixo. Deve estar assim:670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-1
  2. Desenhe um grande círculo usando seu compasso. Para este exemplo, vamos usar um raio de 7,5 cm. Este círculo irá marcar as bordas externas da nossa Rosa dos Ventos assim que ela estiver concluída.670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-2
  3. Usando um transferidor, marque o círculo externo a 45°, 135°, 225° e 315°, e com seu lápis, levemente desenhe linhas conectando as marcas de 45º a de 225º e a de 315º a de 135º.670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-3
  4. Usando o transferidor novamente, faça marcas ao redor do círculo externo nos seguintes pontos:
    • 22,5°
    • 67,5°
    • 112,5°
    • 157,5°
    • 202,5°
    • 247,5°
    • 292,5°
    • 337,5º670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-4
  5. Conecte os seguintes pontos:
    • 22,5° e 202,5°
    • 67,5° e 247,5°
    • 112,5° e 292,5°
    • 157,5° e 337,5°670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-5
  6. Desenhe um segundo círculo com 5 cm de raio.670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-6
  7. Ajuste o compasso para um raio de 2.5cm e levemente desenhe um terceiro círculo no meio.670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-7
  8. Levemente desenhe as setas para os pontos cardeais principais. Comece no ponto 0° (N) no círculo externo e desenhe até a interseção da marca de 45º e o círculo mais interno.
    • Faça o mesmo da marca 0º até a interseção da marca 315º do círculo mais interno.
    • Repita este processo no ponto 90º (L), desenhando linhas para cruzar o círculo mais ao centro e os pontos 45º e 135º; no ponto 180º (S), desenhe linhas para cruzar o círculo mais ao centro e os pontos 135º e 225º; e do ponto 270º (O), desenhe linhas para cruzar o círculo mais ao centro e os pontos 225º e 315º. Sua Rosa dos Ventos deve estar assim:670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-8
  9. Levemente desenhe os pontos colaterais. Comece no ponto 45º (NE) no círculo externo e desenhe até a interseção da marca de 22.5º e o lado direito do ponto cardeal N.
    • Faça o mesmo da marca de 45º até a interseção com a marca de 67.5° e a lateral do ponto cardeal L.
    • Repita este processo no ponto 135º (SE), desenhando linhas para cruzar a parte inferior do ponto cardeal L e a direita do ponto cardeal S; no ponto 225º (SO), desenhe linhas para cruzarem o lado esquerdo do ponto cardeal S e a parte inferior do ponto cardeal O; e do ponto 315º (NO), desenhe linhas para cruzarem a parte superior do ponto cardeal O e o lado esquerdo do ponto cardeal N. Sua Rosa dos Ventos deve estar assim:670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-9
  10. Adicione os pontos finais. Começando com o ponto NNE. Comece na interseção do círculo externo e a marca de 22.5º e desenhe uma linha do círculo externo até a interseção do círculo do meio e o lado direito do ponto cardeal N. Faça o mesmo da marca de 22.5º até a interseção do círculo do meio e a parte superior do ponto cardeal NE.
    • Repita o processo no ponto 67.5º (ENE), desenhando linhas para cruzar o círculo do meio e a parte inferior do ponto cardeal NE e a parte superior do ponto cardinal E.
    • Do ponto 112.5° point (ESE) para a parte inferior do ponto cardeal E e a parte superior do ponto cardeal SE.
    • Do ponto 157.5° point (SSE) para a parte inferior do ponto cardeal SE e o lado direito do ponto cardeal S.
    • Do ponto 202.5° point (SSO) para o lado esquerdo do ponto cardeal S e a parte inferior do ponto cardeal SO.
    • Do ponto 247.5° point (OSO) para a parte superior do ponto cardeal SO e a parte inferior do ponto cardeal O.
    • Do ponto 292.5° point (ONO) para a parte de cima do ponto cardeal O e a parte inferior do ponto cardeal NO.
    • E do ponto 337.5° (NNO) para o topo do ponto cardeal NO e o lado esquerdo do ponto cardeal N. Sua Rosa dos Ventos deve estar mais ou menos assim:670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-10
  11. Adicione os nomes do pontos.670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-11
  12. Adicione a cor para dar o acabamento e boa navegação!670px-Draw-a-Compass-Rose-Step-12

Para aprender como encontrar os pontos cardeais sem o auxílio de uma bússola, clique aqui.

Fontes:

http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/dispositivos/pdf/painel-rosa-dos-ventos-790x790mm.pdf

http://pt.wikihow.com/Desenhar-uma-Rosa-dos-Ventos

1- Mateus

A fanfarra no Clube de Desbravadores

Desfile cívico de Maringá: presença das fanfarras dos Clubes Cidade Canção, Jardim Alvorada e Refúgio

Desfile cívico de Maringá: presença das fanfarras dos Clubes Cidade Canção, Jardim Alvorada e Refúgio

Desde que participei do meu primeiro campori, em 1999, me encantei ao ver as fanfarras de alguns Clubes tocando. Observar e ouvir pessoas tocando sempre me chamou a atenção, tanto é que às vezes gosto de tentar sublimar a voz dos cantores para prestar atenção nos instrumentos de algumas músicas. Para quem estava acostumado apenas em ouvir um pianista na Igreja, ver dezenas de crianças tocando, cada uma um instrumento diferente, foi motivo de grande admiração! Infelizmente, meu Clube não tinha uma fanfarra…

Não ter uma fanfarra infelizmente é a regra, e não a exceção nos Clubes de Desbravadores. Provavelmente, o alto valor dos instrumentos e a falta de um profissional para ajudar nos ensaios sejam os principais motivos. Porém, queremos lançar a vocês um desafio para 2014, montar uma fanfarra para o seu Clube! Para isso, dedicaremos alguns posts sobre esse assunto nas próximas semanas.

Desfile cívico de Maringá: presença das fanfarras dos Clubes Cidade Canção, Jardim Alvorada e Refúgio

Desfile cívico de Maringá: presença das fanfarras dos Clubes Cidade Canção, Jardim Alvorada e Refúgio

A música é fundamental no desenvolvimento humano. Ela inspira, eleva, fortalece nossas capacidades mentais e espirituais (dependendo da música, é claro, rs). O próprio Deus foi o autor da música e ela deve ter um papel importante na vida do cristão. Podemos citar também os benefícios da música para a saúde que são amplamente divulgados pela mídia, como estimular o desenvolvimento cognitivo, acalmar, aliviar dores, melhorar a memória…

beneficios-da-musica-para-a-saude

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/06/musica-acalma-ajuda-na-atividade-fisica-e-tambem-pode-aliviar-dores.html

Isso considerando apenas o ouvir a música. Com relação a tocar um instrumento, há o desenvolvimento da coordenação motora, do raciocínio, da disciplina e da socialização, visto que cada um deve tocar o seu instrumento para formar uma única música que seja harmônica, rítmica. Nada melhor para crianças de 10 a 15 anos em pleno desenvolvimento físico, mental e espiritual, não acham?!

O melhor é que os instrumentos de uma fanfarra são simples de serem tocados e todas as crianças têm capacidade para aprender um, ainda que sejam os pratos ou o triângulo, que são indispensáveis em uma boa marcha ou música! Sim!, basta tirar esses dois instrumentos e veremos que muitas músicas/marchas não terão a mínima graça!

Clube de Desbravadores Luzeiros do Vale

Clube de Desbravadores Luzeiros do Vale

Mas enfim, como vou conseguir montar uma fanfarra para o meu Clube? Fique de olho no nosso Cantinho que em breve traremos algumas sugestões.

1- Alberto

 

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