Arquivo | dezembro 2012

Visita ao canil

Por Gilberto Tavares de Almeida / Diretor do Clube de Desbravadores Águas de Ouro

O Clube de Desbravadores Águias de Ouro (Associação Paulista Sul, 4ª região) realizou um passeio bem interessante ao canil da Policia Militar do Estado de São Paulo, em 22 de julho deste ano.

O objetivo da atividade foi completar a especialidade de cães e também conhecer o trabalho realizado pela Policial Militar no uso de cães em resgates e desastres, como o ocorrido na estação de Pinheiros, faro de drogas e controle de conflitos.

               

Os policiais fizeram uma demonstração do adestramento dos cães, passando por um circuito de obstáculos, círculos com slalom (fazendo zigue-zague entre barreiras), anéis de fogo e saltando de altura de 4 metros. Conhecemos ainda a enfermaria onde os cães se recuperam de acidentes e de possíveis cirurgias.

               

Depois de toda a demonstração, os desbravadores e seus familiares puderam se aproximar dos cães.

Nota: Atividades desse tipo são excelentes opções para o aprendizado in loco das especialidades. Certamente esses garotos e garotas aprenderam sobre cães de uma maneira muito mais real e importante do que simplesmente através de figuras retiradas da internet… Esse é o tipo de instrução que devemos fornecer aos nossos desbravadores! Vamos nos preparando, temos muitas novidades para 2013! [Alberto]

Fortalecendo os nossos ideais

“Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele”. 

Provérbios 22:6

Ao estudarmos a Bíblia e o Espírito de Profecia vemos quão grande responsabilidade repousa em nossos ombros ao assumirmos a liderança em um Clube de Desbravadores. Deus nos confiou mentes em formação para que os ensinemos “no caminho em que devem andar”! Ao mesmo tempo que é grandioso, é terrível! Se Jesus voltasse hoje, como seria a prestação de contas de nossa parte?!

No Manual Jovem: liderança, da Divisão Sul-Americana, encontrei um texto antigo do pastor Erton, mas atual e completamente relevante para a realidade que estamos vivendo. É uma lição poderosa e um chamado ao reavivamento de todos os líderes de desbravadores!

Medite nas palavras abaixo e peça orientação e sabedoria de Deus para que você consiga colocar de lado tudo o que te afasta de alcançar a nobreza desses ideais!

Tenho me preocupado cada vez que leio esse texto áureo de Ellen White sobre o Ministério Jovem: “Com tal exército de obreiros como o que poderia fornecer a nossa juventude devidamente preparada, quão depressa a mensagem de um Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir poderia ser levada ao mundo todo!” Educação, p. 271.

Algumas questões têm vindo à minha mente:

Estamos trabalhando com os jovens como um exército, todos olhando para o mesmo alvo e atirando na mesma direção, ou estamos isolados, cada um travando sua própria batalha, com pequenos e, muitas vezes, fracos exércitos?

Nossa juventude e nossos líderes estão devidamente preparados para realizar aquilo que a Igreja e Deus esperam deles? Eles têm uma visão clara do papel do Ministério Jovem, de onde estão, onde precisam chegar, e como farão para ir até lá? Temos usado a força do departamento para preparar devidamente nossos jovens, que são a linha de frente, ou estamos preocupados com eventos, festas, recreação, envolvendo as massas? Estamos preocupados em preparar devidamente nossos jovens para o testemunho e o evangelismo? Nós mesmos temos buscador estar, devidamente preparados, estudando o propósito do Ministério Jovem, buscando outras leituras e materiais que nos deem amparo técnico para o trabalho? Estamos devidamente preparados espiritualmente, de modo que possamos dar aquilo que estamos recebendo?

O testemunho e o evangelismo têm sido o foco de nosso trabalho? Estamos criando estratégias, produzindo materiais, realizando encontros de capacitação e motivando nosso grupo para que a mensagem seja levada depressa? Estamos preocupados em agradar ou envolver nossos jovens? Estamos investindo a maioria de nosso tempo, recursos e materiais em nossa estrutura ou em nossa missão? Nossos eventos têm sido feitos para entreter e ocupar nossos jovens, ou para motivá-los à conquista de seus amigos?

É possível que você fique preocupado com tantas perguntas, afinal temos trabalhado tanto para ver o Ministério Jovem ocupar o seu espaço.

Tenho chegado, porém, a uma conclusão: precisamos ir além do óbvio, além de onde já estamos. Precisamos fortalecer nossos ideais, resgatar o objetivo inicial e geral dado por Deus, por Ellen White e pela Igreja. Razão pela qual foi organizado o Ministério Jovem.

Se você analisar nosso primeiro nome – MV, Missionários Voluntários; nosso lema – o amor de Cristo me motiva; nosso alvo – a mensagem do advento a todo o mundo em minha geração, vai ver que todos são resumidos por nosso propósito: salvar do pecado e guiar no serviço. Resumindo ainda mais, ficam duas palavras-chave: SALVAÇÃO E SERVIÇO. Aqui está o foco de nosso trabalho. Aqui está a base de tudo o que fazemos .Temos que resgatar essa visão completa. Temos que perguntar, em cada material que publicamos, em cada projeto que desenvolvemos, em cada evento que realizamos: como isso vai levar meus jovens à salvação e ao serviço?

Se você já está no Ministério Jovem há algum tempo notou que não estou apresentando nenhuma novidade. É verdade! O que precisamos é fortalecer esses ideais por completo. Alguns estão trabalhando muito, e bem, mas em uma direção só. Estão preocupados em fazer o melhor por seus jovens. Oferecem bons programas, bons materiais, boas ideias para que os jovens amem a Igreja. Trabalham bem a oferta da salvação. Mas são muito tímidos, genéricos ou superficiais quando o assunto é evangelismo, ou serviço. Outros querem ter os jovens apenas no trabalho. Estão constantemente criando projetos e desafiando a cada um para a conquista de almas, mas não se preocupam em atender suas necessidades pessoais e espirituais. É preciso fortalecer de maneira clara, equilibrada e até ousada o Ministério Jovem. Precisamos levar nossos jovens à SALVAÇÃO, mas também ao SERVIÇO. Precisamos firmar nossos jovens na salvação para o serviço.

A grande maioria dos problemas que enfrentamos hoje com os jovens seria muito enfraquecida se fôssemos mais claramente agressivos nestas duas áreas. Se atacássemos mais a raiz e menos os galhos. Música, sexo, drogas, apostasia e outras desafios são os galhos que demonstram problemas com a raiz. Vamos atacar a raiz, que é a vida espiritual. Se trabalharmos pelo fortalecimento espiritual de nossos jovens, levando-os ao testemunho e ao evangelismo, o efeito destes problemas será muito menor. Se houver interesse na vida com Deus e envolvimento em falar dEle a outros, haverá um compromisso maior com a Igreja e uma atração menor com aquilo que é de fora. Vamos continuar ajudando os jovens em suas necessidades específicas, mas o foco deve estar voltado para a SALVAÇÃO e SERVIÇO, ou SALVAÇÃO para o SERVIÇO.

Acredito que precisamos avançar a passos largos e rápidos no sentido de envolver nossos jovens com a missão e o programa da Igreja. Nossos jovens querem ser desafiados, querem grandes desafios, mas eles precisam sentir, antes disso, que nós já aceitamos o mesmo desafio.

Não precisamos criar outras formas de evangelismo, além daquelas que a Igreja já tem. Precisamos sim apresentar o programa da Igreja, com a cara do jovem. Vamos falar a mesma língua do evangelismo da Igreja, afinal, o jovem é parte dela. Na grande maioria dos eventos de qualquer departamento da Igreja, o grupo predominante é o de jovens, especialmente nos programas missionários. Por isso, precisamos nos integrar, para que eles tenham os mesmos desafios, apenas com uma roupagem diferenciada.

Quero lhe desafiar, líder de jovens [desbravadores], a falarmos a mesma língua. A fortalecermos, como uma equipe, nossos ideais. A restaurarmos a SALVAÇÃO e o SERVIÇO em nossos eventos, projetos e materiais. A organizar um exército unido, como o mesmo discuso e a mesma visão para, então, abalar a Igreja e a sociedade. Um exército devidamente preparado para levar depressa a mensagem de um Salvador crucificado a todo o mundo.

Pastor Erton Köhler

Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Divisão Sul-Americana

Líder do Ministério Jovem 2002-2007

 

Encerramento especial da unidade

Como o tempo passou rápido, não é mesmo? Parece que foi outro dia que estávamos escrevendo sobre o início do ano. Já está na hora de encerrar as atividades, de algumas despedidas e de preparar para um novo começo. No Clube de Desbravadores nós valorizamos as cerimônias, elas são importantes para motivar, inspirar e auxiliar na distinção dos ciclos da vida. Por isso não podemos deixar o ano simplesmente acabar sem uma programação especial de encerramento.

Talvez o seu Clube esteja planejando a investidura e possivelmente até um passeio, mas é importante, além da comemoração com todo o Clube, realizar algo exclusivo com a unidade. Esse programa ajudará a fortalecer os laços de amizade entre os desbravadores que irão continuar no Clube e deixar um gostinho de quero mais nos que estavam pensando em sair. Não duvide de como um evento desse tipo, bem planejado e organizado, pode influenciar a vida das crianças e adolescentes.

Você deve estar se perguntando então, como eu vou fazer algo marcante para meus meninos ou meninas? Não se preocupe, separamos algumas ideias para vocês.

  • Escolha o estilo do evento, pode ser uma festinha do pijama ou algo mais parecido com um jantar de gala. Para os meninos também pode ser alguma coisa relacionada a esportes ou algo radical.
  • Faça que a comemoração se torne pessoal. Tudo precisa ter a cara dos seus desbravadores, desde a comida até as atividades.
  • Leve uma câmera para tirar várias fotos da unidade junta.
  • Providencie uma foto (20×25) de cada um dos desbravadores e escreva no verso como cada um deles progrediu durante o ano, no fim exorte-os a continuar nos caminhos de Deus.
  • Como em um fogo do conselho, comece o encontro alegre e animado e vá organizando os acontecimentos para que eles se encerrem com um tom mais reflexivo.
  • Seja qual for o estilo de programação, faça uma aplicação espiritual. Mas tem que ser algo bem especial mesmo. Você passou o ano todo com eles já conhece bem a personalidade de cada um. Faça algo solene e específico.
  • Convide-os a continuarem no Clube. Se forem adolescentes de 15 anos, explique como seria bom se eles usassem o conhecimento que adquiram para ajudar aos outros. Mostre que também há diversão para os membros da direção.
  • Faça uma oração de entrega. Ore por cada um individualmente. Se houver abertura, pode mencionar os principais desafios que eles precisam vencer. Uma música de fundo suave pode ajudar a criar o “clima”.

Essas são as ideias básicas. Use sua criatividade e faça algo bem marcante. Muitos anos depois seus desbravadores ainda irão lembrar-se desse dia especial.

Dúvida espiritual nos adolescentes

No mês passado falamos sobre a busca da identidade na adolescência. Nessa busca não podemos nos esquecer de que as dúvidas espirituais fazem parte deste “pacote”. Da mesma forma que os adolescentes mudam o estilo de vestimenta, de amigos, de ideias e de opinião, eles também questionam a religião.

É comum ver jovens questionando as crenças espirituais da família e acusando a Igreja de ser formada por um bando de hipócritas. Por outro lado, podemos observar alguns que tornam-se cada vez mais comprometidos e envolvidos com a sua fé. Seja qual for o seu caso, é importantíssimo que lembremos que esse processo é natural nessa etapa da vida.

A dúvida espiritual não é o mesmo que descrença. As convicções religiosas costumam mudar quando a criança entra na adolescência, porque o pensamento dela se torna mais abstrato, possibilitando que ela discorde de questões que antes eram uma realidade absoluta para ela. Na realidade, a dúvida vem quase sempre acompanhada de ansiedade ou depressão e pode se tornar muito perturbadora para alguns.

As causas da dúvida espiritual são difíceis de serem identificadas, contudo existem fatores que contribuem para ela:

  • O próprio crescimento: o amadurecimento espiritual não segue uma linha reta. Ele ocorre num processo cíclico composto de certezas, questionamentos e finalmente descobertas. Ainda assim, ao encontrar uma verdade é comum que ele em algum momento duvide da mesma. Alguns psicólogos, psiquiatras e teólogos inclusive enxergam a dúvida como um auxiliar da fé e não como algo que se opõe a ela. Não se alcançará a fé fugindo das perguntas, e sim lidando com a dúvida.
  • Piaget dizia que existem duas formas de processar informação: 1. Assimilação: o indivíduo procura unir uma nova informação às convicções já existentes; 2. Acomodação: ocorre quando as novas informações forçam uma mudança de pensamento a respeito de alguma coisa. Um exemplo disso são as dúvidas sobre Deus. Quando a nova informação não combina com as concepções anteriores do sujeito, podem ser geradas dúvidas espirituais.
  • Falta de exemplos: o adolescente necessita de modelos de espiritualidade vibrante em que possa confiar e respeitar. Necessita ver claramente a fé ser praticada por colegas e por adultos.
  • Idealismo: como uma das caraterísticas da idade é o idealismo, é frequente as desilusões e decepções com a Igreja. Inclusive, as dificuldades de lidar com suas tentações também aumentam ainda mais sua desilusão.
  • Experiências desagradáveis na Igreja: o adolescente é mais emotivo que racional. Lembra com mais facilidade dos sentimentos que dos fatos. Se não tiver sentimentos positivos na Igreja, o adolescente poderá experimentar dúvidas espirituais.

A pergunta é: como podemos ajudá-los a enfrentar esse conflito?

Aqui vão algumas dicas:

  • É necessário que as pessoas que lidam com esses adolescentes tenham uma experiência espiritual vigorosa e que transmitam satisfação espiritual. Isso irá revigorá-los e impactá-los.
  • Entender e possibilitar uma busca sincera: a atitude mais destrutiva que os líderes espirituais e os próprios pais podem ter para com um púbere que está passando por um período desses é tentar silenciar-lhes as dúvidas e incentivar a que ele as reprima. As dúvidas reprimidas tendem a ressurgir, enquanto as que se aprofundam, tendem a favorecer o crescimento espiritual.
  • Evitar respostas prontas: evite esse habito assim como indicar livros que façam o trabalho por você. O ideal é se oferecer para juntos encontrar as resposta. Isso irá favorecer o relacionamento de vocês e o dele com Deus.
  • Concentrar no relacionamento: incentive-o a entrar no grupo de jovens da Igreja que defenda os princípios da fé. Esse ambiente deve ser acolhedor. O que o adolescente mais procura não é uma resposta, e sim um relacionamento.
  • Promover nos grupos e nos cultos familiares momentos de reflexão onde os adolescentes possam expor suas dúvidas e ajudá-los a entender melhor o que lhes está causando dúvida.

Devemos incentivar e acompanhar nossos jovens na busca da verdade mediante a leitura das Escrituras. Ler com eles ou criar grupos de leitura da Bíblia ou de livros específicos para eles ajudará a encontrar respostas às suas inquietudes, e principalmente desenvolver relacionamentos satisfatórios. João 5: 39 nos diz: “examinai as Escritura, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim”.

“Caminho mais curto” das abelhas poderia proporcionar internet mais rápida

As abelhas parecem nunca nos decepcionar. Organizadas, altruístas, diligentes, são os principais polinizadores do mundo, fabricantes de própolis, cera de abelha e mel. São exímios comunicadores e fantásticos aviadores. Elas fazem tantas coisas tão bem que nós não entendemos como elas as fazem [como o funcionamento de sua visão].

Agora mais uma habilidade pode ser acrescentada à lista de inexplicáveis atributos das abelhas. Biólogos da Queen Mary’s School of Biological and Chemical Sciences da Universidade de Londres descobriram que, por meio de um método desconhecido, as abelhas calculam a rota mais eficiente  possível entre todas as flores em seu ambiente, minimizando a energia necessária para coletar néctar. Com cérebros muito simples, elas resolvem complexos problemas de rota que confundiriam a maioria dos seres humanos.

“Ao contrário dos programadores e matemáticos que podem resolver problemas simples do caixeiro viajante por comparação do comprimento de todas as rotas possíveis, as abelhas encontram soluções semelhantes com um cérebro apenas 950 mil neurônios”, disse Mattieu Lihoreau, um pós-doutor que liderou a nova pesquisa, à Life’s Little Mysteries. Esse número é aproximadamente 100.000 vezes menos do que possuímos em nossas próprias cabeças [86 bilhões de neurônios].

Qual o segredo das abelhas e o que podemos aprender com seu movimento eficiente?

Lihoreau e seus colegas organizaram seis flores de forma que usar o modelo do  “vizinho mais próximo” para navegar entre as flores não seria o mais rápido. Em outras palavras, das 720 rotas possíveis entre as seis flores, haviam opções mais ideais do que simplesmente voar de uma flor para a não-visitada mais próxima (a estratégia de forrageamento mais simples). Os pesquisadores registraram que flores as abelhas visitaram e em que ordem.

Conforme detalhado na edição de 17 de agosto da revista Biology Letters, as abelhas encontraram o caminho mais curto possível após 80 expedições de forrageamento. “Porque as abelhas têm cérebros simples”, explicou Lihoreau, “elas necessitam encontrar a rota mais curta com uma solução simples. Exatamente como as abelhas procedem ainda não é entendido completamente.

Para se orientar de sua colmeia e uma única flor, as abelhas usam uma série de ferramentas de navegação, tais como posição do sol, pontos de referência no terreno, memória das distâncias percorridas e da direção escolhida. Segundo os pesquisadores, os insetos provavelmente usam uma combinação dessas ferramentas para desenvolver rotas mais complexas entre várias flores – mas como?

Uma possibilidade é que eles gravam a rota mais curta encontrada até o momento e a comparam novas rotas. A cada erro de escolha, as abelhas aprendiam algo a não ser feito na rota, o que eliminava algumas possíveis rotas e as aproximava do acerto.

Nós somos muito melhores do que as abelhas em planejar rotas com antecedência, entretanto podemos aprender com as abelhas como otimizar projetos para redes de informação, cujas rotas não pode ser planejada com antecedência. “Um entendimento claro de como as abelhas resolver complexos problemas de roteamento sem computador ou assistência de GPS tem o potencial para desvendar regras simples movimento [para otimização de redes complexas]”. Por exemplo, podemos imaginar que algoritmos inspirados nas abelhas poderiam vir a ser utilizados para melhorar projetos de redes de informação de crescimento rápido (por exemplo, redes de telefonia móvel, internet) ou redes de transporte (ônibus, trens) nos quais nossas sociedades modernas dependem”.

Mas para que isso aconteça, teremos que descobrir que algoritmo elas realmente utilizam.

Fonte: Life’s Little Mysteries [Alterações em negrito e comentários entre colchetes são meus]

Você sabe o que é um algoritmo? É um conjunto finito de regras que fornece uma seqüência de operações para resolver um problema específico. É um conceito central para toda a computação e é uma grande dificuldade para programadores iniciantes. A utilização de algoritmos dão ideia de planejamento, de organização, nunca de aleatoriedade. As abelhas utilizam um algoritmo para resolver um problema complexo, o do caixeiro viajante, e o fazem melhor que o ser humano (que tem 100.000 vezes mais neurônios) usando computadores. Isso não me parece resultado do acaso. O que você acha?

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