Lembrancinha para investidura

Quando penso em lembrancinha, logo me lembro de bibelôs empoeirados na estante da sala!

Geralmente a lembrancinha tem por finalidade “eternizar” um momento especial do bebê que nasceu, da menina que completou 15 anos, do aniversariante de 80 anos, dos noivos felizes, do aniversário da Igreja, do programa de natal, aniversário do Clube, entre outros e PONTO. Mas penso que a lembrancinha deveria ser mais que isso. Ela deve marcar o momento que se deseja lembrar, mas também deve ser funcional.

Temos um exemplo prático:

O final do ano se aproxima e o Clube se prepara para a última cerimônia de investidura.

A direção do Clube decide preparar uma lembrancinha para os pais, convidados e membros da Igreja.

Partindo do pressuposto de que a lembrancinha deve ser funcional, além de “bonitinha”, vamos considerar pouco gasto, facilidade e principalmente criatividade.

Minha sugestão para essa ocasião então utilizaria como matéria prima o PREGADOR DE ROUPA! Isso mesmo! Quer algo mais barato e funcional? Claro que além dele devemos utilizar de bom senso e criatividade para que o trabalho final seja digno de ser guardado e utilizado com muito carinho.

O pregador de roupa pode ser utilizado de diversas maneiras, como lembrancinhas de aniversário, chá de bebê, chá de cozinha, como varal de fotografias nas festas de aniversário e desenhos nos quartos das crianças, lacre de embalagens de presentes, deixar recadinhos e lembretes como ímãs de geladeira; fechar os saquinhos de açúcar, feijão, macarrão para guardar no armário da cozinha, prender talheres em guardanapos para decorar a mesa em ocasiões especiais, decorar convites, etc.

Ele pode ser pintado com guache, revestido com papel ou tecido, customizado…

Para o evento em questão sugiro utilizar o pregador de roupa como ímãs de geladeira para deixar recadinhos ou fotos da investidura.

Abaixo segue uma sugestão de passo a passo básico. Use sua criatividade e explore o tema e cores do Clube para a composição da lembrança.

Não se esqueça de fazer um bom acabamento e concluir sua lembrança com uma embalagem que seja discreta, mas que a complemente.

Material necessário:

  • Pregadores de madeira
  • Tinta látex branca
  • Tinta acrílica de várias cores
  • Tinta relevo
  • Pano, lápis e pincéis
  • Imãs

Modo de fazer:

Comece soltando as duas partes do pregador, com cuidado.

A próxima etapa é fazer a pintura com a tinta acrílica da cor que você escolher.

Coloque um pouco numa vasilha e misture com a tinta látex branca até chegar num tom mais clarinho.

Pinte as duas partes de madeira do pregador e espera secar.

Quando a tinta estiver bem seca, monte de novo o pregador.

Deixe uma ponta para fora para facilitar o encaixe e vá ajustando.

Agora, pegue o lápis e faça o desenho que quiser (se quiser!). Com a látex branca, faça o contorno. Para isso, use um pincel bem fininho.

Outra opção de pintura é fazer pontinhos em alto relevo, aplicando a tinta relevo direto sobre o pregador, sem usar o pincel.

Você pode também desenhar as figuras com lápis e preencher com tinta acrílica colorida. Por fim, cole num dos lados um pedaço de imã.

Custo total: R$ 0,28

Outra dica é tingir os pregadores com folha de papel crepon! Você vai precisar de 12 pregadores de madeira, meia folha de papel crepom e duas xícaras de água.

Pique o papel crepom em uma vasilha, junte a água e os pregadores, vá mexendo pra soltar a cor por uns 5 minutos. Obs.: Use luvas, pois a tinta é forte. Depois, pendure pra secar. Eles ficam com as cores mais vivas depois de secos.

Então mãos à obra! E até nossa próxima aventura criativa!

Clube de Leitura: O céu de Zalika

O céu de Zalika

Um conto de Denis Cruz

Zalika, menina de pele negra, estava sentada no terreiro de casa, olhando para o homem de terno encardido que conversava com sua mãe. O homem ela conhecia. Era um missionário que sempre estava pelas vilas ali perto, acompanhado de um tradutor chamado Taú. Ele falava de um tal Jesus, de sua morte numa cruz e de um lugar chamado céu, onde haveria tudo de bom, para sempre.

– [Zalika já tem idade para ser vendida] – dizia a mãe da menina em um dialeto africano, enquanto Taú traduzia o missionário.

A conversa já durava um bom tempo, e a cada frase o pequeno coração da menina se apavorava ainda mais. Sua mãe falava em vendê-la para comprar alimento para a família. Taú traduzia as palavras do pastor, mas nenhuma parecia convencer a mãe. Zalika estava com medo. Não sabia o que acontecia com as meninas ou meninos vendidos; só sabia que eles nunca mais eram vistos.

– [Então o missionário comprará sua filha] – disse Taú e a mulher silenciou. – [Não a venda para os traficantes que rodeiam a vila. O missionário a levará agora, se a senhora permitir.]

O Pastor Jacó tirou algumas notas do bolso do paletó suado e as estendeu para a mãe da menina. Ela pegou o dinheiro e o contou, gritando em seguida:

– [Menina! Pegue o que é seu e vá com esse homem daqui].

Aproximando-se de Zalika, Taú lhe falou baixinho:

– [Não precisa pegar muita coisa. Você não vai precisar.]

A menina entrou no casebre armado com tocos e coberto de palha. Além de uma boneca suja e esfarrapada, não tinha mais o que pegar. Saiu com a bonequinha pendurada na mão e olhou para a mãe que sequer virou-se para ela. Zalika esperava alguma palavra de despedida; talvez um beijo, ou um abraço. Nada recebeu.

O missionário Jacó segurou em sua mão encardida e a conduziu para dentro de um carro. A menina olhou para trás, fitando dois irmãos tão negrinhos como ela, sentados no terreiro. Pensou sobre o futuro deles e temeu pelo próprio futuro, pois não sabia o que lhe iria acontecer.

O carro sacolejou na estrada de chão, levantando poeira vermelha. Jacó tomou algo de um cantil e o estendeu para a menina, dizendo algumas palavras que ela não entendeu. Mesmo assim tomou do líquido fresco do cantil. Era algo tão bom, sem gosto e ao mesmo tempo tão gostoso.

– [É água limpa] – explicou Taú em seu dialeto e riu com a expressão de surpresa da garota. Sabia que ela, possivelmente, nunca havia tomado água que não fosse suja.

Quando o carro finalmente parou na fronteira, soldados olharam para dentro e começaram a discutir qualquer coisa com Jacó e seu tradutor. Zalika suspeitava que o motivo da discussão era sua presença naquele carro, pois os soldados gritavam e apontavam os dedos e armas para ela.

Mais uma vez Jacó colocou a mão no bolso e a menina lembrou-se de suas histórias sobre Jesus: “Ele pagou um preço por você”; “Jesus, na cruz, pagou com a própria vida para que você pudesse ser salva.” Será que o missionário estava, naquele momento, pagando por ela?

Os soldados abriram caminho e Taú limpou o suor da testa, voltando a falar com Jacó, sem ela conseguir entender a língua deles.

Depois de muito tempo na estrada, entraram numa cidade, passando por várias ruas e estacionando em frente a uma casa grande de paredes com a pintura corroída.

– [Dora, esta é Zalika] – Taú a apresentou para uma senhora de pele morena, bem mais clara que a sua.

A mulher sorriu e ao mesmo tempo a avaliou, mexendo em seus cabelos fartos e encardidos de poeira e olhando embaixo das unhas imundas. Resmungou alguma coisa que fugiu ao entendimento da menina e a puxou para o pátio da casa, levando-a até um tanque e esfregando-lhe as mãos. A mulher gritou algo para dentro da casa e uma moça veio em seguida, com um copo cheio de um líquido que parecia água barrenta.

– [Prove!] – disse Dora, numa tentativa de falar o dialeto da garota.

Zalika deu uma pequena bicada no copo e depois o tomou de uma vez só, sentindo o gosto adocicado e, para ela, indescritível.

– [Leite com chocolate] – Taú explicou de novo. – [Mais tarde você pode tomar mais.]

Dora a levou primeiro para o pátio, onde seu cabelo foi lavado e cortado. Depois Zalika foi para o banheiro e não acreditou que estava debaixo de um jorro de água limpa. Várias vezes ergueu a boca e fartou-se.

Em seguida a governanta lhe deu roupas limpas e mostrou seu quarto, que era dividido com outras cinco meninas, todas resgatadas das vilas das redondezas; todas vítimas de alguma violência daquele cenário de guerra.

Depois de se arrumar, Zalika olhou sua própria imagem no espelho. Cabelos aparados e penteados. Pele limpinha e rosto sem aquele acúmulo de poeira grudando no canto dos olhos. Havia um belo sorriso naquele rostinho de menina quando outra garota a puxou pela mão e a arrastou pelos corredores da grande casa, até alcançarem uma sala onde havia uma mesa, com várias meninas sentadas. Na ponta estava Jacó, Taú e Dora.

– [Feche os olhos que o pastor Jacó vai orar.] – disse a nova amiga.

Zalika fechou os olhos e ouviu as palavras sem sentido do missionário. Todas as meninas começaram a se servir. Havia pão, manteiga e um caldo maravilhoso (era apenas macarrão e legumes, mas para Zalika, como eu disse, era maravilhoso). A recém chegada se fartou. Nunca na vida tinha comido algo tão gostoso. Nunca na vida tinha comido em tanta quantidade e, por isso, a fome tinha sido uma parceira indesejável, porém constante. Lembrou-se dos banquetes que o missionário falava quando ia na vila.

– [Você sabe onde está?] – perguntou-lhe a menina à sua frente.

– [Eu sei] – Zalika respondeu com um sorriso franco, revelando um pão dentro da boca. – [Eu estou no Céu!] – e algumas lágrimas caíram de seus olhos.

PROJETO DE LEITURA

Tema: Caridade, missão, evangelismo, céu.

JUSTIFICATIVA

No cenário mundial é comum flagrarmos situações de total abandono e violência à criança. O estado de miserabilidade é terrível em muitos países e as crianças são as grandes vítimas.

Algumas pessoas, movidas por um senso de caridade, atuam de maneira maravilhosa para amenizar o impacto da violência e miséria na vida de crianças. É importante, assim, que o jovem compreenda o que é caridade e seja motivado a ter mais amor e compaixão pelo próximo, mediante ações concretas.

OBJETIVOS

Entender a miséria que há no mundo.

Compreender quão abençoados somos, em detrimento de algumas dificuldades.

Motivar atos de caridade.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES

  1. Apresentar a palavra “miséria” e deixar os desbravadores darem seus conceitos sobre ela.
  2. Apresentar a palavra “caridade” e deixar os desbravadores darem seus conceitos sobre ela.
  3. Pesquisar sobre locais no mundo onde a miséria é um grande problema. Quais os motivos de tal miséria? Quais ações sociais estão sendo feitas nesses locais?
  4. Ler o texto e propor as seguintes questões:
    1. Por que o pastor estava naquele local? Por que ele mantinha uma casa de abrigo para crianças?
    2. Como era o relacionamento de Zalika com sua mãe? Ela esperava que fosse diferente?
    3. Existe no mundo pais que vendem seus filhos?
    4. Por que Zalika achou que estava no céu?
    5. Se compararmos a vida do jovem desbravador de seu Clube com a de Zalika, qual a diferença? O que os desbravadores possuem que Zalika não possuía em sua casa?
  5. Após a leitura, iniciar um diálogo com os desbravadores, questionando:
    1. Existem situações parecidas com as de Zalika próximas de onde vocês estão?
    2. O que os desbravadores podem fazer, concretamente, como forma de levar um pedacinho do céu para essas crianças?

SUGESTÕES DE AÇÕES

  1. Identificar uma casa de abrigo de crianças e agendar uma visita.
  2. Levar brinquedos e/ou roupas para essas crianças.
  3. Fazer um piquenique com as crianças do abrigo. (nossa sugestão é que o piquenique seja com frutas e pães levados pelas crianças e que também tenham atividades no local – nada que ultrapasse mais de uma hora e meia).

Clique AQUI para baixar o conto e AQUI para baixar o plano de leitura.

Testamos

Novo testamento à prova d’água

Certa vez, há quase 10 anos, participei de um acampamento com caminhada no início de janeiro. Levei uma mochila que não era tão resistente à água quanto a que eu costumava utilizar e não tomei as devidas precauções em relação aos meus pertences e a chuva. Resultado: todo meu material encharcado por algum tempo. Inclusive a minha Bíblia, que tinha há 4 anos na época. Desde aquele acampamento fiquei pensando como seria bom ter uma Bíblia à prova d’água, mas não encontrei nenhuma a venda no Brasil.

Essa dupla, água + Bíblia, deixou de ser um problema, pelo menos em parte: a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) lançou um Novo Testamento à prova d’água. Ela é impressa 100% em material plástico, totalmente impermeável, permitindo que a Bíblia seja lida em qualquer lugar – na praia, na beira da piscina, na chuva, até mesmo durante a prática de mergulho -, sem que ocorra qualquer tipo de dano à publicação.

Marcio Ponciano, praticante de mergulho autônomo, a 10 metros de profundidade lendo o evangelho de João, capítulo 5 e versículo 39 (“Vocês estudam as Escrituras Sagradas porque pensam que vão encontrar nelas a vida eterna. E são elas mesmas que dão testemunho a meu favor.”).

Inédita no mercado nacional, o Novo Testamento à prova d’água foi desenvolvido com tecnologia que permite fazer anotações em suas páginas com canetas esferográficas e lápis. É altamente resistente, e indicada especialmente para os praticantes de esportes, em particular os aquáticos e os de aventura. Texto bíblico na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH) e adaptado à reforma ortográfica da língua portuguesa.

Recurso

Texto bíblico: NTLH

Vocabulário

Como encontrar ajuda no Novo Testamento

Mapas

Características

Código: NTLH250

ISBN: 978-85-311-1226-3

Páginas: 280 Formato: 12,0 x 18,0 cm

Cor da capa: Azul e laranja ou Rosa

As folhas são de plástico e bem finas, lembrando levemente a aparência do papel-bíblia, apesar de serem mais grossas e pesadas. Suas folhas realmente são impermeáveis, não se degradando quando molhadas. A letra é de um tamanho bom, bastante agradável à leitura. O texto bíblico da NTLH é bom para trabalhar com juvenis e adolescentes, pois é um texto que pode ser compreendido mais facilmente, por sua linguagem simples e coloquial, aproximando o texto bíblico da língua falada no dia-a-dia.

O vocabulário possui 8 páginas, com 125 verbetes. Pode parecer pouco comparado aos vocabulários de algumas Bíblias, mas é um bom número quando se leva em consideração a linguagem mais simples da NTLH.

O recurso “Como encontrar ajuda no Novo Testamento” possui 3 páginas é composto de duas partes: Ajuda em circunstâncias especiais e Confrontando sentimentos que perturbam. É semelhante aos encontrados em algumas Bíblias, com uma situação ou pergunta é textos bíblicos (nesse caso apenas do Novo Testamento) para a ocasião, porém com mais situações e perguntas que os outros que já encontrei.

Ela apresenta dois mapas: Mundo do Novo Testamento e Jerusalém nos tempos de Jesus. Outras Bíblias apresentam mais mapas referentes ao Novo Testamento, como as viagens de Paulo e a terra de Israel no tempo do Novo Testamento.

O plástico utilizado permite a utilização de caneta para se fazer anotações, porém a tinta pode borrar quando ainda fresca, portanto cuidado para não esfregar o dedo sobre a anotação. Da mesma forma, quando a tinta ainda está fresca é possível apagar a anotação (e os borrões) utilizando álcool, quando seca pode produzir borrões de tinta grandes. Já as anotações à lápis ficam muito boas e é possível apagá-las com borracha, sem que fique qualquer mancha. Não é bom escrever com força, pois as folhas ficam com marcas (tipo baixo relevo), semelhantes à quando se escreve com força em papel. Em relação à escrita esse plástico é um material muito bom, já que permite escrever e apagar, tanto à caneta quanto à lápis, o que não é possível em papel-bíblia.

As folhas podem grudar uma nas outras quando estão molhadas ou úmidas (fato comum quando encostamos duas superfícies plásticas com água entre elas) e elas demoram um pouco (algumas horas) até ficarem completamente secas novamente, soltando um pouco de água no início e ficando com algumas páginas grudadas, porém é fácil separá-las e praticamente não há risco de rasgá-las ao tentar separar uma página da outra.

Para mim é uma boa Bíblia para se levar em acampamentos, pernoites, trilhas, rapel e outras atividades ao ar livre, ou qualquer lugar no qual você queira ler sua Bíblia sem o risco de estragar alguma parte dela devido à água. Uma desvantagem é de ser apenas o Novo Testamento, e não a Bíblia completa.

Onde comprar? Na loja online da SBB.

Azul e laranja – http://www.sbb.com.br/detalhes.asp?idproduto=1116421

Rosa – http://www.sbb.com.br/detalhes.asp?idproduto=1116422

Teste você também e nos diga o que achou!

P.S.: Daqui há nove dias, no dia do aniversário de 2 anos do nosso blog, estaremos sorteando um Novo Testamento à prova d’água. Para concorrer basta acessar a nossa página do Facebook e se inscrever na promoção!

 

Capelania e evangelismo

Olá! Seja bem-vindo!

Esta sessão foi criada para partilhar com você algumas ideias e experiências que podem ser úteis em suas atividades como capelão ou líder espiritual de seu Clube.

Pense como alguns textos bíblicos que passam rapidamente por nossos olhos durante o ano bíblico podem se aplicar a situações diárias quando paramos para refletir neles. Jó 6:6 é um desses textos: “Comer-se-á sem sal o que é insípido, ou haverá sabor na clara do ovo?”.

Há algumas coisas que não suportamos comer sem sal. Pipoca, por exemplo. Ninguém merece comer pipoca sem sal! Agora, clara de ovo é o fim! A não ser por receitas “médico-nutricionais” do tempo da vovó, ninguém se aventura a comer clara de ovo sem prepará-la e temperá-la com sal. É sem graça e até insuportável, quase uma tortura!

O mesmo ocorre com a vida religiosa de nossos juvenis e adolescentes, seja em programas específicos dentro da Igreja ou em atividades do Clube. Se não colocarmos um “tempero”, adaptando a transmissão e interiorização dos valores bíblico-espirituais através de uma metodologia apropriada para a faixa etária e os diferentes estilos de aprendizagem, podemos estar oferecendo algo destituído de significado para a vida deles ou, na pior das hipóteses, “torturando” aqueles que Deus colocou sob nosso cuidado. Isso é tudo o que não queremos.

Então, é isso! Esperamos que você aproveite o que compartilharmos aqui e que o Senhor seja honrado pelas atividades espirituais devidamente planejadas para seus desbravadores.

Maranata!

Nota: Para conhecer o perfil de Geraldo Beulke, acesse a página da nossa Equipe!

Pr. Udolcy fala sobre IV Campori de desbravadores da DSA

Atenção amigos desbravadores e líderes!

O pastor Udolcy Zukowski, líder sul-americano de desbravadores, fala pela primeira vez sobre o IV Campori da Divisão Sul-Americana, Encontro marcado na eternidade!

Confiram:

 

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