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Especialidade de Samambaias: aprendendo a pesquisar

Cyathea sp. por Edson Grandisoli

O que são samambaias? Como elas são diferentes dos arbustos e árvores? Onde e como elas se desenvolvem? Quais samambaias possuem importância medicinal? Tudo isso você vai aprender nesta especialidade.

Ainda aprenderá a reconhecer plantas que parecem samambaias, mas não são, como os licopódios e cavalinhas, e dizer que semelhanças possuem. Além, é claro, de aprender a identificar corretamente diferentes espécies de samambaias.

  1. Qual a diferença das samambaias e arbustos e árvores?
  2. Onde fica o caule de uma samambaia? Que parte cresce acima da terra? Qual o ambiente mais favorável pra o crescimento das samambaias?
  3. Como se reproduzem as samambaias? Localizar e descrever três tipos de soros a partir de três tipos de samambaias.
  4. Como os esporos viajam da planta mãe para um novo local? Quanto tempo leva para um esporo desenvolver-se até a planta adulta? Observar em samambaias ao natural, ou fotografias de samambaias jovens, como são diferentes das samambaias adultas.
  5. Conhecer o uso medicinal de três samambaias.
  6. Desenhar ou fotografar dez tipos de samambaias, e identificá-las corretamente.
  7. Além das samambaias comuns, existem plantas semelhantes a samambaias que são conhecidas como licopódio e cavalinha. Ser capaz de reconhecer duas licopodiáceas e uma cavalinha. Quais as suas semelhanças com as samambaias?
Logo abaixo estão as alguns sites com informações confiáveis que podem ajudar no estudo desta especialidade. Apesar de confiáveis, alguns deles podem apresentar informações sob a visão evolucionista, expressões como “milhões de anos”, “processos evolutivos”, “ancestrais”, “antepassados”, etc. Desconsiderem essas informações.

Caso você tenha alguma indicação de fonte, nos deixe um comentário ou envie um e-mail.

 

Ministério Jovem lança novos materiais!

Líderes e desbravadores de plantão!

Apesar de estarmos envolvidos na atualização do nosso Cantinho, precisamos passar a vocês as notícias quentinhas…

Foram publicados hoje, em Olímpia/SP, no concílio quinquenal do Ministério Jovem da DSA, os novos cartões de classes regulares/avançadas, liderança, classes agrupadas, liderança de jovens e aventureiros! As revisões tiveram início no último trimestre do ano passado, objetivando o fortalecimento do desenvolvimento físico, mental e espiritual de líderes, desbravadores e jovens. Os cartões estarão disponíveis para compra em breve nas Associações/Missões e também no site da editora Sobre Tudo.

Também foi publicado hoje o protótipo do novo Manual de Especialidades, que em breve terá sua versão final lançada tanto de forma impressa quanto digital, conforme comentou o pr. Elton Bravo no seu face: “Acaba de ser lançado o protótipo do Novo Manual de Especialidades para Desbravadores. Logo teremos a edição final deste material nas versões de papel e digital, com 473 especialidades e 15 Mestrados. Inclusive com o novo Mestrado com 9 especialidades em ADRA”.

Vamos continuar orando para que Deus ilumine todos os departamentais para que as decisões ali tomadas sejam unicamente visando ao crescimento de todo o Ministério Jovem!

Cuidados para conservação de cordas

A corda é o principal elo entre o praticante de esportes (rapel, escalada, espeleologia, etc) e a proteção da vida. Sendo assim um dos equipamentos para atividades ao ar livre de maior exigência de conservação e uso.

No requisito 1 da seção de Arte de Acampar da classe de Amigo nos é pedido para “Demonstrar como cuidar corretamente de uma corda” e no requisito 2 da especialidade de Nós para “Conhecer os cuidados para conservação de cordas”.

As dicas que serão dadas aqui não substituem a formação magistral do praticante nem as precisas recomendações dos fabricantes. Leia com total atenção o manual de uso de seus equipamentos antes de qualquer limpeza e/ou uso.

Vamos dividir os cuidados que devemos ter em cuidados antes do uso, durante o uso e depois do uso. Na próxima semana falaremos sobre quando se deve aposentar uma corda, e numa outra postagem falaremos sobre os cuidados ao se escolher uma corda.

Ao contrário do que muitos pensam, as cordas possuem vida útil limitada independente de sua utilização, podendo ser maior ou menor de acordo com a frequência de uso (ocasional ou intenso) e sua forma de uso (leve ou extremo). Mesmo que mantida adequadamente armazenada em uma loja, as fibras que compõem a sua estrutura entram em processo lento de deterioração natural pelo simples contato com o ar. E este processo ainda pode ser acelerado com a exposição à fontes de luz ou mesmo com o toque das mãos, possivelmente impregnadas com resíduos de sujeira e com oleosidade nociva aos tecidos. Ou seja, com os melhores cuidados apenas pode-se aproveitar o máximo da vida útil da corda, mas que um dia deverá ser aposentada. Recomenda-se que, quando esse dia chegar, ela seja destruída para reduzir a possibilidade de acidentes.

Calcular com precisão a longevidade dos materiais têxteis é bastante complexo, mas os fabricantes consideram que a vida útil das cordas não poderia se estender mais do que 5 anos (10 anos, considerando os 5 anos que a corda pode ficar estocada em perfeitas condições antes de começar a ser utilizada). De forma geral, recomenda-se que uma corda deva ser aposentada de 3 meses a 1 ano, se usada diariamente; de 2 a 3 anos caso seja usada semanalmente; e de 4 a 5 anos com usos ocasionais!

Preste atenção também ao limite de Quedas de Fator 2 estipulado pelo fabricante para o seu modelo de corda. Faça um controle o mais preciso possível do uso de sua corda para saber quando aposentá-la, mesmo que seu aspecto ainda pareça excelente.

Jamais compre equipamentos de segurança usados e evite emprestar a sua corda. Na hora de investir em uma nova corda, procure uma loja especializada. Somente quando recebemos um mínimo de informações sobre certo assunto é que compreendemos a importância de certos cuidados.

Cuidados antes do uso

É importante que uma corda nova seja desenrolada com cuidado antes do uso. Outra coisa que os fabricantes recomendam fazer é que se molhe a corda e deixe-a secar lentamente à sombra. Desta forma, ela encolherá cerca de 5% e reduzirá o risco de deslizamento da alma.

Não marque o meio de sua corda com canetas comuns, pois os agentes químicos da tinta podem enfraquecer o ponto marcado com o tempo. Use apenas canetas especiais.

Evite transportar a sua corda do lado de fora da mochila e, principalmente, sem uma boa proteção em bagageiros de veículos, que podem conter vestígios de substâncias altamente corrosivas (ácido de bateria, etc).

Cuidados durante o uso

Uma das principais dicas sobre como cuidar de sua corda resume-se ao seu uso adequado. A utilização inadequada pode danificar a corda, reduzindo a sua vida útil e resistência. Como exemplos: Nunca utilize uma corda semi-estática em atividades que possam gerar quedas próximas a Fator 1; Usar uma corda de certo diâmetro em um equipo não desenvolvido para tal medida também pode danificar ou acelerar a deteriorização da mesma; Jamais guarde a sua corda com nós caso não seja necessário, para não danificar a sua corda pelo “vício” inapropriado de suas fibras; Também, evite realizar rapéis rápidos para não acelerar o desgaste da corda e superaquecer o descensor, que poderá derreter os tecidos. A temperatura de fusão do poliéster e da poliamida é de 250ºC e 230ºC respectivamente, valores alcançados em descidas superiores a 2 metros por segundo. Rapelar rápido desnecessariamente traduz-se em ignorância de técnicas e dos riscos inerentes às atividades. Deixe para Hollywood! A lista é grande, procure o máximo de informação possível sobre a sua prática para usar a sua corda adequadamente.

Em atividades aquáticas, cuidado redobrado com as arestas cortantes, pois a corda molhada perde resistência e torna-se muito mais sensível à abrasão neste estado.

A escolha dos nós utilizados também conta. Por exemplo, o nó Oito é um dos que menos agridem a estrutura da corda em longo prazo devido à geometria de sua confecção.

Evite também pisar em sua corda. As fibras de poliamida (nylon) que constitui a corda são material têxtil e estragam com abrasão. Grãos de areia e cascalhos podem cortar as fibras e danificar a corda. Um fragmento rochoso ou mineral que penetre no interior de uma corda pode também causar danos internos. Então você não só deve evitar de pisar, mas também de deixar em locais sujos com detritos como areia e pó. É sempre boa idéia utilizar sacos de corda ou forração de nylon para manusear a corda no chão.

Cuidados depois do uso

Após cada utilização, vistorie visualmente e manualmente toda a extensão de sua corda em busca de possíveis deformações, desfiados ou cortes. Danos aos quais não se pode estipular o grau de comprometimento da corda devem ser considerados como severos e irreversíveis. Quando houver dúvida, a corda deverá ser eliminada imediatamente.

Você pode limpar a sua corda com um pano úmido. Caso seja realmente necessário, lave-a com água fria, de preferência sem cloro. Se a sujeira estiver muito impregnada (muita terra, areia ou magnésio), deixe de molho por umas duas horas em água aquecida a no máximo 30ºC. Depois, esfregue levemente a corda entre si, com sabão neutro e auxílio de uma escova sintética de cerdas macias.

Existe um aparelho para limpeza de cordas desenvolvido pela marca francesa Beal chamado Rope Brush, que consiste em uma escova em forma de espiral e que é utilizado junto a um sabão não agressivo chamado Rope Cleaner. Mas não improvise. Evite esfregar ou jatear água para não introduzir minúsculas partículas minerais no interior da corda, incapazes de realizar estragos a olho nu, mas que poderão romper os delgados filamentos de poliamida da alma, diminuindo parcialmente as suas capacidades de absorção de energia e a sua resistência à ruptura.

Seque sempre à sombra, suspensa, espalhada em voltas e sem o auxílio de qualquer fonte de calor. O tempo de secagem leva de 2 a 4 dias. Lembrando que os raios ultravioletas são extremamente prejudiciais às fibras sintéticas, comprometendo a elasticidade e resistência das cordas em longo prazo.

Em hipótese alguma lave a sua corda em máquina de lavar ou use alvejante. Mesmo que não se constate danos visíveis, a sua corda deverá ser aposentada ao menor contato com produtos químicos (gasolina, óleos, ácidos, etc – especialmente os derivados de hidrocarbonetos), substâncias altamente prejudiciais para os tecidos.

Reserve um espaço especial em seu armário para o seu correto armazenamento – desenrolada, em local seco, arejado e escuro. Não a guarde úmida, suja ou dentro da mochila, evitando a proliferação de fungos e bactérias. Proteja o seu armário com desumidificadores e inseticidas que contenham paradiclorobenzeno (para traças, sem cheiro e inócuo aos tecidos), mas não deixe em contato direto com sua corda.

Fontes:

http://www.penatrilha.com.br/cuidados-com-sua-corda
http://resgate.com.br/index.php?op=NEArticle&sid=81
http://www.halfdome.com.br/code_hd/index.php/informes/index/es/esca12

Novo Manual de Especialidades vem por aí!

Em novembro do ano passado, a Divisão Sul Americana criou o Grupo de Estudos de Especialidades de Desbravadores – GEED, grupo responsável pela revisão do Manual de Especialidades (AQUI). O trabalho era imenso e alguns líderes se voluntariaram nessa aventura!

Os trabalhos funcionavam da seguinte maneira: os membros tinham à disposição uma tabela com todas as especialidades a serem trabalhadas, então cada um escolhia para revisar ou traduzir/adaptar aquelas que mais tinha afinidade com a área. Após a sua revisão, a discussão era aberta a todo o Grupo. Em seguida, o Grupo fechava uma proposta semi-final, enviada para análise final da DSA.

O projeto foi completamente inovador, pois, pela primeira vez, líderes de toda a América do Sul tiveram a oportunidade de participar. Um espaço no portal oficial dos Desbravadores foi aberto, para que todos os interessados pudessem enviar suas propostas de criação ou revisão de especialidades.

Essa semana, os trabalhos foram concluídos! O novo Manual de Especialidades foi entregue à DSA, para avaliação final e envio à gráfica.

De 259 especialidades, agora teremos 473! Todas as especialidades do manual vigente foram revisadas. Em algumas, apenas alguns ajustes de texto foram necessários; outras foram completamente reformuladas. A ideia não foi dificultar nenhuma, mas tornar a proposta o mais completa e acessível possível. 103 especialidades foram importadas dos manuais da Divisão Norte Americana, Divisão do Sul do Pacífico e Associação Geral e completamente adaptadas para a realidade dos países sul-americanos. 6 especialidades foram extintas, sendo substituídas por novas propostas e o Mestrado em natureza foi dividido em Mestrado em zoologia e Mestrado em botânica.

Além do projeto de revisão e tradução/adaptação, também era de responsabilidade do GEED a avaliação de novas propostas. Ao todo, foram aprovadas 115 propostas de especialidades e 1 proposta de mestrado, o Mestrado em ciência e tecnologia, abrangendo as especialidades de informática e ciências.

Uma nova área foi criada, a de ADRA, com 9 especialidades e 1 mestrado. As propostas foram traduzidas e adaptadas pela ADRA da Divisão Sul Americana, para ficarem completamente adequadas à nossa realidade.

A área de Especialidades Regionais foi extinta e as suas especialidades foram alocadas nas suas devidas áreas. Algumas especialidades mudaram de nome e/ou de área, para se adequarem melhor ao conteúdo proposto.

Dentre as novidades importadas, agora teremos as especialidades de Futebol, Basquete, Geocaching, Digestão, Cactos – avançado, Anfíbios – avançado, Escalada em árvores… Já entre as novas propostas temos as especialidades de Orientação com GPS, Atividades em altura, Pioneirias, Ordem unida – instrutor, Arqueologia bíblica, Criacionismo, Crítico de mídia, Violão, Montagem e manutenção de computadores, entre outras! Serão novos desafios tanto para os desbravadores quanto para os líderes!

O GEED continuará existindo e a revisão do manual será periódica, ou seja, todos os anos teremos atualizações e todos poderão participar através do site oficial.

Todas as propostas já estão sendo traduzidas para o espanhol por um grupo de líderes hispanos, que são membros do GEED.

Aguardem, pois o manual será publicado no 2º semestre deste ano, já nas duas línguas. Em breve, no site oficial, será divulgada a tabela com o nome de todas as especialidades e todas as mudanças realizadas!

Maranata!

Revisão do Manual de Especialidades: participe você também!

Em novembro de 2011 a Divisão Sul Americana oficializou o Grupo de Estudos de Especialidades de Desbravadores, grupo responsável pela nova edição do Manual de Especialidades. Desde então, conseguimos o apoio de líderes de várias partes do Brasil e da América do Sul para ajudarem nos trabalhos de revisão, tradução/adaptação e criação de novas especialidades.

Os trabalhos estão avançado num ritmo miraculoso! Com a ajuda de profissionais de várias áreas, vários erros da última versão estão sendo corrigidos, tanto em conteúdo quanto em tradução e estrutural textual. Em primeira mão para os leitores do nosso Cantinho [com a devida autorização da DSA], anotem algumas novidades que teremos: Morcegos, Animais ameaçados de extinção, Sangue e defesas do corpo, Digestão, Geocaching, Wakeboarding, Mountain biking, Construção de canoas, Rapel, Futebol e etc…

Mais de 200 especialidades já estão prontas! Você também quer ser um colaborador do nosso Grupo? Então clique AQUI para nos enviar as suas propostas.

Para mais novidades, fiquem de olho no nosso Cantinho!


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