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Respeito às autoridades, para a classe de Excursionista na Mata

“Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas”. Romanos 13:1

Esse verso é, no mínimo, intrigante levando-se em consideração a sociedade em que vivemos. Porém, ele é tão atual quanto nos dias de Paulo. O governo romano, ao qual o povo de Israel estava politicamente submisso, era tão [ou mais] tirano e corrupto quanto o nosso sistema de governo.

Com esse cenário, como é possível, então, aplicar as palavras de Paulo? Ou mais difícil ainda, como é possível ensinar os adolescentes de 14 anos a colocarem em prática esse ensinamento?

Esse é um dos objetivos do primeiro requisito da classe de Excursionista na Mata: “Fazer uma apresentação escrita ou falada sobre o respeito que devemos ter para com a Lei de Deus e as autoridades civis, enumerando pelo menos 10 princípios de comportamento moral”.

Apesar de complexo, considerando-se a realidade à qual Paulo estava sujeito, não há escusas para não se aplicar o conceito bíblico, menos ainda para não ensiná-lo aos garotos e garotas. Assim, nosso objetivo hoje é ajudá-los, através de uma série de atividades, a desenvolverem esse tema.

Nossa seção Classes agora está em um novo formato. Colocaremos aqui não apenas ideias e materiais para se cumprir os requisitos, mas disponibilizaremos um plano de instrução, de forma que o requisito seja bem trabalhado e os desbravadores possam, de fato, assimilar o conteúdo. Acreditamos que esse formato pode, realmente, fazer diferença na vida futura do desbravador.

Caso você tenha sugestões de atividades para nos ajudar, deixe seu comentário ou entre em contato conosco. Abaixo segue nosso primeiro plano de instrução. Caso prefira, clique AQUI para baixar.

  1. Objetivos
    1. Ensinar qual é a Lei de Deus.
    2. Levar os desbravadores a entenderem a Lei de Deus sob a óptica correta.
    3. Explicar os princípios que estabelecem as autoridades na sociedade.
    4. Ensinar os motivos pelos quais devemos ter respeito pelas autoridades.
    5. Correlacionar o respeito à autoridade de Deus e às autoridades humanas.
  2. Materiais
    1. Bíblia.
    2. Vídeos do Youtube.
    3. Equipamento para passar os vídeos (computador, caixa de som).
    4. Capítulo 9 da Revista Princípios – o conteúdo texto deve ser estudado antes do momento da instrução. Deve ser impressa uma cópia para cada desbravador.
    5. Reportagens.
  3. Vídeo interessante
    1. O preço do presente (Série Princípios) – vídeo de abordagem inicial ao requisito.
  4. Trabalhos
    1. Fazer um cartaz (estilo propaganda) elencando 10 princípios de comportamento moral. Usar frases, colagens, figuras, desenhos.
  5. Metodologia
    1. 1º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: assistir ao vídeo O preço do presente.
      2. Entregar a cópia do texto aos desbravadores e pedir para fazerem o estudo dirigido do tema (última página) no momento da instrução.
      3. Pedir para lerem o conteúdo em casa, para fixar a matéria.
    2. 2º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: realizar uma atividade diagnóstica sobre o conhecimento prévio dos desbravadores sobre o tema, por meio de algumas perguntas ao grupo. Anotar as respostas em um quadro e comparar ao final da aula.
      2. Usar as perguntas do estudo dirigido, de forma a solidificar as respostas corretas.
      3. Introduzir o assunto do respeito às autoridades humanas: dividir a classe em dois grupos de trabalho e propor uma questão para discussão: se os alunos tivessem que organizar politicamente o Clube (ou escola), criando uma estrutura de poder e de gestão, que medidas adotariam para que essa estrutura não fosse autoritária e garantisse o direito de todos? Após os trabalhos, pedir para que cada grupo exponha suas conclusões e propostas.
      4. Dirigir o assunto de forma a expor que as autoridades são necessárias para a ordem da sociedade e que não é fácil deter o poder que lhe é atribuído.
      5. Pedir aos desbravadores para fazerem o trabalho 1 para trazer no próximo encontro.
    3. 3º Encontro (50 minutos)
      1. Atividade introdutória: dividir a classe em dois grupos. Entregar a cada grupo uma das reportagens (cada grupo recebe uma). Discutir como ter leis em uma sociedade gera segurança e proteção. Discutir como as leis podem proteger as pessoas daquelas situações. O que é necessário para se aplicar as leis?
      2. Receber os trabalhos.
      3. Fazer uma discussão final, abordando os tópicos: importância e papel da Lei de Deus nas nossas vidas; importância e papel das leis humanas nas nossas vidas; por que devemos ter respeito pelas autoridades?
      4. Pedir aos desbravadores que comentem o que fizeram nos trabalhos, irá ajudar a dirigir a discussão.
      5. Pedir aos desbravadores para fazerem um relatório das atividades realizadas no caderno de atividades.

 

Bandeira Nacional, para a classe de Companheiro de Excursionismo

Com frequência dizemos que estamos no mundo, mas não somos do mundo. Como cidadão do Reino Celestial, o desbravador tem que agir desta forma, devemos ser cidadãos cristãos diariamente. E conhecer os símbolos nacionais é uma demonstração de cidadania.

Na classe de Companheiro de Excursionismo, requisito 1, devemos “Saber a composição, significado e uso correto da Bandeira Nacional”.

De uma forma resumida, a Bandeira Nacional é composta por um losango amarelo em campo verde, tendo no meio a esfera celeste azul, semeada com 27 estrelas e atravessada por uma zona branca com a inscrição “Ordem e Progresso” em verde.

Vamos agora trabalhar na composição e significado da Bandeira Nacional de uma forma mais detalhada.

Lema

“Ordem e Progresso” é o lema nacional da República Federativa do Brasil a partir do momento de sua formação. A expressão é o lema político do positivismo, forma abreviada do lema de autoria do positivista francês Augusto Comte: “O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim”. Seu sentido é a realização dos ideais republicanos: a busca de condições sociais básicas (respeito aos seres humanos, salários dignos etc.) e o melhoramento do país (em termos materiais, intelectuais e, principalmente, morais).

Estrelas

As constelações que figuram na Bandeira Nacional correspondem ao aspecto do céu, na cidade do Rio de Janeiro, às 8 horas e 30 minutos do dia 15 de novembro de 1889 (doze horas siderais) e devem ser consideradas como vistas por um observador situado fora da esfera celeste.

A Bandeira Nacional deve ser atualizada sempre que ocorrer criação ou extinção de Estados, sendo que os novos Estados serão representados por estrelas que compõem o aspecto celeste descrito no parágrafo anterior, de modo a permitir-lhes a inclusão no círculo azul da Bandeira Nacional sem afetar a disposição estética original, e serão suprimidas da Bandeira Nacional as estrelas correspondentes aos Estados extintos.

A grandeza e brilho das estrelas e sua posição no céu não estão retratadas de forma exata, havendo diversas distorções.

Formas e dimensões

A feitura da Bandeira Nacional deve obedecer às seguintes regras:

  • Para cálculo das dimensões, tomar-se-á por base a largura desejada, dividindo-se esta em 14 partes iguais, sendo que cada uma das partes será considerada uma medida ou módulo: 1 M.
  • O comprimento será de 20 M. A distância dos vértices do losango amarelo ao quadro externo será de 1,7 M.
  • O círculo azul no meio do losango amarelo terá o raio de 3,5 M.
  • O centro dos arcos da faixa branca estará 2 M à esquerda do ponto do encontro do prolongamento do diâmetro vertical do círculo com a base do quadro externo.
  • O raio do arco inferior da faixa branca será de 8 M; o raio do arco superior da faixa branca será de 8,5 M.
  • A largura da faixa branca será de meio módulo (0,5 M).
  • As letras da legenda “Ordem e Progresso” serão escritas em cor verde. Serão colocadas no meio da faixa branca, ficando, para cima e para baixo, um espaço igual em branco. A letra P ficará sobre o diâmetro vertical do círculo. As letras da palavra Ordem e da palavra Progresso terão 0,33 M de altura. A largura dessas letras será de 0,30 M. A altura da letra da conjunção E será de 0,30 M. A largura dessa letra será de 0,25 M.
  • As estrelas serão de cinco dimensões: de primeira, segunda, terceira, quarta e quinta grandezas. Devem ser traçadas dentro de círculos cujos diâmetros são: de 0,30 M para as de primeira grandeza; de 0,25 M para as de segunda grandeza; de 0,20 M para as de terceira grandeza; de 0,14 M para as de quarta grandeza; e de 0,10 M para a de quinta grandeza.

Cores

Apesar de ser bastante popular a interpretação de que o verde representa as florestas; o amarelo, os minérios; e o azul, o céu, e da explicação de um agente diplomático em 1823 de que a cor verde era em referência à casa de Bragança, da qual fazia parte D. Pedro I, e a cor amarela simbolizaria a casa de Habsburgo, da qual fazia parte D. Leopoldina, não há nenhuma lei ou decreto explicando o significado das cores adotadas na Bandeira Nacional.

Foram mantidas as cores verde e amarela da bandeira imperial, pois o decreto n.º 4, de 19 de novembro de 1889, que criou a bandeira republicana, afirma que: “[…] as cores da nossa antiga bandeira recordam as lutas e as vitórias gloriosas do exército e da armada na defesa da pátria e […] que essas cores, independentemente da forma de governo, simbolizam a perpetuidade e integridade da pátria entre as outras nações”.

Agora que já sabemos a composição e o significado dos elementos da Bandeira Nacional, vamos ver alguns pontos principais quanto ao seu uso correto.

  • A Bandeira Nacional pode ser usada em todas as manifestações do sentimento patriótico dos brasileiros, de caráter oficial ou particular.
  • A bandeira poderá ser apresentada das seguintes formas:
    1. hasteada em mastro ou adriças, nos edifícios públicos ou particulares, templos, campos de esporte, escritórios, salas de aula, auditórios, embarcações, ruas e praças, e em qualquer lugar em que lhe seja assegurado o devido respeito;
    2. distendida e sem mastro, conduzida por aeronaves ou balões, aplicada sobre parede ou presa a um cabo horizontal ligando edifícios, árvores, postes ou mastros;
    3. reproduzida sobre paredes, tetos, vidraças, veículos e aeronaves;
    4. compondo, com outras bandeiras, panóplias, escudos ou peças semelhantes;
    5. conduzida em formaturas, desfiles, ou mesmo individualmente;
    6. distendida sobre ataúdes, até a ocasião do sepultamento.
  • Hasteia-se a bandeira:
    1. diariamente nos órgãos públicos federais, estaduais e municipais, nas missões diplomáticas brasileiras e nas unidades da Marinha Mercante;
    2. nos dias de festa e de luto nacional, também nos estabelecimentos de ensino e sindicatos;
    3. pelo menos uma vez por semana, em caráter solene, nas escolas públicas ou particulares.
  • A bandeira pode ser hasteada e arriada a qualquer hora do dia ou da noite, mas normalmente isso é feito às 8 horas e às 18 horas, respectivamente. Apenas no Dia da Bandeira (19 de novembro), o hasteamento é realizado às 12 horas, em solenidade especial. Durante a noite a bandeira deve estar iluminada.
  • Quando várias bandeiras são hasteadas ou arriadas simultaneamente, a bandeira brasileira é a primeira a atingir o topo e a última a dele descer.
  • Se a bandeira estiver a meio-mastro ou a meia-adriça, em sinal de luto, no hasteamento ou arriamento, deve ser levada inicialmente até o topo. Em marcha, o luto é assinalado por um laço de crepe atado junto à lança.
  • Hasteia-se a bandeira em funeral, em todo o País, quando o presidente da República decretar luto oficial, salvo nos dias em que o luto coincida com alguma festa nacional. Quando não for decretado luto oficial, o hasteamento em funeral fica limitado à Casa Legislativa ou ao Tribunal em que haja ocorrido o falecimento de um de seus membros.
  • A bandeira deve sempre ocupar lugar de honra, em posição central, destacada à frente de outras bandeiras e à direita de tribunas, púlpitos, mesas de reunião ou de trabalho.
  • Nas missões diplomáticas em países estrangeiros, estas regras podem-se tornar mais flexíveis em atenção às leis, usos e costumes do país hospedeiro.

Para saber mais sobre a a composição, o significado e a utilização correta da Bandeira Nacional, sugerimos a leitura do Decreto nº 4, de 19 de novembro de 1889, e principalmente da Lei nº 5.700, de 1º de setembro de 1971, que também trata dos outros Símbolos Nacionais.

Como construir diferentes tipos de abrigo, para a classe de Guia de Exploração

Os acampamentos são uma das atividades mais comuns aos desbravadores, e uma coisa muito legal para se fazer em um acampamento é construir um abrigo e passar uma noite nele. Só quem já passou uma noite em um abrigo construído com suas próprias mãos (usando materiais naturais ou artificiais) consegue descrever a sensação.

Na classe de Guia de Exploração é pedido para três tipos diferentes de abrigo, explicar seu uso e utilizar um deles em um acampamento.

Ao escolher o tipo de abrigo que faremos devemos observar alguns pontos:

  • Tempo meteorológico: parâmetros como temperatura, chuva, vento, umidade, etc. devem ser considerados ao escolher o tipo de abrigo. Por exemplo, abrigos que servem para dias chuvosos podem não ser os mais recomendados para dias ensolarados, assim como locais que têm ventos fortes exigem abrigos diferentes dos locais que têm ventos fracos.
  • Disponibilidade de material: ao construir um abrigo devemos levar em consideração os materiais que temos à disposição, tanto materiais naturais quanto artificiais. Devemos pensar também nas outras utilizações que esses materiais podem ter durante o acampamento. Por exemplo, a madeira pode ser utilizada também na construção de pioneirias e como lenha para fogueira.
  •  Tipos de abrigos:
    • Abrigos permanentes: são os construídos com material da região e destinados a dar condições de permanência na mata por um longo período de tempo.
    • Abrigos temporários: são os construídos com material da região, utilizando também, se necessário, partes do próprio equipamento e destinados a permitir a permanência na mata por curtos períodos de tempo.
  • Disponibilidade de tempo:
    • Qual a duração do acampamento? Se o meu acampamento é curto, não compensa gastar muito tempo na construção de um abrigo permanente, muito elaborado e trabalhoso, a menos que as condições de tempo meteorológico exijam um abrigo desse tipo.
    • Caso o meu acampamento seja móvel, também não há necessidade de gastar muito tempo na construção de um abrigo permanente.

Observando esses pontos com bom senso, com certeza teremos uma atividade construtiva.

Veja abaixo dois vídeos de abrigos que podem ser construídos, cada um para condições bastante diferentes:

Clique na imagem abaixo para ver no site da Discovery o passo a passo deste tipo de abrigo rápido e simples, bem como a escolha do lugar onde montá-lo.

E agora mais algumas imagens (retiradas do manual de Abrigos e Barracas, Coleção Tafara, Série Ar Livre, nº 2) de modelos de abrigo que podem ser utilizados em seu acampamento, tanto com utilização de lona quanto sem sua utilização. Vários outros modelos podem ser desenvolvidos, basta colocar a criatividade e o conhecimento de amarras em prática.

Particularmente, sou contra derrubar árvores e cortar galhos para a construção de abrigos e pioneirias, tanto pela curta duração dos nossos acampamentos quanto pela “necessidade” de degradar o meio ambiente para essa finalidade. Considero que abrigos suspensos, apesar de serem bonitos, funcionais e utilizarem bem os conhecimentos de amarras, não são muito interessantes sob o ponto de vista ambiental, pois é difícil encontrar a quantidade de madeira nas dimensões necessárias sem derrubar árvores, portanto, o ideal é que só fossem utilizados em caso de real necessidade.

Classes de desbravadores reformuladas!

Semana passada vimos AQUI no nosso Cantinho as principais mudanças nas novas classes.

As classes regulares/avançadas não sofreram muitas alterações, mas as classes agrupadas e as classes de liderança estão com uma roupagem completamente diferente. Confiram!

Classes agrupadas

O novo cartão de classes agrupadas tem uma estrutura muito diferente do anterior. A partir de agora, quem cumprir o cartão de classes agrupadas será investido em todas as classes regulares e em todas as classes avançadas, não mais em líder! A ideia é que exista apenas um caminho para a investidura nas classes de liderança: o cartão de líder. Isso facilita tanto o cumprimento, por parte dos aspirantes, quanto a avaliação e orientação, por parte dos instrutores.

Classes de liderança

As mudanças mais significantes, tanto em estrutura quanto em requisitos, foram nas classes de liderança. Para começar, em todas as classes é necessário completar o ano bíblico jovem e fazer provas, inclusive máster e máster avançado. As provas não mais serão sobre o Nossa Herança e o Verdades Bíblicas, confira:

Líder: Salvação e Serviço / Nisto Cremos (crenças fundamentais 1-10) e Estatuto da Criança
Líder Máster: Nisto Cremos (crenças fundamentais 11-20)
Líder Máster Avançado: Nisto Cremos (crenças fundamentais 21-28)

Assim como os desbravadores, os líderes também precisam se voltar aos livros! Eis os exigidos nas três classes: Mensagens aos Jovens, Orientação da Criança (alguns capítulos), A Ciência do Bom Viver, Retrato dos Pioneiros e O Grande Conflito, além de alguns de escolha do candidato e do Manual Administrativo, obrigatório para os aspirantes a Líder.

As especialidades também foram valorizadas. Em cada classe é necessário cumprir um ou dois mestrados, dentre os seguintes: Zoologia, Botânica, Atividades recreativas, Ciência e tecnologia, Saúde, Ecologia, Habilidades domésticas e Testificação.

Outra mudança estrutural é incentivar o líder a se envolver com outros departamentos da Igreja, visível ao se solicitar o cumprimento da Medalha de Bronze (antiga Medalha de Dedicação) [com a OMD 2013/002, este item foi excluído] e a participação em treinamentos de outros departamentos, como Escola Sabatina e Pequenos Grupos.

A parte física, há tempos esquecida, foi reintroduzida. A Medalha de Prata e a Medalha de Ouro passam a ser obrigatórias para a investidura em Máster e em Máster avançado, respectivamente. [Esperamos que seus requisitos sejam revisados, mas isso depende da Divisão…]. [com a OMD 2013/002, estes itens foram excluídos].

As classes de Máster e Máster Avançado não são mais divididas em sete seções de especialização. Agora os líderes terão que cumprir todos os requisitos, em todas as áreas! Mas eles também foram reformulados, não se preocupem, rs.

Além disso, foi definido um padrão para as pastas e também os critérios de perda e revalidação de investidura.

O objetivo das mudanças foi desenvolver líderes mais capacitados e treinados, além de envolvê-los mais com a Igreja e desenvolver a espiritualidade de cada um. Dar estudos bíblicos, levar alguém ao batismo, participar da Missão Calebe… Os desafios são grandes, mas aqueles que os vencerem serão vitoriosos! Serão líderes mais comprometidos com a Salvação dos desbravadores e com o Serviço de Deus!

E aí, gostaram? Ficaram ansiosos para iniciar agora mesmo os novos cartões? Façam o seu pedido no site da Editora Sobre Tudo ou aguardem para comprar no SELS da sua Associação/Missão.

Atualizado em 14/2/16

Classes de desbravadores reformuladas!

Em agosto deste ano foram lançados, em São Paulo, os novos cartões de registro das classes. De Amigo a Líder Máster Avançado tivemos alterações. Vocês já sabem quais são? Então confira aqui no nosso Cantinho!

Classes regulares e avançadas

As classes regulares e avançadas não sofreram grandes mudanças. Basicamente mudou-se apenas a estrutura da seção descoberta espiritual. Por exemplo, em cada classe agora há uma pequena parte do ano bíblico juvenil, de forma que o desbravador que concluir de Amigo a Guia complete toda a leitura.

Os temidos versos para decorar, também conhecidos como gemas bíblicas, foram aposentados… em seu lugar, agora o desbravador precisa apenas ler e explicar os versos. O que os garotos precisam memorizar agora não são os versos, mas temas bíblicos específicos, como as 12 tribos, as três mensagens angélicas, os 12 apóstolos, as bem-aventuranças…

Você já ouviu dizer que brasileiro não gosta de ler? Não brasileiro desbravador! Além do livro do ano, cada classe agora exige outro livro: Caminho a Cristo, Além da magia, A história da vida, Nos bastidores da mídia, além dos tradicionais Pela graça de Deus e Nossa herança. Então, amigos, já se preparem para montar um projeto de incentivo à leitura no seu Clube ano que vem, para que ninguém deixe de ser investido!

A maior parte das mudanças foi nas classes de liderança, mas isso fica para semana que vem…

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