Arquivo por Autor | Mateus Campos

Especialidade de Arbustos: aprendendo a pesquisar

O/4/172 Nerium oleanderNesta especialidade você vai conhecer mais sobre os arbustos, o que eles são, como são diferentes das árvores e das ervas, para que eles servem. Você sabia que a videira também pode ser considerada um arbusto? Em quais arbustos é mais fácil encontrar ninhos de pássaros? E quais eles preferem para se alimentar? A resposta para essas e para outras curiosidades você vai aprender fazendo esta especialidade.
Além disso, você vai ter uma coleção de pelo menos 10 arbustos da sua região, preservados e identificados corretamente!

  1. Descobrir a definição de arbusto e saber onde os arbustos são mais utilizados.EN-Arbustos
  2. Dizer 3 características dos arbustos que os distinguem das árvores e ervas.
  3. Por que uma parreira, às vezes, é considerada um arbusto?
  4. Dar o nome de um arbusto que produz castanhas comestíveis.
  5. Mencionar 2 arbustos cultivados e 2 silvestres de sua localidade, que produzam flores vistosas.
  6. Em que estação do ano floresce a maioria dos arbustos? Dar o nome de um arbusto que floresce antes das folhas aparecerem.
  7. Que arbusto parasita, muito usado para decoração de interiores, cresce nos galhos mais altos de diferentes tipos de árvores?
  8. De que arbusto os pássaros preferem comer as frutas ou sementes? Mencionar um arbusto cuja flor atraia os pássaros.
  9. Em que arbustos os pássaros preferem construir seus ninhos?
  10. Reunir, preservar e identificar corretamente as flores, folhas, sementes, vagem de sementes ou ramos com botões de 10 arbustos silvestres.

Logo abaixo estão as alguns sites com informações confiáveis que podem ajudar no estudo desta especialidade.

Caso você tenha alguma indicação de fonte, nos mande um e-mail ou deixe um comentário.

1- Mateus

8 remédios naturais, para a classe de Guia

Remédios de Deus

O requisito 1 da seção Saúde e Aptidão Física da classe de Guia pede para que os desbravadores façam uma apresentação sobre os oito remédios dados por Deus.

Luz solar, água, exercício físico, repouso, alimentação saudável, temperança, ar puro e confiança em Deus. O segredo para uma vida longa e saudável está nestes oito remédios da natureza. 

A revista Estilo Saúde, em sua edição do 3º trimestre de 2013, trata exclusivamente destes remédios. Além de discutir os principais desafios da sociedade atual em relação à saúde, os artigos e reportagens mostram quais os efeitos positivos do uso equilibrado dos recursos naturais, além de trazer receitas práticas para um estilo de vida mais saudável. A edição traz à tona novas descobertas feitas pela medicina e responde questões como: De que maneira aproveitar os benefícios do sol, maior fonte de vitamina D, sem oferecer riscos para a saúde? Como reduzir os efeitos da poluição do ar nas grandes cidades? Por que tomar água é tão importante para proteger o coração e o cérebro? E como lidar com os vícios, inclusive aqueles ligados ao trabalho (workaholics) e ao consumo de informação (dataholics)?

Outra fonte de material para conhecer os oito remédios naturais e preparar a apresentação é a seção de downloads do site da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que traz apresentações em powerpoint, textos em pdf e áudios sobre o tema. Clique aqui para acessar a página com os arquivos sobre os 8 remédios naturais.

1- Mateus

Regras para uma caminhada

Escape - trekking

As caminhadas ao ar livre estão entre as atividades mais divertidas feitas no Clube de Desbravadores.

Mas  pra que essas caminhadas sejam o mais prazerosas possível, precisamos observar algumas coisas, tanto na organização/preparação da caminhada quanto durante ela. Não prestar a devida atenção a alguns desses pontos podem tornam a caminhada mais desgastante, menos divertida, até mesmo num desastre.

O primeiro post que recomendamos a leitura para quem vai organizar a caminhada é das Dicas para caminhar com crianças, que apresenta dicas e sugestões para que as crianças tenham mais prazer em fazer caminhadas, aprendam a interagir com a natureza e queiram muito mais. Esse post também apresenta sugestões de equipamentos necessários para uma caminhada. Quais deles você realmente vai levar vai depender do tipo de caminhada que você quer fazer.

No post Caminhada com pernoite, para a classe de Excursionista, temos algumas dicas importantes para quem está organizando a caminhada, bem como orientações interessantes para o cumprimento do requisito de Excursionista. Uma recomendação deste post que é válida para todas as caminhadas é a seguinte:

Tudo o que for ser usado na caminhada precisa estar na mochila. Ainda que tenha um carro de suporte acompanhado o grupo, o ideal é que não carregue nada de ninguém, a não ser itens de primeiros socorros e reserva de água e alimentos“.

O post Os 10 erros mais frequentes dos excursionistas apresenta alguns pontos práticos que devem ser observados antes da caminhada e durante ela. Os pontos anteriores à caminhada são o vestuário e o calçado, que se não forem escolhidos adequadamente podem trazer prejuízos à atividade. E os pontos que devem ser observados durante a caminhada (mas é interessante passá-los anteriormente para quem vai caminhar) são tamanho da passada, forma da pisada, posicionamento dos braços, cotovelo e cabeça, postura, hidratação e frequência com que se pratica caminhada.

Trilha da Capivara

Todos os direitos reservados a Brasília faz 50 anos.

Pesquisando recentemente, encontrei no site Webventure um bom texto com dicas essenciais ao sucesso da sua caminhada. Segue abaixo o texto Regras para a caminhada na mata não virar pesadelo.

“Polícia resgata grupo na selva”; “Salvos pelo celular”; “Grupo passa a noite perdido na mata”. Essas manchetes já estão virando rotina quando você abre o jornal ou liga a TV, geralmente depois de um fim de semana. No domingo passado, foi a vez de um grupo de crianças e adolescentes com idade entre 7 a 17 anos se embrenhar na Serra da Cantareira, se perder e mobilizar a polícia para o resgate concluído um dia depois.

Felizmente, nada aconteceu ao grupo e eles acabaram rindo da “aventura” vivida, do medo de serem picados por uma cobra e do improviso de dormir sobre folhas e se alimentar de “coquinhos”… Por outro lado, 70 homens contando entre bombeiros, polícia militar e mateiros foram destacados para trazer a turma de volta à civilização e à segurança.

“Essas situações de pessoas perdidas na mata são cada vez mais freqüentes”, admite o tenente Valdir Pavão, bombeiro especialista em resgate. “É normal que a incidência cresça porque a prática de atividades outdoor está vivendo um boom. Mas muitos dos que se aventuram estão despreparados. As situações em que se envolvem são totalmente previsíveis, um planejamento básico evitaria tudo isso”.

Webventure traz quais são as regras básicas, contando com as dicas de Pavão, que podem evitar que uma simples caminhada numa tarde se transforme em pesadelo. Veja quais são:

  1. Conhecimento
    •  Nunca faça uma caminhada sem conhecer muito bem a região – e não vá além do trecho que conhece! Caso não esteja familiarizado com o local, vá acompanhado de um guia. Em ambos os casos ande apenas pela trilha, inclusive para evitar degradar o local. E escolha uma caminhada compatível com seu preparo físico.
  2. O clima
    • Esteja atento à previsão do tempo para aquele dia e de qualquer forma leve um agasalho e, se possível, capa de chuva. Previna-se contra eventuais mudanças climáticas e lembre-se de que, no caso de a caminhada se estender por mais tempo do que o planejado, as noites na mata costumam ser frias, não importa qual seja a estação do ano.
  3. Vestimenta adequada
    • Na mata, dê preferência para calça e manga comprida para se proteger. Não se esqueça de cobrir a cabeça em dia de sol.
  4. Comida e água sempre!
    • Não importa que a sua caminhada vá durar apenas duas horas ou uma tarde. Imprevistos podem acontecer e esta duração ser aumentada. Leve alguma comida (barrinhas de cereais, sanduíche, frutas) e água mineral. A água é fundamental para evitar a desidratação – não conte apenas com bicas pelo caminho e cuidado para não tomar água não-purificada!
  5. Avise alguém sobre os seus planos
    • Deixe sempre alguém ciente de onde você vai iniciar a caminhada e aonde quer chegar e também da duração estimada desta atividade. Assim, se acontecer algo, esta pessoa vai perceber a demora e acionar as autoridades. Levar celular – com a bateria devidamente carregada! – também é importante. “Hoje se tem sinal de celular em praticamente toda a Serra do Mar, por exemplo”, lembra Pavão.

Um dos pontos recorrentes em alguns desses posts foi a escolha do calçado adequado. Veja aqui algumas dicas para escolher o calçado adequado para suas trilhas e acampamentos.

Seguindo essas dicas no planejamento da caminhada, na preparação para a atividade e durante sua execução, as caminhadas do seu Clube serão cada vez mais agradáveis e produtivas. Se você tem alguma regra de caminhada que não está em nenhum dos posts, nos deixe um comentário.

1- Mateus

Dramatização cristã

Dramatização cristã

Uma das novidades do novo Manual de Especialidades foi a especialidade de Dramatização Cristã, que foi traduzida do manual da Divisão Norte-Americana. Clique aqui para ver os requisitos necessários para a conclusão desta especialidade.

A dramatização cristã é um instrumento de evangelização que vem sendo cada vez mais utilizado nas igrejas e é uma ferramenta frequentemente utilizada nos Clubes de Desbravadores. Porém, é comum haver divergências na Igreja sobre a utilização de dramatização cristã ser correta ou não.

Segue abaixo um texto que o Pr. Alberto Timm escreveu sobre a utilização da dramatização na Igreja, o qual faz um apanhado sobre o assunto na Bíblia, nos escritos de Ellen White e no uso pela Igreja, além de definir alguns critérios necessários para o estabelecimento de parâmetros para a utilização correta deste recurso evangelístico.

Todos os direitos reservados à Igreja Adventista do Sétimo Dia

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O uso de dramatizações na igreja

O Antigo e o Novo Testamento estão permeados de dramatizações simbólicas.

Alberto R. Timm

Especialistas na área de comunicação têm afirmado que aprendemos 83% das informações do mundo exterior através da visão; 11% através da audição; e 6% distribuídos entre o tato, o olfato e o paladar. Isto significa que nos lembramos muito mais daquilo que vemos do que daquilo que meramente ouvimos.

Se a visão é tão eficaz no processo da comunicação, deveria a Igreja Adventista do Sétimo Dia valer-se apenas de recursos auditivos na proclamação do “evangelho eterno” (Apoc. 14:6)? Até que ponto poderia esta denominação incorporar recursos visuais e dramatizações em seus serviços religiosos, sem com isso infringir princípios expostos na Bíblia e nos escritos de Ellen White?

A fim de respondermos a estas questões, consideraremos, inicialmente, alguns antecedentes do uso de dramatizações na literatura bíblica e nos escritos da Ellen White.  Procuraremos, então, identificar alguns princípios básicos que poderão nos ajudar a estabelecer parâmetros seguros sobre o assunto.

No Antigo Testamento

A liturgia do Antigo Testamento centralizava-se nos rituais simbólicos, primeiro, dos altares patriarcais; depois do tabernáculo mosaico; e, por último, do templo de Jerusalém. Esses serviços ministrados por sacerdotes (cf. Êxo. 28 e 29; Lev. 8) constituíram uma prefiguração dramática da salvação  que haveria de se concretizar através do sacrifício e do sacerdócio de Cristo. Animais representavam a Cristo; a imolação desses animais simbolizava a morte de Cristo; e o sangue deles prefigurava o sangue de Cristo. Também as festas de Israel eram marcadas por inúmeras dramatizações (ver Êxo. 12:1-27; Lev. 16 e 23). Ellen White denomina todo esse sistema centralizado no santuário de “o evangelho em figura”[1].

Outro ato religioso dramático do Antigo testamento era a cerimônia da circuncisão. Esse ato foi ordenado por Deus como um símbolo exterior do concerto entre Ele e Seu povo.

Em números 21:4-9, Deus ordenou que Moisés preparasse e levantasse uma “serpente de bronze”, como um símbolo de Cristo. Todos aqueles que olhassem com fé para aquela serpente, viveriam.

Dramatizações são encontradas também nos livros proféticos do Antigo Testamento. O próprio Deus usou recursos pictóricos para descrever realidades sócio-políticas e religiosas nas visões proféticas registradas em tais livros, como Ezequiel, Daniel e Zacarias.  Por exemplo, no capítulo 2 do livro de Daniel, a Segunda Vinda de Cristo é representada pela grande pedra que feriu os pés da estátua. Já no capítulo 1 de Oséias, encontramos Deus ordenando que o próprio profeta (Oséias) dramatizasse a apostasia espiritual de Israel, casando-se com uma prostituta.

Portanto, o uso de recursos visuais (incluindo dramatizações) permeava o culto do Antigo testamento. Tais recursos eram parte do serviço do santuário, da cerimônia da circuncisão e dos ensinos proféticos. Mas o emprego de tais recursos visuais não se limita apenas ao Antigo Testamento.

No Novo Testamento

Os quatro evangelhos apresentam inúmeras ocasiões em que Cristo usou ilustrações vívidas da natureza e da vida diária para ensinar lições espirituais. Ele não apenas se valeu do recurso didático das parábolas, mas até comparou-Se  a Si mesmo com tais figuras como a água (João 4:10), o pão (6:41 e 48), a luz (8:12), a porta (10:9), o pastor (10:14) e a videira (15:1-5).

A própria cerimônia do Batismo é uma dramatização simbólica, instituída por Cristo para marcar o início de uma vida de consagração a Deus. Cristo não apenas submeteu-Se a essa cerimônia (Mat. 3:13-17), mas também ordenou que ela fosse ministrada a todos quantos aceitassem o evangelho (28:18-20).

Até mesmo Sua morte dramática sobre a cruz tinha propósitos didáticos. Ellen White declara que “a cruz é uma revelação, aos nossos sentidos embotados, da dor que o pecado, desde o seu início, acarretou ao coração de Deus” [2]. Ela acrescenta que “o Calvário aí está como um monumento do estupendo sacrifício exigindo para expiar a transgressão da lei divina” [3].

Esse evento dramático ocorreu sobre uma cruz com o objetivo de tocar os “nossos sentidos embotados” [4]. Ele é relembrado simbolicamente através da cerimônia da Santa Ceia (ver Mat. 26:17-30;  João 13:1-20), que é, por sua vez, uma dramatização litúrgica ordenada por Cristo para ser repetida periodicamente por Seus seguidores (cf. João 13:13-17; I Cor. 11:23-26).

À semelhança de alguns livros proféticos do Antigo Testamento, o conteúdo do Apocalipse de João é caracterizado por dramatizações simbólicas, que descrevem pictoricamente o desenvolvimento do plano da salvação no contexto do grande conflito entre as forças do bem e os poderes do mal.

Por conseguinte, o Antigo e o Novo Testamento estão permeados de dramatizações simbólicas. Especialmente o Batismo e a Santa Ceia são dramatizações do plano de salvação, instituídas pelo próprio Cristo como parte da liturgia da igreja.

Nos Escritos de Ellen White [5]

Analisando-se os escritos de Ellen White, percebe-se, por um lado, que ela: (1) endossa reiteradas vezes as dramatizações litúrgicas do Antigo Testamento (o cerimonial do santuário, etc.); (2) enaltece as dramatizações litúrgicas do Novo Testamento (o Batismo, o Lava pés, a Santa Ceia, etc.); (3) engrandece o ritual sacerdotal de Cristo no Céu; (4) não criticou a dramatização a que assistiu na Escola Sabatina de Battle Creek, em 1888 [6], (5) não condenou a encenação do Natal de 1888, em Battle Creek, mas simplesmente expressou sua aprovação aos pontos positivos do programa e sua desaprovação aos pontos negativos [7]; e (6) não condenou o uso das bestas de Daniel e do Apocalipse como ilustrações evangelísticas.

Por outro lado, várias citações de Ellen White desaprovam o uso de qualquer tipo de exibicionismo teatral [8]. Estariam essas citações condenando indistintamente todo tipo de dramatização? Eu creio que não, pois, se assim fosse, teríamos que eliminar até mesmo o Batismo e a Santa Ceia de nossas Igrejas.

É interessante notarmos que as próprias citações de Ellen White que desaprovam o uso de exibições teatrais identificam também as características negativas básicas que a levaram a se opor a tais exibições. Dentre essas características destacamos as seguintes: (1) afastam de Deus; (2) levam a perder de vista os interesses eternos; (3) alimentam o orgulho; (4) excitam a paixão; (5) glorificam o vício; (6) estimulam o sensualismo; e (7) depravam a imaginação [9].

Na Igreja Adventista

Grupos de dramatização têm participado freqüentemente em vários programas de TV mantidos pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, ao redor do mundo. Elencos especiais de dramatização foram necessários também para a produção de filmes e/ou videocassetes Um em Vinte Mil (EUA), O Grande Conflito (Argentina), Heróis da Fé (Austrália), O Barquinho Azul (Brasil) e muitos outros. Evangelistas adventistas usam um número significativo de filmes em suas séries de conferências públicas.

Dramatizações fazem parte ainda da vida da grande maioria dos internatos mantidos pela denominação. Elas são usadas também em nível de Igrejas locais, tanto em programas alusivos ao Dia das Mães e Natal, como nos departamentos infantis da Escola Sabatina.

Várias dessas dramatizações têm elevado espiritualmente tanto os apresentadores como os que a ela assistem. Existem, no entanto, aqueles que pensam que os fins justificam os meios e que as boas intenções são o único critério determinante para a aceitação de um determinado programa. Mas se restringíssemos os critérios apenas ao nível das intenções, certamente incorreríamos no grave erro de abrirmos as portas a todo e qualquer tipo de programação “culturalmente” aceitável.

Critérios Básicos

Cuidadosa consideração deve ser dada não apenas às intenções, mas também à própria natureza do programa, à escolha dos participantes, bem como ao tempo e local adequados tanto para o ensaio quanto para a apresentação da cena.

As dramatizações devem: (1) evitar o elemento jocoso e vulgar; (2) evitar o uso de fantoches (animais e árvores que falam, etc.); (3) ser bíblica e historicamente legais aos fatos, como estes realmente ocorrem; e acima de tudo, (4) exaltar a Deus e a Sua palavra (e não os apresentadores da programação).

Já os apresentadores devem ser pessoas cuja vida espiritual e conduta estejam em plena conformidade com os princípios adventistas, e que estejam dispostos a acatar as orientações da liderança da congregação local e das organizações superiores da denominação. Prudente seria que todos os participantes de um elenco de dramatização fossem escolhidos com base nas diretrizes sugeridas pelo Manual da igreja Adventista do Sétimo Dia para a seleção dos “membros do coro da igreja” [10].

A liderança da Igreja, por sua vez, é responsável por prover orientações adequadas aos apresentadores das dramatizações. A ela compete exercer uma função equilibradora, para que as programações sejam um meio (e não um fim) de melhor glorificar a Deus e de mais efetivamente comunicar o evangelho ao mundo. Jamais deve permitir que dramatizações venham obliterar a centralidade da pregação da palavra na liturgia adventista.

Portanto, as dramatizações permeiam a liturgia tanto no Antigo como no Novo Testamento; Ellen White, por sua vez, não condena todo o tipo de dramatização, mas apenas as exibições teatrais que afastam de Deus, levam a perder de vista os interesses eternos, alimentam o orgulho, excitam a paixão, glorificam o vício, estimulam o sensualismo e depravam a imaginação.

Se alegarmos que toda e qualquer dramatização é inapropriada, teremos consequentemente, de suspender: (1) o uso de filmes, que são o produto de dramatizações; (2) a maior parte das programações dos departamentos infantis na Escola Sabatina (colocar coroas na cabeça das crianças, cenas do céu, etc.); (3) todas as “cantatas” e grande parte das apresentações musicais de nossas igrejas; e, até mesmo (4) a celebração da cerimônia do Batismo e da Santa Ceia.

Por outro lado, devemos ser cuidadosos tanto na avaliação da natureza do programa, como na escolha dos apresentadores e do tempo e do local dos ensaios e da apresentação. O uso adequado de dramatizações implica não meramente agirmos em conformidade como nossa própria consciência (sendo ela santificada), mas também com base nos princípios bíblicos e dos escritos de Ellen White. Toda cena deve glorificar a Deus e não aos apresentadores.

 Referências

  1. Fundamentos da Educação Cristã, pág. 238.
  2. Educação,  pág. 263.
  3. Caminho a Cristo, pág. 33.
  4. Educação, pág. 263
  5. Para um estudo mais detido das declarações de Ellen White sobre dramatizações, ver Arthur L. White, “Representações Dramáticas em Instituições Adventistas” (documento disponível no Centro de Pesquisas Ellen White, Instituto Adventista de Ensino – Campus Central, Engenheiro Coelho, SP). Tais declarações podem ser mais bem compreendidas através da leitura do artigo intitulado “Divertindo as Massas”, de Benjamim McArthur, em: Gary Land, ed. , The World of Ellen G. White (Washington, DC: Review and Herald, 1987), págs. 177-191.
  6. A. L.  White, “Representações Dramáticas em Instituições Adventistas”, pág. 1.
  7. Idem, págs. 5 e 6.
  8. As principais citações de Ellen White nas quais ela expressa sua desaprovação ao uso de exibições teatrais, encontram-se no livro Evangelismo, pág. 136-140.
  9. Ver A. L. White, “Representações Dramáticas em Instituições Adventistas”.
  10. Ver Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 8ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1992), pág. 111.

Fonte: Centro de Pesquisas Ellen G. White

1- Mateus

Especialidade de Fisiologia vegetal

Fisiologia vegetalDiversas especialidades tratam sobre as plantas, sobre sua morfologia. Esta especialidade procura ir além, mostrando como as plantas funcionam e que cada parte é fundamental em seu desenvolvimento. Você aprenderá quais características são necessárias para chamar um ser vivo de vegetal, quais são os grandes grupos de plantas e o que os diferenciam uns dos outros, quais são as partes das plantas e suas funções.

Também vai aprender sobre importantes processos fisiológicos que acontecem dentro da planta e porque eles são importantes. Você sabia que as plantas também transpiram? E que elas também possuem hormônios, assim como os seres humanos? Conhecer o funcionamento das plantas e suas estratégias de adaptação às condições ambientais a que estão expostas  nos mostra um sistema complexo e muito bem planejado. As plantas são tão fascinantes que Deus comparou-as com nossa vida espiritual. Você se lembra de alguma história bíblica que faça essa comparação?

  1. EN-Fisiologia VegetalQuais características classificam um ser vivo com sendo um vegetal (Reino Metaphyta)?
  2. Cite os 4 grandes grupos de plantas e suas características distintivas. Quais são consideradas mais simples e quais são mais completas?
  3. Citar as funções das partes da planta:
    1. Raiz
    2. Caule
    3. Folha
    4. Fruto
    5. Flor
  4. O que é fotossíntese e qual o seu objetivo? Quais seres vivos são capazes de fazer fotossíntese? Qual a fórmula química da fotossíntese?
  5. O que é xilema e floema? Qual sua função?
  6. Citar 5 hormônios vegetais e suas funções.
  7. Como ocorre a transpiração nas plantas? Qual a sua importância para o seu desenvolvimento?
  8. Falar sobre o gineceu e o androceu, citando suas partes e funções.
  9. Cite, pelo menos, 1 história bíblica que compara uma planta com a vida espiritual. Explique.

Estamos iniciando mais uma proposta na seção de especialidades: aulas para ajudar no ensino das especialidades. E aqui está o material de apoio para instrução da especialidade de Fisiologia vegetal preparado pelo Cantinho da Unidade.

Caso queira fazer o download, clique aqui.

Logo abaixo estão as alguns sites na internet com informações confiáveis que podem ajudar no estudo desta especialidade. Apesar de confiáveis, alguns deles podem apresentar informações sob a visão evolucionista, expressões como “milhões de anos”, “processos evolutivos”, “ancestrais”, “antepassados”, etc. Desconsiderem essas informações.

Caso você tenham dúvidas ou indicação de fonte, nos deixe um comentário ou envie um e-mail.

1- Mateus



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