Arquivo por Autor | Mateus Campos

Especialidade de Ecologia: preparando a instrução

EN-Ecologia

Esta especialidade trata sobre o mundo em que vivemos e o que podemos fazer para tornar nosso meio ambiente um lugar melhor para se viver, por meio do aprendizado de conceitos ecológicos e aplicação prática dos conceitos. E por meio deste post pretendemos auxiliá-los na preparação desta especialidade para ser ensinada para seus desbravadores da melhor maneira possível.

  1. Objetivos
    1. Aprender conceitos básicos da ecologia. (requisitos 1, 2, 3)
    2. Exemplificar os conceitos ecológicos básicos. (requisitos 2, 4)
    3. Conhecer um membro da fauna regional. (requisito 5)
    4. Observar a produção de lixo em casa e descobrir a sua destinação. (requisito 6)
    5. Conhecer sobre a poluição atmosférica na região em que mora. (requisito 7)
    6. Aprender formas práticas de ajudar o meio ambiente. (requisito 8)
    7. Aprender o que a Bíblia e o Espírito de Profecia nos dizem sobre ecologia. (requisito 1)
  2. Materiais
    1. Computador.
  3. Vídeos interessantes:
    1. Este é seu mundo – https://www.youtube.com/watch?v=4P6a1RpQ3fs
    2.  Money – WWF-Brasil/DM9DDB- https://www.youtube.com/watch?v=TJwfDB9JC44
  4. Trabalhos
    1. Escolher um mamífero, um pássaro, um réptil e um anfíbio comuns na região em que você mora e construir para cada um deles um diagrama de sua pirâmide ecológica.
    2. Utilizando-se de fotografias ou figuras, elaborar um cartaz ou quadro formando um diagrama ilustrando um ecossistema de um pequeno lago de água doce.
    3. Fazer observações detalhadas, em campo, e um estudo, em livros e internet, sobre o habitat de alguns pequenos animais de sua região. Escreva um relatório: metade dele com os resultados de suas observações e metade a partir dos estudos em livros e internet. Cerca de 500 palavras.
    4. Pesquisar sobre como se faz a coleta de lixo em seu bairro e qual o destino do lixo coletado. Acompanhar durante 1 mês e elaborar um relatório com as informações de quanto lixo sua família joga por dia e como poderiam lidar melhor com isto.
    5. Pesquisar nos jornais ou em algum site especializado, por um mês, os níveis de poluição atmosférica de uma cidade grande (a mais perto da sua, se você não morar numa cidade grande). Fazer um gráfico demonstrando a curva deste nível durante o mês. Descobrir o que causa os pontos altos de sua curva do gráfico.
    6. Relacionar 10 maneiras de trabalhar ativamente em favor do meio ambiente de sua comunidade e cidade. Colocar 4 delas em prática.
    7. Pesquisar um texto do Espírito de Profecia e um texto bíblico relacionados à ecologia. Apresentar uma explicação sobre sua relevância e aplicação aos nossos dias.
  5. Metodologia
    1. 1º Encontro
      1. Passar os vídeos interessantes.
      2. Dar a aula sobre os objetivos 1 e 2.
      3. Explicar o trabalho e passa-lo para casa.
      4. Duração: 50 min.
    2. 2º Encontro
      1. Revisar os conceitos apresentados no 1º Encontro por meio de exercícios de fixação.
      2. Tirar dúvida sobre os requisitos do trabalho.
      3. Duração: 50 min.
    3. 3º Encontro
      1. Receber o trabalho.
      2. Aplicar a prova (oral ou escrita).

Alguns pontos importantes a serem observados em relação à especialidade:

  1. Por ser uma especialidade bastante prática, é muito importante que o instrutor esteja acompanhando os desbravadores durante a elaboração de todo o trabalho.
  2. O período entre o 1º Encontro e o 3º Encontro deve ser de, no mínimo, um mês, já que duas questões pedem um mês de observação de dados.
  3. Os vídeos sugeridos tem como objetivo mostrar um esboço da beleza do nosso planeta e a interligação entre os seres vivos e suas relações, visando mostrar a importância do conhecimento sobre ecologia, sendo que o segundo também é uma crítica à ambição de se conquistar dinheiro à qualquer custo.
  4. Procure elaborar uma prova (quer seja oral, quer seja escrita) que exija mais compreensão dos conceitos ecológicos que memorização desses conceitos. Uma sugestão para conseguir isso é maior utilização de exemplos, imagens, etc. As provas de alguns vestibulares fazem bem isso.
  5. Nem todos os jornais trazem diariamente os níveis de poluição atmosférica. Caso seja essa a situação na sua cidade, procure o órgão ambiental da cidade (site, telefone, e-mail) e tente conseguir os dados mais recentes.
  6. Algumas perguntas interessantes para o requisito da coleta de lixo, que aumentam a compreensão do desbravador sobre o assunto são: a) A destinação do lixo em sua cidade é a destinação adequada? b) Há coleta seletiva em sua cidade? c) Como é feita essa coleta?
  7. O instrutor pode/deve auxiliar os desbravadores a encontrar e escolher os textos (bíblico e do Espírito de Profecia).

Para ver as perguntas da especialidade e fontes confiáveis para respondê-las e preparar a aula, sugerimos a leitura do post Especialidade de Ecologia: aprendendo a pesquisar.

Clique aqui para baixar este plano de aula.

Fique à vontade para nos ajudar, sugerindo atividades que possam ser feitas na especialidade e boas fontes para responder seus requisitos.

1- Mateus

Montando a mochila

Nós já apresentamos aqui no blog alguns posts sobre mochilas (como escolher, como organizar e como regular e cuidar). Mas recentemente encontrei um artigo sobre organização da mochila com mais algumas dicas, o “ABCD da Mochila”. E como conhecimento nunca é demais, decidi compartilhar com vocês também.

A primeira dica é que cada grama que conseguir tirar da bagagem é essencial, as outras dicas vêm em ordem alfabética: Acesso, Balanço, Compressão e Discrição.

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ABCD da Mochila – Acesso, Balanço, Compressão e Discrição

Acesso
O acesso aos materiais que precisará retirar durante o dia deve ser fácil, evitando que tenha que desmontar toda a mochila para pegar um objeto.

No fundo da mochila: comece montando a mochila com os equipamentos que só vai utilizar no acampamento, como o saco de dormir, barraca, roupas extras, utensílios de cozinha e a comida para o jantar.

Por perto: os primeiros socorros, o celular ou rádio e a capa de chuva (se o tempo não estiver limpo) são itens que provavelmente você não utilizará, mas é bom manter por perto, no corpo da mochila.

À mão: por último, guarde os itens que devem ficar acessíveis. Esses englobam mapa, bússola, cantil, protetor solar, máquina fotográfica e o lanche do dia. Parece que vai chover? Então a capa de chuva entra nesta categoria. Lembre-se que a garrafa de combustível, caso tenha uma, deve ser guardada na vertical abaixo do nível da comida, ou num dos bolsos externos; assim, se ocorrer algum vazamento, a comida não será contaminada. Os pequenos itens como escova, pasta de dente e canivete cabem nos bolsos laterais ou superiores. Esses bolsos também são ótimos para colocar uma barra de cereal ou chocolate, para um rápido lanche a qualquer momento do dia.

Balanço
Mantenha o máximo possível dos itens pesados próximo às costas. Carregar uma mochila fica mais fácil quando o peso está alinhado ao seu corpo. Preste atenção na posição desse peso. Com muito peso no topo da mochila, você perde o equilíbrio; muito peso na base da mochila e você fará um esforço adicional, inclinando-se à frente para balanceá-la. Tenha em mente também o balanço lateral, evitando colocar muito peso apenas num dos lados.

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Compressão
O segredo é comprimir tudo dentro da mochila e/ou dentro dos equipamentos, sem deixar espaços vazios. Guarde o fogareiro e algumas comidas dentro das panelas. Coloque a capa de chuva ao redor de outros itens para preencher qualquer espaço vazio e assim por diante.

Discrição
Uma mochila discreta é aquela onde não se vê item pendurado do lado de fora. Se os equipamentos estão dentro da mochila, as chances de perder, molhar ou quebrar são mínimas!

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Mochila nas costas
Para evitar lesões ao colocar a mochila às costas, são necessários alguns cuidados. A maior parte do peso da mochila deve ser suportada pelos quadris e é sobre eles que a barrigueira deve ser apoiada. Se, ao final do dia, seus ombros estiverem doloridos, é porque o peso não foi distribuído corretamente nos quadris.

Planejando
Para melhorar sua organização, crie uma lista com todos os seus equipamentos e faça anotações após cada viagem sobre o que serviu, o que não serviu e sobre o que usou ou não. Na próxima viagem esta lista servirá como guia e, ao longo do tempo, você juntará informações e experiências suficientes para escolher apenas o necessário. Lembre-se: menos é sempre mais.

Adaptado da seguinte fonte:

CALVO, Antônio. Montando a mochila. Aventura & Ação, Volume 168. Disponível em: <http://www.extremos.com.br/Revista/Aventura-e-Acao/168/#F7>. Acesso em 07 jul. 2015.

1- Mateus

 

A Criação, a Terra é testemunha

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A criação do mundo é uma crença fundamental base para várias outras verdades bíblicas. Dela dependem a verdade do sábado, do casamento, da natureza do homem, etc. Acreditar na criação literal em 6 dias, com descanso no 7º, é um marco dos adventistas em relação aos outros cristãos. Por esse motivo, esse assunto precisa ser muito bem trabalhado com as crianças dos nossos Clubes.

Como já vimos aqui no nosso Cantinho, no post Dário da criação, para a classe de Companheiro, recursos audiovisuais são excelentes meios para assimilarmos melhor uma mensagem. Naquele post, apresentamos um vídeo do capítulo 1 de Gênesis, com a narração de Cid Moreira.

Algum tempo atrás encontrei outro vídeo muito bom, produzido pela Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. É um vídeo mais longo que o do post anterior e mais cheio de detalhes, mas pela sua excelente produção e pela ótima escolha de imagens e trilha sonora, você nem vê o tempo passando! Uma coisa que pode ser uma desvantagem é que a narração do vídeo é em inglês, apesar de ter legenda em português, mas como é um texto bem conhecido, e não são muitas falas, é de fácil compreensão para todos. Outra coisa que achei bastante interessante foi a abordagem em relação à narração: o narrador é uma pessoa interpretando Moisés, o autor do relato da Criação, contando a história pra uma criança.

Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos.
Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite.
Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as suas palavras, até os confins do mundo.
Salmos 19:1-4

1- Mateus

Faça você mesmo sua Luneta Astronômica de Galileu

Astronomia

No mês passado o Clube Bandeirantes acampou. E o céu do local era fantástico. No início da noite de sábado alguns amigos e eu estávamos observando as estrelas e então me lembrei de um artigo do site da revista Galileu que ensinava a fazer uma luneta astronômica, com materiais simples, de baixo custo e duas vezes mais potente que a luneta com que Galileu Galilei observou pela primeira vez as quatro maiores luas de Júpiter, o relevo da “nossa” Lua, as manchas solares e as fases de Vênus.

Na época de Galileu, por volta de 1600, construir esta simples luneta era uma tarefa complicada, que exigia uma grande engenhosidade. Mas hoje é possível montar uma ótima luneta com apenas R$60,00 e um pouco de dedicação.

O instrumento que você vai aprender a fazer aqui proporciona um aumento de quarenta vezes, que permite contemplar detalhes da superfície lunar, de aglomerados de estrela e até de planetas. Com uma técnica simples, também é possível construir um tripé, que fornece estabilidade e melhora muito a observação.

Para ter um aperitivo do que você vai poder enxergar com a sua luneta, Para ter uma ideia do que você vai poder enxergar, dê uma olhada nesta simulação interativa: ela mostra como o astrônomo via os objetos no céu noturno usando o instrumento. Ao passar a lente pelas principais descobertas, clique em cada uma delas e obtenha mais informações.

Agora vamos à montagem da luneta!

Luneta

Assista o vídeo abaixo para entender melhor o passo-a-passo da confecção da sua luneta.

Não deixe de nos contar como foi sua experiência de montagem e suas observações!

Adaptado das seguintes fontes:

http://revistagalileu.globo.com/Multimidia/Infograficos/noticia/2015/02/luneta.html

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/03/faca-voce-mesmo-luneta-de-galileu-por-apenas-r-50.html

1- Mateus

Testamos

Fogareiro Spark, da Azteq

Recentemente decidi comprar um fogareiro. Li um artigo no Trekking Brasil sobre 3 diferentes tipos de fogareiros (recomendo a leitura). Pelas vantagens e desvantagens apresentadas, optei por um fogareiro de válvula. Feita a escolha pelo tipo, fui pesquisar sobre as opções disponíveis no mercado (no blog Tocandira tem um artigo sobre as características de 4 modelos de marcas diferentes, outra leitura recomendada).

Eu acabei escolhendo o Spark, da Azteq. É o modelo mais compacto, mais leve e mais econômico deles. Não é o mais barato, porém pesquisando bem é possível encontrar ele com uma diferença de preço bem pequena (que no meu caso foi compensada pelo frete que teria que pagar, já que estava comprando uma mochila de camping e o frete foi grátis devido ao preço da mochila).

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Aqui está a descrição do produto no site da Azteq:

Se você é daqueles que gosta de caminhar levando pouco peso, o Fogareiro Spark da Azteq é ideal para você. Projetado para ser o fogareiro mais compacto do mercado, ele se encaixa perfeitamente no fundo do cartucho TekGas. O estojo de neoprene possui dois prendedores que fixam o Spark dentro do estojo e embaixo do cartucho de gás.

Características:

  • Peso: 87 g
  • Dimensões (aberto): 8,5 x 8,0 cm
  • Dimensões (fechado): 5,5 x 8,5 cm
  • Diâmetro do Fogareiro (suporte para panela): 10,5 cm
  • Diâmetro do Estojo de Neoprene: 11 cm
  • Consumo de Gás: 57 g/h

Recomendações de Uso: Utilize panelas com no máximo 20 cm de diâmetro, dotadas de cabo com isolamento térmico ou similar. Utilize o fogareiro apenas em superfícies planas, evitando o risco de a panela tombar. Evite queimaduras. Não manuseie o queimador e o suporte dobrável durante 10 minutos após o fim do uso.

Atenção: usar apenas ao ar livre. Leia cuidadosamente o manual de instruções antes de usar o Fogareiro Spark. Mantenha o meio ambiente limpo descartando o cartucho em local adequado. Cartucho não incluído.

O equipamento foi testado num acampamento com a diretoria do clube. Utilizamos ele no desjejum do sábado e  do domingo. Como as panelas para preparar o almoço e o jantar eram muito grandes (panelas para 15 pessoas), não tentamos utilizá-lo nessas refeições. Se o grupo fosse menor, acredito que seria possível preparar almoço e jantar também.

O Spark é um fogareiro bem simples de usar, com acendimento e controle da intensidade da chama semelhante ao de um fogão normal, com aquecimento rápido. É uma mão na roda, principalmente quando o tempo para a refeição está curto ou quando a lenha para a fogueira está molhada (existem diversas vantagens na substituição da fogueira pelos fogareiro, veja alguns no post do Trekking Brasil). No acampamento não ventou muito, então não foi possível ver o comportamento do fogareiro com vento. Mas caso houvesse algum problema, é só fazer um protetor de vento para fogareiro ou improvisar um.

É possível encontrar fogareiros a venda em lojas de camping e de pesca, tanto físicas quanto online. Abaixo estão alguns sites em que é possível encontrar diferentes modelos de fogareiros:

1- Mateus

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