Arquivo | julho 2011

Super concha de molusco inspira novos materiais mais resistentes

Gastrópode de pé escamoso (Crysomallon squamiferum)

Nas profundezes das fontes hidrotermais Kairei, quatro mil metros abaixo da superfície do Oceano Índico, cientistas descobriram um molusco gastrópode cuja concha poderá ajudar a melhorar equipamentos de carga e materiais de proteção usados em quase tudo, de aviões a equipamentos esportivos.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão estudando as propriedades físicas e mecânicas do molusco. Os primeiros resultados foram publicados esta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

O chamado “gastrópode de pé escamoso” (Crysomallon squamiferum) possui uma concha única, construída em três camadas, que poderá fornecer ideias valiosas para novos princípios de desenho mecânico.

Especificamente, ele tem uma camada altamente calcificada interna e uma camada de espessura média orgânica. Mas é a extraordinária camada externa, fundida com sulfeto de ferro granular, que está entusiasmando os pesquisadores.

As fontes hidrotermais Kairei consistem em uma série de cortes profundos na superfície do planeta ao longo de uma cadeia montanhosa vulcânica abaixo do Oceano Índico. Foi lá que os pesquisadores descobriram o caracol nunca antes visto, em uma expedição realizada em 1999.

“O fluxo de fluidos hidrotermais possui uma alta concentração de sulfetos e metais, mas este molusco é único na medida que incorpora esses materiais na estrutura de sua concha,” afirma Christine Ortiz, o líder do projeto no MIT.“Nós estamos interessados na estrutura e nas propriedades das camadas individuais e vendo como eles se comportam mecanicamente,” disse ela, salientando que a camada orgânica interior do molusco também é interessante.

Em particular, os pesquisadores queriam descobrir quais são as vantagens que a estrutura oferece na proteção contra o ataque e a penetração de predadores.

Entendendo isto eles poderão ter novas ideias sobre materiais ultra resistentes que poderão ser usadas em carros, caminhões, aviões e em várias outras aplicações.

Uma série de potenciais predadores foram encontrados na mesma região do gastrópode de pé escamoso. Um deles, o caracol do cone, usa um dente parecido com um arpão para tentar penetrar na concha e injetar um veneno paralisante.

Além disso, caranguejos do mar costumam agarrar os gastrópodes com as garras e tentar perfurar suas conchas ou espremê-los, às vezes por dias, até que as conchas dos moluscos se quebrem.

Para testar as propriedades da concha, os pesquisadores realizaram experimentos que simularam ataques genéricos de predadores, utilizando modelos de computador e testes de perfuração.

Os testes de perfuração consistiram em atingir a superfície das conchas com a ponta afiada de uma sonda, medindo a dureza da casca e sua rigidez.

Os testes levaram à conclusão de que “cada camada do exoesqueleto do molusco é responsável por funções distintas e por papéis multifuncionais na proteção mecânica,” escrevem Ortiz e seus colegas no artigo.

O teste revela que o escudo é “vantajoso para a resistência à penetração, dissipação de energia, redução de fraturas e interrupção de trincas e resistência a cargas de flexão e tração”.

Fonte: Inovação Tecnológica

Nota: Mais um molusco, único por suas características, pode servir como fonte de inovação tecnológica, servindo de modelo para desenvolvimento de vários equipamentos (veja aqui outra concha com propriedades únicas). Estruturas complexas e únicas com a concha desse molusco não podem ser resultado do acaso, precisam ser projetadas por um Designer.

“Ao mesmo tempo em que a Bíblia deve ter o primeiro lugar na educação das crianças e jovens, o livro da Natureza ocupa o lugar imediato em importância. As obras criadas de Deus testificam de Seu amor e poder. Ele trouxe à existência o mundo, juntamente com tudo que nele se contém”. Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, página 185.

Um domingo diferente

No último domingo (10/7), os desbravadores do Clube Falcão Azul (APlaC) tiveram uma reunião diferente.

O Clube fez uma atividade especial no Jardim Zoológico de Brasília para cumprir a prática de algumas especialidades da natureza, aproveitando o momento também para uma saudável recreação entre eles.

O Clube solicitou o Passe Livre, só arcando com as despesas do ônibus. “No nosso clube estava acontecendo uma certa dificuldade em arrecadar verba financeira para o Campori… e como tinha esse passeio pro Zoo, além dos desbravadores, convidamos a igreja local”, disse o diretor associado Rodrigo Oliveira. Toda a alimentação também foi conseguida com arrecadação, o que poupou o caixa do Clube.

Chegando ao zoológico os desbravadores foram divididos em três equipes, e os membros da Igreja ficaram livres para passear. O Clube fez um caça ao tesouro – corra para os animais – com as crianças. Com base no mapa do zoológico, foi traçado um roteiro para cada unidade, onde eles visitariam alguns animais pré-selecionados. Cada equipe teve que encontrar 10 animais e sobre eles escrever: nome, nome científico e habitat natural ou país.

Todos que completaram a prova, independente do tempo de chegada, foram premiados, promovendo assim o espírito de equipe e de participação. A atividade com os desbravadores encerrou-se às 11h00min e depois disso eles ficaram livres para passear no zoo.

“Agradecemos muito a Deus pq além de ter nos proporcionados um grande dia de diversão, não tivemos nenhum acidente”, completa Rodrigo Oliveira.

Bandeira dos desbravadores e bandeirim da unidade, para a classe de Pesquisador

Qualquer movimento, município, estado ou país tem uma bandeira que o represente. Cada um dos seus símbolos representa as características que identificam o grupo.

O Clube de Desbravadores também tem uma bandeira e é DEVER de todo desbravador conhecê-la. Um grupo em especial precisa conhecê-la melhor. São os desbravadores da Classe de Pesquisador de Campo e Bosque, item 1: “Conhecer a Bandeira dos Desbravadores, o bandeirim de unidade e o uso adequado de cada um.”

Esse requisito é simples de ser cumprido e no site oficial da DSA temos a descrição (adaptada com a redação do Novo Regulamento de Uniformes do Ministério Jovem):

O Clube de Desbravadores tem uma bandeira, sendo considerada como emblema do mesmo. A bandeira deve estar desfraldada nos programas e atividades dos desbravadores locais ou da Associação.

Henry Bergh, Diretor de Jovens da Associação Central da Califórnia, desenhou a bandeira dos desbravadores em 1948. Os quadrados azuis significando lealdade e coragem enquanto dois quadrados brancos representando a pureza. O emblema dos desbravadores, que se encontra no meio da bandeira, colocava uma interpretação diferente daquela dada por Hancock. A espada representava a palavra de Deus e o escudo a verdade.

A bandeira do Clube de Desbravadores tem 90cm de altura por 135cm de largura. No meio da bandeira encontra-se uma insígnia D1 dos desbravadores (conforme descrita no Regulamento do Uniforme), medindo 30cm de altura por igual medida de largura.

Divide-se em 4 partes. Ao olhar para a bandeira o observador notará que as partes superior direita e inferior esquerda são brancas; as partes superior esquerda e inferior direita são azuis. O nome do Clube deve aparecer em letras brancas na parte inferior direita.

A Bandeira para uso em escritório, sede do Clube ou Igreja, poderá ter a franja amarela de 5 cm. A bandeira deverá ser colocada em um mastro de 2 metros de altura e 3,5 cm de espessura.
Assim como o Clube tem a sua bandeira, as unidades também têm, só que elas são chamadas de bandeirins. Cada unidade deve ter o seu e é dever do capitão carregá-lo em todos os lugares.

O bandeirim medirá 55cm de largura e 36cm de altura no lado do mastro, devendo estreitar-se do lado oposto para obter-se o efeito da bandeirinha. Será de cor branca, com borda de cor azul de 4mm. Uma faixa de tecido azul de 10cm de largura deverá ser aplicada em toda altura no lado do mastro, onde será escrito, verticalmente, o nome do Clube. 

A insígnia D1 dos Desbravadores medindo 10 x 10cm deverá ser colocado a 7,5cm abaixo da borda superior do bandeirm, na minha entre o tecido branco e o azul. O símbolo e o nome da unidade da Unidade, representando graficamente as características do seu nome, será colocado no centro da parte branca do bandeirim, não podendo exceder as medidas de 12,5 x 12,5cm.

O bandeirim deverá ser colocado em um mastro com 1,7 metros de altura e com 2,5 cm de espessura.

Especialidade de Cactos: aprendendo a pesquisar

O que são cactos? Onde podemos encontrá-los com mais facilidade? Quais são as principais utilidades deles? Tudo isto está na especialidade de Cactos.

Você também vai aprender a identificar várias espécies de cactos e criar algumas delas.

Para completar a especialidade de cactos e aprofundar-se no estudo das plantas, cumpra os seguintes requisitos:

  1. Citar as principais características de um cacto.
  2. Mencionar três utilidades dos cactos.
  3. Em que região há mais quantidade de cactos? Por quê?
  4. Conhecer e identificar ao natural, ou em fotografias, 15 espécies de cactos.
  5. Fotografar, observar ou desenhar pelo menos 10 espécies de cactos, e classificá-los, ou criar pelo menos três diferentes espécimes de cactos.

Logo abaixo estão as alguns sites com informações confiáveis que podem ajudar no estudo desta especialidade. Apesar de confiáveis, alguns deles podem apresentar informações sob a visão evolucionista, expressões como “milhões de anos”, “processos evolutivos”, “ancestrais”, “antepassados”, etc. Desconsiderem essas informações.

Caso você tenha alguma indicação de fonte, nos deixe um comentário ou envie um e-mail.

Clube de Desbravadores visita a central de controle operacional do metrô de São Paulo

Por Gilberto Tavares de Almeida

Líder

Diretor do Clube de Desbravadores Águias de Ouro

O Clube de Desbravadores Águias de Ouro (Associação Paulista Sul, 4ª região) participou de mais um passeio, desta vez na central de controle operacional do metrô da cidade de São Paulo.

Os desbravadores tiveram a oportunidade de conhecer as padronizações relacionadas à segurança, padronização de uniformes da instituição e a história da construção do metrô de São Paulo (que foi o primeiro na América Latina).

O Clube passeou em duas linhas do metrô: a Linha Verde, que percorre a Avenida Paulista (principal centro financeiro da América Latina) e fez conexão com a Linha Amarela, que tem os trens totalmente controlados por computadores, não tendo nenhum condutor. Os desbravadores ficaram no primeiro vagão, tendo a oportunidade de ver o túnel por dentro. “Foi maravilhoso, fizemos mais uma conexão e voltamos de trem”, afirma o diretor.

Os líderes que quiserem realizar o mesmo passeio é só entrar em contato com o diretor (gtavares_hiae@hotmail.com) que ele passa todas as informações.

Confiram o vídeo abaixo e algumas fotos do evento:

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